Frases soltas por aí... no mundo!!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Fórmula da felicidade



Felicidade = 35% de genética + 15% das circunstâncias + 50% de vontade própria.


Não, você não aprendeu essa fórmula na escola, mas ela é mais procurada do que qualquer Lei de Newton. Segundo o norte-americano Martin Seligman, trata-se da equação para ser feliz.

O método está descrito no livro Authentic happiness, em que o psicólogo tenta oferecer postulados para a bonança. Para começar, Seligman defende que o primeiro fator encontra-se em nosso DNA. Isso significa que cada um herda certo nível de felicidade, ou seja, não seremos nem mais nem menos felizes do que a carga genética deixada pelos nossos pais “permitir”.

Enquanto a primeira variável da equação relaciona-se às determinações dos genes, a próxima está ligada às heranças culturais e ambientais. Por exemplo, quem nunca ouviu brasileiros dizerem que foram para Londres e ficaram deprimidos com uma cidade tão cinza? Ou em como alguém se divertiria se ganhasse na loteria?

Clima, nível econômico, vida social e até religião formam as chamadas “circunstâncias externas”. Ou seja, tudo aquilo que não depende nem faz parte de você, mas que age diretamente na sua maneira de ver e sentir o mundo.

Então quer dizer que a felicidade é como a sorte: adquirida? Não, pois o restante da equação contemplaa motivação do indivíduo e tudo o que ele pode fazer para alcançar a sua própria satisfação. Para isso, Seligman, como bom autor de autoajuda, propõe uma série de exercícios: o pensamento positivo, a eliminação dos rancores e até o autoelogio.


Ranking da felicidade


Recentemente, a ONU publicou um estudo que lista os países mais felizes do mundo. O Brasil está em 25º lugar. No topo doranking estão Dinamarca, Noruega, Finlândia e Holanda, enquanto Togo, Benin, Serra Leoa e República Centro-Africana figuram no fim da lista.

O que também chama a atenção é o fato de que o abismo social se reproduziu inclusive em termos emocionais. Isso seria um indício de que dinheiro realmente traz felicidade?

Para o blogueiro Daniel Duclos, brasileiro que está vivendo na alegre Amsterdã há quatro anos, o material não encerra totalmente a questão. "Viver em um país rico é mais importante do que ser rico", defende.

Daniel diz que a Holanda oferece ao cidadão toda a infraestrutura de que ele precisa para viver: saúde pública, leis trabalhistas, baixa corrupção. A partir daí, fica mais fácil conquistar um bom emprego, ter uma família e fazer coisas que dão prazer. "É mais difícil ser feliz se sua vida está ameaçada", conclui o blogueiro.

 


Alcançando a felicidade


A terapeuta Denise Passos sente-se incomodada com a chamada fórmula da felicidade. Não por discordar da influência que a genética, o ambiente e a motivação têm no espírito das pessoas. O problema estaria na tentativa de engessar algo que é totalmente volátil.

"Felicidade é um processo – inclusive no tempo. Não dá para ser formulável, porque ela não é permanente nem como conceito", afirma Denise. Basta refletir: o que uma mulher contemporânea deseja alcançar não é a mesma coisa que gostaria a mulher nos anos 1960 e, provavelmente, isso será diferente daqui a algumas décadas.

Então, por que há tantos especialistas, livros e estudos prometendo a felicidade? Para Denise, essa oferta é apenas uma consequência do tempo em que vivemos: "Debate-se felicidade como se fosse a compra de um produto. A princípio, nossa sociedade nos deixa inseguros e complexados para, depois, fazer uma fórmula e tentar vender o segredo para ser feliz – algo que já é naturalmente nosso".


O caminho é você


A felicidade pode ser insólita, mas existe, e não só em momentos de pequenos prazeres, como ao comer um chocolate ou receber um beijo de quem você ama.

Denise acredita que alcançar a plenitude acontece justamente quando a alegria se torna o caminho, e não o objetivo. Para isso, é necessário lidar com o oposto: a frustração.

"Não dá para se livrar do sofrimento, mas é possível gerenciá-lo e caminhar com ele", explica a terapeuta. Ou seja, chegar ao fim do ano sem ter conquistado o objetivo que havia traçado não pode ser motivo para desânimo. Simplesmente compreenda por que não conseguiu realizá-lo, acolha a frustração e, no próximo de ano, comece de novo!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Uma questão de... etiqueta.



