Loading...

Frases soltas por aí... no mundo!!

Vídeos legais

Loading...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Já tentou entender o que dizem algumas expressões?


Há expressões muito conhecidas na língua portuguesa e continuam sendo transmitidas de geração para geração. 

O que muitas pessoas não sabem, é que algumas delas perderam seus formatos originais, e foram substituídas por outras. 

Isso ocorre porque as pessoas acrescentam, retiram ou "transformam" parte das mensagens que ouvem. Com o passar do tempo, novas formas se estabelecem, modificando o sentido da mensagem original. 

Veja algumas expressões e surpreenda-se! Certamente você já deve ter ouvido (ou mesmo emitido) alguma delas.


Expressão conhecida: Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
Expressão original: Batatinha quando nasce, espalha rama pelo chão. (Fazendo referência às raízes da batata.)


Expressão conhecida: Quem não tem cão, caça com gato.
Expressão original: Quem não tem cão, caça como gato. (Fazendo referência ao ato de caçar sem companhia, como faz o gato.)


Expressão conhecida: Cor de burro quando foge.
Expressão original: Corro de burro quando foge. (Fazendo referência ao animal, que ao fugir, pode representar perigo.)


Expressão conhecida: Esse menino não para quieto, parece que tem bicho-carpinteiro!
Expressão original: Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.(Fazendo referência ao ato de mexer-se demais.) 


Expressão conhecida: Elefante branco
Expressão original: É uma expressão utilizada para classificar algo valioso ou que custou muito dinheiro, mas que não possui utilidade ou importância prática.
Popularmente, a expressão elefante branco é também usada para simbolizar os presentes grandes, volumosos e estranhos que não possuem qualquer tipo de serventia para o indivíduo, mas que não podem ser dispensadas.
No âmbito político e empresarial, elefante branco é o nome dado à obra ou projeto que é criado ou construído e que não possui quase nenhuma utilidade para a sociedade. Normalmente, estes investimentos são bastante caros e inúteis.
Nos grandes centros urbanos brasileiros, por exemplo, existem diversos "elefantes brancos", como os estádios de futebol construídos para a Copa do Mundo de 2014, viadutos e estradas que não auxiliam no fluxo de trânsito, hospitais e outros prédios públicos que foram construídos e abandonados pelo governo.

Expressão conhecida: Carta branca 
Expressão original: É uma expressão que significa a liberdade total para tomar decisões referente a uma determinada situação. Significa também, em um sentido metafórico, a carta branca é um acordo oral entre duas pessoas, normalmente como 
sinal de que há confiança entre as partes envolvidas. 
O ato de "dar carta branca" ou "ter carta branca" significa a livre e absoluta permissão para agir em determinada ocasião ou fazer algo da maneira como for mais conveniente para a pessoa que recebe esse poder. Em outras palavras, trata-se da liberdade plena de tomar decisões
Exemplo"O capitão deu carta branca para capturar o bandido" ou "O proprietário deu carta branca para o arquiteto projetar a sala de estar". 
Em inglês, a expressão "dar carta branca" pode ser traduzida como "to give a free hand" ou "to give carte blanche". 

Expressão conhecida: Teúda e Manteúda
Expressão original: É uma expressão existente na língua portuguesa arcaica e que significa o equivalente à "tida e mantida", no idioma contemporâneo. Estes termos são utilizados ainda hoje em um contexto jurídico, para definir pessoas que são sustentadas financeiramente por um indivíduo, na forma de "amantes".
Etimologicamente, teúda e manteúda teria origem na língua portuguesa a partir da expressão espanhola "mantenudo", que quer dizer "mantido". 
Na linguagem popular, manteúda é uma mulher que é mantida financeiramente por um homem casado, sendo tratada como se fosse a segunda esposa. Já a palavra teúda, diferentemente de manteúda, define a mulher apenas como a amante, sem qualquer tipo de suporte financeiro do companheiro. 
Ambas as palavras e seus significados, sejam eles em conjunto ou separados, possuem uma forte relação com o ato de infidelidade, traição e imoralidade - visto que, de acordo com o Código Civil nacional, o casamento deve ser baseado na obrigação de "guardar mutuamente fidelidade conjugal". 
A expressão pode possuir um sentido pejorativo, sendo conotada como sinônimo de prostituição ou a ação de uma prostituta. No entanto, este tipo de interpretação de teúda e manteúda tem um caráter mais popular e social do que histórico, pois a figura da amante sempre foi associada pela sociedade como sendo uma prostituta. 

