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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Como se desmotiva uma pessoa???



Você deve estar estranhando a pergunta do título deste artigo. Mas quando comecei minha carreira como educador de executivos, ministrava um programa chamado “O gerente e a organização”. Este programa era ancorado em seis filmes bastantes didáticos estrelados, por nada mais e nada menos “Peter Drucker”.
Eram filmes feitos na década de 60 com atores usando aquelas gravatas enormes e calças até quase o meio do peito, Peter Drucker era na época um “jovem” consultor no alto dos seus 70 anos. O título de um dos filmes era “Como motivar as pessoas?”
Este filme começava com Drucker e um diretor de empresa caminhando em volta de uma grande fábrica. Em dado momento, o executivo pergunta: “Peter como a gente faz para motivar as pessoas?”. Peter Drucker então faz alguns segundos de silêncio e responde: “Eu estudei a minha vida inteira este assunto e vou te confessar uma coisa… Não tenho a menor ideia! Mas eu sei o que “desmotiva”, e, você também deve saber…. a questão é: o que você faz que desmotiva as pessoas? Pare de fazer, e, é muito provável que a motivação apareça”.
Inspirados por esse sabedoria, podemos fazer uma lista genérica de coisas que podem desmotivar as pessoas:
As mais básicas são:
  • Mantenha a pessoa na ignorância de como está seu desempenho. Ela não precisa saber se está indo bem ou mal, se está atendendo às expectativas, e, principalmente, ela não tem porque saber no que ela realmente precisa melhorar.
  • Faça-a pensar que o trabalho dela não tem a menor relevância e que qualquer um poderia substituí-la.
  • Nunca diga: “por favor”, nem “como vai”, e muito menos “obrigado” para sua equipe.
  • Quando vierem te perguntar algo, mantenha os olhos no computador. Responda sem parar o que você estiver fazendo.
  • Mude todo o trabalho que ela fez e não dê a menor explicação.
  • Não se preocupe em saber da vida pessoal. Se é casado, solteiro ou se está com algum problema sério. Aliás, “nunca” toque nesse assunto, e nem tampouco fale de suas coisas pessoais (essa observação: vale para países latinos).
  • Não elogie, não dê “feedback” de reforço – algumas pesquisas sugerem que você deve elogiar quatro vezes mais do que criticar para ter um efeito significativo -. Elogiar pouco, também está valendo.
  • Estimule sempre a competição entre os subordinados.
  • Nunca admita seus erros ou fraquezas.
  • Não seja claro quando pedir alguma coisa, ela é que tem que saber o que é melhor.
  • Nunca converse sobre o futuro, as aspirações de carreira, ambições, etc.
  • Peça a mesma coisa para pessoas diferentes sem avisá-las. Elas vão acabar descobrindo sozinhas.
  • Nunca deixe de mostrar por palavras e atos quem é o chefe por aqui.

