Frases soltas por aí... no mundo!!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PROVÉRBIOS SOBRE BRIGAS.


"Em briga de irmão, não se dá opinião."

"Quando um não quer, dois não brigam."

"Macaco não briga com o pau onde sobe."

"Brigam as comadres, descobrem-se as verdades."


"Disposição para brigar, a ocasião é que dá."

"Quando dois brigam, um terceiro tira proveito."

"Enquanto os cães brigam, o lobo leva a ovelha."

"Em briga de marido e mulher ninguém deve meter a colher."

"Quando o mar briga com a praia, quem apanha é o caranguejo."


"Em briga de cachorro grande, quem mete a mão acaba mordido."

"Quando o mar briga com o rochedo, quem sofre é o marisco."

"Dou um boi para não entrar na briga, mas dou uma boiada para não sair."

"Brigam os ladrões, descobrem-se os furtos."

"Quando dois brigam de mão, o diabo cospe vermelho."

"Quando brigam marido e mulher, nunca metas a colher."

"Briga de homem é de camisa amarrada."


"Não se briga com quem usa saia."

"Brigar com loucos é ser mais louco."

"Em briga de irmãos, não metas a mão."

"Isso é briga de cachorro grande."


"É feio quem só briga de foice."

"Em ruim vila, briga cada dia."

"Gato sem unha não briga."

"Em brigas, valer de pés."


domingo, 1 de setembro de 2013

PROVÉRBIOS DO MÊS DE SETEMBRO


Setembro é o nono mês do ano no calendário gregoriano, tendo a duração de 30 dias. Setembro deve o seu nome à palavra latina septem (sete), dado que era o sétimo mês do calendário romano, que começava em Março. Na Grécia Antiga, Setembro chamava-se Boedromion.
Em 22 ou 23 de Setembro, o Sol cruza o equador celeste rumo ao sul; é o equinócio de setembro, começo do outono no Hemisfério Norte e da primavera no Hemisfério Sul.


“Em Setembro tem Deus a mesa posta.”
 
“Em Setembro, andando e comendo.”
 
“Quem planta no S. Miguel, vai à horta quando quer.”
 
“Se em Setembro a cigarra cantar, não compres trigo para guardar.”
 
“Em Setembro, cara de poucos amigos e manhã de figos.”
 
“Para vindimar deixa o Setembro acabar.”
 
“Em Setembro ardem os montes e secam as fontes.”
 
“Em tempo de figos não há amigos.”
 
“Vindima molhada, pipa depressa despejada.”
 
“Águas verdadeiras, por S. Mateus (dia 21) as primeiras.”
 
“Em Setembro planta, colhe e cava que é mês para tudo.”
 
“S. Miguel soalheiro enche o celeiro.”
 
“Agosto tem a culpa, e Setembro leva a fruta.”

“Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.”

“Setembro, ou seca as fontes ou leva as pontes.”

sábado, 24 de agosto de 2013

Provérbios de Agosto


Agosto, do latim augustus, é o oitavo mês do calendário gregoriano. É assim chamado por decreto em honra do imperador César Augusto. Este não queria ficar atrás de Júlio César, em honra de quem foi baptizado o mês de julho, e, portanto, quis que o "seu" mês também tivesse 31 dias. Antes dessa mudança, agosto era denominado Sextilis ou Sextil, visto que era o sexto mês no calendário de Rômulo (calendário romano).

Eventos históricos

  • 4 de Agosto de 1578 - Batalha de Alcácer-Quibir, na qual o rei de Marrocos derrota o rei D. Sebastião de Portugal.
  • 6 de Agosto de 1945 - Lançamento da 1ª bomba atômica sobre alvo humano, em Hiroshima, Japão, pelos EUA.
  • 14 de Agosto de 1385 - Batalha de Aljubarrota entre tropas portuguesas e castelhanas, que garante a independência de Portugal e coloca fim à Crise de 1383-1385.
  • 19 de agosto de 1839, o daguerreótipo é apresentado. Dia Internacional da Fotografia.
  • 21 de agosto de 1947 - Emancipação do município de São João de Meriti, no Brasil.
  • 24 de Agosto de 1954 - Getúlio Vargas, presidente do Brasil, suicida-se com um tiro no peito.
  • 24 de Agosto de 2006 - Plutão é rebaixado para a categoria de planeta-anão
  • 25 de agosto - Dia do Soldado, no Brasil, data do nascimento de Luís Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias.
  • 26 de agosto de 1899 - Fundação de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.

