Frases soltas por aí... no mundo!!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

QUE BOM “NÃO TER NADA PARA SE FAZER” NO INTERIOR!


texto enviado por Eduardo Salles Pimenta Filho

As diferenças que existem entre cidades pequenas do interior e cidades cosmopolita (como São Paulo) são diversas, como centro de lojas famosas; concentração de lanchonetes famosas mundialmente; horário de funcionamento do comércio, entre outras diferenças.
Alguém que esteja acostumado com o cotidiano corrido e frenético de São Paulo, perceberá o contraste (além do ritmo do cotidiano de uma cidade pequena do interior) das opções de entretenimento, e muitas vezes, não gostando, achando entediante, já que não é o ambiente em que se está acostumado. Essa percepção de contraste também se aplica a alguém que seja de uma cidade pequena do interior e vai para São Paulo, porém diferente no sentido de experiência agregadora, já que está tendo contato com opções de entretenimento que não existem na sua cidade, causando euforia pelo aumento dessas opções.
Dentro de todo esse contexto, ocorre uma situação curiosa que dependerá da observação dos mais sensíveis no tocante as relações humanas, que é o desenvolvimento da capacidade de se relacionar, interagir, e, consequentemente, acolher.
Centros urbanos como São Paulo dispõem diversas opções para entretenimento individual, que podem ser praticadas coletivamente (baladas, cinemas, teatros, casa de shows), mas não é um entretenimento de interação humana, que facilite a sociabilidade, são entretenimentos praticados individualmente mesmo estando com amigos (como ir ao cinema com amigos; todos assistem o filme juntos, mas não conversam durante, o que é natural pela forma que se assiste um filme. Por isso é uma experiência individual, telespectador e a obra, mesmo estando em grupo.), assim não tendo interação profunda com o outro indivíduo (o que, normalmente, já faz parte do cotidiano de São Paulo que é tão corrido), como uma troca de ideias, troca de experiências, resultando em indivíduos superficiais, “vazios” para uma rica conversa.
No interior, uma cidade pequena, de aproximadamente quarenta (40) mil habitantes, não possui a variedade de opções de entretenimento como São Paulo, em decorrência disso, esses habitantes desenvolvem uma capacidade maior de interação humana (já que não tem muita opção de entretenimento), tornando-se pessoas mais sinceras e profundas no que envolve a interação. Se valoriza mais as relações sociais humanas como reflexo da falta de opções de entretenimentos comuns nos grandes centros urbanos.
Que bom “não ter nada para se fazer” no interior!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A força do sonho



ryan_3Com coragem e persistência, criou pontes de solidariedade entre o seu país e a África.
Ryan Hreljac nasceu no Ontário, no Canadá, em 1991.
Quando tinha 6 anos, uma conversa com a professora da escola primária mudou-lhe a vida. Ela falou na aula das pessoas pobres de África. Contou, entre outras coisas, como elas passam por grandes dificuldades para disporem de água potável e terem acesso a poços. Acrescentou ainda a professora que, sem água potável, as pessoas, e especialmente as crianças, podem ficar doentes e, até, morrer.

Esforço quase em vão


Ryan Hreljac, apesar de ter 6 anos e muita vontade de brincar, naquele dia ia a caminho de casa a pensar. Passava em frente de um fontanário em que a água estava horas e horas, sem parar, a correr. E, lá na África, as crianças da sua idade tinham de andar quilometros e quilometros, durante horas, para levar uns cinco litros de água para casa.
Foi ter com a mãe e disse-lhe:
– Mãe, quero comprar um poço de água para as crianças de África. A professora disse que custava 70 dólares.
Mas a mãe não lhe deu o dinheiro sem mais. Combinou com o filho que ele fazia algumas tarefas em casa e que receberia por isso.
Quando juntou os 70 dólares, Ryan foi com a mãe à sede da WaterCan, uma ONG que perfura poços na África.
Ao ser atendido, ele recebeu uma novidade que podia tê-lo assustado: abrir um poço não custava 70 dólares, mas 2.000 (dois mil) dólares.
E a mãe também lhe disse:
– Filho, não posso dar-te todo esse dinheiro, nem que limpasses a casa toda a vida.
Mas o pequeno Ryan não se rendeu. E prometeu ao senhor que os atendia:
– Vou voltar!

