Frases soltas por aí... no mundo!!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Uma Gota de Vodka



O novo padre da paróquia estava tão nervoso no seu primeiro sermão, que quase não conseguiu falar. Antes do seu segundo sermão, no domingo seguinte, perguntou ao arcebispo como poderia fazer para relaxar. Este lhe sugeriu que na próxima vez, colocasse umas gotas de vodka na água e que depois de uns goles estaria mais tranqüilo.
No domingo seguinte o padre aplicou a sugestão e sentiu-se tão bem que poderia falar alto até no meio de uma tempestade, de tão feliz e descontraído que se encontrava.

Depois de regressar a reitoria da paróquia encontrou uma nota do arcebispo dizendo-lhe:


Prezado Padre, seguem algumas observações:

1. Na próxima vez, coloque gotas de vodka na água e não gotas de água na vodka.

2. Não coloque limão e açúcar na borda do cálice.

3. O manto da imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo não deve ser usado como guardanapo.

4. Existem 10 mandamentos e não 12.

5. Existiram 12 apóstolos e não 10.

6. Judas traiu Jesus, não o "sacaneou".

7. Jesus foi crucificado, não enforcado.

8. Tiradentes não tem nada a ver com a história.

9. A hóstia não é chicletes, portanto, evite tentar fazer bolas.


10. Aquela "casinha" é o confessionário, não o banheiro.

11. Evite apoiar-se na imagem de Nossa Senhora, muito menos abraçá-la.

12. A iniciativa de chamar o público para cantar foi louvável, mas fazer trenzinho e correr pela igreja foi demais...

13. Água benta é para se benzer e não para refrescar a nuca.

14. Nunca reze a missa sentado na escada do altar, muito menos com o pé sobre a Bíblia Sagrada.

15. As hóstias devem ser distribuídas para os fiéis, jamais usadas como aperitivo para acompanhar o vinho.

16. Procure usar roupas debaixo da batina.
 
17. Evite abanar-se com a batina quando estiver com calor...

18. Jesus nasceu em Belém, mas isso não significa que ele seja paraense.

19. Numa missa não se deve fazer perguntas ao público.

20. Também não se deve pedir ajuda aos universitários. Até porque eles NÃO SABEM NADA.

21. Quem peca é um pecador, não um filho da puta.

22. Quem peca vai para o inferno, e não para a puta que o pariu.
 
Pelos 45 minutos de missa que acompanhei, notei essas falhas.

Espero que tais falhas sejam corrigidas já para o próximo domingo.

Atenciosamente,

O Arcebispo.

PS: Uma missa leva em torno de uma hora, e não dois tempos de 45 minutos.

E aquele sujeito sentado no canto do altar, a quem você se referiu como "travecão de vestido", era eu.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O homem mais feliz do mundo


Em Laboratórios de todo mundo, o estudo do cérebro entrou numa fase detalhada que permite hoje se chegar a conclusões sobre o grau de felicidade das pessoas e estes esforços levaram os pesquisadores a surpreendentes análises comparativas.