Expressão conhecida: Dondoca
Expressão original: É uma expressão informal tipicamente brasileira usada para definir uma mulher que tem preferências fúteis ou que aparenta ser rica e mimada.
Outro significado para dondoca estaria ligado à vaidade feminina, para indicar uma mulher que gosta de se maquiar em excesso ou vestir roupas extravagantes.
As "mulheres dondocas" são normalmente associadas às pessoas arrogantes e que não se preocupam com assuntos importantes, mas sim apenas para futilidades. Normalmente, usa-se esta expressão para chamar alguém de ociosa ou preguiçosa, que tem boa vida.
Mas não basta apenas ter esse tipo de comportamento, geralmente são classificadas como dondocas as mulheres fúteis ou excessivamente vaidosas que têm mais idade, senhoras ou as chamadas "madames".
Dependendo do contexto, a palavra dondoca pode ser empregada de maneira pejorativa ou ofensiva.
Expressão conhecida: Bocó
Expressão original: É uma expressão brasileira informal, usada como sinônimo dos adjetivos bobo, tolo, idiota ou ignorante.
A palavra bocó não possui uma conotação tão negativa quanto "estúpido", "burro" ou "idiota", sendo mais associada com uma ignorância relativa à inocência ou pureza.
A origem da palavra bocó, de acordo com algumas definições, surgiu a partir da expressão francesa boucaut, que significa um saco feito com pele de bode para o transporte e armazenamento de líquidos.
No Brasil, a palavra acabou por se transformar em "bocó", e era inicialmente utilizada para designar um saco feito com couro de tatu. Como o "bocó" (referindo-se ao saco) não tinha tampa, as pessoas começaram a associar o objeto aos "bocas abertas", pessoas que ficavam com uma expressão de desentendimento, consideradas "lentas mentalmente", palermas ou mesmo ignorantes.
Em algumas regiões do país, a expressão "bocó de mola" é utilizada para dizer que determinada pessoa é mesmo muito burra ou idiota. O acréscimo do "mola" ao termo "bocó" funciona como se fosse um "agravamento" da expressão, tornando-a mais insultuosa.

Expressão conhecida: Mimimi
Expressão original: É uma expressão usada na comunicação informal usada para descrever ou imitar uma pessoa que reclama.
O mimimi tem uma conotação pejorativa, sendo muitas vezes é utilizado para satirizar alguém que passa a vida reclamando. Ex: Pare de mimimi e vá arrumar o seu quarto!
Esta expressão funciona como uma onomatopeia, uma reprodução de sons que imitam um choro, ladainha ou lamúria.
Uma expressão equivalente ao mimimi pode ser pipipi popopó, expressões muito comuns em conteúdos humorísticos.
A expressão mimimi atingiu uma grande popularidade, de tal forma que até foram criadas músicas com a expressão mimimi.
Esta expressão deu origem a algumas outras, como por exemplo: "Keep calm and stop mimimi", que significa "Fique calmo e pare com o mimimi". Esta expressão indica que a pessoa deve manter a calma e resolver os seus problemas, porque reclamar não ajuda em nada.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Mensagens de Natal.



  • A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida.

  • Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.

  • Sugestões de presentes para o Natal: Para seu inimigo, perdão. Para um oponente, tolerância. Para um amigo, seu coração. Para um cliente, serviço. Para tudo, caridade. Para toda criança, um exemplo bom. Para você, respeito.



  • Paz e a generosidade e ter graça é compreender o verdadeiro significado de Natal.

  • O Natal..... não é um acontecimento, senão uma parte de seu lar que um leva sempre em seu coração.

  • Fora da língua natal ninguém respira amplamente - tudo o que existe vive da existência do verbo.



  • Que os sinos natalícios anunciem as boas novas e te tragam um natal abençoado. Boas Festas!

  • Desejo a você e a sua família um Natal de Luz! Abençoado e repleto de alegrias. Boas Festas!

  • Perguntaram-me para que um ateu comemora o Natal. Ora, pelo mesmo motivo dos cristãos. Para comer, beber e ficar batendo papo depois da meia noite.


  • Quando se vê, já são seis horas! Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal...

  • Faça você mesmo o Natal acontecer, empregando as maiores ferramentas do ser humano em desuso – AMOR E PAZ.

  • Passa o ano inteiro lhe dando rabanadas... E no natal ainda tem coragem de te desejar boas festas.


  • A Felicidade de ter presença da Família unida e feliz, não só no natal, supera qualquer presente que possa estar debaixo da árvore.

  • FELIZ NATAL às vezes parece um pouco vago, mas se este desejo significar mais humanidade, paz de espírito, solidariedade e a busca por relações mais puras e respeitosas... Desejo a todos!

  • Que a alegria do Natal invada sua casa e faça morada por todos os dias de 2014. Feliz Natal e Feliz Ano Novo.


quinta-feira, 31 de julho de 2014

As diversas Marias... vai-com-as-outras, gasolina...

