Frases soltas por aí... no mundo!!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Quibungo (bicho-papão)



Segundo a lenda o Quibungo é uma espécie de Bicho-Papão negro, um visitante africano inesperado que acabou por se domiciliar na Bahia, onde passou a fazer parte do folclore local. Trata-se de uma variação do Tutu e da Cuca, cuja principal função era disciplinar, pelo medo, as crianças rebeldes e relutantes em dormir cedo.

O Quibungo faz parte dos contos romanceados, sempre com um episódio trágico ou feliz, mas sem data que o localize no tempo. É um Velho do Saco para os meninos, um temível devorador de crianças, especialmente as desobedientes. Sem dúvida um meio eficaz de cobrar disciplina pela imposição do medo.

Não há nenhum testemunho ocular de sua existência, mas, em meio ao universo infantil, existe como concreto. Dentro dessas histórias tradicionais, contadas para as crianças inquietas ou teimosas, ele se arrasta como um fantasma faminto, como um feroz devorador de meninos e meninas que distanciam dos seus pais.

É personagem da literatura oral afro-brasileira, com cruel voracidade, enorme feiúra, brutalidade e inexistente finalidade moral.

O Quibungo é ao mesmo tempo homem e animal. Espécie de lobo ou velho negro maltrapilho e faminto sujo e esfarrapado, um verdadeiro fantasma residente nos maiores temores infantis.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Lobisomem



De acordo a Lenda, o Lobisomem é um ser que seria resultado de uma oração poderosa feita numa noite de sexta-feira,de preferência de Lua Cheia num estábulo ou cocheira de burro ou cavalo,no qual a pessoa rola no local como se fosse o animal ,dizendo a reza e é feita como pacto com entidades malignas. Em algumas Regiões a transformação em Lobisomem acontece numa noite de sexta-feira sempre meia noite numa encruzilhada, onde repetindo os atos de um cavalo rolando no chão, a pessoa transforma-se.

O Lobisomem seria a fusão do lobo com o homem. Muitas histórias são contadas sobre este ser. No Brasil é comum em todos os Estados, principalmente nas localidades da Zona Rural, onde é muito comum as pessoas afirmarem que já o viram ,que também passa a ser um mistério para quem vê e quem ouve a história. O Lobisomem ataca animais e pessoas para se alimentar de sangue e volta a forma humana somente com o raiar do Sol.

Lendas brasileiras - Negrinho do Pastoreiro



A lenda do Negrinho do Pastoreio é uma lenda meio cristã e meio africana. É muito popular no sul do Brasil e sua origem é do fim do Século XIX, no Rio Grande do Sul. Foi muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É uma lenda reconhecidamente do Rio Grande do Sul, e alguns folcloristas afirmam que a região tem uma única lenda sua, criada ao jeito local.

Conta a lenda que nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Em um dia de inverno, fazia muito frio e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. Disse o estancieiro: "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece". Aflito, o menino foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.

De volta à estância, o estancieiro, ainda mais irritado, bateu novamente no menino e o amarrou nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. A partir disso, entre os andarilhos, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio. Desde então, quando qualquer cristão perdia uma coisa, fosse qualquer coisa, pela noite o Negrinho procurava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.

Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi...". Se ele não achar, ninguém mais acha.

Lendas brasileiras - Gralha Azul



Gralha azul é o nome dado a uma linda ave que motivou no Paraná, a tradição de plantadores de pinheiros, enterrando as sementes com a ponta mais fina para cima e devorando a cabeça, que seria a parte apodrecida. Não deve ser abatida e é comumente respeitada pelo povo como ave protetora dos pinheirais. Conta a lenda que, uma certa gralha negra, dormia num galho de pinheiro e foi acordada pelo som dos golpes de um machado. Assustada, voou para as nuvens, para não presenciar a cena do extermínio do pinheiro. Lá no céu, ouviu uma voz pedindo para que ela retornasse para os pinheirais, pois assim ela seria vestida de azul celeste e passaria a plantar pinheiros. 
A gralha aceitou então a missão e foi totalmente coberta por penas azuis, exceto ao redor da cabeça, onde permaneceu o preto dos corvídeos. Retornou então aos pinheirais e passou a espalhar a semente da araucária, conforme o desejo divino. 
Esta lenda na verdade é um fato real. 
A Gralha-azul tem o hábito de enterrar pinhões. Após encontrar o local correto, ela pressiona-o a entrar, dando-lhe golpes com o bico, até a completa introdução. Não contente com isso, ainda coloca algum material das redondezas como folhas, pedras ou galhos em cima do local remexido, de forma a camuflar ou disfarçar o feito realizado.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Arranca Línguas



