Frases soltas por aí... no mundo!!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Quem ama a vida?

Adoro as pessoas que amam a vida, que gostam de viver, que são alegres que sabem valorizar cada minuto de felicidade. Nada melhor do que uma certa capacidade de conformação, um jeito de dar a volta por cima nas horas difíceis, de sacudir a poeira das vãs preocupações quando elas só podem nos atrapalhar. Não remoer mágoas é um ato de grande sabedoria. Perdoar, mesmo sem esquecer a ofensa, já é um sábia atitude. Perdoar, com esquecimento é suprema perfeição, coisa assim de quem já se sinta num excelente caminho evolutivo. Um limiar de candidatura ao vestibular de santo. Posicionamento muito cristão.

Adoro as pessoas que sabem fazer amigos, que são sociáveis que se interessam pelo contentamento do próximo. É dessa gente que a melhor parte do mundo é feita, que dá o lado útil da vida, o construtivo, o leal, o bom. De que adianta o negativismo? O que pode a tristeza realizar senão a dor moral de que ela é a própria argamassa? Os tristes estão sempre muito longe da vitória, do sucesso, e até mesmo de uma certa estabilidade vivencial. A tristeza não é o lado normal da criatura, pelo menos não é o mais agradável. Os tristes deveriam parar um pouco e pensar numa mudança mental, sorrir, procurar ver um mundo de coisas lindas que acontecem e estão aí na nossa frente todas as horas. Nada mais positivo do que os momentos de alegria!

Adoro as pessoas que gostam da luz do sol, da brisa, da lua, pessoas que saibam olhar para cima à noite e ver estrelas com atitude de quem sonha! São estas que, por amarem a imensidão do infinito têm a mística ou a lógica da fé, acreditam num poder maior, num verdadeiro foco de amor de quem emana toda a sabedoria. Não se pode viver sem uma crença, uma certeza, uma diretiva para o bem que se pratica e que se recebe. É preciso ter a sensação de plenitude, a consciência firme de que fazemos parte do grande Infinito, partícula de luz eterna e caminhante para a sabedoria.

Adoro as pessoas que sabem esperar quando outras desesperam, que guardam a fé, acima da tormenta de dúvidas, que suportam o peso da própria cruz. Adoro as pessoas que sabem cultivar o lado bom, que sabem discernir o justo valor das causas e das coisas, que amparam com sinceridade os que erram na caminhada da vida, que sustentam sempre o bom ânimo. Que ninguém se engane com falsas apreciações acerca da justiça, porque o tempo é o juiz de todos. Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz. Adoro o ouro do tempo e o serviço da paz!

Amanhã será, certamente um belo dia, não tenho dúvidas. O meu sendo de felicidade isso me indica, me dá certeza e confiança. Mas ,para trabalhar e servir, renovar e aprender, acredite, o melhor dia é hoje mesmo, o melhor tempo é agora! Seja feliz!

texto de Wanderlino Arruda

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Uma História que nos traz a Verdade!!! "O LÁPIZ"


Pedrinho olhava a avó escrevendo uma carta.

A certa altura perguntou:

- Você está escrevendo uma história ou é alguma carta falando sobre mim?

A Avó parou de escrever a carta sorriu, e comentou com o neto:

-Estou escrevendo sobre você, é verdade.

Entretanto, o mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando.

Gostaria que as pessoas fossem como ele e que você também fosse como ele quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

-Tudo depende do modo como você e eu ou as pessoas olham as coisas. Há cinco qualidades nele que se conseguirmos mantê-los seremos sempre pessoas em paz com o mundo.

- " Primeira Qualidade": podemos fazer grandes coisas, mas não devemos esquecer nunca que existe uma mão que guia nossos passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e ele sempre nos conduz em direção a sua vontade, nós fechamos os nossos olhos e não conseguimos ver o querer dele em nossas vidas.

- " Segunda Qualidade" De vez em quando precisamos parar o que estamos escrevendo e usar um apontador, isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado.

Portanto devemos saber suportar algumas dores, porque elas nos farão ser pessoas muito melhor.

- " Terceira Qualidade": O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado.

Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

Da mesma forma que erramos e Deus nos perdoa, devemos usar nossa borracha para apagar os erros que as pessoas cometem muitas vezes sem querer e que nos magoam, nos entristecem.

É melhor apagar do que manter conosco algo que não vai ser produtivo para nossa vida.

- " Quarta Qualidade": O que realmente importa no lápis não é a madeira ou a forma exterior mas o grafite que está dentro.