“Luar de Janeiro não tem parceiro; mas lá vem o de Agosto que lhe dá no rosto.”
 
“Em Agosto, palhas ao palheiro, meninas ao candeeiro.”
 
“Quem em Março come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha.”
 
“Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.”
 
“Em Agosto sê cuidadoso e não largues o preguiçoso.”
 
“Sê em Agosto cuidadoso e aguilhoa o preguiçoso.”
 
“Quando chove em Agosto, não metas teu dinheiro em mosto.”
 
“Terra lavrada em Agosto, à estercada dá o rosto.”
 
“Primeiro de Agosto, primeiro de Inverno.”
 
“Quem em Agosto ara, riquezas prepara.”
 
“Em Agosto, toda a fruta tem seu gosto.”
 
“Bom é o ano quando em Agosto sobre a castanha se chupa o mosto.”
 
“Agosto, frio no rosto, malha com gosto.”
 
“Agosto amadurece, Setembro vindimece.”
 
“Em Agosto, sardinhas e mosto.”
 
“Névoas de Agosto, nem bom nabo, nem bom magusto.”
 
“Trovoadas em Agosto, melhora o mosto.”
 
“Quem não debulha em Agosto, debulha com mau gosto.”
 
“Agosto tem a culpa, e Setembro leva a fruta.”

“Em Agosto, antes vinagre do que mosto.”

“Em Agosto, nem vinho nem mosto.”

“Em Fevereiro, chuva; em Agosto, uva.”

“Não é bom o mosto colhido em Agosto.”

“O mês de Agosto será gaiteiro, se for bonito o 1º de Janeiro.”

“Por Santa Maria de Agosto repasta a vaca um pouco.”
 
 “Se queres ver o teu marido morto, dá-lhe couves em Agosto.”

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Dia do Folclore - 22 de agosto

Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.

Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a 

Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação".

Para que serve?
O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.

Qual a origem da palavra "folclore"?
A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. "Folk", em inglês, significa "povo". E "lore", conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer ''conhecimento popular''. O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura européia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado "Folk-lore". No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se "folclore".


Qual a origem do folclore brasileiro?

O folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios, brancos e negros.

Região Sul

Danças: congada, cateretê, baião, chula, chimarrita, jardineira, marujada.
Festas tradicionais: Nossa Senhora dos Navegadores, em Porto Alegre; da Uva, em Caxias do Sul; da Cerveja, em Blumenau; festas juninas; rodeios.
Lendas: Negrinho do Pastoreio, do Sapé, Tiaracaju do Boitatá, do Boiguaçú, do Curupira, do Saci-Pererê.
Pratos: Baba-de-moça, churrasco, arroz-de-carreteiro, feijoada, fervido.
Bebidas: chimarrão, feito com erva-mate, tomado em cuia e bomba apropriada.

Região Sudeste

Danças: fandango, folia de reis, catira e batuque.
Lendas: Lobisomem, Mula-sem-cabeça, Iara, Lagoa Santa.
Pratos: tutu de feijão, feijoada, lingüiça, carne de porco.
Artesanato: trabalhos em pedra-sabão, colchas, bordados, e trabalhos em cerâmica.

Região Centro-Oeste

Danças: tapiocas, congada, reisado, folia de reis, cururu e tambor.

Festas tradicionais: reisado (festa de reis), a iluminação (se dá na festa do Divino), a Cavalhada, a dança dos mascarados, o Cururú, o Siriri, a Viola-de-cocho, e muitas outras festas.

Lendas: pé-de-garrafa, Lobisomem, Saci-Pererê, Ramãozinho.

Pratos: Mogica de pintado, Maria Izabel (carne seca com Arroz), Bolo de Arroz, Francisquito (biscoito de trigo), Paçoca de pilão (Farofa de carne seca socada no

pilão), Farofa de banana e muitas outras iguarias encontradas na região.

Região Nordeste

Danças: frevo, bumba-meu-boi, maracatu, baião, capoeira, caboclinhos, bambolê, congada, carvalhada e cirandas.
Festas: Senhor do Bonfim, Nossa Senhora da Conceição, Iemanjá, na Bahia; Missa do Vaqueiro, Paixão de Cristo, em Pernambuco; romarias - destaca-se a de Juazeiro do Norte, no Ceará.
Pratos - Arroz de Hauçá, Baba-de Moça, Frigideira de camarão, Bolo-de-Milho e outros.


