Frases soltas por aí... no mundo!!

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

ANO NOVO, ORGANIZE SUA VIDA! DESTRALHE-SE!


"Já ouviu falar em toxinas da casa?
objetos que você não usa.
roupas de que você não gosta ou não usa há anos.

coisas feias.
coisas quebradas, lascadas ou rachadas.
velhas cartas, bilhetes.
plantas mortas ou doentes.
recibos/jornais/revistas antigos.
remédios vencidos.
meias velhas, furadas.
sapatos estragados.
Ufa, que peso!

O "destralhamento" é a forma mais rápida de transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias.

Com o destralhamento, a saúde melhora, a criatividade cresce, os relacionamentos se aprimoram.
É comum sentir-se cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio de entulho, cheio de tralha, pois "existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos".

Outros possíveis efeitos do acúmulo e da bagunça:
sentir-se desorganizado, fracassado, limitado e apegado ao passado.


No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga.
Na entrada, restringem o fluxo da vida.
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo.
Acima de nós, são dores de cabeça.
Sob a cama, poluem o sono.

Perguntinhas úteis na hora de destralhar...
1- Por que estou guardando isto?
2- Será que isto tem a ver comigo hoje?
3- O que vou sentir ao liberar isto?

E vá fazendo pilhas separadas...
Para doar!
Para jogar fora!


Para destralhar ainda mais...
livre-se de barulhos
das luzes fortes
das cores berrantes
dos odores químicos
dos revestimentos sintéticos

E também...
libere mágoas
pare de fumar
termine projetos inacabados.

As frutas nascem azedas e vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim! Destralhar ajuda a adocicar.

Para encerrar... Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar." 

via Monica H Solti Zorzetto 


segunda-feira, 11 de junho de 2012

A FOFOCA


“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente.”


A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia.






Presente ao longo de toda a História, tal ato é freqüentemente ligado à imagem das mulheres. Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. 
Fofocas ocorrem sobre o ambiente de trabalho, gafe de colegas e principalmente sobre mulheres. 


Segredo não se conta. Quando se conta, deixa de ser segredo e vira fofoca.



segunda-feira, 4 de junho de 2012

15 coisas para abrir mão e ser feliz



Aqui está uma lista de 15 coisas que, se você abrir mão, vai tornar sua vida muito mais 
fácil e muito, muito feliz. 


Nos agarramos a tantas coisas que nos causam uma grande quantidade de estresse, dor e sofrimento - e, em vez de desistir de todas elas, em vez de permitir-nos a ser livres de estresse e felizes - nos apegamos a eles. Não mais. A partir de hoje vamos desistir de todas aquelas coisas que não nos servem mais, e vamos aceitar a mudança. Pronto? Aqui vamos nós:
                                  



1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo. Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados - querem ter sempre razão - mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causando uma grande dose de estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena. Sempre que você sentir a necessidade "urgente" de saltar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: "Eu preferiria estar certo, ou eu prefiro ser gentil?" Wayne Dyer. Que diferença isso vai fazer? É o seu ego realmente tão grande?

                                      

2. Desista da sua necessidade de controle. Esteja disposto a desistir de sua necessidade de sempre controlar tudo o que acontece com você e ao seu redor - situações, eventos, pessoas, etc. Se eles são entes queridos, colegas de trabalho, ou apenas estranhos que você encontra na rua - apenas permita que eles sejam. Permita tudo e todos de serem exatamente como eles são e você verá o quão melhor isso o fará sentir.

"Ao abrir mão tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega. Mas quando você tentar e tentar. O mundo está além da vitória." -Lao Tzu

                                

3. Desista da culpa. Desista de sua necessidade de culpar os outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente. Pare de abrir mão de seus poderes e comece a tomar responsabilidade pela sua vida.
 

                                             

4. Desista do seu discurso auto-destrutivo. Oh meu. Quantas pessoas estão se machucando por causa de sua negativa, poluída e repetitiva mentalidade derrotista? Não acredite em tudo que sua mente está dizendo a você - especialmente se ela é negativa e autodestrutiva. Você é melhor do que isso.

"A mente é um instrumento excelente, se usado corretamente. Usado de forma errada, no entanto, torna-se muito destrutiva." -Eckhart Tolle

                              

5. Desista de suas crenças limitantes sobre o que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível. A partir de agora, você não vai mais permitir que suas crenças limitantes o mantenham preso no lugar errado. Abra suas asas e voe!

"Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que mantém a mente." -Elly Roselle

6. Desista de se queixar. Desista da sua constante necessidade de reclamar sobre as muitos, muitos coisas, pessoas, situações, acontecimentos que o fazem infeliz, triste e deprimido. Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazê-lo triste ou infeliz a menos que você o deixe. Não é a situação que desencadeia esses sentimentos em você, mas como você escolhe olhar para ela. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Desista do luxo de criticar. Desista da sua necessidade de criticar coisas, acontecimentos ou pessoas que são diferentes de você. Somos todos diferentes, mas somos todos iguais. Nós todos queremos ser felizes, todos nós queremos amar e ser amados e todos nós queremos ser compreendidos. Nós todos queremos algo, e algo é desejado por todos nós.