Como tirar a espinha do peixe da boca? Onde apoiar os talheres depois da refeição? 

Mesmo quem costuma participar de jantares e eventos formais pode ter dúvidas sobre como se comportar à mesa. Siga as dicas abaixo e aprenda como agir nessas e em outras situações para se sentir tranquilo e confiante em qualquer ocasião!

  1. Antes de começar a refeição, apoie o guardanapo de pano sobre as pernas. “Já o de papel deve ficar ao lado do prato”, ensina a consultora de etiqueta Célia Leão.
  2. Coloque pequenas porções de comida no garfo.
  3. Coma devagar. Dê intervalos, apoie os talheres na borda do prato, converse e, depois, volte a comer.
  4. Lembre-se: nunca fale de boca cheia!
  5. Cuidado para não fazer barulho ao tomar líquidos, como café ou sopa. É muito feio!
  6. Jamais coloque os cotovelos sobre a mesa. “Apoie apenas os antebraços ou os punhos”, explica Célia.
  7. “Em festas com buffets, você pode repetir a comida sempre que quiser. Porém, em jantares formais, é preciso esperar que a anfitriã ofereça. E se ela não oferecer, não repita”, avisa a consultora.
  8. Caso você não goste do prato servido, seja discreto. Coma apenas o acompanhamento e deixe o restante.
  9. Utilize o prato grande para comer o couvert ou aperitivo. O pequeno deve ser usado apenas para colocar o pão.
  10. O que fazer com uma espinha de peixe ou caroço de azeitona? Tire da boca discretamente, com a ajuda do garfo.
  11.  Durante a refeição, antes de levar o copo ou a taça à boca, passe levemente o guardanapo nos lábios. Depois, tome o líquido devagar, em pequenos goles.
  12.  Nada de palitos. Se estiver muito incomodado com algum resíduo nos dentes, peça licença e vá ao banheiro para usar o fio dental.
  13.   Ao terminar, posicione os talheres com os cabos voltados para você. “Imagine que o prato seja um relógio. Os talheres ficam na posição seis e meia”, explica Célia.
  14. Não dá para segurar o espirro? Coloque a mão em concha sobre o nariz e os lábios e espirre sem fazer barulho, mantendo a boca fechada.
  15.  Caso precise ir ao banheiro durante o jantar, peça licença, discretamente, apenas à pessoa que estiver sentada ao seu lado.


Na hora de comer

- Espaguete: enrole a massa com o garfo e sobre uma colher. Comece pela borda do prato, para evitar uma garfada grande demais. E nunca corte o espaguete, é muito feio!
 
- Alcachofra: desfolhe-a com as mãos, mergulhe a parte carnuda no molho e leve à boca.

 - Frango: “Apenas o ‘frango à passarinho’ pode ser segurado com a mão. Quanto às demais preparações, coma sempre com garfo e faca”, alerta a consultora.

- Empadinhas e canapés: pegue-os com a mão e utilize um guardanapo ou um pratinho para aparar as migalhas que, com certeza, cairão.

       - Consomê: no início, tome com a ajuda de uma colher. Depois de esfriar, leve a xícara de consomê aos lábios para tomar o líquido.


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O QUE SÃO CHACRAS (OU XACRAS)?


Chacras ou xacras, também conhecidos pela grafia chakras são, segundo a filosofia iogue, centros energéticos dentro do corpo humano, que distribuem a energia (prana) através de canais (nadis) que nutre órgãos e sistemas
Na Doutrina Espírita os chacras são chamados de Centro de Força.

Energia vital

A palavra chakra vem do sânscrito e significa "roda", "disco", "centro" ou "plexo". Nesta forma eles são percebidos por videntes como vórtices (redemoinhos) de energia vital, espirais girando em alta velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Os chakras são pontos de interseção entre vários planos e através deles nosso corpo etérico se manifesta mais intensamente no corpo físico.
Os Vedas (5.000 a.C.) contêm os mais antigos registros sobre chakras de que se tem notícia. Quando foram escritos, o Yoga já sistematizava o conhecimento e o trabalho energético dos chakras.
São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a "prana", flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e disso resulta o envelhecimento ou a doença.
Os chakras são conectados entre si por uma espécie de tubo etérico (Nadi) principal chamado "Sushumna", ao longo do eixo central do corpo humano, por onde dois outros canais alternados "Ida" que sai da base da espinha dorsal à esquerda de Sushumna e "Pingala" à direita (na mulher estão invertidas estas posições).
Os Nadis conduzem e regulam o "Prana" (energias ying e yang) em espirais concêntricas. Estes Nadis são os principais, entre milhares, que percorrem todo o corpo em todas as direções, linhas meridianos e pontos. Para os hindus os Nadis são sagrados, é por meio da "Sushumna" que o yogi deixa o seu corpo físico, entra em contato com os planos superiores e traz para o seu cérebro físico a memória de suas experiências.