Região Norte

Danças: marujada, carimbó, boi-bumbá, ciranda.
Festas: Círio de Nazaré (Belém), indígenas.
Artesanato: cerâmica marajoara, máscaras indígenas, artigos feitos em palha.
Lenda: Sumaré, Iara, Curupira, da Vitória-régia, Mandioca, Uirapuru.
Pratos: caldeirada de tucunaré, tacacá, tapioca, prato no tucupi .

Principais manifestações folclóricas:

BUMBA-MEU-BOI - Auto ou drama pastoril que por tradição é representado durante o período natalino, como sobrevivência das festividades cristãs medievais, em que o culto do boi se fazia em homenagem ao nascimento de Cristo. De tradição luso-ibérica do século XVI, nasceu dos escravos e pessoas agregadas aos engenhos e fazendas.

PASTORIL - Festa de origem portuguesa, onde "pastoras" vestidas de azul e encarnado, se apresentam diante do presépio em atitude de louvor ao Menino Jesus. Representado durante o Natal.

REISADO - De origem ibérica, é caracterizada por um grupo de pessoas que se reúne para cantar e louvar o nascimento de Cristo. Os praticantes personificam a história dos gladiadores romanos, dos três reis magos e a perseguição aos cristãos. A época principal de exibição são as festividades natalinas, sobretudo no período dos Santos Reis, e o local é de preferência diante de uma lapinha ou presépio. O enredo mais autêntico é registrado em Juazeiro do Norte.

CANINHA VERDE - Dança-cordão de origem portuguesa, introduzida no Brasil durante o ciclo da cana-de-açúcar. Apresenta também elementos de outros folguedos, tais como: casamento matuto (quadrilha junina), mestres e a formação de cordões (pastoril).

DANÇA DO COCO - Surgiu nos engenhos de açúcar, entre os negros existentes no Ceará. Nasceu da cantiga de trabalho, ritmada pela batida das pedras quebrando os frutos, transformando-se, posteriormente, em dança, surgindo uma variedade de temas e formas de coco (coco de praia, do qual participa apenas o elemento masculino, e o coco do sertão, dançando aos pares, homens e mulheres). Dançado em roda, numa forma rítmica altamente contagiante e sensual.

MANEIRO PAU - Surgiu na região do Cariri na época do cangaço. Caracteriza-se por uma dança cujo entrechoque dos cacetes e o coro dos dançarinos produzem a musicalidade e a percussão necessárias. No Crato, o grupo de Maneiro Pau associado à Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto realiza a dança com características dramáticas. É representado nos sítios, subúrbios e pés-de-serra do Crato e cidades vizinhas por ocasião de comemorações diversas.

FOLIA DE REIS - Originalmente, festa popular dedicada aos Três Reis Magos em sua visita ao Deus Menino. É caracterizada por um grupo de pessoas que visitam amigos ou conhecidos, a partir do dia 2 de janeiro ou nas vésperas dos Reis (5/1). Nas visitas eles cantam e dançam versos alusivos à data, ao som de instrumentos e solicitam alimentos e dinheiro. É tradicional utilizar a arrecadação para a ceia no dia de Nossa Senhora das Candeias (2 de fevereiro). A visita noturna tem mais graça quando se torna uma surpresa.

TORÉM - Dança indígena originária dos descendentes dos índios Tremembé, nativos do povoado de Almofala, no distrito de Itarema, o Torém surgiu por volta do século XVIII no Ceará. É simples e imitativa da fauna local, tendo como ponto alto o momento em que é servido o "mocororó", uma bebida fermentada do caju, bastante forte. O espetáculo é de grande plasticidade.

DANÇA DE SÃO GONÇALO - Como parte integrante da bagagem cultural do colonizador lusitano, a dança que integrava o culto a São Gonçalo do Amarante, bastante popular em Portugal, foi introduzida no Brasil, sendo, talvez, um dos ritmos mais difundidos do catolicismo rural brasileiro. No município de São Gonçalo do Amarante a dança é realizada durante a festa do santo padroeiro e apresentada em nove jornadas, num ambiente de muita fé e animação. São Gonçalo é o protetor dos violeiros e das donzelas casamenteiras.

