Frases soltas por aí... no mundo!!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade




A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.


"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... "

Texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes,
Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).





segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Não canse quem te quer bem


Foi durante o programa Saia Justa que a atriz Camila Morgado, discutindo sobre a chatice dos outros (e a nossa própria), lançou a frase: “Não canse quem te quer bem”. Diz ela que ouviu isso em algum lugar, mas enquanto não consegue lembrar a fonte, dou a ela a posse provisória desse achado.

Não canse quem te quer bem. Ah, se conseguíssemos manter sob controle nosso ímpeto de apoquentar. Mas não. Uns mais, outros menos, todos passam do limite na arte de encher os tubos. Ou contando uma história que não acaba nunca, ou pior: contando uma história que não acaba nunca cujos protagonistas ninguém jamais ouviu falar. Deveria ser crime inafiançável ficar contando longos casos sobre gente que não conhecemos e por quem não temos o menor interesse. Se for história de doença, então, cadeira elétrica.

Não canse quem te quer bem. Evite repetir sempre a mesma queixa. Desabafar com amigos, ok. Pedir conselho, ok também, é uma demonstração de carinho e confiança. Agora, ficar anos alugando os ouvidos alheios com as mesmas reclamações, dá licença. Troque o disco. Seus amigos gostam tanto de você, merecem saber que você é capaz de diversificar suas lamúrias.

Não canse quem te quer bem. Garçons foram treinados para te querer bem. Então não peça para trocar todos os ingredientes do risoto que você solicitou – escolha uma pizza e fim.

Seu namorado te quer muito bem. Não o obrigue a esperar pelos 20 vestidos que você vai experimentar antes de sair – pense antes no que vai usar. E discutir a relação, só uma vez por ano, se não houver outra saída.

Sua namorada também te quer muito bem. Não a amole pedindo para ela explicar de onde conhece aquele rapaz que cumprimentou na saída do cinema. Ciúme toda hora, por qualquer bobagem, é esgotante.

Não canse quem te quer bem. Não peça dinheiro emprestado pra quem vai ficar constrangido em negar. Não exija uma dedicatória especial só porque você é parente do autor do livro. E não exagere ao mostrar fotografias. Se o local que você visitou é realmente incrível, mostre três, quatro no máximo. Na verdade, fotografia a gente só mostra pra mãe e para aqueles que também aparecem na foto.

Não canse quem te quer bem. Não faça seus filhos demonstrarem dotes artísticos (cantar, dançar, tocar violão) na frente das visitas. Por amor a eles e pelas visitas.

Implicâncias quase sempre são demonstrações de afeto. Você não implica com quem te esnoba, apenas com quem possui laços fraternos. Se um amigo é barrigudo, será sobre a barriga dele que faremos piada. Se temos uma amiga que sempre chega atrasada, o atraso dela será brindado com sarcasmo. Se nosso filho é cabeludo, “quando é que tu vai cortar esse cabelo, garoto?” será a pergunta que faremos de segunda a domingo. Implicar é uma maneira de confirmar a intimidade. Mas os íntimos poderiam se elogiar, pra variar.

Não canse quem te quer bem. Se não consegue resistir a dar uma chateada, seja mala com pessoas que não te conhecem. Só esses poderão se afastar, cortar o assunto, te dar um chega pra lá. Quem te quer bem vai te ouvir até o fim e ainda vai fazer de conta que está se divertindo. Coitado. Prive-o desse infortúnio. Ele não tem culpa de gostar de você.




Crônica da Martha Medeiros

sábado, 28 de janeiro de 2012

Liberdade é necessário!




Liberdade é necessário!  Como Evitar a Possesividade no Relacionamento.

Um relacionamento é feito de altos e baixos. Quando duas pessoas se conhecem e se apaixonam, geralmente, no começo tudo é lindo e tranqüilo, só amor e felicidade. Com o passar do tempo, a rotina e a intimidade, em vez de ajudarem o casal a ficar mais unido, ela pode também acabar com uma relação que não for comedida.