Brincadeiras a parte podemos continuar esta lista ao infinito. Talvez algumas dessas coisas pareçam absurdas, mas posso garantir que não são. Aliás, são bem comuns. Faça a sua lista ou peça para a equipe fazê-la (anonimamente é claro).
Ambientes desmotivadores: além do impacto na produtividade da organização destroem seu futuro.
Na minha experiência, os profissionais que estão acima da média, ou seja, aqueles mais talentosos, quando sentem-se desmotivados, começam rapidamente a procurar outro emprego, e pior, na grande maioria das vezes sem sinalizar nada para a organização.
Se o líder não tem uma relação próxima e aberta com esses talentos, fica difícil perceber e tomar alguma providência antes de perdê-los.
De todos os fatores que impactam a motivação de alguém (salários, benefícios, carreira, equilíbrio na vida e trabalho, etc) sabemos que, isoladamente, o de maior impacto é a relação com o líder. Todas as pesquisas feitas, até hoje, demonstram isso de forma irrefutável. É muito comum vermos gerentes bem intencionados brigando por cargos e salários de suas equipes com a justificativa de que precisam motivá-los. Sendo que existe uma lista enorme de coisas que ele poderia fazer pessoalmente com um resultado bem mais impactante na motivação do seu grupo do que um aumento de salário puro e simplesmente, que acaba afetando, quando afeta, o curto prazo.
Neste mesmo filme citado no início, um gerente comercial vem se queixar com Peter Druker sobre a prática de um dos seus vendedores. “Ele liga toda a semana para contar o que está acontecendo em sua região, pergunta pelas novidades, sobre fulano, beltrano, etc….”. Acontece, que tal comportamento estava irritando o gerente, e ele dizia a Peter que o vendedor deveria ser maduro o suficiente para não precisar desse tipo de tratamento. Diante do descontentamento do gerente, Peter pergunta: “Como são os resultados de vendas dele?” Então, o gerente responde: “Não é o meu melhor vendedor, mas está muito longe de ser o pior”. E Peter diz: “Se é isso que ele precisa para se sentir bem e motivado, dê a ele. Deixe ele ligar toda a semana, e, procure dar o máximo de atenção que você puder. Tentar mudar isso vai gerar mais problemas e perda de tempo do que atendê-lo. E o pior, você não vai conseguir. E vai acabar tendo de trocar um bom vendedor, por outro, com outras necessidades, e, talvez não tão bom quanto o anterior. Lembre-se: você é um gerente, e, gerentes são pagos para isso.”
Manter profissionais engajados tem que ser o seu principal objetivo, só assim, entregarão bons resultados.
As pessoas têm necessidades diferentes, como por exemplo: falar aquilo que estão fazendo; outros precisam saber o que está acontecendo; algumas produzem melhor se trabalharem algumas horas em casa; tem também aquele que sente a necessidade de sair da rotina; outros anseiam serem reconhecidos e respeitados;
Um dos modelos psicológicos mais conhecidos que tentam explicar este comportamento é a “Teoria das Necessidades Adquiridas” conceituado por David Mcclelland.
De acordo com essa teoria, são três os tipos de necessidades: Realização; Poder; Associação.
Segundo Mcclelland, a forma de atuação do indivíduo será determinada pela força ou fraqueza dessas necessidades.
  1. Necessidade de Realização: é o desejo de atingir objetivos que o desafiam a fim de obter reconhecimento pelas suas conquistas. Preferem trabalhar sozinhos.
  2. Necessidade de Poder: é o desejo de influenciar e controlar outras pessoas. Prefere situações competitivas.
  3. Necessidade de Associação: preferem trabalhar em equipe. Buscam aprovação e coesão de grupo – no exemplo do filme, o vendedor é claramente orientado pela associação.
Nas organizações modernas vemos muito pouco dessas necessidades sendo alcançadas, aliás, na maioria das vezes ocorre exatamente o contrário.
Insatisfação: este sentimento é encontrado em todos os “corações”; operários, CEOs, astros de futebol, artistas, intelectuais, enfim, todos os tipos e níveis de atuação estão sujeitos a essa sensação miserável e desmotivadora.
Patrick Lencioni no seu livro “3 Sign of a miserable job”, afirma a partir de suas pesquisas que são três os fatores fundamentais para deixar o trabalho de alguém miserável.
1 – Irrelevância: trabalho irrelevante Não se sabe o porque do trabalho ser feito ou qual a relação daquelas atividades com a estratégia da organização e nem tampouco o impacto dele nos outros.
2 – Anonimato: ser anônimo. Ninguém nota seu trabalho. O profissional que se achar invisível, comum ou anônimo não tem como sentir-se motivado com o trabalho. Ele precisa que alguém a reconheça, que saiba de suas aspirações. . É imprescindível saber quanto o “João” ou a “Maria” vende na região tal! O profissional precisa ser apreciado nas suas qualidades por alguém numa posição de autoridade. Alguém que o enxergue como um ser humano completo.