E voltou


Ryan Hreljac animou os irmãos, vizinhos e amigos a trabalhar como ele. Com horas de trabalho e venda de produtos, entre todos, conseguiram juntar 700 dólares. E Ryan foi ter com a WaterCan triunfal. E a ONG canadiana comprometeu-se a juntar o que faltava.

A água correu

Em 1999, a WaterCan abriu o poço financiado por Ryan Hreljac, os seus irmãos, vizinhos e amigos, numa aldeia do Norte do Uganda. A água começou a jorrar perto da escola primária de Angolo.
Nesse mesmo ano, Ryan Hreljac criou a fundação Ryan’s Well (o Poço de Ryan). Desde então já permitiu a mais de quinhentas mil pessoas terem acesso a água potável.

Partilha gera partilhas


Agora com 20 anos, Ryan continua a recolher fundos e a viajar por todo o mundo solicitando apoios.
Ele diz que, a partir o momento em que começou a fazer algo pelas crianças de África, entendeu a razão de ter nascido:
– Esta experiência ajudou-me muito. Aprendi que somos todos iguais. Aprendi que as crianças precisam de certas coisas para viverem com saúde e felizes, independentemente do lugar onde vivem. Precisam de alimentos suficientes para comer e de água para sobreviver. Precisam de ter condições para ir às aulas e oportunidades para brincar e divertir-se. Robustos e bem preparados, também eles poderão ajudar a Humanidade inteira.
E, de fato, foi o que aconteceu com os alunos e o restante do pessoal da escola primária de Angola, em Uganda. Decidiram que também eles podiam partilhar algo. E, voluntariamente, durante cinco dias, no horário pós-escolar, vão ajudar os idosos e os doentes com AIDS.
Há crianças que lhe perguntam o que podem partilhar, apesar de terem apenas o mínimo para sobreviver. E Ryan responde com a sabedoria que aprendeu da atitude da mãe quando ele tinha 6 anos:
– Dá apenas um pedacinho. Pensa no que tens, no que queres e naquilo de que precisas realmente… e terás a resposta.

Cinco maiores arrependimentos antes de morrer

A especialista do Hospital Einstein comenta os cinco maiores arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer.


Post from https://menteseficientes.jux.com/799394 / Hospital Albert Einstein

A ORIGEM DA BAIXARIA



Muitas vezes as pessoas sentem vontade de manifestar uma opinião pouco elevada sobre um grupo, seja ele um time rival, o partido oponente ou coisa parecida.
Nesse caso são usadas palavras de tom pejorativo, o que muitas vezes leva a discussões e coisas piores. Hoje lidaremos com as origens de algumas delas, recomendando que se pense nas consequências de um eventual uso.

RALÉ  -  aventa-se que venha do Francês ralée, “ida, partida”, em relação a uma ave de caça. Depois se teria aplicado à presa dessa ave e o significado daria ainda um passo, que seria o de designar os criados que desempenhavam as tarefas de lidar com as aves de caça.

ARRAIA-MIÚDA  -  vem do Árabe ar-rahya, “rebanho” e, por extensão, “povo, plebe”. A palavra  miúda está aí como intensificativo da ideia de “insignificante, sem valor”.

ESCÓRIA  -  do Grego skoria, “restos, resíduos” derivado de skor, “fezes, excremento”. Este desaforo é dos bons.

GENTALHA  -  de gente, do Latim gens, “povo, família, população”,  mais o sufixo pejorativo –alha, que veio do Latim –alia ou  -acula, um formador de substantivos femininos.