A proximidade entre um casal vai além do dia-a-dia, além de morar, dormir e viver junto. É preciso respeitar o espaço do outro. O que acontece com muita freqüência é o querer controlar a vida do companheiro. Tanto da parte dos homens quanto das mulheres. A base de tudo deve ser a confiança.





Na primeira vez em que você tenta controlar os passos do parceiro, ele pode até não perceber, mas consecutivamente isto se torna previsível. Toda vez em que ele demorar meia hora a mais para chegar em casa e você não aceitar a sua justificativa, afirmando que estava em um compromisso qualquer, o homem para se proteger irá criar uma história aceitável. Se ele diz a verdade e a parceira não aceita, gera aí um desentendimento. Se ele mente e ela suspeita ou descobre a verdade, gera também um desentendimento.

É preciso ter limites. Superproteger uma relação assim pode ter efeitos contrários. É difícil para quem sente ciúmes da pessoa amada deixar que ela siga por onde desejar, livremente. Porém, isso é o que vai fazer com que o parceiro acredite que você confia nele. Não o pressione. Muito menos invente situações para que ele sinta ciúmes e você revide com uma mentira. Isso levaria seu relacionamento direto para o final, aos poucos. Ninguém consegue fingir o tempo todo, por isso mude suas atitudes verdadeiramente.





Quando o amor entre o casal é verdadeiro, as vidas seguem o rumo certo. Não é preciso estar as 24 horas do dia grudado um no outro. As pessoas livres que se importam com quem as amam sempre voltarão.

Postado no Blog Toda perfeita



sábado, 21 de janeiro de 2012

Amar hemburresse (sic...)


Como todos sabem, homens não são muito providos de inteligência natural. Apaixonados, então, tornam-se mais abobados ainda. Quando Alechandre viu Sessília pela primeira vez, seus olhos foram imediatamente fisgados. Nada como um belo par de pernas, cabelo chanel, mamilos querendo rasgar uma blusa justa e um sorriso sugestivo para ruir toda a racionalidade de um homem. Quando Alechandre encontrou Sessília pela primeira vez na pista de dança daquele barzinho, ele poderia jurar que todas as bocas se calaram, todas as estrelas se apagaram, o mundo todo caminhou na ponta dos pés e todas as rádios interromperam suas programações só para tocar The Killing Moon.

Mas enfim, amar é decretar uma chacina de neurônios.


Na condição de melhor amigo da vítima, fui testemunha privilegiada do processo de derrocada de Alechandre. Lembro-me muito bem de seu discurso derramadamente sentimental funcionando a todo vapor, comentando todas as suas afinidades com Sessília. Disse que ela lia Borges, Poe e Leminski; que seu jogo preferido do Atari era H.E.R.O.; que tinha a coleção completa de Sandman; que gostava de comer pão com manteiga e geléia de uva; que quando criança sonhara em ser chacrete, arquiteta e pintora antes de se tornar advogada; que gostava de Yakult, Edward Munch e física quântica; que desistira de ler Ulisses porque cansava demais ficar carregando aquele calhamaço todo no ônibus; que seus ídolos eram Gaudi, Carl Barks e Clarice Lispector; que o que mais lhe doía na vida era a sensação de desamparo e vazio no peito toda vez que um amor acabava, e principalmente a sensação de pensar, "mas acabou de novo?"; que cantarolava Arnaldo Baptista enquanto tomava banho ("hoje percebi que venho me apegando às coisas materiais"); e que ao ouvi-la cantando justamente aquela música seu coração se encheu de ternura e seus olhos ficaram úmidos. E aí constatei, porra, o cara tinha caído direitinho na armadilha.

E depois de tudo isso, pra culminar, ele me diz: "Auberto, como é que nunca nos encontramos antes?". E aí fiquei pensando, quantas vezes já ouvi na vida variações em cima desta mesma frase? "I look at you and what I see is me", cantava o Pink Floyd, se é que minha memória pop não está enganada. Todos que se apaixonaram pelo menos uma vez na vida já passaram por essa fase de deslumbramento e assombro. Pena que quase sempre ela passa.