O corpo físico e cada um dos chacras

Nosso corpo físico tem uma ligação sutil com o mundo astral. É através do desequilíbrio desta energia vital que as pessoas adoecem e acabam obstruindo esta ligação com o Divino. Daí, a relação entre as doenças e as crises emocionais. É muito comum ver pessoas que acabam somatizando e transformando energias negativas,depressão, raiva, solidão, em doenças físicas, como cânceres e outras mais graves. Nosso corpo físico tem pontos, que quando ativados, fazem fluir a energia vital, nos trazendo alegria e, principalmente, saúde. É através dos nadis (meridianos) - caminhos invisíveis dentro do nosso organismo - que a energia vital caminha por todo o nosso corpo e chega aos chacras, em pontos que concentram vibrações mais específicas, conforme veremos à seguir:


Muladhara


Muladhara chacra
(Chacra Raiz)
Nome em sânscrito: MULADHARA ("Base e fundamento"; "Suporte")
Mantra: Lam.
Pétalas: 4.
Localização: Base da Espinha.
Cor: Vermelho.
Elemento: Terra.
Funções: Traz vitalidade para o corpo físico.
Qualidades Positivas: Coragem, Estabilidade. Individualidade, Paciência, Saúde, Sucesso e Segurança.
Qualidades Negativas: Insegurança, Raiva, Tensão e Violência.
primeiro chacra (conhecido como Chacra Base ou Raiz), situado na base da espinha dorsal, relaciona-se com o poder criador da energia sexual. Quando esse chacra está enfraquecido indica distúrbios da sexualidade ou disfunções endócrinas. Quando excessivamente energizado, indica excesso de hormônios e sexualidade exacerbada.


Svadhisthana


Swadhisthana chacra
(Chacra órgão genital e base da barriga)
Nome em sânscrito: SWADHISTANA ("Morada do Prazer")
Pétalas: 6.
Mantra: Vam.
Localização: Abaixo do umbigo.
Cor: Laranja.
Elemento: Água.
Funções: Força e vitalidade física.
Qualidades Positivas: Assimilação de novas ideias, Dar e Receber, Desejo, Emoções, Mudanças, Prazer, Saúde e Tolerância.
Qualidades Negativas: Confusão, Ciúme, Impotência, Problemas da bexiga e Problemas Sexuais.
segundo chacra também chamado esplênico, sacro ou do baço, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse chacra é estimulado, propicia uma boa captação energética.


Manipura


Manipura chacra
(Chacra do umbigo)
Nome em sânscrito: MANIPURA ("Cidade das Jóias")
Mantra: Ram.
Pétalas: 10.
Localização: Zona da barriga.
Cor: Amarelo.
Elemento: Fogo.
Funções: Digestão, emoções e metabolismo.
Cristais: Âmbar, Olho de Tigre e Ouro.
Qualidades Positivas:Auto controle, Autoridade, Energia, Humor, Imortalidade, Poder pessoal e Transformação.
Qualidades Negativas: Medo, Ódio, Problemas digestivos e Raiva.
terceiro chacra (conhecido como Chakra do Plexo Solar) localiza-se na região do umbigo ou do plexo solar, e está relacionado com as emoções. Quando muito energizado, indica que a pessoa é voltada para as emoções e prazeres imediatos. Quando fraco sugere carência energética, baixo magnetismo, suscetibilidade emocional e a possibilidade de doenças crônicas.