De acordo com as pessoas que já o viram, o Arranca Línguas seria como um grande Gorila, porém muito maior do que um Gorila ou um homem, segundo contam um dos seus principais alimentos é a língua, que pode ser tanto de animais como, bois, cavalos, cabras ou mesmo de gente. Costuma atacar suas vítimas à noite, matando-as e retirando-lhes a língua para comer, é por isso que recebe o nome de Arranca Línguas. Esta Lenda é muito comum no Estado de Goiás e na região do Rio Araguaia.

Lendas brasileiras: Porca dos Sete Leitões



Conta a lenda que uma Baronesa, praticava muitas maldades contra seus  escravosOs escravos cansados de tanta crueldade resolveram tomar uma atitude. Um feiticeiro negro revoltado com suas injustiças lançou um feitiço na Baronesa,  ela foi transformada em porca, e seus sete filhos foram transformados em porquinhos. Segundo dizem, a sina deles é andar fuçando com o focinho no chão a procura de um anel enterrado, quando encontrarem esse anel, quebrarão o feitiço e voltarão a ser o que eram.
Lenda da região sudeste do Brasil

Quer morrer cedo? Então trabalhe muito!


Trabalhar mais de oito horas aumenta risco de morte, revela pesquisa.



Os resultados revelaram que a combinação de estresse e um expediente muito longo podem ser a causa de centenas de doenças graves em profissionais

Os resultados da pesquisa foram publicados no American Journal of Epidemiology e revelaram que a combinação de estresse, pressão sanguínea elevada, dietas não saudáveis e um expediente muito longo podem ser a causa de centenas de doenças graves em profissionais.
trabalho mata
Foram avaliados dados de 12 pesquisas feitas desde 1958, quando pela primeira vez cientistas começaram a relacionar doenças cardiovasculares com muitas horas de trabalho. No total, participaram cerca de 22 mil pessoas provenientes da Inglaterra, Estados Unidos, Japão, Finlândia, Dinamarca, Suécia e Holanda. As descobertas confirmam um estudo inglês feito em 2011, que revelou que mais de 11 horas de trabalho aumenta em 67% o risco de doenças no coração.
A líder do estudo, Dr. Marianna Virtanen, explica que "há muitos mecanismos potenciais que podem motivar a associação entre trabalhar muitas horas e doenças no coração. Um deles é a exposição prolongada ao estresse psicológico". Outras causas poderiam ser níveis elevados de cortisol, hábitos ruins de alimentação e falta de atividade física devido a tempo limitado de lazer.

Por Universia

Amor ou dependência?


Muitas pessoas acreditam que a vontade de estar sempre ao lado do companheiro e querer saber tudo - mas tudo mesmo – a respeito de sua vida são sinais de um grande amor... Mas, na verdade, trata-se de um sentimento diferente: a dependência. “Quem ama de maneira saudável e madura respeita a individualidade e a liberdade do parceiro. Já o dependente é possessivo e ciumento, sente-se inseguro e constantemente angustiado, com medo de não conseguir corresponder às expectativas do outro. Geralmente, essa reação é causada por uma imaturidade afetiva e emocional”, explica a psicóloga Suzy Camacho.