Mal sabia meu amigo que, a partir do momento em que seus olhos se umedeceram de ternura, começava ali sua derrocada na cadeia evolutiva, e que aquele rapaz promissor, um jovem jornalista recém-formado, em apenas duas semanas se veria transformado em um Neandertal apaixonadão e completamente aparvalhado, capaz de brincar de mal-me-quer com um Häagen Dazs de cheesecake enfiado no meio da testa, com o sorriso mais alegre e estúpido do mundo estampado em um rosto subitamente repleto de espinhas.
Amar não é para amadores.

Quando a gente se esquece do tempo, é aí que ele passa mais depressa. Em questão de semanas Alechandre e Sessília percorreram todos os passos da via-crúcis da paixão. E de repente, tudo o que encantava tornou-se motivo de escárnio e ironias corrosivas. Citações de filmes tornaram-se "manifestações pretensamente intelectuais de erudição frustrada". Se antes os olhos brilhavam de paixão, agora faiscavam de rancor, sarcasmo, raiva. "Mas acabou de novo?".

Alechandre passou exatas duas semanas curtindo sua ressaca pós-amorosa em grande estilo. Estatelado em sua cama, olhando o teto branco de seu quarto na penumbra e ouvindo álbuns de Zezé di Camargo & Luciano, e o que é pior, identificando-se terrivelmente com todas as letras, cantando em altos brados: "O tempo todo, o dia inteiro/ Sinto o seu corpo, sinto o seu cheiro/ E a minha vida é só pensar em você". Fatos que corroboraram, definitivamente, a minha tese: amar emburrece.

Hoje, três meses depois, Alechandre não pára de falar na Jizele, que tem 25 anos, 271 CDs e "o sorriso mais cool do mundo", segundo suas próprias palavras. Por mais que ele quebre a cara, não aprende as lições. Discutindo sobre a imbecilidade da paixão, Alechandre disse que preferia ser o rei dos débeis mentais a insistir na "medíocre e conformada estupidez de um cético blasé neo-liberal", obviamente referindo-se a mim. Ah, a verborragia dos apaixonados.

Observando essas cenas, pergunto-me: será que um dia chegarei a tal estado de torpor mental? Espero que não. É preciso estar sempre alerta para os riscos da paixão: olho para os dois lados antes de atravessar a rua, atento a movimentos de estranhas, essas coisas. Mas já deixei minha família de sobreaviso. Se um dia eu for pego pela armadilha do amor, quero que os aparelhos sejam desligados. Não desejo sofrimentos desnecessários.




sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ignorância, apego e ódio.


 
O pensamento é a única força que dá vida ou a destrói, dependendo de como é dirigido, se para o bem ou para o mal (Prentice Mulford) 

Quais são as causas do sofrimento? 

O budismo ensina que existem três venenos principais dos quais dependem os sofrimentos da humanidade. São eles: 
  • o apego, 
  • a ignorância da lei de causa e efeito, e 
  • o ódio e os rancores. 
Desses três venenos, o apego é o pior. Ele merece alguns esclarecimentos para não ser confundido com o afeto ou o amor. Com efeito, freqüentemente ouvimos alguém dizer que é apegado a uma pessoa e que isso se deve ao grande amor que sente por ela.
 
A prova de fogo para se determinar se aquilo que sentimos é amor verdadeiro ou apenas um mero apego é muito simples: basta examinarmos o que essa relação traz para nós mesmos e para a outra pessoa. O verdadeiro amor traz felicidade e alegria a ambos. Se isso não acontece, não se trata de amor verdadeiro. O amor verdadeiro não corre atrás da sua própria satisfação e felicidade, e sim das da pessoa amada.
 
Como afirmou Paramahansa Yogananda: "Quando vocês pararem de querer encher a própria taça de felicidade, e começarem a encher a dos outros, descobrirão, com espanto e alegria, que a taça de vocês está sempre cheia."
 
O apego é a causa real de muitos sofrimentos. Lutamos para obter um objeto ou uma pessoa, e isso é causa de sofrimento. Depois, logo após termos obtido esse objeto ou pessoa, começamos a nos preocupar por medo de perdê-los.
 