Anahata


Anahata chacra
(Chacra cardíaco)
Nome em sânscrito: ANAHATA ("Invicto"; "Inviolado")
Mantra: Yam.
Pétalas: 12.
Localização: Coração.
Cor: Verde (cura e energia vital); Rosa (Amor).
Elemento: Ar.
Funções: Energiza o sangue e o corpo físico.
Qualidades Positivas: Amor incondicional, Compaixão, Equilíbrio, Harmonia e Paz.
Qualidades Negativas: Desequilíbrio, Instabilidade emocional, Problemas de coração e circulação.
quarto chacra situa-se na direção do coração. Relaciona-se principalmente com o timo e o coração. Sua energia corresponde ao amor e à devoção, como formas sutis e elevadas de emoção. Quando ativado desenvolve todo o potencial para o amor altruísta. Quando enfraquecido indica a necessidade de se libertar do egoísmo e de cultivar maior dedicação ao próximo. No aspecto físico, também pode indicar doenças cardíacas.


Vishuddha


Visuddha chacra
(Chacra Laríngeo)
Nome em sânscrito: VISHUDDA ("O purificador")
Mantra: Ham.
Pétalas: 16.
Localização: Na garganta.
Cor: Azul claro.
Elemento: Éter.
Funções: Som, vibração, comunicação.
Qualidades Positivas: Comunicação, Criatividade, Conhecimento, Honestidade, Integração, Lealdade e Paz.
Qualidades Negativas: Depressão, Ignorância e Problemas na comunicação.
quinto chacra fica na frente da garganta e está ligado à tireóide. Relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz. Quando desenvolvido, de forma geral, indica força de caráter, grande capacidade mental e discernimento. Em caso contrário, pode indicar doenças tireoidianas e fraquezas de diversas funções físicas, psíquicas ou mentais.


Ajña


Ajña chacra
(Chacra Frontal)
Nome em sânscrito: AJÑA ("O Centro de comando")
Mantra: Om.
Pétalas: 2.
Localização: Na testa, entre as sobrancelhas.
Cor: Azul índigo.
Elemento: Todos os elementos.
Funções: Revitaliza sistema nervoso e a visão.
Qualidades Positivas: Concentração, Devoção, Intuição, Imaginação, Realização da alma e Sabedoria.
Qualidades Negativas: Dores de cabeça, Medo, Problema nos olhos, Pesadelos e Tensão
sexto chacra situa-se no ponto entre as sobrancelhas. Conhecido como "terceiro olho" na tradição hinduísta, está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil. Quando bem desenvolvido, pode indicar um sensitivo de alto grau. Enfraquecido aponta para um certo primitivismo psico-mental ou, no aspecto físico, para tumoração craniana.


Sahasrara


Sahasrara padma
(Chacra Coroa)
Nome em sânscrito: SAHASRARA ("O Lótus das mil pétalas")
Mantra: Aum.
Pétalas: 1000.
Localização: No topo da cabeça, bem no centro.
Cor: Violeta e Branco.
Elemento: Todos os elementos.
Funções: Revitaliza o cérebro.
Qualidades Positivas: Percepção além do tempo e do espaço. Abre a consciência para o infinito.
Qualidades Negativas: Alienação, Confusão, Depressão e Falta de Inspiração.
sétimo é o mais importante dos chakras, situa-se no alto da cabeça e relaciona-se com o padrão energético global da pessoa. Conhecido como chakra da coroa, é representado na tradição indiana por uma flor-de-lótus de mil pétalas na cor violeta. Através dele recebemos a luz divina. A tradição de coroar os reis fundamenta-se no princípio da estimulação deste chakra, de modo a dinamizar a capacidade espiritual e a consciência superior do ser humano.

Como energizar os chacras

Várias terapias, como o Reiki, cromoterapia e terapia prânica se utilizam dos chakras como base para diagnóstico e tratamento de males que atingem desde o corpo físico até o espiritual. Através de gestos , que podem ser incorporados no dia-a-dia é possível ativar estes pontos de energia, buscando a harmonização do corpo e da alma.
" Concentrar-se no que está fazendo, pensando na região do chakra já é uma forma de reativá-lo. Procure ficar em um lugar tranqüilo, para que nenhum barulho possa tirar sua concentração. " Coloque uma de suas mãos aberta em frente ao chakra, sem tocar no corpo, e faça movimentos circulares no sentido horário, como se estivesse massageando o local, mas à distância. " Sentar-se na posição de lótus - pernas cruzadas - tronco ereto - e fixar o olhar na ponta do nariz estimula o chakra frontal ou do terceiro olho.
" As cores e os cristais são formas visuais de estimulação do chakras. Utilize a pedra com a cor correspondente a do chakra e direcione suas vibrações.