Portanto devemos tomar cuidado com as aparências das pessoas em julgar só em ver, a beleza maior está no interior e não no exterior.

Não devemos nos precipitar em julgar uma pessoa pela sua aparência

-Finalmente a Quinta Qualidade do lápis" : Ele sempre deixa uma marca.

Da mesma maneira saiba que tudo que nós fizermos na vida, irá deixar traços, devemos ser conscientes de nossas ações, de cada uma ação porque iremos deixar marcas boas ou ruim, devemos colocar em prática o escrever a borracha, tomar cuidado porque as marcas que o lápis deixa no papel não sai mais e as marcas que podemos deixar mostrará a nossa personalidade e caráter. Devemos deixar Deus conduzir nossa vida, porque quando lutamos ao contrário, perderemos tempo precioso porque o que acaba prevalecendo é o querer de Deus e nessa teimosia que existe dentro de cada um de fazer o próprio querer só encontraremos dificuldade, tristeza, insatisfação pessoal, perderemos grandes oportunidades, grandes chances, grandes negócios, verdadeiro Amor, deixaremos de receber grandes Bênçãos !

Ganhe tempo não relute e deixe Deus Agir em tua Vida!!!

Pense Nisso!!!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Silêncio


  • "O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de ser rebatido". (Josh Billings).
  • "Pratique o silêncio e você adquirirá um conhecimento silencioso. Neste conhecimento silencioso está um sistema computacional que é muito mais minucioso, muito mais preciso, e muito mais poderoso do que qualquer coisa que esteja contida nas fronteiras do pensamento racional". (Deepak Chopra).
  • "O silêncio é um amigo que nunca trai". (Confúcio).
  • "O único tirano que eu aceito neste mundo é o silêncio da voz interior". (Mahatma Gandhi).
  • "As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar". (Leonardo da Vinci).
  • "A meditação me ajuda a sentir a forma e a textura da minha vida interior. Aqui, no silêncio, eu posso começar a saborear o que os budistas chamariam de minha verdadeira natureza, o que os judeus chamam de calma, suave voz, e o que os cristãos chamam de Espírito Santo. (Wayne Muller).
  • "O silêncio é a mais perfeita expressão do desprezo". (George Bernard Shaw).
  • "Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa". (Clarice Lispector).
  • "Aprendi silêncio com os falantes, tolerância com os intolerantes e gentileza com os rudes. Ainda, por estranho que possa parecer, sou ingrato a esses professores". (Kalil Gibran).
  • "Duas pessoas têm vivido em você por toda a sua vida. Uma é o ego, tagarela, exigente, histérico, calculista; a outra é o ser espiritual escondido, cuja silenciosa voz de sabedoria você somente ouviu ou reparou raramente - você revela em si mesmo, no silêncio, o seu próprio guia sábio". (Sogyal Rinpoche).
  • "Quando falar procure que suas palavras sejam melhores que o seu silêncio".

terça-feira, 28 de julho de 2009

Yoga pela Paz 2009

A energia das paixões

A energia das paixões


"Um homem inteligente nota que certos momentos se repetem. Frequentemente ele se vê diante dos mesmos problemas, e enfrenta situações que já havia enfrentado anteriormente. Então, fica deprimido. Começa a achar que é incapaz de progredir na vida, já que as mesmas coisas que viveu no passado estão acontecendo de novo. "Já passei por isso", ele reclama com seu coração. "Realmente você já passou", responde o seu coração. "Mas nunca ultrapassou". O homem, então, passa a ter consciência que as experiências repetidas tem uma finalidade: ensinar-lhe o que ainda não aprendeu. Ele passa a dar uma solução diferente para cada luta repetida - até que encontra a vitória". (O caminho da Vitória)

Sem entrarmos no mérito moral da questão dos relacionamentos passionais, uma das características de quem utiliza de forma consciente e equilibrada a sua faculdade mediúnica, é acessar, eventualmente, informações de vidas passadas.
A energia da paixão, pelo fato de envolver dois seres que se atraem, deixa registros dessa intensa relação em suas memórias extracerebrais. Como a experiência de apaixonar-se por outra pessoa é genuínamente humana, esses registros encontram-se à disposição para serem revelados à luz da consciência, principalmente, quando mantemos saudável o mecanismo de acesso a essas informações que independem da memória cerebral da vida presente.