PATULEIA  -  aparentemente vem de patola, “tolo, pouco inteligente”, um derivado depato, ave que ainda não conta com nenhum Prêmio Nobel entre suas hostes.


POVARÉU  -  do Latim populus, “povo, gente”.

PLEBE  -  do Latim plebes, “povo, pessoas sem distinção que formavam as camadas mais baixas da sociedade”. Usa-se muito em moposição à ideia de “nobreza” ou de “elite”.

VULGO  -  do Latim vulgus, “gente comum, multidão”, com um significado muito semelhante ao de plebe. Daí derivou o adjetivo vulgar, “de qualidade inferior, de mau gosto”.

BANDO  -   do Latim bandus, “grupo de pessoas que foram banidas de um lugar”, isto é, que sofreram um ato legal de expulsão por seus crimes.
E banir vem do Germânico bannan, “proclamar, proibir, ordenar” e originalmente queria dizer “declarar em público”.
Deriva da base Indo-Europeia bha-, “falar”. O sentido evoluiu no Germânico de “falar” para “proibir, expelir, impedir” e passou ao nosso idioma através do Francês banir, “proclamar, condenar ao exílio”.

CANALHA  -  usa-se mais como desaforo individual, mas tem também o sentido de “grupo de gente desprezível, infame”. Vem do Latim canis, “cão”. Este, coitado, é o melhor amigo do homem mas tem que aguentar todos esses desaforos.

CÁFILA  -  do Árabe qâfila, “caravana”. Era comum as caravanas serem compostas por indivíduos de moral duvidosa, daí a fama.

SÚCIA  -  é uma alteração de sociedade, com intenção difamatória.

CORJA  -  do Malaio horchchu, “vintena”. De um designativo numeral passou a ser usado para uma quantidade de gente de baixo nível, mal-intencionada.

ESCUMALHA  -  do Frâncico skum, “sobrenadante, material que vem à tona ao se ferver algo”, com mistura do Latim spuma, “espuma”. Trata-se de material indesejável, que deve ser retirado e desprezado, o que proporciona um boa metáfora.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mais Amor Por Favor: usando a tecnologia para difundir o amor


Vjsuave-maisamor3_slide


Temos acompanhado com afinco o trabalho de projeções amorosas da dupla vjsuave aqui no The Creators Project. Anunciamos seu plano de espalhar o amor por São Paulo, mostramos as aventuras das almas de moradores de rua, e vimos a frase “mais amor, por favor” se espalhar pelas ruas da cidade em diversos suportes, até ganhar o universo da internet.
Lançado pela dupla Ceci Soloaga e Ygor Marotta, em 2009, mais amor, por favor se disseminou e ganhou força, se tornou um movimento, e teve diversos desdobramentos. Assim, os artistas resolveram reunir tudo o que foi feito de lá pra cá em uma única exposição, a Ilumina Suave , que abre na próxima quinta, dia 12 de julho. “É a união de toda filosofia ‘mais amor’ através de pinturas, desenhos, aquarelas, performance audiovisual, lambe-lambes, curtas, projeção em movimento e mapeada, e fotografias”, explica Ygor. Quem for ainda levará de brinde um lambe lambe de “mais amor por favor”.

Conversamos com Ygor para saber mais sobre a história deste movimento, que quer difundir o amor através da arte e tecnologia. Acompanhe:
The Creators Project Quando e como surgiu a história do mais amor, por favor?

vjsuave: Foi no começo de 2009. A frase nasceu tímida nos orelhões (da cidade de São Paulo), escrita com canetão. Era um pequeno lembrete escondido nos bairros. Pouco tempo depois começaram a aparecer fotos pela internet desses telefones públicos tagueados, a mensagem começou a ganhar proporção. Vi então a necessidade de expandir, comunicar em massa, fazer maior. Foi quando comecei a pixar “educadamente” a cidade, com letra cursiva –, porque o amor pede delicadeza. Hoje o pixo ganhou outra proporção, caiu na mídia e na boca do povo, mas na época as pessoas ainda debatiam se era legalizado ou não, arte ou vandalismo. Depois fiz lambe-lambe, cartazes impressos em tipos de madeira que foram colados na rua. Até que comecei a comunicar “mais amor por favor” através da luz, graffiti digital, vídeo mapping, e projeção em movimento.