Nos acostumamos (fomos condicionados) a crer que a felicidade é uma espécie de competição olímpica onde é vitorioso quem possui mais, domina, comanda e sente através de coisas.
Segundo um recente experimento científico o homem mais feliz do Mundo hoje é um indivíduo que vive em uma cela de dois por dois, não é dono nem executivo de nenhuma companhia da Fortune 500, não vive dependente de celular, nem dirige uma BMW, não veste roupa de Armani nem Hugo Boss, desconhece tanto o Prozac como o Viagra ou Ecstasy e sequer toma Coca-Cola.
Em suma: O Homem Mais Feliz do Planeta é um homem que prescinde de dinheiro, competições profissionais, vida sexual e popularidade. Seu nome é Matthieu Ricard, francês, ocidental por nascimento, budista por convicção e o único entre centenas de voluntários da pesquisa cujo cérebro não só alcançou a máxima qualificação de felicidade prevista pelos métodos científicos, como superou por completo o “felizômetro”.
Os 256 sensores e dezenas de ressonâncias magnéticas aos quais Ricard se submeteu ao longo de vários anos, para validar o experimento não mentem:
Ali onde o nível dos simples mortais é muito alto – estresse, medo, frustração – no cérebro de Ricard, essas sensações simplesmente não existem. Mas ao contrário, onde a maioria demostrou baixíssimos níveis – Satisfação e Plenitude Social – Ricard superou todos os índices, dando origem ao titulo de “Homem Mais Feliz do Planeta”. Os cientistas nunca encontraram alguém “tão feliz” e afirmam: em medições quantificáveis, Ricard é mesmo o Homem mais feliz da terra.
O paradoxo do caso não é o fato de ser um homem tão feliz e sim como chegou a sê-lo, se desprendendo de tudo aquilo em que os ocidentais supõem ser a raiz da felicidade: dinheiro, posses, consumo, consumo, consumo…
E não é que Ricard seja alheio a tudo isso. Ele fez Doutorado em genética molecular e trabalhou ao lado do Prêmio Nobel de Medicina François Jacob. Além de ser filho de Jean François Revel (recém-falecido), um famoso filósofo e membro Emérito da Academia Francesa.
Mas nada o deslumbrava e não se sentia pleno.
Com o mundo do sucesso material a sua frente, e, a ponto de converter-se numa eminência científica, um dia, fortemente impressionado com a filosofia oriental, decidiu mudar o rumo da sua vida. Dedicou-se à meditação, tornou-se discípulo do mestre tibetano Rinpoche, foi para o Himalaia, adotou o caminho dos monges e iniciou uma nova vida a partir do zero.
Hoje é um dos maiores estudiosos do clássico tibetano, é assessor e braço direito do DALAI LAMA e tem doado milhões de euros – produto da venda de seus livros – a monastérios e obras de caridade.
Porém isso não é a causa, mas a consequência de sua felicidade.
A causa para esse resultado devemos buscar em outro lugar, diz o chefe do estudo, Richard J. Davidson, e não é nenhum mistério ou graça divina:
Se chama “plasticidade mental”. É a capacidade humana de modificar fisicamente o cérebro por meio dos pensamentos que escolhemos ter. Da mesma forma que os músculos do corpo, o cérebro desenvolve e fortalece os neurônios mais utilizados. Os pensamentos negativos provocam maior atividade no córtex direito do cérebro e consequentemente maior ansiedade, depressão e hostilidade. Em outras palavras: maior infelicidade auto gerada. Por outro lado, quem desenvolve bons pensamentos e também uma visão amorosa da vida, exercita o seu córtex esquerdo, elevando as emoções prazerosas e a felicidade.
Ainda do Dr. Davidson: “o resultado desse estudo pode mudar por completo a visão que temos do cérebro humano. São enormes as suas implicações.
“Entre estados de meditação, as ondas cerebrais permanecem intensas sugerindo que é possível treinar o cérebro a controlar as emoções, mudando a estrutura da própria mente”. A meditação frequente pode modificar as funções cerebrais de forma durável.
“Tudo indica que o cérebro pode ser treinado na idade adulta e até alterar sua organização interna, algo que experiências com músicos também já tinham demonstrado”.

Ricard adverte que não se trata de decidir ver a vida cor de rosa, de um dia para o outro, mas de trabalhar sistematicamente para debilitar os músculos da infelicidade, que tanto teimamos em fortalecer, acreditando sermos vítimas do passado, dos pais ou do nosso meio. E, paralelamente, começar a exercitar os músculos mentais que nos fazem absoluta e diretamente responsáveis por nossa própria felicidade.
Admite que seu caminho não seja mais do que um entre muitos e afirma que ser feliz necessariamente passa pela mudança de deixarmos de culpar aos outros pela nossa infelicidade e buscarmos a causa em nossa própria mente.
“Viver as experiências que a vida nos oferece é obrigatório, porém sofrer com elas ou desfrutá-las é opcional”.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

VAMPIROS PSÍQUICOS (ou Vampiros Energéticos)




Os piores vampiros não são os que sugam o teu sangue mas os dissimulados que drenam a tua vontade de viver.