Nessa condição de estarmos "ligados" às sensações do aqui e agora e, ao mesmo tempo, conectados a uma frequência superior à percepção dos cinco sentidos, propicia-nos experienciar situações que sintonizamos pela energia das emoções, em vidas passadas.

Entre algumas experiências ocorridas comigo na juventude, uma delas chamou-me especial atenção: um contato ocasional com uma mulher ainda jovem. No entanto, a visualização de seu rosto e, principalmente, de seu cabelo comprido e encaracolado, de cor castanho escuro, passou-me instantaneamente uma forte impressão de já tê-la conhecido de algum lugar. Fato que imediatamente mexeu com as minhas emoções...

Passado aquele momento, nunca mais a vi. Porém, a simples visualização de sua imagem serviu para resgatar dos recônditos da memória extracerebral, "flashes" de uma relação muito antiga em que a energia das emoções ficou anexada à imagem daquela mulher do remoto passado que se revelara através de traços físicos semelhantes à jovem do contato fortuito no presente.
Reencontro? Almas gêmeas? Na verdade, não senti - e não percebi - que fosse o caso. Simplesmente, conclui, que através do mecanismo inconsciente da memória extracerebral - pelo cabelo e traços fisonômicos semelhantes -, a imagem da mulher do encontro ocasional, associou-se à imagem da mulher do relacionamento passado, reativando em mim uma certa intensidade de emoção, e revelando, dessa forma, a antiga relação passional.

É provavel que, pelo menos em parte, estejam nessas experiências de conteúdo emocional-passional, as explicações das nossas escolhas inconscientes de parcerias, tipo "amor à primeira vista" ou de perfis que reúnam certas características físicas, fisionômicas e de caráter.

No entanto, o saudável da questão é sabermos discernir entre passado e presente, ou seja, que a vida é uma oportunidade de renovação em relação às energias psiquico-espirituais que emanam do remoto passado, e que se não estivermos alertas e conectados com o nosso eu superior, tendemos a continuar reféns de antigas emoções que acabam por interferir nas relações afetivas da vida adulta.

O autoconhecimento de nível avançado, a partir do momento em que começamos a aceitar o nosso canal mediúnico como uma forma natural de acessarmos outros níveis de conhecimento e de informações, torna-se, a partir do Terceiro Milênio, uma necessidade para aqueles que desejam acompanhar a expansão consciencial programada para a humanidade.

A ixação ou dependência afetivo-emocional a relacionamentos antigos que permanecem vinculados pela energia da paixão, e de sentimentos não resolvidos gerados por consideráveis traumas psíquicos entre os envolvidos, nada acrescenta em termos de desprendimento e evolução do espírito, mas ao contrário, porque o mantém cativo a uma situação de dependência que ele próprio desconhece a sua origem.

A cura dos males da alma e do corpo passam pela conscientização de que os sentimentos não resolvidos, assim como as emoções, tornam-se energias cumulativas que pela sua ação invasiva no inconsciente, provocam reações negativas que cedo ou tarde se manifestarão em forma de patologias.

Nesse sentido, um melhor nível de autoconhecimento, isto é, o conhecimento do conteúdo emocional que, até então, exercia pressão sobre o inconsciente do indivíduo limitando o fluxo de seu crescimento pessoal, torna-se imprescindível para aqueles que desejam libertar-se das "amarras" de seu passado recente e remoto.

O despertar para o fluxo natural e saudável da vida passa pelo processo de renovação de energias a partir da vida presente, caso contrário, a tendência é reproduzirmos vida após vida, um padrão de comportamento íntimamente ligado às energias de nossas emoções acumuladas com o decorrer dos séculos...

A saúde integral, livre de doenças de fundo emocional, é a meta a ser atingida por aqueles que procuram a geração da energia do amor a partir de si mesmos, mas em comunhão com o outro. Quando atingido esse patamar de renovação e libertação do passado, o indivíduo torna-se apto a compreender que paixão é uma energia densa, instável, intensa e fugaz, e que amor é uma energia leve, estável, envolvente e eterna.

Psicanalista Clínico e Interdimensional.

www.flaviobastos.com

Dirigente mediúnico espírita

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E quando não somos amados?



O amor é algo tão natural e tão necessário na vida humana que não há quem não sofra por causa dele. Na verdade, acredito que primordialmente não deveria ser assim. Acho que Deus, como energia que podemos chamar de Pai e Mãe, não nos concebeu para sofrer por amor. Dele, entidade cósmica, princípio universal, recebemos tudo. Um corpo para experienciar a evolução da alma, desafios para nos ajudar a quebrar limites e crescer... enfim, Deus nos deu o bem e o mal justamente para a nossa evolução.