Algumas expressões populares que utilizamos frequentemente parecem não ter sentido lógico. Na verdade, poucas vezes paramos para pensar o porquê falamos assim. Qual a história por trás de: “Casa da mãe Joana”, “Maria-vai-com-as-outras” e “Inês é morta”? Quem foram estas mulheres? Conheça um pouco mais sobre Joana, Maria e Inês – as protagonistas de três expressões populares da língua portuguesa:


Maria-vai-com-as-outras

Trata-se de uma pessoa Maria-vai-com-as-outras é uma pessoa facilmente influenciável e sempre se deixa levar pela opinião de outras pessoas ou que faz tudo que os outros fazem ou faz aquilo que a mandam fazer. 

Sem personalidade, caráter ou opinião própria que sempre concorda em tudo que lhe falam, mesmo não sendo a favor, se deixa levar pela opinião geral, sem se manifestar e sem se opor.


Dizer que uma pessoa é Maria-vai-com-as-outras significa dizer que ela é facilmente influenciável e se deixa levar pela opinião de outras pessoas. A Maria da expressão é Dona Maria I, rainha de Portugal no final do século XVIII. Ela é conhecida tanto como “A Piedosa” – por sua devoção religiosa – como por “A Louca” – por ter sofrido uma doença mental após a morte de um dos seus filhos. Por causa de sua condição mental, D. Maria vivia reclusa e só saia acompanhada de damas – as outras da expressão.


Casa da mãe Joana
A casa da mãe Joana é o lugar onde tudo vale, onde não há ordem e a bagunça predomina. Quem tem português como língua materna provavelmente já levou bronca da mãe com a frase: “Você pensa que aqui é a casa da mãe Joana?” Sinal de que já era a hora de correr e arrumar a bagunça do seu quarto. A casa da Joana ficava em Avignon, na França. Reza a lenda que Joana era uma moça bonita e inteligente. Rainha de Nápoles no século XIV, ela fugiu para a França depois da morte do seu marido. Joana era poderosa em Avignon e apoiou a regulamentação de bordéis na cidade. Os bordéis então ficaram conhecidos como “Casa-da-mãe-Joana”. Hoje a expressão não é utilizada para designar bordéis, mas para bagunça e desordem.

Inês é morta
A expressão “Inês é morta” foi popularizada na obra “Os Lusíadas”, de Camões. Quer dizer que não há mais solução para uma determinada situação, ou seja: já era! Inês de Castro era uma linda moça da corte portuguesa que foi amante de D. Pedro, rei de Portugal, com quem conviveu e teve filhos. O romance não era aceito pelo então rei de Portugal Afonso IV. Com o apoio do Conselho Real, ele ordenou Inês à morte por decapitação, aproveitando a ausência de Pedro que fora numa excursão de caça.
Quando se tornou rei de Portugal, Dom Pedro concedeu o título de rainha a Inês. Dizem que ela foi coroada em cerimônia formal, mesmo estando seu corpo já em composição. Como Inês já estava morta, o titulo não lhe valia para nada, daí a expressão “Inês é morta”. Os túmulos de Inês de Castro e D. Pedro estão dispostos de frente um para o outro, pé com pé, para que “possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final.”

Maria Gastadeira

Que gasta muito. Gasta mais do que possui. Esbanjadora. Irresponsável. Gastadora compulsiva. Oneomania (viciada em consumo).



Maria-gasolina

Aquela que só sai com quem tem carro, a famosa gasosa. Moças e / ou mulheres que só namoram ou saem com rapazes motorizados(que possuam carro). É uma mulher e/ou moça que não possui carro; ou que não tem condições de manter um, porém adora passear e estar dentro de um carro, seja com um homem ou uma outra mulher. 



Maria chuteira

Mulher que gosta somente de jogador de futebol. 



Maria Batalhão

São mulheres que têm forte atração por homens que vestem farda.



Maria Bilheteira

É aquela que se relaciona com alguem que trabalhe na casa de shows só para entrar de graça.



Maria do bairro

Dramática por profissão. Pessoa que aumenta as dores de forma que deseja aparentar ser a pessoa que sofre mais. Muito utilizado na fase de adolescência rebelde.
Como a protagonista da novela, com o mesmo nome, que sempre encontra obstáculos em sua vida.



Maria louca

Gíria usada no garimpo de serra pelada, era uma mistura de biotônico fontoura com álcool.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Como se desmotiva uma pessoa???