Vivemos imersos num oceano de energia cósmica. Essa energia é absorvida e processada naturalmente pelo organismo, através dos chakras. Quando estamos em harmonia, a energia penetra naturalmente em nosso organismo através desses centros de força e cumpre sua função, sem que nos demos conta de sua atividade. Essa atividade natural de abastecimento energético garante a nossa condição de saúde física, emocional e mental. Parece haver uma associação bem definida entre a captação de grandes quantidades de energia e a realização de atividades prazerosas.
Em contrapartida, atividades que são repetidamente realizadas sem qualquer entusiasmo, prazer ou alegria parecem causar bloqueio à passagem da energia, deixando o indivíduo esgotado e irritado.
O homem moderno se afastou da natureza, que é nossa maior fonte de alimento energético. Não existe nada comparável a um banho de mar, rio ou cachoeira, o contato com plantas e animais, o ar puro de uma montanha ou o silêncio do campo para reciclar e repor as energias. Outra fonte importante é o sono e ninguém melhor do que o homem moderno para enumerar os efeitos nocivos das noites mal dormidas. Não temos, portanto, uma fonte eficiente de alimento e troca para reciclar as energias estáticas. Somamos a isso nossos desequilíbrios pessoais e o resultado é um contingente enorme de seres desvitalizados e famintos de energia. A única saída para esses seres é roubar da pessoa mais próxima.
Algumas pessoas, por não terem a capacidade de se carregar energeticamente do manancial cósmico circundante, buscam a energia de que precisam nas pessoas com as quais se relacionam. Isso caracteriza a prática da Vampirização Energética.
O vampirismo psíquico está bem vivo no mundo e cresce a cada dia. Seja individualmente, em grupos, como parasita ou em âmbito global, o vampirismo psíquico causa grandes prejuízos energéticos e, em alguns casos, destrói vidas. Em termos individuais, desperdiça nossas energias e interrom­pe nosso crescimento. Em nível global, pode literalmente drenar a Terra de seus recursos vitais.

O Que é vampiro psíquico?

Um vampiro psíquico, energético ou prânico, ou psyvamp para abreviar, é definido como uma pessoa que tem a habilidade inata para tirar da energia de vida de outros.
A prática da vampirização energética pode ser consciente ou inconsciente.
Na maioria dos casos é totalmente inconsciente e envolve às vezes pessoas consideradas normalmente como “boas”, delicadas ou gentis, embora a condição de necessitar intensa e continuamente de energia reflita um estado de intenso desequilíbrio interior , porém existem outros perfis.

Existem Vampiros Energéticos com o perfil psicológico de uma pessoa extremamente egoísta, que considera seus problemas maiores que os de todo mundo. Através de uma mentalidade doentia e auto-centrada, esses indivíduos bloqueiam-se na capacidade natural de se abastecer no manancial cósmico de energia, restando-lhe como alternativa a forma anti-natural de abastecimento: o sistemático roubo da energia de outras pessoas.
Pode-se sofrer uma vampirização energética de várias formas: através do olhar, da voz (pela manutenção de longas conversações), pelo telefone, ou, simplesmente, através da proximidade do agente.

Cena clássica de detecção de um Vampiro Psíquico

Você se acorda numa manhã radiante e se prepara para ter um lindo dia… até que se depara com uma dessas criaturas negras. Depois do encontro, se as únicas palavras na sua boca são “fulano estragou o meu dia”, bingo, você acabou de ser sugado por um vampiro psíquico.
É muito comum o uso de cristais, plantas, florais, defumadores, banhos de ervas e amuletos para combater o ataque dos vampiros. Desde que corretamente utilizadas essas técnicas podem ser de muita ajuda, mas nenhuma delas apresenta cem por cento de eficácia, uma vez que é dentro de nós mesmos que estão as grandes vulnerabilidades e também a grande força para combater esses “amigos famintos”.
O vampirismo consiste na retirada de energias de um ser por outro em detrimento do primeiro. Podemos detectar o vampirismo em geral pelos seguintes sintomas: cansaço, vazio no plexo solar, mal estar, fraqueza, sensação de peso generalizado ou nos ombros ou na nuca, impaciência, insônia, pesadelos, acordar assustado, entre outros.