3 – Não mensurável: o que você faz não é avaliado e não pode ser mudado. Ninguém sabe se vai bem ou mal, qual a avaliação do seu trabalho. As pessoas precisam sentir seu progresso, de uma forma que não dependa exclusivamente da opinião dos seus gestores. Isto faz com que o profissional se sinta realizado no trabalho. Outra situação bastante comum é a do profissional de 15, 20 até 30 anos de empresa com comportamentos arraigados e completamente desmotivado para fazer tarefas e projetos novos. Um primeiro cuidado que você precisa ter é quanto a “rótulos”. Nem todos os funcionários com muito tempo de casa são assim, há muitas exceções.
Um erro bastante comum é colocá-lo na defensiva. Não se inteirando pela história ou pela experiência que ele tem na organização.
Outro é não deixar bem claro as expectativas comportamentais e técnicas do momento. Espera-se que as pessoas percebam o que está acontecendo por si mesmas e se adaptem. Ou, às vezes, deixa-se claro no coletivo, mas não no individual. Jogam-se carapuças e espera-se que as pessoas vistam as que lhes servirem, mas isto raramente acontece. Você não pode ter medo de tirar as pessoas de sua zona de conforto, mudá-las de função, dar-lhes um projeto inovador. Para profissionais há muito tempo na mesma posição costuma ser um bom remédio.
A maior dificuldade é você conseguir fazer que esta mudança seja encarada como uma oportunidade e não como um castigo.
Precisamos ser realistas e encarar que muitas pessoas não estão desmotivadas por uma questão específica do trabalho. Muitas vezes esta desmotivação é com a vida. Casamento, filhos, expectativas pessoais não realistas, saúde, etc.
Não há como separar as duas dimensões, mas a organização tem seus limites e não é responsável por tudo que cada um faz da sua vida.
Mas quanto mais você olhar para o profissional como um ser humano na sua plenitude, melhor você poderá atuar. E cada um de nós tem necessidades diferentes.
Nas novas gerações, a maior causa de insatisfação e consequente desmotivação é o Aprendizado, ou melhor, a falta dele. Se olharmos com um pouco mais de profundidade sobre este assunto, encontraremos aí alguns dos motivos que levam as organizações a perderem seus principais talentos.
Basicamente podemos dizer que o ser humano tem três impulsos básicos para o aprendizado: ligados ao Pensar, Sentir e Querer.
  1. No nível do pensar temos um impulso para o conhecimento. Conhecer novas coisas, entender como elas funcionam. Talvez você seja uma dessas pessoas que compra mais livros do que é capaz de ler. E que vai acumulando os livros ao lado da cama ou no e-book. Trata-se de um impulso para o conhecimento.
  2. Outro impulso é para o desenvolvimento. “Des-envolver” aquilo que estava envolvido, busca do autoconhecimento, meus limites, meus potenciais. Quando olhamos alguém fazendo um belo trabalho e dizemos que quero ser assim quando crescer. Quando procuramos um amigo para confidenciar nossa falta de habilidade para lidar com algo. Estamos genuinamente procurando nos desenvolver.
  3. O terceiro impulso é para o aperfeiçoamento. A primeira vez que você pinta a parede de sua casa, provavelmente as tomadas e interruptores são pintados também. Talvez na segunda, você proteja interruptores com uma fita crepe.
Quando procuramos um caminho melhor para fugir do trânsito estamos em busca do aperfeiçoamento das coisas que fazemos. Alguns de nós temos um destes três impulsos mais conscientes do que os outros. E também vamos encontrar pessoas em que todos os três estão adormecidos.
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Como despertá-los? Parando de fazer aquilo que as adormece e criando condições para eles se manifestem no trabalho.
Bernard Lievegoed, excepcional cientista social e médico da década de 50, diz que para saber se uma pessoa é saudável, basta fazer lhe três perguntas:
  • Você gosta do que você faz?
  • Você ama alguém?
  • Você sente que você é uma pessoa melhor agora do que era no passado?
Ele considerava que a saúde física e psicológica estão atreladas à satisfação destes três impulsos de aprendizado.
Quando estes impulsos não encontram um caminho para se manifestar, temos a desmotivação e o desengajamento das pessoas.
Os líderes, agora, e cada vez mais, assumem no futuro o papel de educadores e apoiadores de processos de aprendizagem.
As organizações são as grandes universidades no 3º milênio. Transformar sua área/empresa num grande espaço de aprendizado é o melhor caminho para você não ter mais espaço para a desmotivação.
Outro caminho é descobrir as necessidades de cada um, e dentro do bom senso, sem paternalismo, procurar atendê-las.
Aliás, e você, quais são suas necessidades para se sentir feliz e engajado no trabalho?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