Você deve estar estranhando a pergunta do título deste artigo. Mas quando comecei minha carreira como educador de executivos, ministrava um programa chamado “O gerente e a organização”. Este programa era ancorado em seis filmes bastantes didáticos estrelados, por nada mais e nada menos “Peter Drucker”.
Eram filmes feitos na década de 60 com atores usando aquelas gravatas enormes e calças até quase o meio do peito, Peter Drucker era na época um “jovem” consultor no alto dos seus 70 anos. O título de um dos filmes era “Como motivar as pessoas?”
Este filme começava com Drucker e um diretor de empresa caminhando em volta de uma grande fábrica. Em dado momento, o executivo pergunta: “Peter como a gente faz para motivar as pessoas?”. Peter Drucker então faz alguns segundos de silêncio e responde: “Eu estudei a minha vida inteira este assunto e vou te confessar uma coisa… Não tenho a menor ideia! Mas eu sei o que “desmotiva”, e, você também deve saber…. a questão é: o que você faz que desmotiva as pessoas? Pare de fazer, e, é muito provável que a motivação apareça”.
Inspirados por esse sabedoria, podemos fazer uma lista genérica de coisas que podem desmotivar as pessoas:
As mais básicas são:
  • Mantenha a pessoa na ignorância de como está seu desempenho. Ela não precisa saber se está indo bem ou mal, se está atendendo às expectativas, e, principalmente, ela não tem porque saber no que ela realmente precisa melhorar.
  • Faça-a pensar que o trabalho dela não tem a menor relevância e que qualquer um poderia substituí-la.
  • Nunca diga: “por favor”, nem “como vai”, e muito menos “obrigado” para sua equipe.
  • Quando vierem te perguntar algo, mantenha os olhos no computador. Responda sem parar o que você estiver fazendo.
  • Mude todo o trabalho que ela fez e não dê a menor explicação.
  • Não se preocupe em saber da vida pessoal. Se é casado, solteiro ou se está com algum problema sério. Aliás, “nunca” toque nesse assunto, e nem tampouco fale de suas coisas pessoais (essa observação: vale para países latinos).
  • Não elogie, não dê “feedback” de reforço – algumas pesquisas sugerem que você deve elogiar quatro vezes mais do que criticar para ter um efeito significativo -. Elogiar pouco, também está valendo.
  • Estimule sempre a competição entre os subordinados.
  • Nunca admita seus erros ou fraquezas.
  • Não seja claro quando pedir alguma coisa, ela é que tem que saber o que é melhor.
  • Nunca converse sobre o futuro, as aspirações de carreira, ambições, etc.
  • Peça a mesma coisa para pessoas diferentes sem avisá-las. Elas vão acabar descobrindo sozinhas.
  • Nunca deixe de mostrar por palavras e atos quem é o chefe por aqui.