Podemos ainda ser apegados a situações ou ao nosso corpo, e ambas as coisas são causa de sofrimento. O medo de morrer é causa de muito sofrimento, pois a mente acha que sem o corpo estará perdida. Também aqui está em jogo o apego.
 
Nesse caso, no entanto, ele é coadjuvado pela ignorância das leis da vida. Enfim, é fácil verificar que todos os males do mundo, as guerras inclusive, possuem como causa principal pelo menos um dos três venenos primários: apego, ódio e ignorância.
 
Não somente os seres humanos, mas todas as criaturas vivas, inclusive OS INSETOS, procuram maneiras de evitar o sofrimento
 
A ignorância da lei de causa e efeito, por seu lado, é a coisa mais perigosa que existe. Não saber que nosso sofrimento nasce das nossas ações não-virtuosas não nos permite tomar a decisão de mudar nossas atitudes e posturas com a força necessária para fazê-lo realmente.
 
Com a meditação é possível adquirir o controle da mente e, em conseqüência, a paz interior. Essa é a principal razão para se praticar uma técnica de meditação. Todos nós buscamos a felicidade e, ao mesmo tempo, queremos evitar o sofrimento.
 
Quando conquistamos a paz interior, atingimos uma postura existencial muito mais eficaz para a satisfação dessas nossas exigências.
 
Não apenas os seres humanos, mas todas as criaturas, inclusive os insetos, procuram meios de evitar o sofrimento. O homem é a única criatura que, com o uso da razão, pode adquirir e praticar técnicas para buscar conscientemente o controle mental. Para que tenhamos uma vida sem sofrimento, devemos cortar pela raiz as causas que o provocam.
 
NOSSO INTELECTO nos possibilita discriminar tudo aquilo que em nós é bom e tudo aquilo que é mau, assim como evitar todas as ações que, por não serem virtuosas, criam causas cujos efeitos serão sentidos por nós como sofrimentos.
 
A felicidade não chega sozinha. Podemos esperar por ela durante anos, mas ela apenas chegará quando passarmos seriamente a seguir o modo justo de agir. Esse modo justo de agir nos foi apresentado pelos grandes mestres e constitui a base de todas as grandes religiões.
 
Quando postos em prática na vida cotidiana, os ensinamentos deixados por Buda e por Cristo, por exemplo, são capazes de cortar as raízes do sofrimento. Mas essa prática em geral não é fácil, e é necessário manter o controle mental para evitar que a nossa parte instintiva nos cegue com as suas exigências egoísticas.
 
Os ensinamentos dos mestres são sementes. Não podemos pretender saborear seus frutos se antes não plantarmos a semente, cuidarmos da planta que cresce até que ela esteja em condições de nos pagar pelo trabalho. Da mesma forma, os ensinamentos, se vividos dia após dia, no devido tempo, não deixarão de produzir em nós aquelas transformações mentais que nos levarão a agir de um modo diverso. Um modo que nos permitirá evitar a prática de ações não-virtuosas, cujos efeitos são os sofrimentos.

Francesco Giovannetti


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O cachorro e o açougue



Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu:

- 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?'.

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:

-'Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'

A pessoa respondeu:

- 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!'


Moral da História:

Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível.

(Autor desconhecido)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sê Livre Borboleta


Auto estima: 5 maneiras para melhorá-la!




Amor próprio em primeiro lugar

A auto-estima, como já diz o nome, é referente aos sentimentos que temos em relação a nós mesmos. É uma visão que construímos sobre a nossa vida. Ela se desenvolve de acordo com o que acontece no dia-a-dia, na rotina, no mundo real. Tudo isso deve ser desenvolvido a partir do nosso estado interior. O interior nunca deve depender do externo – trabalho, dinheiro, relacionamentos. É preciso estar feliz por dentro para conseguir o que desejamos.

Algumas pequenas coisas ajudam a aumentar esse nível de amor próprio. Como:


1.      Analise-se: preste atenção nos pensamento em que você anda tendo. Gastar tempo com negatividade só pode lhe fazer mal. Tenha boas energias dentro de você. Olhe para as coisas sempre buscando um lado bom e tentando minimizar o lado ruim.