Mais informações sobre vampiros de energia e tipos de vampiros energéticos:



Por Paulo Coutinho • Postado em Espiritualidade

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mentiras e confiança



Uma razão para que a mentira possa persistir como uma estratégia em ambientes sociais é que não é a comparação dos fatos contra alguma noção de verdade, mas em vez disso, a avaliação de se uma traição da confiança aconteceu ou não, que determina a resposta a uma mentira.
No caso da Guerra com o Iraque, por exemplo, o fato de que a mentira agravou um conflito poderia ter representado uma séria quebra da confiança e traição daqueles que iriam sofrer no conflito. No entanto, qualquer um que aceita como verdadeira a afirmativa de que o regime em vigor era uma ameaça "inevitável" a aqueles que pereceram o combatendo, ou aqueles cujas vidas estão em risco como consequência da invasão, teria uma probabilidade muito menor de considerar agravar o conflito no momento mais conveniente ser qualquer tipo de traição. A perspectiva do bom senso conservador com frequência se baseia nesse tipo de suposição de certeza. Mas se conflitos que são agravados são escolhidos devido a alguma ideologia, é difícil ver como isso difere da simples lógica de "o poder torna certo".

 


Mentiras durante a infância

As mentiras começam cedo. Crianças pequenas aprendem pela experiência que declarar uma inverdade pode evitar punições por má ações, antes de desenvolverem a teoria da mente necessária para entender porque funciona. De maneira complementar, existem aqueles que acreditam que as crianças mentem por insegurança, e por não compreender a gravidade dos seus atos "escapa(m) da responsabilidade apelando para a mentira". Nesse estágio do desenvolvimento, as crianças às vezes contam mentiras fantásticas e inacreditáveis, parecidas com a mentira de Koko, a gorila discutida anteriormente, porque eles não possuem o sistema de referência conceitual para julgar se uma declaração é verossímil ou mesmo entender o conceito de verossimilhança.
Quando a criança primeiro aprende como a mentira funciona, naturalmente elas não possuem o entendimento moral para evitar fazer isso. É necessário anos observando as pessoas mentirem e o resultado das mentiras para desenvolver um entendimento adequado. A interferência da família também é imprescindível para que a criança compreenda através de bons exemplos a forma correta de agir.
A propensão a mentir varia muito entre as crianças, com algumas fazendo isso de maneira costumeira e outras sendo com frequência honestas. Os hábitos em relação a isso mudam normalmente até o início da idade adulta. Nos casos em que esta mudança não ocorre, a psicologia os define como adultos no estágio de infância psicológica.
Alguns veem que as crianças - como um todo - têm maior tendência a mentir do que os adultos. Outros defendem que a quantidade de mentiras permanece o mesmo, mas os adultos mentem sobre coisas diferentes. Com certeza a mentira de adultos costuma ser mais sofisticada, e de consequências maiores do que as contadas por crianças. Boa parte desse julgamento depende se a pessoa conta inverdades diplomáticas, insinceridade social, retórica política e outros comportamentos adultos que são tidos como mentiras.

 


Detecção de mentiras

A questão de se as mentiras podem ser detectadas através de meios não verbais é assunto de particular controvérsia.
§  Polígrafos são máquinas de detecção de mentiras que medem o estresse fisiológico que um entrevistado sente em várias medidas enquanto dá declarações ou responde perguntas. Afirma-se que picos do estresse indicam comportamento mentiroso. A precisão desse método é amplamente contestada, e em vários casos bem-conhecidos provou-se que ele foi ludibriado. No entanto, ele permanece em uso em muitas áreas.
§  Vários soros da verdade foram propostos e usados durante depoimentos, embora nenhum seja considerado muito confiável. A CIA tentou descobrir um "soro da verdade" no projeto MK-ULTRA, mas foi na maior parte um fiasco.
§  Microexpressões faciais foram mostradas como um método confiável de expor mentiras, de acordo com o Diogenes Project de Paul Ekman e do Psy7Faces de Armindo Freitas-Magalhães. Em outras palavras, um lampejo minúsculo da expressão facial de "perturbação", embora difícil de ser vista para o olho destreinado, pode indicar quando a pessoa está mentindo.
Neurocientistas descobriram que a mentira ativa estruturas do cérebro completamente diferentes durante exames de tomografia por ressonância magnética, o que pode levar a um método mais preciso (embora não prático) de detecção de mentiras.
Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