Mas por que ficamos presos aos processos de desamor?

Por que fica tão pesada a vida quando não nos sentimos compreendidos e amados?
Por que Deus fica tão distante, como um Pai carrasco? Ou melhor, essa energia divina que está dentro e fora de nós, que criou todo o universo, quando nos sentimos sem amor, se torna um padrasto e não um pai.


Vejo esses sentimentos profundos de abandono aparecerem constantemente em terapia por serem uma força, uma crença que está pulsando no inconsciente de muita gente e conseqüentemente construindo como que uma projeção na vida das pessoas. Observo que é mais fácil alguém não se sentir amado que se sentir pleno de amor. Mesmo na família, com nossos entes queridos, infelizmente, o desamor é uma constante.

Não acho que as pessoas não gostam umas das outras, apesar de algumas vezes as questões cármicas aproximarem almas com sentimentos opostos. Acredito no amor familiar e acredito que todo mundo quer se sentir amado e aceito a despeito da sua condição de jovem filho, pai idoso ou irmão meio rebelde. Todo mundo quer ser amado, encontrar o par perfeito, desenvolver intimidade e amor, pois o amor é o grande bálsamo da nossa existência. Então, por que seria tão difícil encontrá-lo?

Vanessa é uma moça sensível, chefe de cozinha em boa evolução na carreira e com uma vida pessoal rica em afeto. Ela veio me procurar para compreender a falta de afeto com sua irmã. Casada pela segunda vez, ela já tinha conseguido melhorar a relação homem e mulher que já tinha sido difícil no passado, pois para sair da casa dos pais - onde a família vivia em desarmonia - ela disse ter se casado com o primeiro namorado.


Não ter dado certo o primeiro casamento foi para esta moça um desafio que ela superou acreditando muito na vida e se dedicando ao desenvolvimento da sua espiritualidade. Fez muitos cursos, participou assiduamente de grupos, fez caridade; enfim, se dedicou ao próximo e, no fundo de sua alma, sempre teve a esperança e a fé que encontraria um amor verdadeiro. Contudo, não conseguiu trazer essa felicidade toda para seus laços familiares e sempre ficava triste com a distância da mãe e da irmã, que eram muito diferentes dela.

Na sessão de vidas passadas apareceu um episódio em que ela, muito jovem e bonita, cultivava uma grande amizade com uma outra moça da mesma idade, que Vanessa sentiu imediatamente tratar-se de sua irmã nesta existência. Essa amizade foi muito bem até o casamento das duas, quando Vanessa se casou com um homem mais velho e rico e sua amiga com um jovem de condição mais modesta. Com o decorrer do tempo Vanessa acabou se apaixonando pelo marido da amiga e fugiu com ele. Seu então marido caiu na bebida e sua querida amiga perdeu completamente a auto-estima, pois fora traída por duas pessoas que ela prezava muito: a amiga/irmã e o marido...

O que fazer com todas essas informações?
Em primeiro lugar ficou claro para Vanessa que sua irmã era um caso de resgate do passado e que mesmo ela fazendo de tudo nessa vida para viver em paz e harmonia, não estava conseguindo seu intento, visto que nem tudo dependia de sua boa vontade.
Às vezes, amigo leitor, de fato nem tudo depende somente de nós... não depende de atitudes e escolhas racionais e até nem de atitudes generosas e gentis de nossa parte.
Mesmo pessoas íntimas podem ser desafetos de nosso passado, com um saldo a nos cobrar, e cabe a nós fazer o que sentimos que temos que fazer pelo outro, como no caso de minha cliente, que arrumou emprego para a irmã, ajudou-a pagando a escola para os sobrinhos, já que esta não ganhava o suficiente. Tratava-se de uma dívida do passado e, mesmo sem ser reconhecida, ela continuou ajudando.