Brincadeiras a parte podemos continuar esta lista ao infinito. Talvez algumas dessas coisas pareçam absurdas, mas posso garantir que não são. Aliás, são bem comuns. Faça a sua lista ou peça para a equipe fazê-la (anonimamente é claro).
Ambientes desmotivadores: além do impacto na produtividade da organização destroem seu futuro.
Na minha experiência, os profissionais que estão acima da média, ou seja, aqueles mais talentosos, quando sentem-se desmotivados, começam rapidamente a procurar outro emprego, e pior, na grande maioria das vezes sem sinalizar nada para a organização.
Se o líder não tem uma relação próxima e aberta com esses talentos, fica difícil perceber e tomar alguma providência antes de perdê-los.
De todos os fatores que impactam a motivação de alguém (salários, benefícios, carreira, equilíbrio na vida e trabalho, etc) sabemos que, isoladamente, o de maior impacto é a relação com o líder. Todas as pesquisas feitas, até hoje, demonstram isso de forma irrefutável. É muito comum vermos gerentes bem intencionados brigando por cargos e salários de suas equipes com a justificativa de que precisam motivá-los. Sendo que existe uma lista enorme de coisas que ele poderia fazer pessoalmente com um resultado bem mais impactante na motivação do seu grupo do que um aumento de salário puro e simplesmente, que acaba afetando, quando afeta, o curto prazo.
Neste mesmo filme citado no início, um gerente comercial vem se queixar com Peter Druker sobre a prática de um dos seus vendedores. “Ele liga toda a semana para contar o que está acontecendo em sua região, pergunta pelas novidades, sobre fulano, beltrano, etc….”. Acontece, que tal comportamento estava irritando o gerente, e ele dizia a Peter que o vendedor deveria ser maduro o suficiente para não precisar desse tipo de tratamento. Diante do descontentamento do gerente, Peter pergunta: “Como são os resultados de vendas dele?” Então, o gerente responde: “Não é o meu melhor vendedor, mas está muito longe de ser o pior”. E Peter diz: “Se é isso que ele precisa para se sentir bem e motivado, dê a ele. Deixe ele ligar toda a semana, e, procure dar o máximo de atenção que você puder. Tentar mudar isso vai gerar mais problemas e perda de tempo do que atendê-lo. E o pior, você não vai conseguir. E vai acabar tendo de trocar um bom vendedor, por outro, com outras necessidades, e, talvez não tão bom quanto o anterior. Lembre-se: você é um gerente, e, gerentes são pagos para isso.”
Manter profissionais engajados tem que ser o seu principal objetivo, só assim, entregarão bons resultados.
As pessoas têm necessidades diferentes, como por exemplo: falar aquilo que estão fazendo; outros precisam saber o que está acontecendo; algumas produzem melhor se trabalharem algumas horas em casa; tem também aquele que sente a necessidade de sair da rotina; outros anseiam serem reconhecidos e respeitados;
Um dos modelos psicológicos mais conhecidos que tentam explicar este comportamento é a “Teoria das Necessidades Adquiridas” conceituado por David Mcclelland.
De acordo com essa teoria, são três os tipos de necessidades: Realização; Poder; Associação.
Segundo Mcclelland, a forma de atuação do indivíduo será determinada pela força ou fraqueza dessas necessidades.
  1. Necessidade de Realização: é o desejo de atingir objetivos que o desafiam a fim de obter reconhecimento pelas suas conquistas. Preferem trabalhar sozinhos.
  2. Necessidade de Poder: é o desejo de influenciar e controlar outras pessoas. Prefere situações competitivas.
  3. Necessidade de Associação: preferem trabalhar em equipe. Buscam aprovação e coesão de grupo – no exemplo do filme, o vendedor é claramente orientado pela associação.
Nas organizações modernas vemos muito pouco dessas necessidades sendo alcançadas, aliás, na maioria das vezes ocorre exatamente o contrário.
Insatisfação: este sentimento é encontrado em todos os “corações”; operários, CEOs, astros de futebol, artistas, intelectuais, enfim, todos os tipos e níveis de atuação estão sujeitos a essa sensação miserável e desmotivadora.
Patrick Lencioni no seu livro “3 Sign of a miserable job”, afirma a partir de suas pesquisas que são três os fatores fundamentais para deixar o trabalho de alguém miserável.
1 – Irrelevância: trabalho irrelevante Não se sabe o porque do trabalho ser feito ou qual a relação daquelas atividades com a estratégia da organização e nem tampouco o impacto dele nos outros.
2 – Anonimato: ser anônimo. Ninguém nota seu trabalho. O profissional que se achar invisível, comum ou anônimo não tem como sentir-se motivado com o trabalho. Ele precisa que alguém a reconheça, que saiba de suas aspirações. . É imprescindível saber quanto o “João” ou a “Maria” vende na região tal! O profissional precisa ser apreciado nas suas qualidades por alguém numa posição de autoridade. Alguém que o enxergue como um ser humano completo.