2.      Alegre sua casa: muitas vezes entramos e saímos de casa por dias sem nem perceber o estado em que ela está. Guardar coisas antigas que não possuem mais nenhuma utilidade podem pesar no seu lar, jogue fora tudo que não lhe é mais útil. Mantenha sempre as janelas bem abertas para iluminar seu lar. Plantas também ajudam bastante a aumentar a energia do lugar.



3.      Se alimente bem: acordar cedo e sair atrasada, almoçar tarde, não fazer um lanche no meio do dia, jantar minutos antes de dormir, tudo isso faz parte da rotina de muitas pessoas. Priorize a sua saúde, alimentando-se nos horários corretos e com produtos saudáveis.

4.      Exercite-se: sabemos que não é fácil achar uma brecha na rotina para praticar uma atividade física, mas ela é importante demais. Além de cuidar do seu corpo, ela ajuda a mente a estar sempre leve. Corra, caminhe, dance, pedale, jogue, faça o que mais lhe agradar.



5.      Seja objetivo: este é o momento para determinar tudo que você deseja fazer da vida. É claro que não realizará tudo de imediato, mas lute todos os dias para que, progressivamente, tudo seja alcançado.

Por Russel.

Por que somos loucos?



Muita gente nos chama de "loucos" pelas escolhas de nossos caminhos! Pesquisando no pai dos burros (dicionários) - hoje a internet - a conclusão que nos chamam corretamente sem nem pensar!



O que representa a carta do Arcano do Louco no Tarot? Ela representa o princípio, a espontaneidade, a fé e a aparente tolice. A interpretação do Arcano "O louco" diz que ele inicia uma nova fase e inicia um novo caminho, ele expande seus horizontes, entra em uma aventura, sai para uma jornada rumo ao desconhecido. Ele é espontâneo e vive o momento, não possuir expectativas, faz o inesperado, age por impulso, não possui limites, tem um sentimento de despreocupação.

O Louco tem fé, confiança no fluxo da vida, permanece aberto, não se importa com aborrecimentos e medos, ele se sente protegido e amado, readquiriu a inocência, é crédulo, aceita suas escolhas, toma o caminho "do tolo", é sua própria verdade e acredita nos desejos de seu coração.


"A experiência do Louco ultrapassa os limites, como esta Arcano é o único sem número, significa liberdade, ele olha para o infinito e com isso, mostra que a vida é muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante. Deve-se aceitar que você é um aprendiz da vida." 








A caminhada do Louco é espiritual, é um caminho diferente dos anteriores que proporciona crescimento e evolução. Em sua loucura livre ele olha para e o infinito e mostra que a vida é
muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante.


"A letra hebraica que representa o Louco é o – SHIM, SCHIN ou SIM – símbolo do mistério das transformações. Representa estágios atravessados em uma jornada de descobrimento do significado da vida. Ter o segredo das riquezas, ser sempre seu senhor e nunca o escravo. Saber gozar mesmo da pobreza e jamais cair na abjeção nem na miséria."


Alguém se reconhece????


Somos realmente LOUCOS, com muito orgulho! Rs


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O CABALÍSTICO NÚMERO SETE!




As Sete Maravilhas do Mundo Antigo:
1 - As Pirâmides do Egito
2 - As Muralhas e os Jardins Suspensos da Babilônia
3 - O Mausoléu de Helicarnasso (ou O Túmulo de máusolo em Éfeso)
4 - A Estátua de Zeus, de Fídias
5 - O Templo de Artemisa (ou Diana)6 - O Colosso de Rodes
7 - O Farol de Alexandria.