A criança recém-nascida depende totalmente de sua mãe, para que a alimente e satisfaça todas as suas necessidades. Mas, conforme cresce, o ser humano aprende a ser independente e buscar sozinho a sua felicidade. “Há pessoas, no entanto, que permanecem afetivamente imaturas por toda a vida. Precisam de cuidados e atenção exclusiva mesmo depois de adultos. Quando elas vivem um relacionamento amoroso, perdem sua individualidade e se concentram totalmente no parceiro: precisam saber onde e com quem está, telefonam durante todo o dia, desejam estar a par de tudo o que acontece no dia a dia do companheiro e não dão espaço algum. Em outras palavras, a pessoa explora e manipula o outro para suprir suas carências emocionais. Esse sentimento deixa de ser amor e se torna uma necessidade”, explica a psicóloga. E uma convivência baseada na dependência e na posse não é saudável. “A perda da liberdade, as cobranças e as desconfianças geram frustrações e insatisfações - irritam, sufocam e acabam levando ao desgaste da relação”, conta Suzy. Porém, segundo a especialista, reverter essa situação é possível: “Para viver um amor verdadeiro é importante que cada um tenha seu espaço e se realize individualmente”.



Para que o relacionamento seja tranquilo, equilibrado e livre de pressões, a psicóloga aconselha:
- Busque sua satisfação pessoal. “Entenda que suas alegrias não dependem apenas dos outros, mas de você também. Descubra quais são seus anseios e interesses e procure realizá-los.”
- Mantenha um grupo de amigos que não inclua seu companheiro/sua companheira, conviva com eles e deixe sua cara-metade agir da mesma maneira!
- Não abra mão de seus prazeres. Você adora dançar, mas seu parceiro/sua parceira detesta? Então, curta a balada com seus amigos!
- Seu namorado gosta de jogar futebol no sábado ou sua namorada gosta de jogar tranca? Vá ao cinema! “Quando vocês se encontrarem, estarão mais felizes e realizados”, orienta Suzy.
- Procure se divertir só. Aprenda a ser uma ótima companhia para você mesmo, sem depender da presença de outras pessoas.
- Trate-se com carinho, invista na sua autoestima, cuide da sua beleza. 


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A grande brochada


Estamos vivendo um momento importante na história do Brasil com o julgamento do Mensalão. Surpreendentemente os nobres juízes estão condenando cada um dos réus, demonstrando a independência que precisamos para que a república funcione como deve ser: de forma justa. E começa agora a fase do julgamento onde o bicho vai pegar: os réus do núcleo político começam a ser julgados. Em especial José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, a trinca de figurões do PT.

O retrospecto do julgamento não é bom para os réus. A manter-se a lógica, teremos uma condenação histórica que servirá como uma lição para a sociedade brasileira, de que o poder não é absoluto e de que ainda há juízes em Brasília. Mas é outro retrospecto que me incomoda.

Em minha "O Buraco da Fechadura" trato do jeitinho brasileiro, nossa maior qualidade e maior defeito ao mesmo tempo. E mostro que o Brasil tem uma história repleta de anjos e demônios, fazendo um retrospecto de certos fatos recentes:

Em 1984, fomos às ruas com mais de 300 mil pessoas pelas Diretas Já, o nosso anjo salvador. Entusiasmados vimos o demônio da Câmara não aprovar a emenda. Brochamos.

Em 1985 elege-se o primeiro presidente civil após anos de governo militar: Tancredo Neves, o anjo salvador. E vem o demônio para matá-lo antes da posse. Brochamos.

Assume José Sarney, que lança o anjo sob a forma do redentor Plano Cruzado. Que logo vira o demônio dos oitenta e seis por cento de inflação ao mês. Brochamos.

Aí vem a Constituinte. O anjo Ulisses Guimarães conduz o povo às ruas e a gente muda tudo. Para ver o demônio nos dar uma montanha confusa de leis que tornam o país quase inviável. Nova brochada.



Surge então o anjo salvador: Fernando Collor de Mello. Que vira demônio e dá no que deu. Brochamos.

Então vem FHC, o anjo que coloca o país nos trilhos em seu primeiro mandato, para virar o demônio do segundo, abrindo caminho para a oposição. Nova brochada.

E então chega Lula, o anjo e seus comerciais. E traz com ele o demônio do Mensalão, da corrupção institucionalizada. Brochamos mais uma vez...