7 pessoas que morreram de maneiras bizarras

Acidente? Doença incurável? Velhice? Algumas pessoas simplesmente acham essas maneiras de morrer completamente desinteressantes e resolveram fazer algo diferente. Conheça 7 casos de pessoas que partiram desta para uma melhor de maneiras inacreditáveis.
(Atenção! 1) Não tente nenhuma dessas coisas em casa. Principalmente o item 6. 2) Sabemos que não é legal rir da morte. Que todos os listados descansem em paz!)
7.  Ele comeu demais em um banquete em sua homenagem

Pois é, o filósofo francês Julien Offray de La Mettrie morreu em 1751 no meio de um banquete que o embaixador Frances Tirconnel ofereceu em sua homenagem. Além de ser pensador, La Mettrie também era médico e teria curado uma grave doença de Tirconnel. Comenta-se que La Mettrie quis mostrar a sua potência estomacal comendo um monte de patê de trufas. Resultado:  desenvolveu uma forte febre que levou-lhe ao delírio e faleceu em seguida. Gula é pecado capital, sabe?
Agora, se você achou ridículo morrer em um evento em sua homenagem, saiba que existe outro caso: John Kendrick, respeitado capitão da Marinha americana, morreu em 1794 depois de ter vencido a Batalha de Kalauao, no Havaí. Quiseram fazer uma salva de tiros de canhão para comemorar. Um dos tiros acertou o deck do capitão. Triste história.
6. Ela se afogou em uma enchente de cerveja
Nadar em cerveja pode ser o sonho de muito beberrão, mas a Enchente de Cerveja de Londres (1814) fez estrago. Vários tonéis de cerveja da Meux and Company Brewery estouraram e mais de 1.470.000 litros da bebida formaram uma enxurrada que destruiu duas casas e ainda derrubou uma parede do pub Tavistock Arms, que veio a esmagar a funcionária Eleanor Cooper. Coitada!
Mas você não gosta de cerveja? Saiba que, em 1919, aconteceu em Boston um desastre parecido, mas envolvendo melaço – um tanque estourou e um tsunami de melaço vindo a 56 km/h matou 21 pessoas e feriu mais 150. Dizem que até hoje dá para sentir um cheiro de açúcar no ar quando o dia fica mais quente!
5. Ele deu um tiro em si mesmo sem querer enquanto tentava convencer o júri de que é possível matar por acidente
O democrata Clement Vallandigham lutou na Guerra Civil Americana e mesmo assim parece que não levava muito jeito com as armas (ou levava jeito demais, sei lá). Em 1871, aos 50 anos, Clement pegou um caso jurídico no qual defendia um homem acusado de atirar em um rapaz numa briga de bar. Sua alegação dizia que era possível a vítima ter atirado em si mesma por acidente enquanto tentava tirar a pistola do bolso – e quis fazer uma demonstração ao júri.
Resultado: Clement realmente provou o seu ponto de vista, mas a que preço! A arma estava carregada e ele não resistiu ao ferimento. Irônico, não é mesmo?
4.  Ele foi envenenado, baleado, baleado de novo, espancado, castrado e morreu afogado
Esta história é mais trágica do que realmente inusitada. Mas vale, porque ninguém gostava mesmo desse cara. O místico russo Grigori Rasputin era odiado entre o povo e entre a nobreza. Em 1916, ele foi vítima de uma trama de parlamentares e aristocratas: envenenaram o coitado num jantar. Mas a úlcera de Rasputin o fez expelir todo o veneno. Então, o suposto bruxo foi fuzilado com onze tiros e não morreu. Foi castrado e continuou vivo. Daí, resolveram espancá-lo e atirá-lo insconsciente em um rio, até que ele morreu – afogado. É, vaso ruim pode até quebrar. Mas demora.