MARACATU - De origem africana, consiste num desfile de reis. Apresenta-se em forma de cortejo carnavalesco que baila ao som de instrumentos de percussão, acompanhando uma mulher que na extremidade de um bastão conduz uma bonequinha ricamente enfeitada - a calunga. A dança se dá em passos lentos e cadenciados.

MÊS DO CACHORRO LOUCO - AGOSTO

Não é novidade para ninguém que o mês de Agosto é o do Cachorro Louco, da Bruxa na Aviação e das fantásticas Noites do Terror. Talvez por isso Agosto seja o mês com o maior número de simpatias e superstições em todo o mundo.

Mas por quê? Qual a verdadeira origem destas simpatias e superstições? Veja aqui algumas histórias e curiosidades sobre o mês de Agosto no Brasil e em outros países.

Diz a história que foram os romanos que deram ao oitavo mês do ano o nome de Agosto em homenagem ao imperador César Augusto. Como o cara na época estava conseguindo grandes vitórias, como a conquista do Egito e a sua “promoção” a cônsul, não queria ficar atrás do imperador Júlio César - cujo mês de Julho é em sua homenagem - e acabou decidindo que o “seu” mês também teria 31 dias.


Mas foi entre os romanos que o mês de Agosto começou a ser considerado azarento, embora não se saiba exatamente o motivo. Os caras acreditavam que existia um dragão imenso e terrível, que andava pelo céu cuspindo fogo durante o mês de Agosto. Mas depois descobriram que o tal “Dragão” era a constelação de Leão, visível nos céus do hemisfério norte naquele período do ano. 

Em Portugal o medo do mês de Agosto surgiu no período das grandes navegações, que duravam muitos meses e até anos. As mulheres portuguesas não casavam nunca no oitavo mês, porque era nessa época que os navios das expedições saíam à procura de novas terras. Daí, casar em Agosto significava ficar sozinha e às vezes sem lua-de-mel. Algumas até ficavam viúvas. 


Já aqui no Brasil, com a influência dos portugueses, essa crença chegou e se espalhou. Daí o dito popular “Casar em Agosto traz desgosto”.  E tem também aquela onda de que os cachorros contraem a Raiva nesse mês. Daí o nome de “mês do cachorro louco“.

Na Argentina muitos deixam de lavar a cabeça em Agosto porque acreditam que isso chama a morte. 

E na África o dia 24 de Agosto é o chamado “dia em que o Diabo anda solto” - dia de todos os exús.


Na França o mês é maldito pois em 24 de Agosto de 1572 Catarina de Medici ordenou o massacre de São Batolomeu, matando de dezenas de milhares de pessoas. 

Na Polônia, em 14 de Agosto de 1831 os poloneses foram derrotados pelos russos na Revolta de Varsóvia, que também matou muita gente. Por isso a galera não gosta do mês de Agosto.

No Marrocos, em 14 de Agosto de 1844 a França invadiu o país; 

No Cambodja, em 11 de Agosto de 1863 a França tomou a nação; 

Na Alemanha, em 3 de Agosto de 1932 Hitler assumiu o governo alemão após a morte de seu antecessor; 

Na China, em 8 de Agosto de 1937 o Japão invadiu Pequim; 

No Japão, nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, as cidades de Hiroshima e Nagazaki foram destruídas por bombas atômicas.

Em muitos lugares acredita-se que as assombrações, fantasmas que gemem e arrastam correntes, almas penadas que balançam as redes de quem dorme e outras coisas similares acontecem em Agosto, porque este é o mês do frio e da ventania.

E aí? 

Conhece alguma simpatia para o mês de Agosto? Eu conheço aquela em que deve-se usar a camisa ao avesso para se proteger do azar e do cachorro louco.


LENDAS CAPIXABAS (ESPÍRITO SANTO)