Que coisa! Parece sina: grandes mobilizações populares criando uma expectativa imensa que é depois transformada em decepção. E olha que eu só comecei em 1984. Se olhar antes tem mais.

Por isso estou acompanhando o julgamento do Mensalão com um entusiasmo contido. Comemoro cada pequena vitória, mas controlo imensamente minhas expectativas sobre o que vem pela frente. Enquanto lidaram com banqueiros, assistentes e políticos de menor expressão nossos juízes aplicaram a lei como deve ser. Mas chegou a hora dos tubarões e a partir de agora minha expectativa é zero.

Não, não é pessimismo. É apenas um pequeno truque que aprendi com o pioneiro da ciência da informação Saul Gorn, que um dia disse: “Sempre espere ficar desapontado. E você não ficará.”.  To me poupando de outra grande brochada.



artigo de Luciano Pires do dia 21/09/2012 (Luciano Pires é editor do Café Brasil. Publica seus artigos às sextas-feiras. www.portalcafebrasil.com.br)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Despertar do Guerreiro Interno (O-DGI)



Workshop ensina a vencer a guerra que existe dentro de você

 
Não podemos evitar todas as situações difíceis e as mudanças em nossa vida, mas podemos estar mais preparados para elas. Quando estamos alinhados com nossa própria verdade, conquistamos uma força que nos faz enfrentar mais facilmente qualquer desafio. Muitas vezes não acreditamos que vamos conseguir superar dificuldades ou promover transformações em nossa vida. Isso acontece quando não nos sentimos fortes e confiantes o suficiente para isso. Por isso, precisamos desenvolver certas habilidades que nos fortaleçam e nos possibilitam ir além de nossas limitações. O workshop Despertar do Guerreiro Interno (O-DGI) trabalha a consciência guerreira, nos treinando para a luta travada em nossa própria mente, através de estímulos nos níveis físico, emocional, mental e espiritual integradamente. Assim, nos tornamos mais preparados para lidar melhor com todas as situações da vida.
Na primeira parte do workshop O-DGI, Fernando, nosso professor, nos passou uma nova visão sobre as artes marciais. Sentados no dojo (sala de aula de artes marciais), assistimos sua palestra em um supremo clima de serenidade e paz. Apesar de geralmente associadas a lutas e competições, descobrimos que, mais do que isso, as artes marciais são caminhos de autodesenvolvimento e crescimento espiritual. Elas simbolizam o treinamento do guerreiro moderno, cuja luta não está lá fora, mas sim dentro de nós."Apesar de geralmente associadas a lutas e competições, descobrimos que, mais do que isso, as artes marciais são caminhos de autodesenvolvimento e crescimento espiritual. Elas simbolizam o treinamento do guerreiro moderno, cuja luta não está lá fora, mas sim dentro de nós."
A batalha contra nossa preguiça e padrões negativos repetitivos, contra nossas ilusões e medos, contra aquilo que nos impede de sermos quem verdadeiramente somos, plenos e realizados. Parece estranho que as artes marciais possam nos ajudar a lidar com os desafios pessoais internos, mas foi isso que pudemos aprender ao longo do workshop.