 

A atitude curativa deste e de muitos casos é praticar o bem sem esperar retorno; porque sentimos que temos que fazer; porque somos felizes no momento em que fazemos sem esperar sermos reconhecidos por nossos lindos atos de amor. Pois é isso o que significa ser um instrumento do divino quando a energia do amor passa por nós. Se fizermos isso com o coração aberto, apenas conscientes de se tratar da atitude correta, esse amor nos preencherá e o fluxo amoroso seguirá em sua plenitude.
De forma prática aconselhei Vanessa a não se prender às atitudes negativas ou à desarmonia da irmã. Expliquei que existe uma família carnal que nem sempre é a nossa família de alma, e que se ela conseguisse abrir mão da expectativa afetiva, ficaria melhor, mais leve. Porque frequentemente as almas não estão no mesmo plano evolutivo e justamente por isso nem compreendem os eventos, os fatos, da mesma forma. Assim, ser amável e gentil era algo natural para Vanessa, que tinha esse tipo de atitude com todas as pessoas, mas isso não era o bastante para sua irmã.
Quando analisamos algo em nossa vida devemos abrir a mente e ver além das aparências, porque nem sempre é tão ruim quanto imaginamos. Se não somos amados por alguém o que fazer se não aceitar que é assim? E permitir que o amor venha de outras partes?
Com certeza o universo tem outras formas de suprir essa energia. Por vezes esses resgates são muito doloridos, mas até nessa dor a mão de Deus está amorosamente nos conduzindo para a evolução e para o amor maior, que é o incondicional.



por Maria Silvia Orlovas


domingo, 26 de julho de 2009

Eu te Amo!


Eu Te Amo!


Com o tempo em que venho praticando o Ho'oponopono ficou natural, diante de qualquer situação, falar imediatamente as frases... Sinto muito! Me perdoe! Te Amo! Sou grata!
Todas esta frases... ou somente "Eu Te Amo"! Sem precisar fazer o pedido, porque dentro de mim, esse caminho já ficou conhecido e automaticamente já assumo 100% de responsabilidade, sabendo que aquilo que aparece fora é só uma memória equivocada sendo repetida e que o caminho até a Divindade se dá pela criança interior.
Acredito tratar-se de uma transição natural que acontece com todo mundo durante o processo. Claro que não tem nenhuma regra fixa e às vezes faço o pedido... o importante é que funciona. Sempre funcionou desde o inicio...

Estava lendo o livro "Limite Zero" de Joe Vitale e do Dr. Len, que já está disponível em português, e eu estava bem na parte em que o Dr. Len explica:
"Os problemas são memórias que estão sendo reencenadas... As memórias são programas. Elas não são apenas suas. São compartilhadas. A maneira de liberar a memória é enviando Amor para a Divindade. Esta escuta e responde, mas da maneira que é melhor para todos, no momento certo para vocês. Vocês escolhem, mas não decidem. Quem decide é a Divindade".

Então resolvi experimentar, por alguns dias, a Amar tudo, enviando Amor para a Divindade... para todos que cruzassem meu caminho... em qualquer situação e falando o dia inteiro "Eu Te Amo!" para a Divindade.

Fiz isso... e a princípio, como muitas pessoas falam no livro, a frase pode parecer vazia de sentimento, mas aos poucos nosso coração vai se aquecendo e começamos a sentir mais esse amor fluindo.
No segundo dia dessa prática, tive que ir renovar meu passaporte e quando passava por uma rua muito movimentada... uma moto me assustou ao passar bem próxima ao meu carro, bem do meu lado... mas imediatamente pensei Eu te Amo!
Vi que isso dissolveu qualquer medo ou julgamento que antes eu poderia ter tido diante da mesma situação.
E assim continuei durante todo o percurso. Quando cheguei no local escolhi uma cadeira na última fileira e na mesma hora percebi que uma mulher virou a cabeça e me olhou... Continuava falando Eu te Amo! E enviando Amor...
A mulher continuava me olhando insistentemente, mas... Eu Te Amo! Eu te Amo! Eu te Amo... foi o bastante para dissolver qualquer incomodo ou julgamento que pudesse vir daquela situação.
Ela me olhando não era bom nem ruim e percebi que podia amar aquela mulher assim como ela era...

Como estava perto da porta, começou um vento frio nas minhas costas... e imediatamente enviei Amor, sempre falando "Eu Te Amo!" para a Divindade...
Antes eu procuraria uma outra cadeira porque tinha uma crença que o "vento nas costas me faz ficar resfriada"... Continuei ali e passei até a gostar da sensação gerada por aquele vento. E depois constatei que não fiquei resfriada e nem com o nariz entupido.