As 7 Notas Musicais
(a origem é uma homenagem a São João Batista, com seu hino):
Ut queant laxis (dó) ... para que possam
Resonare fibris .......... ressoar as
Mira gestorum ........... maravilhas de teus feitos
Famulli tuorum .......... com largos cantos
Solve polluit ............... apaga os erros
Labii reatum .............. dos lábios manchados,Sancti Ioannis ............ Ó São João



Os Sete Pecados Capitais
(eles só foram enumerados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas de São Paulo)
. Gula
. Avareza
. Soberba
. Luxúria
. Preguiça
. Ira
. Inveja



As Sete Virtudes
(para combater os pecados capitais)
. Temperança ...... (gula)
. Generosidade ... (avareza)
. Humildade ........ (soberba)
. Castidade ......... (luxúria)
. Disciplina ......... (preguiça)
. Paciência .......... (ira)
. Caridade ........... (inveja)

Os Sete dias da Semana e os "Sete Planetas"
Os dias, nos demais idiomas (com exceção da língua portuguesa), mantêm os nomes dos sete corpos celestes conhecidos desde os babilônios:
. Domingo ... dia do Sol
. Segunda .... dia da Lua
. Terça ......... dia de Marte
. Quarta ...... dia de Mercúrio
. Quinta ...... dia de Júpiter
. Sexta ........ dia de Vênus
. Sábado ..... dia de Saturno



As Sete Cores do Arco-Íris:
Na mitologia grega, Íris era a mensageira da deusa Juno. Como descia do céu num facho de luz e vestia um xale de sete cores, deu origem à palavra arco-íris. A divindade deu origem também ao termo íris, do olho.
. Vermelho
. Laranja
. Amarelo
. Verde. Azul
. Anil
. Violeta

Os Sete Sábios da Grécia Antiga:
1 - Sólon
2 - Pítaco
3 - Quílon
4 - Tales de Mileto
5 - Cleóbulo
6 - Bias
7 - Períandro




Os Sete Anões:
. Dunga
. Zangado
. Atchin
. Soneca
. Mestre
. Dengoso
. Feliz

As Sete pragas do Egito:

1. Sangue

Por causa da obstinação do faraó, após outra recusa dele em deixar os hebreus irem, Arão tomou a vara e, sobre as águas em que a estendia, rios, canais, lagoas e reservatórios, e Deus as transformou em sangue: tanto no gosto, cheiro e textura, como em seu efeito mortal sobre os peixes, apodrecendo tudo. O rio Nilo é um rio sagrado para os egípcios, dedicado ao deus Osiris, cujo olho-que-vê-tudo se encontra em muitas pinturas egípcias. Rituais pagãos eram realizados na primavera, quando o rio trazia vida à lavoura, da qual a nação dependia para sua sobrevivência.


2. Rãs

Sete dias depois, mediante outra recusa do faraó, estendendo Arão sua vara, subiram rãs dos rios, canais e lagos, cobrindo a terra do Egito. A deusa com cabeça de rã Heca tinha um lindo templo em Menfis, e as rãs eram um símbolo de fertilidade, sagradas para os egípcios, mas Deus as tornou odiosas para eles. O faraó suplicou a Moisés que rogasse ao seu Deus para tirar as rãs, e prometeu, em troca, deixar o povo ir. Moisés combinou fazê-lo no dia seguinte, e assim fez. E o faraó não cumpriu a sua parte.


3. Piolhos

Esta praga foi produzida sem primeiro consultar o faraó. Os egípcios adoravam o deus-terra Guebe, mas todo o pó da terra se tornou em piolhos por toda o Egito! A palavra hebraica traduzida piolho também pode se referir a pulgas e pernilongos. Os magos desta vez não conseguiram fazer igual, e atribuíram o milagre a Deus. E o faraó não lhes deu atenção.


4. Moscas

Novamente o faraó foi consultado primeiro e prevenido. Como recusou, vieram enxames de moscas sobre todo o Egito, menos a terra de Gósen, onde moravam os hebreus. É provável que as moscas fossem escaravelhos, besouros sagrados: Quepara era o besouro-deus, achado nos túmulos egípcios, e ele representa vida eterna. Outra vez o faraó prometeu, relutantemente, deixar o povo ir, e voltou atrás quando as moscas foram retiradas.


5. Peste sobre o rebanho

O faraó "sem palavra" foi novamente consultado e prevenido: a peste viria no dia seguinte sobre todo o rebanho egípcio. Ele não cedeu, e a peste veio. O segundo maior templo que já foi construído no Egito foi dedicado ao deus Apis - um touro negro! O faraó mandou verificar e constatou que, de fato, todos os rebanhos dos egípcios haviam sucumbido e morrido. Os rebanhos hebreus continuavam intactos. Mas ele não deixou o povo ir.