1 – Praia dos Padres
Os antigos moradores da região diziam que a praia era “assombrada”, pois escutavam pescadores conversando, como se os barcos estivessem se aproximando e quando chegavam a praia nada viam além de onda e água. Ao anoitecer escutavam pessoas falando e gritando, parecia que a ela estiva cheia de veranistas. O mar subia tanto que no dia seguinte as raízes das castanheiras pareciam dedos de uma mão velha e cansada – mãos de bruxa.
Todos estes fatos estranhos deixavam os moradores assustados. Para acabar com as assombrações, todo padre que aqui chegava era levado a benzer e rezar a praia, originando o nome da praia.
2 – Mulher Pata
Antigamente as famílias eram muito numerosas. Quando nascia o sétimo(a) filho(a) do casal, segundo a tradição o filho (a) deveria batizar a criança, se isso não acontecesse quando o bebê crescesse: se fosse homem – nas noites de lua cheia virava LOBISOMEM e se fosse mulher viraria MULHER PATA.
Ela ia para as pedras, se escondia no mato, tirava a roupa e se contorcia fazendo com que as penas surgissem. Quando a transformação se completava a PATA voava para o alto mar, pousava no mastro dos barcos e ficava escutando a conversa dos pescadores. Depois de escutar o que queria voava de volta para as pedras e se contorcia até se transformar em mulher novamente, vestia a roupa e saia pela vila contando tudo que havia escutado.
Quando os pescadores voltavam da pescaria dias depois, ficavam intrigados ao verificarem que todos sabiam o que haviam conversado em alto mar. Como era possível se todos retornaram juntos? Começaram a observar que quando isso acontecia sempre uma pata havia pousado no mastro do barco. Concluíram que era a MULHER PATA que havia feito a fofoca.

3 – Mãe-Bá
Havia em Guarapari uma grande lagoa e as suas margens habitava uma tribo de índios que em determinada época foi chefiada por uma velha índia chamada BÁ. Alem de chefe ela era curandeira, protetora e conselheira de toda a tribo, e por isso era considerada a “mãe” de todos, que em tupi-guarani é ESSÉ e significa “olhar por todos”.
Certo dia uma indiozinho adoeceu e BÀ tentou curá-lo com pajelança, ervas e raízes, enfim todos os recursos naturais de que dispunham, sem resultado. Apelou então para uma oferenda aos Deuses da Natureza na lagoa. Pegou uma canoa e foi remando até o meio, de repente algo de estranho aconteceu. Era como se os espíritos estivessem contra ela, por tê-los desafiado. BÁ gritou aterrorizada, os índios foram até a lagoa e viram a canoa virada e com marcas de sangue. Dias depois o corpo de BÁ apareceu com marcas de violência. Os índios pegaram o corpo e cremaram, conforme seus costumes e jogaram a cinza na lagoa. Depois disso, de acordo com a história houve uma grande abundância de peixes na lagoa e em homenagem a índia – recebeu o nome de “LAGOA de MÃE-BÁ.

4 – Mãe do Ouro
Segundo a lenda a Mãe do Ouro é uma menina muito bonita, loira de olhos azuis e quem tiver a sorte de encontrá-la, deverá cortar o dedo e deixar que três gotas de sangue caiam sobre sua cabeça, para que ela se transforme em ouro em pó.
Antigamente, era necessário buscar lenha para cozinhar, nas matas que cercavam as vilas e cidades. Contam que um senhor de nome Manoel e mais três companheiros de Muquiçaba, foram cortar lenha. Marcaram um ponto de referência para se encontrar na volta e cada um seguiu uma trilha. O Sr. Manoel entrou na mata e deparou-se com uma menina, muito bonita e bem vestida, que lhe perguntou o caminho, pois estava perdida. Admirado ele lhe ensinou a trilha de saída, só que ela embrenhou-se mata adentro, não lhe dando ouvidos. Ele a seguiu, mais de repente ela sumiu e o Sr. Manoel acabou se perdendo e só depois de várias horas conseguiu sair e encontrar os companheiros. Ao contar-lhes o que havia acontecido, deixou-os indignados. Eles disseram: “Seu MINGUTA CAPELIDO” (uma ofensa que não consegui entender ou esclarecer o significado) – “você encontrou a Mãe do Ouro, se tivesse dado um pequeno corte no dedo e pingado três gotas de sangue nela – ela se transformaria em ouro em pó. Nunca mais vamos ficar ricos, esta oportunidade só acontece uma vez na vida.
5 – Escalvada
A Ilha Escalvada ou do Farol é uma área de proteção ambiental.
Segundo os moradores ela é encantada, pois em determinados dias ela se transforma em: barco, baleia, bolo de aniversário, castelo, navio, tartaruga e outras formas. O curioso é que isto acontece durante o dia e muitos já viram este fenômeno, inclusive a TV Guarapari já gravou a Ilha se transformando.
6 – Tesouro dos Holandeses
Segundo a história um navio holandês naufragou na costa de Meaípe, na época em seus habitantes eram os índios. Alguns náufragos deram na praia e os índios encantados com a brancura de sua pele, o azul dos seus olhos e o loiro dos seus cabelos, os receberam como enviados dos Deuses.
Eles conseguiram trazer um baú cheio de moeda de ouro e como não havia como usar tanta riqueza numa terra tão selvagem, resolveram escondê-lo, enterrando-o em algum lugar na região. Até hoje alguns se aventuram em procurar o tesouro.