LIBERTE-SE E VIVA SUA VERDADE

Após a parte mais explicativa sobre as artes marciais, realizamos exercícios meditativos e escritos de autoconsciência que nos fizeram refletir de maneira mais profunda, se estamos alinhados com nosso propósito de vida. Fomos instigados a perceber nossos dons e talentos, que acabam passando despercebidos na correria do dia-a-dia, para assim buscarmos novas maneiras de viver mais alinhados com a nossa essência e verdade interior.
Em seguida, passamos para a parte mais corporal do workshop, para vivenciarmos e integrarmos fisicamente aquilo que já havia sido trabalhado até o momento. Aliando artes marciais, yoga e bioginástica, a prática corporal de O-DGI nos traz maior percepção para nossos aspectos sutis, de forma bem significativa: por meio do corpo físico e seus movimentos. É interessante identificar, por exemplo, como podemos ficar travados ao sermos instruídos a fazer movimentos mais espontâneos, mostrando nossa dificuldade em nos soltar e nos entregar à liberdade, para que, assim, possamos ficar mais atentos em nosso dia-a-dia para agirmos com mais espontaneidade e entrega. Essa dificuldade de nos soltar pode refletir também o quanto ansiamos por liberdade, mas o quanto, na realidade, somos nós mesmos que a evitamos, por nos sentir perdidos e travados diante dela.
Outro exemplo é a resistência causada pelo questionamento mental, que nos faz achar que será estranho fazer tais movimentos, mostrando nossa tendência ao julgamento, e, portanto, nossa necessidade de vencermos nossos preconceitos e críticas, que apenas nos bloqueiam. Na realidade, essas foram percepções que senti ao participar de outros tipos trabalhos corporais anteriormente, e foi ótimo perceber que desta vez não senti essas dificuldades! O trabalho fluiu tranquilamente, mesmo nos exercícios mais vigorosos ou mais espontâneos. Percebi que os movimentos e posturas de O-DGI nos ajudam a identificar, através do nosso corpo e de nossas sensações, como estamos em nossas batalhas internas naquele momento. Os exercícios propiciam insights sobre como lidar com os desafios no mundo externo, a partir dessas auto-observações.

TÉCNICA AJUDA A SE CONHECER MELHOR

Ainda que como terapeuta eu busque exercitar a auto-observação permanentemente em minha vida, acessei alguns aspectos bastante interessantes aos quais preciso dar mais atenção. Constatei minha necessidade de trabalhar melhor a integração das minhas energias masculinas e femininas internamente. Percebi que precisava equilibrar melhor minhas atitudes e ações de caráter mais firmes e agressivos, com aquelas mais amorosas e tolerantes.
Outra coisa que chamou a atenção foi que minhas pernas começaram a tremer levemente, no início do workshop, antes mesmo de iniciar a prática física. E esse sintoma continuou durante todo o treino, me deixando curiosa. Fernando sugeriu que poderiam ser desbloqueios energéticos. Que bom! Ao final, conclui que era isso mesmo, pois como meu trabalho no dia-a-dia me exige mais foco nas energias dos chacras superiores (do coração para cima), meus chacras inferiores (do coração para baixo) estavam mais enfraquecidos, e meu físico estava me mostrando isso. No segundo dia do workshop, já pude fazer a prática com as pernas firmes, sem nenhum sinal de tremedeira, e com a percepção nítida dos desbloqueios trabalhados.
Neste segundo dia, Fernando nos passou uma sequência de movimentos, que ele recomenda que a gente realize diariamente pela manhã, antes de começar o dia. Confesso que já experimentei várias outras sequências de curas e atividades físicas recomendadas para serem feitas de manhã, mas pelo tempo que me exigiam e, muitas vezes, pela dificuldade de fazer alguns movimentos, acabava desistindo ou ficando com muita preguiça(olha aí minha necessidade de trabalhar mais a força e a disciplina do guerreiro interno!). Porém, a sequência que o Fernando recomendou é extremamente viável de fazer todos os dias. Exige, sim, a força de vontade, no sentido de me propor realizá-la diariamente. Mas como pode ser feita, a princípio, em quinze minutinhos e os movimentos são simples (mas ainda assim bastante revigorantes), é algo que dá para manter no dia-a?dia, sem sacrifício!
Em apenas dois dias do workshop O DGI, já pude sentir um fortalecimento na disposição e foco. Vinha enfrentando um momento de dificuldade de ação, sabendo que precisava fazer as coisas, mas sem vontade ou ânimo de realizá-las. Percebi uma melhora no impulso de realização e atividade. Agora é treinar o meu guerreiro interno para dar desenvolvimento e manutenção a essa energia.

PARA CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O TEMA

O DGI é ministrado em workshops para grupos e empresas em todo o Brasil, e aulas abertas e regulares, na cidade de São Paulo. Saiba mais aqui sobre o DGI e suas atividades.
SOBRE O AUTOR
Ceci Akamatsu
Terapeuta acquântica, faz atendimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo. É a autora do livro Para que o Amor Aconteça
contato: ceciakamatsu@gmail.com

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