6. Tumores nos homens e nos animais

Outra vez sem consultar o faraó, Moisés atirou cinza do forno para cima, diante do faraó, e surgiram tumores nos magos, em todos os egípcios, e nos animais. Todos os sacerdotes do Egito tinham que ser imaculados - sem qualquer mancha ou defeito em seus corpos - para poder servir nos templos. Com esta praga, teria havido uma interrupção em seus cultos! Mas faraó não cedeu.


7. Saraiva

Houve uma intercessão mais demorada diante do faraó, sem resultado, portanto a praga veio com enorme destruição. A deusa do céu que os egípcios adoravam nada pôde valer nesta ocasião. O faraó cedeu ao deus de Moisés e lhe pediu que orasse a Ele para cessar os trovões e as chuvas de pedras, e que, a seguir, deixaria os hebreus irem. Apesar disto, não cumpriu sua palavra ao cessar a praga, conforme Moisés já antecipava.

Fatores que influenciam nossa felicidade



Ao longo dos últimos 70 anos, sensivelmente, os cientistas têm vindo a analisar pessoas felizes e pessoas infelizes, e estão, enfim, a sistematizar os factores que fazem a diferença.

Segue-se uma lista dos dez factores principais. A propósito, os peritos pensam que os genes (o 4.º factor) contam para cerca de 50% da nossa disposição, sendo os restantes 50% da responsabilidade dos outros nove.


1. Dinheiro
O dinheiro pode comprar uma certa dose de felicidade. Mas desde que haja dinheiro para se comer, vestir e para habitação, o dinheiro extra faz cada vez menos diferença.

Sempre que se debruçam sobre o assunto, os cientistas descobrem que, em geral, quanto mais ricas, mais felizes as pessoas são. No entanto, o dinheiro apenas parece fomentar a felicidade quando se tem mais do que os amigos, os vizinhos e os colegas.


2. Desejo
De quanto precisará uma pessoa para se sentir bem? Descobriu-se que as pessoas cujas aspirações estavam mais longe do que aquilo que já possuíam tinham tendência para ser menos felizes, do que aqueles que se diziam mais perto.


3. Inteligência
Poucos inquéritos foram dedicados a descobrir se as pessoas inteligentes são mais felizes, mas os que existem indicam que a inteligência não é relevante. Talvez a «inteligência social» possa ser a verdadeira chave para a felicidade.


4. Genética
Poderá nascer-se já feliz ou infeliz? David Lykken, geneticista do comportamento e professor emérito de Psicologia da Universidade do Minnesota, Minneapolis, descobriu que a carga genética contava 44 a 55% para a diferença de níveis de felicidade. Os rendimentos, o estado civil, a religião ou a educação não contavam mais que 3%.

No entanto, mesmo alguém com um baixo «ponto predeterminado» de felicidade pode melhorar a sua visão das coisas. Está provado que pôr as pessoas de bom humor as torna mais sociáveis. Michael Cunningham, da Universidade de Louisville, no Kentucky, demonstrou que um indivíduo fica mais falador e aberto depois de ver um filme alegre que depois de ver um filme triste.


5. Beleza
Primeiro, as más notícias: as pessoas bonitas são, de facto, mais felizes. A explicação talvez seja a de que a vida é mais risonha para as pessoas bonitas. Ou será mais subtil do que isso: os rostos mais atraentes são muito simétricos, e está provado que a simetria reflete bons genes e um sistema imunitário saudável. Assim, talvez as pessoas mais bonitas sejam mais felizes porque são mais saudáveis.

Mesmo quem não é de uma grande beleza pode contabilizar carga emocional positiva, desde que se esteja contente com o seu próprio aspecto. Infelizmente, vários estudos demonstram que as mulheres tendem a achar-se muito gordas, e os homens, pouco atléticos.


6. Amizade
É difícil imaginar uma existência mais penosa do que a vida nas ruas de Calcutá ou num dos seus bairros de lata, ou então ganhar a vida lá como prostituta. No entanto, apesar da pobreza e sordidez que enfrentam, pessoas que levam estas vidas são muito mais felizes do poderia pensar-se.