terça-feira, 12 de junho de 2012

Sociologia e linguística da mentira



A mentira e a atribuição de culpa são tão básicas a sociedade que é difícil estudá-las de maneira formal. George Lakoff, na crítica de certas afirmações que George W. Bush fez antes da invasão do Iraque de 2003, observa que
Elas são mentiras —ou meros exageros, declarações desorientadoras, enganos, excessos retóricos e assim por diante? Os linguistas estudam tais assuntos. A descoberta mais surpreendente é que, para se considerar se uma declaração é uma mentira, a consideração menos importante para a maioria das pessoas é se ela é verdadeira! As considerações mais importantes são: Ele acreditava nisso? Ele tinha intenção de enganar? Ele estava tentando ganhar alguma vantagem ou prejudicar alguém? Essa é uma questão séria ou trivial? É "apenas" uma questão de retórica política? A maioria das pessoas irá conceder que, mesmo que a declaração seja falsa, se ele acreditava nela, não estava tentando enganar, e se não estava tentando ganhar vantagem ou prejudicar ninguém, então não houve mentira. Se for uma mentira a serviço de uma boa causa, então foi uma mentira social. Se for baseada em informações falhas, então foi um erro honesto. “Se estava lá apenas para ênfase, então foi um exagero.”

Essas desculpas figuram entre as defesas da administração. A boa causa: libertar o Iraque. A informação falha: da CIA. A ênfase: o entusiasmo por uma grande causa. Embora haja evidência de que o Presidente e seus conselheiros sabiam que a informação era falsa, eles podem rechaçar o uso da palavra com M. As falsidades foram reveladas e elas, em si mesmas, não importam muito para a maioria das pessoas.


O filósofo Leo Strauss, que teve uma grande influência sobre várias personalidades no Projeto para o Novo Século Americano que dominou a administração durante esse período, estressou a necessidade de mentir a fim de ocultar uma posição estratégica, ou para auxiliar a diplomacia. Da mesma forma personalidades anteriores na filosofia política de Nicolau Maquiavel a "nobre mentira" de Platão.
Parece extremamente improvável que a mentira seja algum dia inteiramente eliminada da política ou da diplomacia, da mesma forma que não possível removê-la da guerra que essas atividades são, em última instâncias, criadas para ajudar a impedir de ocorrer.

 Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

Psicologia da mentira


A capacidade dos hominídeos de mentir é percebida cedo e quase universalmente no desenvolvimento humano e estudos de linguagem com pongídeos. Uma famosa mentira do último grupo foi quando Koko, a gorila, confrontada por seus treinadores depois de uma explosão de raiva no qual ela arrancou uma pia de aço do lugar onde ela estava presa, sinalizou na Língua de Sinais Americana, "o gato fez isso,” apontando para seu pequeno gato. Não está claro se isso foi uma piada ou uma tentativa genuína de culpar seu pequeno bicho de estimação.


A psicologia evolucionária está preocupada com a teoria da mente que as pessoas empregam para simular a reação de outra a sua história e determinar se uma mentira será verossímil. O marco mais comumente citado na ascensão disso, o que é conhecido como inteligência maquiavélica, ocorre na idade humana de cerca de quatro anos e meio, quando as crianças começam a ser capazes de mentir de maneira convincente. Antes disso, elas parecem ser incapazes de compreender que todo mundo não tem a mesma visão dos eventos que elas têm – e parecem presumir que há apenas um ponto de vista - o seu próprio — que precisa ser integrado a qualquer história.


Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Etiqueta da mentira


A etiqueta é bastante preocupada com as questões da mentira, atribuição da culpa e hipocrisia – coisas que com frequência são menosprezadas na ética mas de grande utilidade na sociedade:
As razões morais para se tolerar mentiras têm a ver em sua maior parte em evitar conflitos. Um código ético irá com frequência especificar quando a verdade é necessária e quando não é. Em tribunais, por exemplo, o processo antagônico e padrão de evidência que é aplicado restringe as perguntas de maneira que a necessidade da testemunha mentir é reduzida – de maneira que a verdade quanto à questão em julgamento supostamente será revelada com mais facilidade.