3.  Ele teve uma overdose de suco de cenoura
Dizem que cenoura faz bem para os olhos. Mas a sabedoria popular também fala que todo excesso faz mal, né? O arqueólogo Basil Brown que o diga! A história conta que lá pelos idos de 1974 o homem virou um viciado em vida saudável e decidiu fazer uma dieta louca para limpar o organismo: beber um galão de suco de cenoura por dia durante dez dias seguidos. Ele até terminou a meta, mas morreu dias depois, vítima de falência renal.  Overdose de vitamina A.
2. Ele foi envenenado por um guarda-chuva desconhecido
A história do escritor búlgaro Georgi Markov é muito bizarra. Seus textos que saíam nos jornais não agradaram o governo da época e ele começou a ser perseguido pela polícia secreta da Bulgária e pela KGB em 1978. Tentaram matar o coitado duas vezes, mas só conseguiram na terceira vez.
Markov estava atravessando a ponte de Waterloo para pegar o ônibus para a BBC quando sentiu uma dor aguda na coxa, como se fosse uma picada de inseto. Olhou para trás e viu um homem pegando um guarda-chuva do chão, saindo correndo e entrando em um táxi. Horas depois ele começou a ter febre e foi para o hospital passando muito mal, vindo a falecer três dias depois. Causa da morte? Envenenamento por ricina. O assassino? Francesco “Piccadilly” Gullino. A arma do crime? Um guarda-chuva pontudo do mal.
1.  Ele tentou provar que o vidro da janela do 24º andar era inquebrável e se atirou lá de cima
Advogado adora razão. Em 1993, Gary Hoy quis provar a todos os seus colegas de escritório que o vidro da janela do Toronto-Dominion Centre era impossível de ser quebrado. E provou, mas do jeito errado.
O homem bateu tanto no vidro que ele pulou (inteiro) para fora da armação da janela. Resultado: Hoy foi junto, despencando do 24º andar. Sua morte foi tão nada a ver que levou um Darwin Award, prêmio concedido àqueles que contribuem para a evolução humana de maneira excepcionalmente negativa.
Bônus: Ele se matou na prisão com uma bomba feita com um baralho
William Kogut pode não ter sido esperto na hora de cometer seu crime – ele foi preso em 1930 pelo assassinato de Mayme Guthrie -, mas foi bem inteligente na hora de tomar as rédeas do seu destino. Kogut não queria passar o resto da vida preso na penitenciária San Quentin, então decidiu se matar de modo bem engenhoso.
Pegou as cartas vermelhas do baralho e picotou tudo, colocando os pedacinhos em um cano de metal junto com água e madeira. O cano foi colocado no aquecedor da cela e eis a bomba de William – ele sabia que a tinta vermelha das cartas era inflamável. Genial!

By Superinteressante - Por Tânia Vinhas

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O lado sombrio de cada signo - Áries



Áries

Áries é um signo complexo, mas lindo. Barraqueiro. Mandão. Mimado. É o primeiro signo do zodíaco, então é a criança - é o que dá o impulso e seu elemento é o fogo.