Diener entrevistou 83 indivíduos destes três grupos e mediu a sua satisfação de vida usando uma escala na qual um 2 é considerado neutro. A média global foi de 1,93, um resultado não muito bom mas honroso, se comparado com um grupo de controle de estudantes da classe média da cidade que registou 2,43. E os habitantes das barracas, o mais feliz dos três grupos carenciados, registaram 2,23, o que não difere significativamente do registo alcançado pelos estudantes.

«Pensamos que as relações sociais são em parte responsáveis por isto», diz Diener. E acentua que os três grupos de excluídos sociais obtiveram níveis satisfatórios em áreas específicas como família (2,5) e amigos (2,4). Os habitantes dos bairros de lata deram respostas mais positivas porque têm mais probabilidades de capitalizar o apoio social inerente à importância das famílias numerosas na cultura indiana.


7. Casamento
Numa análise de relatórios de 42 países, investigadores norte-americanos descobriram que os casados são realmente mais felizes que os solteiros. O efeito é reduzido, mas ainda assim pede a pergunta: o casamento torna as pessoas mais felizes, ou terão as pessoas felizes simplesmente mais propensão para se casar?

Ambas as respostas podem ser verdadeiras. Num estudo que acompanhou mais de 30 000 alemães ao longo de 15 anos, Diener e os seus colegas descobriram que homens e mulheres felizes têm mais tendência para se casar e permanecer casados. Mas qualquer um pode melhorar a sua disposição casando-se.

A assinatura do papel parece também ter algo de especial: está provado que a simples coabitação não traz tantos benefícios. "Desconfio de que o que falta à união de facto é a segurança de uma aliança de ouro formal, e é por isso que o casal não consegue ser tão feliz", diz Oswald. "Todos os dados conhecidos dizem-nos que a insegurança nunca é boa para os seres humanos."


8. Fé
A grande maioria das dezenas de estudos que se debruçaram sobre a religião e a felicidade descobriu uma relação positiva entre ambas. Acreditar numa vida para além da morte pode dar aos seres humanos um significado e um propósito e reduzir o sentimento de estar só no Mundo, sobretudo à medida que as pessoas envelhecem, diz Harold G. Koenig, do Centro Médico da Duke University, em Durham, na Carolina do Norte. «O efeito revela-se claramente em alturas de tensão. A crença religiosa pode ser uma forma muito poderosa de enfrentar a adversidade.»

A religião também traz interação e apoio. Mas Koenig crê que não se trata apenas de receber. «Os estudos têm provado que quem dá apoio aos outros se sente melhor consigo próprio. E até vive mais tempo.» Segundo os investigadores, isto transforma o envolvimento religioso numa fonte de maior satisfação do que outras actividades sociais inclusivas, como, por exemplo, os grupos de leitura.


9. Solidariedade
Diversos estudos descobriram uma relação entre a felicidade e o comportamento altruísta. Mas tal como em relação a muitos traços comportamentais, não é claro se o que nos torna felizes é praticar o bem, ou se as pessoas felizes têm mais propensão para serem altruístas.


10. Idade
A velhice pode não ser assim tão má. Alguns cientistas sugerem que as pessoas mais velhas são mais felizes porque podem esperar que a vida seja mais difícil e lidar bem com essa ideia, ou então que são mais realistas nos seus objectivos, estabelecendo apenas aqueles que sabem poder alcançar. Mas Carstensen pensa que, com o tempo a esgotar-se, os mais idosos aprenderam a concentrar-se em coisas que os fazem felizes, desligando-se das que os não fazem.

"As pessoas apercebem-se do que têm, mas também de que isso não pode durar para sempre", diz ela. "Um beijo de despedida à mulher aos 85 anos, por exemplo, pode despertar respostas emocionais muito mais complexas do que um beijo semelhante aos 20 anos."




Post originalmente publicado no http://manualdafelicidade.blogspot.com e o mesmo foi Adaptado de: http://www.seleccoes.pt/dez_chaves_para_a_verdadeira_felicidade e sem autor discriminado.

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