A necessidade de mentir é reconhecida pelo termo "mentira social" onde a mentira é inofensiva, e há circunstâncias onde existe uma expectativa de se ser menos do que totalmente honesto devido à necessidade ou pragmatismo. As mentiras podem ser divididas em classes – ofensivas ou mal intencionadas, inofensivas e jocosas, do qual apenas a primeira classe é séria (O catolicismo classifica a primeira como pecado mortal mas também condena as outras como veniais).
Há alguns tipos de mentiras que são consideradas aceitáveis, desejáveis, ou mesmo obrigatórias, devido à convenção social. Tipos de mentiras convencionais incluem:
§  Uso de eufemismos para evitar a menção explícita de algo desagradável;
§  Perguntas insinceras sobre a saúde de uma pessoa pouco conhecida;
§  Afirmação de boa saúde em resposta a uma pergunta insincera (os inquiridores com frequência ficam bastante desconcertados por qualquer outra coisa que não a resposta positiva mais breve possível);
§  Desculpas para evitar ou encerrar um encontro social indesejado;
§  Garantia de que um encontro social é desejado ou foi agradável;
§  Dizer a uma pessoa moribunda o que quer que ela queira ouvir;
§  Supressão de uma quebra de tabu.

A maioria das pessoas participa de tais mentiras convencionais, e não aplica a desaprovação moral costumeira em relação às mentiras em tais situações. Mentiras convencionais são vistas como uma categoria menor de mentira, semelhante às mentiras sociais. No entanto, uma minoria de pessoas as vê como mentiras maliciosas.



Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"
Nota do editor: desculpem-me os palhaços, vocês tem mais personalidade do que os verdadeiros mentirosos.

A FOFOCA


“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente.”


A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia.






Presente ao longo de toda a História, tal ato é freqüentemente ligado à imagem das mulheres. Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. 
Fofocas ocorrem sobre o ambiente de trabalho, gafe de colegas e principalmente sobre mulheres. 


Segredo não se conta. Quando se conta, deixa de ser segredo e vira fofoca.



segunda-feira, 4 de junho de 2012

15 coisas para abrir mão e ser feliz



Aqui está uma lista de 15 coisas que, se você abrir mão, vai tornar sua vida muito mais 
fácil e muito, muito feliz. 


Nos agarramos a tantas coisas que nos causam uma grande quantidade de estresse, dor e sofrimento - e, em vez de desistir de todas elas, em vez de permitir-nos a ser livres de estresse e felizes - nos apegamos a eles. Não mais. A partir de hoje vamos desistir de todas aquelas coisas que não nos servem mais, e vamos aceitar a mudança. Pronto? Aqui vamos nós:
                                  



1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo. Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados - querem ter sempre razão - mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causando uma grande dose de estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena. Sempre que você sentir a necessidade "urgente" de saltar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: "Eu preferiria estar certo, ou eu prefiro ser gentil?" Wayne Dyer. Que diferença isso vai fazer? É o seu ego realmente tão grande?

                                      

2. Desista da sua necessidade de controle. Esteja disposto a desistir de sua necessidade de sempre controlar tudo o que acontece com você e ao seu redor - situações, eventos, pessoas, etc. Se eles são entes queridos, colegas de trabalho, ou apenas estranhos que você encontra na rua - apenas permita que eles sejam. Permita tudo e todos de serem exatamente como eles são e você verá o quão melhor isso o fará sentir.

"Ao abrir mão tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega. Mas quando você tentar e tentar. O mundo está além da vitória." -Lao Tzu

                                

3. Desista da culpa. Desista de sua necessidade de culpar os outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente. Pare de abrir mão de seus poderes e comece a tomar responsabilidade pela sua vida.
 

                                             

4. Desista do seu discurso auto-destrutivo. Oh meu. Quantas pessoas estão se machucando por causa de sua negativa, poluída e repetitiva mentalidade derrotista? Não acredite em tudo que sua mente está dizendo a você - especialmente se ela é negativa e autodestrutiva. Você é melhor do que isso.