Origem

A palavra chakra significa literalmente roda. Os chakras são os pontos onde se encontram e fundem as Nadís, ou meridianos, canais condutores da energia no organismo. Estas Nadís unem-se em vários pontos que rodam no sentido dextrógiro (que provoca rotação para a direita - no sentido dos ponteiros do relógio. Antônimo de levógiro ou sinistrogiro).
A noção de chakra faz parte do tantra ou tantrismo, para o qual a kundaliní reside no Muladhara. O objetivo das práticas tântricas, que são essencialmente SwaSthya Yôga, é a subida da kundalini através dos chakras, ativando-os, a fim de se unir no Sahasrara com Shiva, aqui representado como essência espiritual.
Os chakras, descritos em textos tântricos tradicionais, despertaram também a atenção do movimento esotérico europeu, por exemplo, do Rev. Leadbeater, teosofista.
Os chakras estão registrados em culturas antigas e referenciados como pontos energeticos utilizados para cura e progresso energetico e Espiritual. O Qi Gong da China ou Acupunctura, O Yoga da Índia e outras culturas antigas tinham conhecimento destes pontos e de como trabalhar com eles era benéfico à saúde.

Prana, ki e chi

Atualmente, com a universalização do conhecimento, existe a tendência a considerar a convergência dos conceitos das culturas indiana e chinesa sobre estes centros de energia (chakras), e os nadis. Os nadis seriam correspondentes aos meridianos chineses, assim como prana, ki e chi seriam nomes diferentes para a mesma energia vital.
As pesquisas de Hiroshi Motoyama, em Osaka, com o campo eletromagnético humano, mostram a relação entre os meridianos e os nadis, bem como as alterações nas ondas cerebrais durante a ativação dos centros ou chakras superiores.

Kundalini

O primeiro chakra, denominado no ocidente como Chakra Base ou Chakra Raiz é o responsável por manter o fluxo de energia ascendente da terra para o corpo. Emocionalmente ele conecta a pessoa ao mundo presente sendo o responsável pelo bom ânimo. Esse chakra também exerce forte influência sobre os demais 'bombeando' energia da terra (telúrica) para cima em direção aos demais centros de energia.
Nos pés há chakras secundários, Plantares, que se relacionam diretamente ao Chakra Raiz sendo os responsáveis pela perfeita troca de energia entre o corpo e a terra.
A energia telúrica absorvida por esses três chakras, ao ser modificada pelo Chakras Raiz, em seu caminho ascendente aos demais chakras recebe o nome de Kundalini.
Técnicas orientais e descrições herméticas relatam o fluxo dessa energia, usando-se a expressão "fogo serpentino", que descreve sua ascensão através dos nadis.

Definição da Doutrina Espírita

Para a Doutrina Espírita os chacras, ali chamados de Centros de força, intermediadores da energia que flui do Perispírito para o duplo etérico, sob o influxo coordenador do pensamento, podendo trazer saúde ou doença ao corpo físico, são órgãos do mencionado duplo etérico, que, como descrito no livro Evolução em Dois Mundos, regulam as atividades corporais, por meio da influência que exercem sobre as glándulas, ao influxo do pensamento, maestro regente de toda esta arquitetura. Neste sentido, a natureza boa ou má dos pensamentos traz grande influência ao funcionamento dos chacras. A sensualidade exacerbada, por exemplo, tende a causar disturbios na região do centro de força localizado na base da espinha dorsal, o que implica uma série de anomalia nas gônadas, próstata, etc (glândulas localizadas na região), podendo provocar, desde a infertilidade ao câncer.
Estes existem apenas enquanto estamos encarnados, desfazendo-se quando da desencarnação, pois estão jungidos ao duplo etérico e não ao perispírito como erroneamente se entendem em alguns centros espíritas, muitos, por não aceitarem a existência do duplo etérico (elo de ligação entre o perispírito e o corpo físico, que se desfaz quando do desencarne). São responsáveis, também, pela coordenação do processo de reencarnação durante o processo denominado de "miniaturização" em que se perde massa perispiritual graduamente até atingir-se o tamanho do feto, promovendo a estabilização energética entre o corpo físico e o perispírito.
Também é através do chacra localizado no ombro que a psicografia é possível. Na obra Evolução em Dois Mundos, o espírito André Luiz narra sua evolução nos seres vivos.
Cada chacra, no corpo físico, está diretamente ligado, além de um plexo nervoso, a uma glândula específica. Os sete principais seguem o elenco apontado pela teosofia, mas dezenas de outros existem. Em alguns livros são também nominados de "centros psíquicos" e em Kardec aparecem como "poros perispiríticos". Embora claramente definidos pelas obras psicografadas desde a década de 1940, a aceitação no meio espírita ainda não é total, havendo grande resistência a este estudo, sob alegação de "influência oriental".
Nos anos 60, foi estudado pelo ex-padre e grande espírita, Carlos Torres Pastorino, na obra "A técnica da mediunidade".
Cada um dos chacras está associado a determinadas emoções e sentimentos. Isto explica a somatização das emoções em nossos corpos e o funcionamento de técnicas ocidentais modernas como o passe espírita.