3 – Não mensurável: o que você faz não é avaliado e não pode ser mudado. Ninguém sabe se vai bem ou mal, qual a avaliação do seu trabalho. As pessoas precisam sentir seu progresso, de uma forma que não dependa exclusivamente da opinião dos seus gestores. Isto faz com que o profissional se sinta realizado no trabalho. Outra situação bastante comum é a do profissional de 15, 20 até 30 anos de empresa com comportamentos arraigados e completamente desmotivado para fazer tarefas e projetos novos. Um primeiro cuidado que você precisa ter é quanto a “rótulos”. Nem todos os funcionários com muito tempo de casa são assim, há muitas exceções.
Um erro bastante comum é colocá-lo na defensiva. Não se inteirando pela história ou pela experiência que ele tem na organização.
Outro é não deixar bem claro as expectativas comportamentais e técnicas do momento. Espera-se que as pessoas percebam o que está acontecendo por si mesmas e se adaptem. Ou, às vezes, deixa-se claro no coletivo, mas não no individual. Jogam-se carapuças e espera-se que as pessoas vistam as que lhes servirem, mas isto raramente acontece. Você não pode ter medo de tirar as pessoas de sua zona de conforto, mudá-las de função, dar-lhes um projeto inovador. Para profissionais há muito tempo na mesma posição costuma ser um bom remédio.
A maior dificuldade é você conseguir fazer que esta mudança seja encarada como uma oportunidade e não como um castigo.
Precisamos ser realistas e encarar que muitas pessoas não estão desmotivadas por uma questão específica do trabalho. Muitas vezes esta desmotivação é com a vida. Casamento, filhos, expectativas pessoais não realistas, saúde, etc.
Não há como separar as duas dimensões, mas a organização tem seus limites e não é responsável por tudo que cada um faz da sua vida.
Mas quanto mais você olhar para o profissional como um ser humano na sua plenitude, melhor você poderá atuar. E cada um de nós tem necessidades diferentes.
Nas novas gerações, a maior causa de insatisfação e consequente desmotivação é o Aprendizado, ou melhor, a falta dele. Se olharmos com um pouco mais de profundidade sobre este assunto, encontraremos aí alguns dos motivos que levam as organizações a perderem seus principais talentos.
Basicamente podemos dizer que o ser humano tem três impulsos básicos para o aprendizado: ligados ao Pensar, Sentir e Querer.
  1. No nível do pensar temos um impulso para o conhecimento. Conhecer novas coisas, entender como elas funcionam. Talvez você seja uma dessas pessoas que compra mais livros do que é capaz de ler. E que vai acumulando os livros ao lado da cama ou no e-book. Trata-se de um impulso para o conhecimento.
  2. Outro impulso é para o desenvolvimento. “Des-envolver” aquilo que estava envolvido, busca do autoconhecimento, meus limites, meus potenciais. Quando olhamos alguém fazendo um belo trabalho e dizemos que quero ser assim quando crescer. Quando procuramos um amigo para confidenciar nossa falta de habilidade para lidar com algo. Estamos genuinamente procurando nos desenvolver.
  3. O terceiro impulso é para o aperfeiçoamento. A primeira vez que você pinta a parede de sua casa, provavelmente as tomadas e interruptores são pintados também. Talvez na segunda, você proteja interruptores com uma fita crepe.
Quando procuramos um caminho melhor para fugir do trânsito estamos em busca do aperfeiçoamento das coisas que fazemos. Alguns de nós temos um destes três impulsos mais conscientes do que os outros. E também vamos encontrar pessoas em que todos os três estão adormecidos.
Post-como-desmotivar-as-pessoas-img
Como despertá-los? Parando de fazer aquilo que as adormece e criando condições para eles se manifestem no trabalho.
Bernard Lievegoed, excepcional cientista social e médico da década de 50, diz que para saber se uma pessoa é saudável, basta fazer lhe três perguntas:
  • Você gosta do que você faz?
  • Você ama alguém?
  • Você sente que você é uma pessoa melhor agora do que era no passado?
Ele considerava que a saúde física e psicológica estão atreladas à satisfação destes três impulsos de aprendizado.
Quando estes impulsos não encontram um caminho para se manifestar, temos a desmotivação e o desengajamento das pessoas.
Os líderes, agora, e cada vez mais, assumem no futuro o papel de educadores e apoiadores de processos de aprendizagem.
As organizações são as grandes universidades no 3º milênio. Transformar sua área/empresa num grande espaço de aprendizado é o melhor caminho para você não ter mais espaço para a desmotivação.
Outro caminho é descobrir as necessidades de cada um, e dentro do bom senso, sem paternalismo, procurar atendê-las.
Aliás, e você, quais são suas necessidades para se sentir feliz e engajado no trabalho?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