"A mente é um instrumento excelente, se usado corretamente. Usado de forma errada, no entanto, torna-se muito destrutiva." -Eckhart Tolle

                              

5. Desista de suas crenças limitantes sobre o que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível. A partir de agora, você não vai mais permitir que suas crenças limitantes o mantenham preso no lugar errado. Abra suas asas e voe!

"Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que mantém a mente." -Elly Roselle

6. Desista de se queixar. Desista da sua constante necessidade de reclamar sobre as muitos, muitos coisas, pessoas, situações, acontecimentos que o fazem infeliz, triste e deprimido. Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazê-lo triste ou infeliz a menos que você o deixe. Não é a situação que desencadeia esses sentimentos em você, mas como você escolhe olhar para ela. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Desista do luxo de criticar. Desista da sua necessidade de criticar coisas, acontecimentos ou pessoas que são diferentes de você. Somos todos diferentes, mas somos todos iguais. Nós todos queremos ser felizes, todos nós queremos amar e ser amados e todos nós queremos ser compreendidos. Nós todos queremos algo, e algo é desejado por todos nós.

                                  

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para fazer os outros gostarem de você. Não funciona dessa maneira. O momento que você parar de se esforçar tanto para ser algo que você não é, no momento em que tirar todas as suas máscaras, no momento em que aceitar e abraçar o seu verdadeiro eu, você vai descobrir que as pessoas serão atraídas para você, sem esforço.

9. Desista da sua resistência à mudança. Mudar é bom. Mudança vai ajudá-lo a se mover de A para B. Mudança irá ajudá-lo a fazer melhorias em sua vida e também nas vidas daqueles ao seu redor. Siga sua felicidade, abrace a mudança - não resista a ela.

"Siga sua felicidade e o universo vai abrir portas para você onde só haviam paredes" -Joseph Campbell

                     

10. Desista dos rótulos. Pare de rotular as coisas, pessoas ou eventos que você não entende como sendo estranhos ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funciona quando abertas. 

"A mais elevada forma de ignorância é quando você rejeita algo que não sabe nada a respeito." -Wayne Dyer
                                   

11. Desista de seus medos. O medo é apenas uma ilusão, ele não existe - você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o interior e o exterior vai se harmonizar.

"O único medo que temos de temer é o próprio medo." -Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas. Mande-os arrumarem suas coisas e diga-lhes que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Em vez de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo o tipo de desculpas - desculpas que 99,9% das vezes não são sequer reais.

                            

13. Desista do passado. Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece muito melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o momento presente é tudo que você tem e tudo que você vai ter. O passado que você está desejando - o passado que agora você está sonhando - foi ignorado por você quando ele era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal a vida é uma viagem não um destino. Tenha uma visão clara para o futuro, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desista do apego. Este é um conceito que, para a maioria de nós é tão difícil de entender e eu tenho que dizer-lhe que era para mim também, (ainda é), mas não é algo impossível. Você fica melhor e melhor com o tempo e prática. O momento que você separar-se de todas as coisas, (e isso não significa que você desista do seu amor por elas - porque o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro, o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor ... bem, o amor real é amável, puro, onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você tornar-se tão calmo, tão tolerante, tão amável e tão sereno. Você vai chegar a um lugar onde vai ser capaz de compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

                                



15. Desista de viver a sua vida às expectativas de outras pessoas. Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas para viver. Elas vivem suas vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor para elas, para o que seus amigos, seus inimigos e seus professores, seu governo e a mídia acham que é melhor para elas . Elas ignoram a sua voz interior, aquele chamado interior. Elas estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo à altura das expectativas de outras pessoas, que perdem o controle sobre suas vidas. Elas esquecem o que os torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam .... e, eventualmente, se esquecem de si mesmos. Você tem uma vida - esta aqui e agora - você deve vivê-la, possuí-la e, especialmente, não deixe que as opiniões alheias o distraiam de seu caminho.




Devidamente copiado e compartilhado da amiga Fernanda Basso.

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