Bibliografia

BESANT, Annie O Homem e os seus Corpos. Biblioteca de Teosofia, vol. IX.

MOTOYAMA, Hiroshi Teoria dos chakras. São Paulo, Editora Cultrix, ...

BESANT, Annie W.; LEADBEATER, C. W. Formas de Pensamento. SP, Ed. Pensamento, ...Google LivrosMaio, 2011

MELO, Jacob. O Passe - seu estudo, suas técnicas, sua prática. RJ, FEB, 1992.

LEADBEATER C. W. Os Chakras, os centros magnéticos vitais do ser humano. SP, Ed. Pensamento, 1956Google Livros Maio, 2011


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“Em cada chakra há um desafio para o buscador. No sexto chakra, o desafio é a vaidade. Isso porque uma pessoa que atingiu o sexto chakra tem muito poder, mas ainda carrega vaidade. Se há vaidade, ainda há luxúria; se há luxúria, ainda há dor. E isso indica que ainda existe, mesmo que muito sutil, uma identificação com a criança ferida. Ou seja, ainda há necessidade de reconhecimento e de ser importante.”

Sri Prem Baba

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Beijo, produz hormônio da felicidade.



Um recado para quem vai à micareta e beija dezenas praticamente de uma vez: beijar provoca mais reações no organismo do que se pode imaginar.

De acordo com o estudo da neurocientista Wendy Hill, do Lafayette College, nos Estados Unidos, o encontro bucal eleva a produção de ocitocina, hormônio que instiga vínculos entre o bebê e a mãe, por isso, além do tesão, o beijo é capaz de aplacar o estresse e liberar endorfinas, substância que promove a sensação de tranquilidade.


A relação de afeto que se dá no beijo faz com que os envolvidos se remetam inconscientemente à amamentação, que sugere proteção e acolhimento.

Mas, não foi no colinho da mamãe que você descobriu que beijar de língua era interessante, e isso acontece porque quando beija, o homem produz mais testosterona, o hormônio do apetite sexual, no corpo da mulher, despertando seu desejo. 


As carícias entre os lábios indicam vida sexual saudável, já que as mucosas da boca são muito enervadas e vascularizadas, só perdendo para os genitais, fato este que faz a troca de saliva reanimar a vida dos casais. No entanto, as mulheres precisam de mais estímulos, além de um simples beijo para despertar tais reações, como uma atmosfera romântica e declarações.

O estudo americano ainda constatou que o beijo reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse), em ambos os sexos e aumenta os níveis de oxitocina, hormônio ligado ao vínculo social, que motiva o beijo e o abraço.


Curiosamente essa descoberta reafirmou as conclusões sobre o estudo da oxitocina. Um estudo realizado na Universidade de Zurique descobriu que ao pingar oxitocina no nariz de pessoas prestes a iniciar uma briga, o estresse diminui e a confusão pode ser desfeita com mais facilidade.

Outra pesquisa com o mesmo tema publicada na revista científica americana Evolutionary Psychology, mostrou que 66% das mulheres e 59% dos homens não se sentiam atraídos por seus parceiros até beijá-los. O que os fez mudar de ideia foi a oxitocina liberada durante o beijo. Em momentos como esse, quando aumenta a produção da substância, as áreas cerebrais associadas a sensações negativas, como estranhamento, aflição e medo tendem a ficar mais amenas e até a desaparecerem na maioria dos casos.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Convite Meditação Coletiva dia 21 de dezembro


21 de dezembro de 2012. O fim do mundo??