Na volta para casa, enquanto passava por um local de muitos prédios e super movimentado me surpreendi quando, naturalmente, meu rosto se voltou para a direita e meus olhos pararam em uma roseira com lindas rosas cor de rosa. Nunca esperei que ali entre tantos prédios comerciais, uma casinha pequena e simpática ainda pudesse sobreviver e ter no seu jardim rosas tão lindas.
Mais a frente virei para o outro lado da rua e olhei direto para um lindo arco-íris estampado em um cartaz...
Continuei dirigindo e falando "Eu Te Amo!" e fui percebendo como meu olhar só era atraído por coisas que me tocavam o coração... uma borboleta laranja... uma arvorezinha muito encantada!
Comecei a observar para onde meu olhar era guiado e a me surpreender cada vez mais ao perceber que sempre ali existira algo que me fazia sentir bem...

Na ida encontrei situações às quais antes reagiria automaticamente com medo ou algum julgamento equivocado... e pude constatar como... quando falamos "Eu te Amo!" como primeira coisa diante de qualquer situação, isso nos afasta de uma reação baseada em memórias repetidas. Se persistirmos enviando Amor, fica bem fácil identificarmos que ali está uma pessoa que compartilha memórias equivocadas conosco e que o "Eu te Amo!" faz a limpeza... e o que poderia se transformar em um problema se dissolve naturalmente.

Veio-me à cabeça o mandamento de Jesus: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei".
Ele nos Amou como a Divindade ama... Quando o Ho'oponopono nos ensina a falar "Eu Te Amo!" para a Divindade, entendo que estamos falando "Eu te Amo" para Todos, porque nesse nível não existe separação.
Mas não importa o entendimento em nível racional e sim a mudança que ocorre nas nossas vidas e a certeza que a Divindade passa a nos inspirar.

Eu Te Amo!

Rubia A. Dantés

sábado, 25 de julho de 2009

Anatomia da paixão


Anatomia da paixão


Esta é "A gota", foto de Zahira, uma espanhola, de Madrid, orgulhosa no Flickr de sua primeira foto de movimento.
"Da vida, eu quero tudo!", ela diz, num desafio. "Tudo?" Ela ri, como se adivinhando... "Bom, só os melhores momentos". Eu afasto o cabelo que cisma em esconder o olhar despudorado dela, e tento lembrar em que momento da vida a gente realmente descobre que a paixão tem esse rosto inocente, selvagem, amoral...

"Essa coisa morna de melhores momentos, não tem nada a ver com o 'tudo da vida', você sabe". Eu digo. Sabe? Há que se tirar o ponto final da frase, substituir por uma pausa-vírgula-respira-engole e acrescentar o fundamental ao desejo da menina. "Da vida, eu quero tudo, até a última lágrima, até o último riso". Ouse imaginar isso, ouse dizer em voz alta, ouse, ainda, repetir: "Da vida, eu quero tudo, até a última lágrima, até o último riso". E você vai saber o que é 'paixão'.

Os gregos costumavam transformar nossas humanidades em abstrações visuais, e dotá-las de carne, sangue e suor. Abstrações vivas e cheias de cores, deuses, daimons, seres feitos de insights e de sonhos. Por isso, sempre é tão fascinante começar qualquer reflexão sobre nós com um mergulho na mitologia grega.

E contam os mitos que quando Afrodite, a deusa da Beleza, filha de Uranos, o senhor do Tempo, nasceu na espuma do mar, um cortejo de criaturas aladas veio recebê-la. Eros, o deus do Amor, e seus irmãos, os jovens filhos do Vento: Anteros, Himeros e Pothos.
Eros, o Amor, a gente já conhece, porque é dele o grande impulso inicial e foram suas as flechas que fertilizaram o universo. Mas junto com ele, nas cerâmicas e na imaginação, surgem outras faces do amor: Anteros, o amor compartilhado, Himeros, o desejo físico, e Pothos, a paixão ou aquele tipo de amor que jamais se realiza completamente.

Filho de Zéfiro, o vento, e de Iris, o arco colorido que enfeita os céus de chuva, Pothos era puro desejo. Os gregos falavam de "anseio por aquilo que nunca está lá", impulso em direção ao que está sempre nos escapando, saudade de um "não sei o quê" que nos falta.
ISSO seria a paixão. Apaixonados nós estamos quando o horizonte lá longe faz a gente sonhar com mundos extraordinários, quando as nuvens escrevem versos de amor no céu, quando somos tocados pela beleza de todas as formas, quando acreditamos em coisas impossíveis, quando, de repente, do nada, um dia assim de manhãzinha, a gente consegue enxergar pela fresta do universo a dança das possibilidades infinitas.

Apaixonada é a bailarina que sempre dança sua última dança, o artista que pinta para não morrer, o atleta que se equilibra no abismo, o músico à caça de harmonias, o sonhador que persegue a paz...