Quando vocês perceberam que o movimento estava crescendo?
A frase iluminada já estampou diversos lugares, como MISMASP, Edificio Banespa etc. Cada vez mais se encontra fotos novas pela web, novos seguidores e aliados em espalhar o amor. Mais amor por favor virou filosofia de vida.
Como o Criolo abraçou o movimento? A música “Não existe Amor em SP” tem algo a

 ver com isso?
Alguém me enviou essa música no mesmo dia que apareceu no Soundcloud do Ganjaman. Escutei pelo menos três vezes e resolvi escrever um email para o autor para apresentar a intervenção mais amor por favor. Na mesma hora recebi uma resposta dizendo que ele estava criando um vídeo dessa música com as fotos de mais amor e gostaria que autorizasse. Aí virou Criolo, lançou o álbum e explodiu. Meses depois fui num show no Estúdio Emme e levei meu cartaz, abri do ladinho do palco. Ele me viu e levou o lambe-lambe pro meio do palco, a plateia aplaudiu. O amor soma.

O primeiro vídeo de projeções pela cidade, Run, foi um sucesso. Por que acham que chamou tanta atenção?
Ficamos surpresos com a repercussão do vídeo, muitos blogs e revistas que lemos fizeram entrevistas e publicaram matérias. No curtas misturamos arte de rua com vídeo mapping, artes plásticas com arte digital. Cada cena foi analizada e desenhada de acordo com a arquitetura e situação social do espaço urbano. Os personagens interagem com a cidade, correndo, voando, nadando gerando efeitos de profundidade das projeções no vazio ou entre os prédios, paredes e até no metrô. Utilizamos a projeção e o vídeo mapping somente como uma técnica a mais para criar arte, e não como algo que defina nosso trabalho. Isso fez com que se diferenciasse de todo tipo de projeção que as pessoas estão acostumadas a ver.
Já viram o movimento Aqui bate um coração, em que estátuas são adereçadas com corações vermelhos em diversas cidades? Está faltando amor no mundo? Ou é apenas necessidade de expressá-lo?
O amor vem sido esquecido hoje em dia, na loucura na qual vivemos no dia-a-dia, o consumo capitalista, o stress, o trabalho, a falta de afeto e respeito. Se tivesse amor, amor puro, o mundo não precisaria de mais nada.
A tecnologia ajuda a difundir o amor?
Através da tecnologia desenvolvemos vários projetos, todos ligados a difundir o amor. Começamos escaneando a frase mais amor, por favor e animando-a no computador. Em todo lugar que projetamos, a frase está ali presente. A tecnologia nos permite desenhar ao vivo utilizando a ferramenta Tag-tool – que liga um tablet a um computador e controle de playstation para animar ao vivo, tudo projetado em tempo real. Recentemente começamos a apresentar nossa performance audiovisual, com música produzidas no Live Ableton com a projeção vjsuave. É a tradução da filosofia mais amor em música e imagem. Transporta o espectador a um universo lúdico onde encontrará com forças do bem, luz, equilíbrio, o infinito amor.
Também nos apropriando da tecnologia, criamos o suaveciclo. Nosso triciclo de projeção conta com bateria, inversor, módulo de som, caixas de som, projetor e computador, todos ligados para podermos projetar em movimento. Com o suaveciclo, damos vida aos personagens, projetamos poesia animada, proclamamos o amor.

O que melhor simboliza o amor para vocês?

Saiba mais sobre a exposição aqui. E não se esqueça sempre de pedir: mais amor por favor.
Texto e publicação de  Erica Gonsales

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