7 pessoas que morreram de maneiras bizarras

Acidente? Doença incurável? Velhice? Algumas pessoas simplesmente acham essas maneiras de morrer completamente desinteressantes e resolveram fazer algo diferente. Conheça 7 casos de pessoas que partiram desta para uma melhor de maneiras inacreditáveis.
(Atenção! 1) Não tente nenhuma dessas coisas em casa. Principalmente o item 6. 2) Sabemos que não é legal rir da morte. Que todos os listados descansem em paz!)
7.  Ele comeu demais em um banquete em sua homenagem

Pois é, o filósofo francês Julien Offray de La Mettrie morreu em 1751 no meio de um banquete que o embaixador Frances Tirconnel ofereceu em sua homenagem. Além de ser pensador, La Mettrie também era médico e teria curado uma grave doença de Tirconnel. Comenta-se que La Mettrie quis mostrar a sua potência estomacal comendo um monte de patê de trufas. Resultado:  desenvolveu uma forte febre que levou-lhe ao delírio e faleceu em seguida. Gula é pecado capital, sabe?
Agora, se você achou ridículo morrer em um evento em sua homenagem, saiba que existe outro caso: John Kendrick, respeitado capitão da Marinha americana, morreu em 1794 depois de ter vencido a Batalha de Kalauao, no Havaí. Quiseram fazer uma salva de tiros de canhão para comemorar. Um dos tiros acertou o deck do capitão. Triste história.
6. Ela se afogou em uma enchente de cerveja
Nadar em cerveja pode ser o sonho de muito beberrão, mas a Enchente de Cerveja de Londres (1814) fez estrago. Vários tonéis de cerveja da Meux and Company Brewery estouraram e mais de 1.470.000 litros da bebida formaram uma enxurrada que destruiu duas casas e ainda derrubou uma parede do pub Tavistock Arms, que veio a esmagar a funcionária Eleanor Cooper. Coitada!
Mas você não gosta de cerveja? Saiba que, em 1919, aconteceu em Boston um desastre parecido, mas envolvendo melaço – um tanque estourou e um tsunami de melaço vindo a 56 km/h matou 21 pessoas e feriu mais 150. Dizem que até hoje dá para sentir um cheiro de açúcar no ar quando o dia fica mais quente!
5. Ele deu um tiro em si mesmo sem querer enquanto tentava convencer o júri de que é possível matar por acidente
O democrata Clement Vallandigham lutou na Guerra Civil Americana e mesmo assim parece que não levava muito jeito com as armas (ou levava jeito demais, sei lá). Em 1871, aos 50 anos, Clement pegou um caso jurídico no qual defendia um homem acusado de atirar em um rapaz numa briga de bar. Sua alegação dizia que era possível a vítima ter atirado em si mesma por acidente enquanto tentava tirar a pistola do bolso – e quis fazer uma demonstração ao júri.
Resultado: Clement realmente provou o seu ponto de vista, mas a que preço! A arma estava carregada e ele não resistiu ao ferimento. Irônico, não é mesmo?
4.  Ele foi envenenado, baleado, baleado de novo, espancado, castrado e morreu afogado
Esta história é mais trágica do que realmente inusitada. Mas vale, porque ninguém gostava mesmo desse cara. O místico russo Grigori Rasputin era odiado entre o povo e entre a nobreza. Em 1916, ele foi vítima de uma trama de parlamentares e aristocratas: envenenaram o coitado num jantar. Mas a úlcera de Rasputin o fez expelir todo o veneno. Então, o suposto bruxo foi fuzilado com onze tiros e não morreu. Foi castrado e continuou vivo. Daí, resolveram espancá-lo e atirá-lo insconsciente em um rio, até que ele morreu – afogado. É, vaso ruim pode até quebrar. Mas demora.
3.  Ele teve uma overdose de suco de cenoura
Dizem que cenoura faz bem para os olhos. Mas a sabedoria popular também fala que todo excesso faz mal, né? O arqueólogo Basil Brown que o diga! A história conta que lá pelos idos de 1974 o homem virou um viciado em vida saudável e decidiu fazer uma dieta louca para limpar o organismo: beber um galão de suco de cenoura por dia durante dez dias seguidos. Ele até terminou a meta, mas morreu dias depois, vítima de falência renal.  Overdose de vitamina A.
2. Ele foi envenenado por um guarda-chuva desconhecido
A história do escritor búlgaro Georgi Markov é muito bizarra. Seus textos que saíam nos jornais não agradaram o governo da época e ele começou a ser perseguido pela polícia secreta da Bulgária e pela KGB em 1978. Tentaram matar o coitado duas vezes, mas só conseguiram na terceira vez.
Markov estava atravessando a ponte de Waterloo para pegar o ônibus para a BBC quando sentiu uma dor aguda na coxa, como se fosse uma picada de inseto. Olhou para trás e viu um homem pegando um guarda-chuva do chão, saindo correndo e entrando em um táxi. Horas depois ele começou a ter febre e foi para o hospital passando muito mal, vindo a falecer três dias depois. Causa da morte? Envenenamento por ricina. O assassino? Francesco “Piccadilly” Gullino. A arma do crime? Um guarda-chuva pontudo do mal.
1.  Ele tentou provar que o vidro da janela do 24º andar era inquebrável e se atirou lá de cima
Advogado adora razão. Em 1993, Gary Hoy quis provar a todos os seus colegas de escritório que o vidro da janela do Toronto-Dominion Centre era impossível de ser quebrado. E provou, mas do jeito errado.
O homem bateu tanto no vidro que ele pulou (inteiro) para fora da armação da janela. Resultado: Hoy foi junto, despencando do 24º andar. Sua morte foi tão nada a ver que levou um Darwin Award, prêmio concedido àqueles que contribuem para a evolução humana de maneira excepcionalmente negativa.
Bônus: Ele se matou na prisão com uma bomba feita com um baralho
William Kogut pode não ter sido esperto na hora de cometer seu crime – ele foi preso em 1930 pelo assassinato de Mayme Guthrie -, mas foi bem inteligente na hora de tomar as rédeas do seu destino. Kogut não queria passar o resto da vida preso na penitenciária San Quentin, então decidiu se matar de modo bem engenhoso.
Pegou as cartas vermelhas do baralho e picotou tudo, colocando os pedacinhos em um cano de metal junto com água e madeira. O cano foi colocado no aquecedor da cela e eis a bomba de William – ele sabia que a tinta vermelha das cartas era inflamável. Genial!