O caminho dos apaixonados, como os gregos sabiam e nós já começávamos a suspeitar, está longe de ser fácil ou "bonitinho". A paixão tem cores fortes, e cheira a sangue. Não é morna. Ao contrário, ensinaria Garcia Lorca, falando do "duende", a paixão com as cores da Espanha: "Só se sabe que queima no sangue, feito ácido, que esgota, que recusa toda a doce geometria aprendida, que rompe com os estilos".
Ou seja, apaixonados, então, somos nós, quando dizemos: da vida, eu quero tudo, mesmo sabendo que esse tudo é pura saudade!

Esses gregos eram ou não eram grandes anatomistas da alma?

Este artigo foi publicado originalmente na revista Top Magazine.

Adília Belotti

terça-feira, 21 de julho de 2009

A mulher e a onça-rei




A mulher que casou com Iauaretê 

Autor: Kaka Werá Jecupé

A Cia. Duberrô interpreta essa história do livro “As Fabulosas Fábulas de Iauaretê” do escritor indígena Kaka Werá Jecupé. Esse trabalho tem como objetivo divulgar valores presentes na cultura indígena brasileira interpretando contos que revelam a cosmo visão e o imaginário dos povos mais antigos do Brasil. O grupo sugere que essa intervenção lúdica seja realizada complementando palestra do autor e lançamento de seu livro editado em 2007 pela Editora Peirópolis. O autor é conferencista, tendo divulgado a cultura indígena em todo mundo e fundou o Instituto Arapoty (saiba mais sobre o currículo do autor e a atuação do instituto no blog www.kakawera.blogspot.com)
Resumo da História:
“Pois bem, havia uma aldeia que toda lua cheia fazia uma grande festa para a onça. Era uma festa com muita dança, muitos frutos e muito peixe! Todos cantavam até quase amanhecer Era uma festa tão boa que o Onça Rei ficava de butuca, bem longe, olhando e admirando, toda vez que a lua aparecia com seu esplendor dourado na noite. Um dia ele quis participar da festa e pediu á Tupã que o transformasse em um guerreiro da tribo. Tupã consentiu mas com uma condição: que ele seria gente somente até o sol raiar, e que uma vez transformado, não poderia se destransformar ...”
Este conto narra o momento em que Iauretê, a onça Rei, se apaixona por Kamakuã uma índia muito linda durante a noite de lua cheia, após um longo período de namoro somente até o dia raiar, Kamakuã prende seu namorado no mastro da oca e no momento em que ele vai se retirar para voltar a ser onça junto com os primeiros raios de sol, ele não consegue fugir e transforma-se em onça em frente a sua amada. Kamakuã então resolve virar onça, com a ajuda do pajé, para que eles possam se casar, a história se desenrola a partir daí.
Nas belas palavras do escritor Kaká Werá o conto nos apresenta de forma lúdica e envolvente ensinamentos profundos a respeito do relacionamento humano, da importância de aceitar e valorizar a própria identidade e auto-estima.
As fabulosas fábulas de Iauaretê
il. Sawara - Peirópolis, 2007 88 pp

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sentimento de solidão do poder



Despertei para este assunto quando certa vez o diretor-presidente de uma grande empresa me procurou no hotel onde estava hospedado e me convidou para um jantar. Mas, como não poderia, agradeci o convite. O referido diretor insistiu tanto que fui obrigado, ainda que constrangido, a desmarcar outro compromisso já assumido anteriormente.

Chamou-me a atenção, o fato de um dirigente naquela posição não ter alguém para acompanhá-lo ao jantar. De repente, vi-me diante de um executivo alegre e, ao mesmo tempo, frustrado por não ter com quem conversar. Lembro-me que batemos um longo papo sobre a solidão.

A partir daquela noite, comecei a observar o mesmo fenômeno em presidentes, diretores e superintendentes de outras organizações. Passei a denominar esse fato como síndrome da solidão do poder. Desde então, fiquei sensível ao tema e passei a observar, atentamente, o problema da desumanização do poder.

Percebo que os profissionais no poder tendem a se isolar, pouco a pouco, perdendo o contato mais íntimo com as pessoas de sua lida diária.

De modo geral, a dinâmica das organizações vai, gradualmente, causando este sentimento nos dirigentes, que começam a se isolar: almoçar sozinhos; conversar pouco com as pessoas; e ter sempre um lugar separado dos demais membros da organização; entre outros.