E por ser a criança é o pentelho, o birrento, o chato. Áries é o que inicia, é o pioneiro, o precursor e um líder nato. Tem muita energia, é dinâmico, ousado e gosta de romper limites. É muito fácil fazer um (a) ariano (a) de bobo (a). É só dar a ilusão que ele está no comando, no poder. Finja que ele está certo, e aja do seu jeito pelas costas.

Pessoas de câncer e escorpião fazem isto direitinho. Capricórnio quando quer o poder também. Ou seja, sempre.

Arianos na parte profissional, quase sempre se dão bem, pois tem energia e iniciativa. Mas podem ser muito competitivos e quando são contrariados, costumam meter a mão na cara. Na cama, são tão fogosos que cansam a gente. Querem quantidade. Chega a ser irritante. Você quer assistir a novela, e está lá o ariano com olhares de volúpia querendo entrar em ação… São os reis das encoxadas em ônibus, das cantadas no transito. Ele é torto, como diz a canção, mas um buldogue na sua defesa se for seu.

É sempre aquele açougueiro bagaceiro que passa aquela cantada imunda na feira.

Mas quando estão apaixonados, ficam loucos, entram na sua vida de cabeça, dão palpites sobre seus amigos, decoração da sua casa, e planeja fazer tudo junto – ele consegue mudar o “eu” por “nós”. Se deixar um ariano assiste sua depilação de virilha e vai amar ver você fazendo cocô.

A mulher ariana é brava, independente e dona de si.


Muitas não casam, porque não suportam a idéia de um homem mandando nelas.

Geralmente são líderes em empresas ou tem o próprio negócio. Sabe aquela amiga que você pode ligar as 03:00 da manhã, que ela topa ir a um forró? É a ariana.

Ela pode acordar as 06:00 da manhã, ir para ginástica,trabalhar o dia todo, fazer inglês no almoço ,chegar em casa,limpar a cozinha ,estudar com as crianças, transar com o marido, espancá-lo em seguida (principalmente se for de peixes ou libra) e depois pedir desculpas, ler um romance e finalmente ir dormir.

Esse texto é de Jordan van der Zeijden Campos que é terapeuta e iridólogo. Jordan cita as partes sombrias de cada signo do zodíaco. Qual seu signo?

Amor de pai é uma das principais influências na personalidade humana


Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.


É culpa do pai, ou é culpa da mãe?
Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Autora: Natasha Romanzoti - tem 24 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ano novo, novo ciclo, organizando a vida e a casa! Destralhe-se!


"Já ouviu falar em toxinas da casa?
objetos que você não usa.
roupas de que você não gosta ou não usa há anos.

coisas feias.
coisas quebradas, lascadas ou rachadas.
velhas cartas, bilhetes.
plantas mortas ou doentes.
recibos/jornais/revistas antigos.
remédios vencidos.
meias velhas, furadas.
sapatos estragados.
Ufa, que peso!

O "destralhamento" é a forma mais rápida de transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias.

Com o destralhamento, a saúde melhora, a criatividade cresce, os relacionamentos se aprimoram.
É comum sentir-se cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio de entulho, cheio de tralha, pois "existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos".

Outros possíveis efeitos do acúmulo e da bagunça:
sentir-se desorganizado, fracassado, limitado e apegado ao passado.


No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga.
Na entrada, restringem o fluxo da vida.
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo.
Acima de nós, são dores de cabeça.
Sob a cama, poluem o sono.

Perguntinhas úteis na hora de destralhar...
1- Por que estou guardando isto?
2- Será que isto tem a ver comigo hoje?
3- O que vou sentir ao liberar isto?

E vá fazendo pilhas separadas...
Para doar!
Para jogar fora!


Para destralhar ainda mais...
livre-se de barulhos
das luzes fortes
das cores berrantes
dos odores químicos
dos revestimentos sintéticos

E também...
libere mágoas
pare de fumar
termine projetos inacabados.

As frutas nascem azedas e vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim! Destralhar ajuda a adocicar.

Para encerrar... Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar." 

via Monica H Solti Zorzetto 


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