By Superinteressante - Por Tânia Vinhas
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Ocorreu um erro neste gadget

Palavras mais buscadas...

aconchego (1) acreditar (3) adeus (1) Alexandre (3) alimentação viva (4) alimento (5) alma (7) alunos (2) amadurecer (3) amar (10) amazônia (12) amigo (14) amigos (8) amizade (7) amor (57) amoral (4) andar (2) ano (2) Apego (10) aprender (4) aproveite (1) Arapoty (1) aristóteles (4) as sete leis (2) ascendente (2) astrologia (25) atitude (6) auto-estima (3) ayurveda (5) ação (3) batalha (3) beijo (4) beleza (6) bem (6) boca (7) Brasil (17) brasileiros (14) brincar (5) buda (5) busca (2) calma (2) caminhada (2) caminho (6) camisola (1) cancer (5) capricórnio (5) característica (3) carentes (2) carinho (6) casa (5) casal (3) casamento (6) causo (5) certo (2) chakras (3) china (3) chorar (5) ciclo (2) cigarro (2) cinema (2) coisas impossíveis (2) comer (5) competição (4) conforto (2) confúcio (2) conhecimento (5) consciência (9) conto popular (6) controvérsia (3) cor (12) Cora Coralina (2) coragem (3) coração (12) corpo (18) crenças (5) culpa (6) cura (4) câncer (4) cérebro (9) Dalai Lama (2) decorar (12) depressão (8) desabafo (3) desamor (2) desapego (16) destino (12) Deus (15) dia (6) dicas (6) dificuldade (3) dignidade (3) dinheiro (9) ditado (9) ditados populares (5) dito (5) doação (3) doença (11) dor (7) dosha (4) ego (4) emocional (4) emoção (4) emoções (3) energia (10) equilíbrio (3) erro (4) esperança (2) espiritual (5) estilo (2) estória (10) evolução (7) falar (5) família (11) fazer (3) felicidade (27) feliz (17) festa (4) filho (3) filme (2) filosofia (6) filósofo (3) flor (12) floral (12) flores (14) fofoca (5) frase (30) frases (19) Gandhi (2) gay (3) harmonia (4) hatha yoga (2) heroína (2) história (11) homem (15) honestidade (2) humanidade (5) humano (19) humilde (2) humor (6) hábito (5) idade (6) ignorância (6) imagem (2) incapaz (2) inteligência (6) japão (2) jovem (4) Kaká Werá (3) laranja (3) legais (2) legumes (2) lenda (23) lendas (16) leão (6) liberdade (6) limites (2) livre (3) lorota (5) louco (7) loucura (8) luz (3) lábios (2) língua (3) Mahatma Gandhi (3) mal (5) mantra (2) matuto (2) medicina (5) meditar (4) Meditação (9) medo (11) mensagem (9) mente (5) mentira (33) mentiras (3) moksha (3) momentos (4) Monge (2) monja coen (2) moral (4) morrer (9) morte (9) motivação (3) mulher (14) mulheres (5) mundo (7) mágoa (4) mágoas (5) mãe (3) mãos (2) médico (3) música (6) namoro (3) natal (3) natural (2) natureza (15) nova (2) nutrientes (2) o bem amado (2) obsessiva (3) Odorico (4) orgulho (4) oriental (2) otimista (2) paciência (4) pais (4) paixão (5) palavra (14) palavras (8) Paraguaçu (4) Paris (2) paz (9) pecado (3) pecados capitais (2) peixes (6) pensamento (8) perdoar (3) pererê (2) pergunta (3) persistência (3) personalidade (6) Pessoa (4) piadas (2) pior (3) planeta (14) platão (4) poder (3) política (3) político (6) popular (10) populares (4) português (3) positivo (4) prazer (5) prem (2) prem baba (3) preocupação (3) presente (4) problemas (4) professor (5) profissional (3) promessa (2) prosperidade (2) provérbio (23) psicólogo (3) pés (2) qualidade (2) raiva (3) realidade (22) refletir (2) refrigerante (3) regente (12) rei (2) relacionamento (6) relacionamentos (5) relação (4) religião (4) respeito (4) responsabilidade (7) resposta (5) rico (3) rir (7) riso (5) rosto (2) sabedoria (14) saber (5) saci (3) sagrado (2) sangue (2) Santidade (2) saudade (3) saudável (3) saúde (15) segredo (3) sensatez (2) sensível (2) sentimento (14) sexo (18) sexual (3) Sigmund Freud (2) significados (2) signo (26) signos (26) silêncio (4) sinceridade (3) sincero (2) sindrôme (2) social (3) sociedade (5) sofrer (3) sofrimento (3) solidariedade (3) solidão (5) sonhar (4) sorrir (4) sorriso (4) sorvete (2) stress (4) sucesso (4) Sucupira (4) suicídio (3) síndrome (2) sócrates (3) tempo (12) terapia (3) terra (2) Tibete (2) TPM (4) trabalho (8) transformação (3) travesso (2) triste (3) tristeza (11) tumores (2) universo (3) velho (4) velhos (3) veneno (2) verdade (43) vida (42) vinyasa yoga (2) virgem (5) virtude (3) vitamina (2) vitória (3) viver (17) vivência (2) voluntário (2) vício (2) vícios (3) Zen (4) água (8) ética (3) ético (4) útil (2)
Ocorreu um erro neste gadget