Muitas pessoas evitam, fora da rotina diária, aproximar-se deles, pois temem serem vistas como bajuladoras e procuram não ter qualquer aproximação que não tenha restrita relação com o trabalho.

Estou convicto de que grandes dirigentes são pessoas sensíveis e versáteis, mas que, muitas vezes, são vistos apenas pelo ângulo profissional.

Sempre sugiro aos órgãos de RH criarem instantes que permitam encontros informais dos diretores com suas equipes, procurando superar essas dificuldades inerentes ao exercício do poder. Gosto de falar que chefe também é gente e também precisa de instantes de intimidade.

Milton de Oliveira



domingo, 19 de julho de 2009

DICA DA LARANJA - interessante....


PARA QUEM COZINHA, UMA SUPER DICA:
( Se não cozinha, passe a dica para quem o faz. Pelo bem da saúde!!!!! )

Se fizer uma feijoada... Siga este conselho já testado:
coloque uma laranja inteira e não descascada (lavada sim!) na feijoada, junto com as carnes.

Realmente funciona, até parece milagre, a gordura fica toda dentro da laranja, basta cortá-la para ter a confirmação.

A laranja não modifica em nada o gosto da feijoada que fica super light!

Experimente com um pedaço de linguiça, ferva a água, fure a linguiça com 1 garfo, coloque a laranja na panela e depois a linguiça e....

Comprove, em 5 minutos a gordura está toda dentro da laranja!

Depois frite a linguiça e veja como está deliciosa... e a panela sem gordura!

Isso poderá servir para alguém, é por isso que transmito o que aprendi.

FAÇA O MESMO, ENVIE A DICA AOS SEUS AMIGOS!

sábado, 18 de julho de 2009

Ela disse, que agora não pode...



Exigências da vida moderna (quem agüenta tudo isso??)
Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro. E uma banana pelo potássio. E também uma laranja pela vitamina C.

Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes. Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água. E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).

Cada dia uma Aspirina, previne infarto. Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem. O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.

Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver. Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente. E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.

E não esqueça de escovar os dentes depois de comer. Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.

Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito.

As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia. Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).
E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.

Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.

Ah! E o sexo. Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico.

Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação.

Na minha conta são 29 horas por dia.

A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!

Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos e seus pais. Beba o vinho, coma a maçã. Agora tenho que ir.

É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro.

E já que vou, levo um jornal...

Tchau....

Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail.

Luís Fernando Veríssimo


sexta-feira, 17 de julho de 2009

Liberdade "DE" & Liberdade "PARA"...



Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

O ideal deste lema, inspirado nas idéias iluministas da Revolução Francesa, ecoou no mundo, derrubou regimes absolutistas e ascendeu os valores burgueses. Em de 14 de Julho passado comemourou-se na França, 220 anos da queda da Bastilha na França! Uma revolução burguesa, idéias e valores burgueses... mas isso é passado!

Será???

Esses três valores foram transmitidos. E destes, quando quizer exercer sua Liberdade, poderá prejudicar a Liberdade de outra pessoa.

A Liberdade é um dos valores mais caros e é o principal valor individual! O principal valor coletivo é a justiça. A missão da Liberdade é pertinente por ser o único dos três que é ensinado. É um dos conceitos mais fáceis de entender, mas o mais difícil de se definir.

Então, vamos tentar defini-lo. Segundo Jean Paul Satre, o homem esta condenado a ser livre. Ele disse que o homem sofre com isso e, acredite, não sabe lidar com isso.

O Psicanalista alemão Eric Prompt tem um livro chamado: "Os medos da Liberdade", e ele divide a liberdade em duas: a liberdade DE e liberdade PARA. E demonstra que as pessoas fazem muita confusão com essas liberdades! Vamos lá!

Liberdade "DE":
São pessoas que não querem assumir responsabilidades, não assumem vínculos, não assumem compromissos, querem ter autonomia. Não querem amarras. Não querem ter patrimônios tampouco querem assumir compromissos amorosos.

Liberdade "PARA":
Liberdade para realizar, para sonhar, para construir, ou fazer coisas. Quem tem mais liberdade "para", não tem medo de perder a liberdade "de". Pois se tivesse o medo de perder a liberdade "de", perderia as condições de ter a liberdade "para".

Será que é essa é a melhor definição Liberdade? Perder o que? Medo de que?

Será que os valores da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade são maiores hoje do que 220 anos atrás, durante a Revolução Francesa?

Estou correto? Comente... Acho pertinente!

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