7- A Sereia de Meaípe
A literatura das mais diferentes culturas faz referência a sereias e elas são protagonistas de histórias, lendas, poemas e canções desde há muitos séculos: de trechos da famosa Odisséia que narra a história de Ulisses, herói grego e rei de Itaca, até os mais atuais desenhos animados exibidos nas telas de cinema e televisão.
Sereias compõem o cenário de histórias dos primeiros habitantes do Brasil- os índios- sob a denominação de Mãe d`Água ou Iara- tecidas, contadas e repassadas à luz da lua ao atento olhar de crianças e adultos.
Certamente, nos recônditos da memória de quase todos, com em um relicário, acham-se guardadas as mais belas histórias de sereias.
A história da Sereia de Meaípe é singela e comovente como todas as belas histórias e encontra-se perpetuada não somente pela tradição oral como também pelo registro literário de autores como Maria Stella de Novaes, Fausto Teixeira, Lindolfo Gomes, Rodrigo Campaneli - capixabas, em sua maioria.
Suas raízes remontam à época da colonização do Espírito Santo, quando seu solo era palmilhado por pés dos índios goitacás.
Diz a lenda que um navio holandês naufragou em águas capixabas e alguns sobreviventes aportaram em Meaípe, lançados à praia pelas ondas e abraçados a pedaços de madeira. Os silvícolas os receberam como dádivas dos deuses do oceano, não apenas por serem jovens, mas por terem os cabelos do sol e os olhos do mar.
Os sobreviventes passaram a usufruir a hospitalidade dos índios e, aos poucos, foram se inteirando de sua língua, seus costumes, suas crenças. A miscigenação foi conseqüência natural da convivência e da adoção da nova terra e do novo povo e muitos deles se casaram com aquiescência do cacique goitacá.
Entretanto, um dentre os náufragos não pretendia viver em Meaípe e excursionava pelo litoral capixaba em busca da civilização. Certa vez, avistou uma linda moça em meio às ondas.
Era uma visão fascinante sob os raios da lua que se refletiam em seus longos e sedosos cabelos e prateavam as águas cristalinas.Ao tentar se aproximar, ela mergulhou e, de longe, passou a entoar uma linda e estranha cantiga, desaparecendo depois.
O rapaz que se chamava Augusto ficou encantado pela moça e permaneceu no local determinado a reencontrá-la. A sereia, pois era uma sereia- reapareceu e dessa vez, conversou com ele e disse chamar-se Mariana. Contente, Augusto tentou se aproximar mais e mergulhou, nadando em sua direção. Mariana gritou-lhe que não o fizesse porque sabia que a Mãe-d´àgua jamais aceitaria um relacionamento entre ela e um ser humano. Mas Augusto não lhe deu ouvidos e foi arrastado para as profundezas, tendo sido transformado numa rocha pela Mãe- d´água.
Mariana, debulhada em lágrimas, passou a noite sobre a rocha entoando tristes canções. No entanto, no dia seguinte, sabedora de que Augusto ficara amigo do pajé da tribo, Mariana o procurou e contou o que acontecera. O pajé explicou que nada poderia fazer porque o feitiço só poderia ser desfeito pelo próprio Augusto. Como Mariana considerava isso impossível, já que Augusto estava petrificado, pediu ao feiticeiro que a transformasse em um ser humano.
Recebeu uma poção das mãos do pajé, tomou-a e adormeceu a ao acordar viu que sua cauda foi substituída por lindas pernas.
Mariana logo se acostumou à nova situação e passou a dar longas caminhadas pela praia. Um dia um siri a viu, a reconheceu e espalhou a novidade pelos sete mares. Quando a Mãe-d´àgua tomou ciência da transformação de Mariana, ficou furiosa e partiu para Meaípe, montada em seu cavalo, em busca da sereia rebelde. No entanto, os deuses protegem amantes e, ao se aproximar velozmente da pequena praia, seu cavalo tropeçou lançando-a sobre uma pedra. Augusto, em troca, teve de volta sua forma humana, e, como em todas lindas histórias, casou-se com Mariana e foram felizes para sempre.