O calendario Maya

Segundo as profecias maias, o dia 21 de dezembro de 2012 marca o início de certos eventos que mudarão o curso da história da humanidade. Grandes catástrofes e a extinção do ser humano serão iminentes, e nada nem ninguém poderá evitar este destino inexorável. Esta civilização do mundo antigo se destacava pelo grande conhecimento da astrologia, a compreensão do cosmos e a medição do tempo. Os maias teriam meios de prever tais fatos?

As profecias seriam verdadeiras? Nós as estamos interpretando corretamente?

Outras culturas do mundo, em lugares e tempos diferentes, acreditam que esta data representa grandes mudanças para a humanidade. Será a destruição total ou uma mudança radical para nossa espécie?

As especulações e as teorias são muitas, mas o futuro sempre continuará envolto em mistério.





Guerra nuclear, pandemia viral, mudança climática: a suposta profecia maia do fim do mundo não será cumprida, mas o apocalipse já começou e a agonia será lenta, alertam os cientistas.
"A ideia de que o mundo acabará subitamente, por uma causa qualquer, é absurda", declarou o cientista da Nasa e especialista em vida no espaço David Morrison.
"A Terra existe há mais de 4 bilhões de anos, e passarão ainda muitos outros antes de o Sol tornar nosso planeta inabitável", afirmou o cientista, que criticou as "ridículas" versões que preveem o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012, injustamente atribuído ao calendário maia.
Mais um dia de sol e temperaturas sobem em todas as regiões do estado do Rio (Foto: Foto: Marcos Teixeira Estrella / TV Globo)Aquecimento é o que mais preocupa cientistas sobre fim do mundo
Daqui a quase 5 bilhões de anos, o Sol se transformará em um "gigante vermelho", mas o calor crescente terá, muito antes, provocado a evaporação dos oceanos e o desaparecimento da atmosfera terrestre. O astro se resfriará depois, até a extinção.
"Até lá, não existe nenhuma ameaça astrônomica ou geológica conhecida que poderia destruir a Terra", disse Morrison.
Mas será que a ameaça poderia vir do céu, como demonstram algumas produções de Hollywood que descrevem gigantescos asteroides em choque com a Terra? Uma catástrofe similar, que implica um astro de 10 km a 15 km de diâmetro, caiu sobre a atual península mexicana de Yucatán, causando provavelmente a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos.
Os astrônomos da Nasa afirmam que não é provável que aconteça uma catástrofe similar em um futuro previsível.
"Estabelecemos que não há asteroides tão grandes perto do nosso planeta como o que terminou com os dinossauros", declarou o cientista, acalmando os temores de alguns sobre um fim do mundo em breve.
Além disso, se um asteroide provocou a extinção dos dinossauros e de muitas espécies, não conseguiu erradicar toda a vida na Terra. A espécie humana teria a oportunidade de sobreviver, destacou Morrison.
Risco de pandemias
Sobreviver a uma pandemia mundial de um vírus mutante, como a gripe aviária H5N1, poderia ser mais complicado, mas "não provocaria o fim da humanidade", explica Jean-Claude Manuguerra, especialista em virologia do Instituto Pasteur de Paris.
"A diversidade de sistemas imunológicos é tão importante que há pelo menos 1% da população que resiste naturalmente a uma infecção", afirmou o especialista da revista francesa "Sciences & Vie", que consagrou um número especial ao fim do mundo.
Apesar da tese de uma guerra nuclear ter perdido força desde o fim da Guerra Fria, ela não desapareceu completamente.

O número de vítimas dependeria de sua magnitude, mas inclusive um conflito regional – como entre Paquistão e Índia – bastaria para causar um "inverno nuclear" com efeitos em todo o planeta, como uma queda das temperaturas que impossibilitaria a agricultura, por exemplo.
Mas os cientistas demonstram inquietação com a mudança climática a alertam que o aquecimento do planeta é o que mais se parece com o temido fim do mundo.
E desta vez não são simples temores e hipóteses. Secas, tempestades e outras catástrofes naturais se tornariam mais frequentes e intensas com o aumento das temperaturas mundiais, que poderiam registrar alta de 2° C, 4° C e até 5,4° C até 2100.

Isso equivaleria a um suicídio coletivo da espécie humana, advertem os cientistas, que intensificam os pedidos para conter o devastador aquecimento do planeta.


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