Compilado de Thiago Corradi

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O QUE É "O QUINTO DOS INFERNOS..."?????



"O 1/5 e os 2/5 dos infernos" 

Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".

Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam "O Quinto dos Infernos".

E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.

A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".

Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira",
que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira chegou ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.

Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...


Para quê?

Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros? O Senado com sua legião de "Diretores"?
A festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos 3 Poderes (Executivo/Legislativo e Judiciário)?
Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!

E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente...!




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Superstições que as pessoas ainda acreditam (ou será que devem acreditar??)

Normalmente uma superstição é uma espécie de crendice popular sem base científica, criadas pelo povo e passada de geração para geração. Ainda há pessoas que acreditam e há outras que consideram isso baboseiras absurdas!
Eis uma lista com dez superstições que são curiosas, sem haver uma explicação natural ou científica sobre isso. Ou há?


SIMPATIAS, SUPERSTIÇÕES E CRENDICES POPULARES.


O que são?

As simpatias folclóricas e superstições são crendices criadas pelo povo. Muitas pessoas acreditam nelas e as seguem como forma de evitar algo ruim em suas vidas ou até mesmo para atrair e realizar coisas boas. Não possuem nenhuma base científica, porém são interessantes exemplos da cultura popular e do folclore brasileiro. São mais comuns nas regiões rurais do que nos grandes centros urbanos. Nas simpatias a pessoa deve realizar alguma coisa para obter ou afastar algo. Já as superstições ficam apenas no campo da crendice, sem necessidade de realização de algo prático. 



EXEMPLOS DE SIMPATIAS DO FOLCLORE BRASILEIRO:

·         Para afastar os maus espíritos, deve-se colocar sal numa panela e esquentar no fogo.

·         Para nos livrarmos dos maus olhados, devemos espalhar sal grosso pelos cantos da casa.

·         Para fazer um bebê parar de soluçar, basta colar em sua testa um pedaço de linha enrolado e molhado.

·         Para parar de soluçar (esta serve para crianças e adultos), devemos tomar três goles de água.

·         Para a mulher casar rápido, ela deve pegar três fios do seu cabelo e colocar debaixo do véu de uma amiga que está se casando, sem que esta perceba.

·         Para ter sucesso na agricultura, deve-se plantar alho numa sexta-feira santa.

·         Para que uma amiga não fique solteira a vida toda, deve-se cumprimentar ela sempre com três beijos no rosto toda vez que a encontrar.

·         Para fazer uma verruga sumir, deve-se passar sobre ela três grãos de feijão e depois jogá-los para trás sem olhar onde eles caíram.

·         Para conseguir sucesso no casamento, a noiva deve usar uma peça de roupa cor-de-rosa por debaixo do vestido.

·         Pular sete ondas no dia de ano novo traz sorte durante todo ano.

·         Usar roupa branca no primeiro dia do ano traz paz, sorte e saúde em todos os dias do ano.

·         Para tirar uma boa nota numa prova escolar, deve-se entrar na sala de aula com o pé direito.



EXEMPLOS DE SUPERSTIÇÕES DO FOLCLORE BRASILEIRO:

·         Passar por debaixo de uma escada traz azar.

·         Quebrar um espelho resulta em sete anos de azar.

·         Encontrar um trevo de quatro folhas traz muita sorte.

·         Sapo morto de barriga para cima é indício de chuva.

·         Encontrar um gafanhoto verde dentro da residência é indicativo de sorte futura.

·         Quando uma faca cai no chão é sinal de que uma briga acontecerá no lar. Para evitar esta briga é necessário riscar uma cruz no chão, no mesmo local onde a faca caiu.

·         Se uma mulher sair na rua sozinha após a meia-noite, na sexta-feira santa, ela se transformará numa mula-sem-cabeça.

·         Se uma pessoa comer carne na sexta-feira santa poderá se transformar num cavalo.

·         Contar estrelas apontando-as, faz nascer verrugas nos dedos da mão.

·         Desenhar um Sol no chão faz a chuva parar.

·         Pio de coruja é mau agouro.

·         Entrar em casa com terra de cemitério no calçado pode provocar a morte de uma pessoa da residência.

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