                                  

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para fazer os outros gostarem de você. Não funciona dessa maneira. O momento que você parar de se esforçar tanto para ser algo que você não é, no momento em que tirar todas as suas máscaras, no momento em que aceitar e abraçar o seu verdadeiro eu, você vai descobrir que as pessoas serão atraídas para você, sem esforço.

9. Desista da sua resistência à mudança. Mudar é bom. Mudança vai ajudá-lo a se mover de A para B. Mudança irá ajudá-lo a fazer melhorias em sua vida e também nas vidas daqueles ao seu redor. Siga sua felicidade, abrace a mudança - não resista a ela.

"Siga sua felicidade e o universo vai abrir portas para você onde só haviam paredes" -Joseph Campbell

                     

10. Desista dos rótulos. Pare de rotular as coisas, pessoas ou eventos que você não entende como sendo estranhos ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funciona quando abertas. 

"A mais elevada forma de ignorância é quando você rejeita algo que não sabe nada a respeito." -Wayne Dyer
                                   

11. Desista de seus medos. O medo é apenas uma ilusão, ele não existe - você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o interior e o exterior vai se harmonizar.

"O único medo que temos de temer é o próprio medo." -Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas. Mande-os arrumarem suas coisas e diga-lhes que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Em vez de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo o tipo de desculpas - desculpas que 99,9% das vezes não são sequer reais.

                            

13. Desista do passado. Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece muito melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o momento presente é tudo que você tem e tudo que você vai ter. O passado que você está desejando - o passado que agora você está sonhando - foi ignorado por você quando ele era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal a vida é uma viagem não um destino. Tenha uma visão clara para o futuro, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desista do apego. Este é um conceito que, para a maioria de nós é tão difícil de entender e eu tenho que dizer-lhe que era para mim também, (ainda é), mas não é algo impossível. Você fica melhor e melhor com o tempo e prática. O momento que você separar-se de todas as coisas, (e isso não significa que você desista do seu amor por elas - porque o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro, o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor ... bem, o amor real é amável, puro, onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você tornar-se tão calmo, tão tolerante, tão amável e tão sereno. Você vai chegar a um lugar onde vai ser capaz de compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

                                



15. Desista de viver a sua vida às expectativas de outras pessoas. Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas para viver. Elas vivem suas vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor para elas, para o que seus amigos, seus inimigos e seus professores, seu governo e a mídia acham que é melhor para elas . Elas ignoram a sua voz interior, aquele chamado interior. Elas estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo à altura das expectativas de outras pessoas, que perdem o controle sobre suas vidas. Elas esquecem o que os torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam .... e, eventualmente, se esquecem de si mesmos. Você tem uma vida - esta aqui e agora - você deve vivê-la, possuí-la e, especialmente, não deixe que as opiniões alheias o distraiam de seu caminho.




Devidamente copiado e compartilhado da amiga Fernanda Basso.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Yamas e Niyamas


Os dois primeiros passos do Yoga.

Os yoga-sutras nos mostram que Yoga não é só uma prática física que fortalece e traz saúde ao corpo, é, antes de tudo, uma filosofia de vida. Através dos sutras temos um caminho que nos leva ao autoconhecimento, ao equilíbrio perfeito entre corpo, mente e espírito. São oito passos que devemos incorporar à nossa vida:
1) Yamas: conduta moral e ética
2) Niyamas: conduta disciplinar
3) Asanas: posturas psico-fisicas;
4) Pranayamas: práticas respiratórias;
5) Pratyahara : abstenção dos sentidos;
6) Dharana: concentração;
7) Dhyana: meditação;
8) Samadhi:  iluminação.
Os dois primeiros são a base de tudo. São os Yamas e Niyamas, os quais descreveremos a seguir.
YAMAS:
    Literalmente, a palavra Yama significa “morte”, fazendo referência à destruição  de todas as barreiras que dificultam nosso progresso espiritual. São como códigos de ética, cinco princípios básicos de disciplina, de autodomínio.
“Yama comprende a abstenção da violência, da mentira, do roubo, da perversão sexual e da possessividade”
1. AHIMSA (não violência): Ahimsa é o respeito incondicional a toda manifestação de vida, na forma em que se apresente, inclusive o a nós mesmos. A não violência de forma ampla, não só a não agressão física, mas também a agressividade manifestada em palavras e pensamentos de raiva, toda emoção negativa ou violenta que se manifeste em nós. Também é o respeito à Natureza, ao equilíbrio do ecossistema. 
2. SATYA (veracidade): enquanto ahimsa  baseia-se essencialmente no amor,satya baseia-se essencialmente na perfeita veracidade entre atos e pensamentos. Não é só a abstenção da mentira, mas sim uma perfeita coerência entre pensamentos, palavras e atos com os outros e com si mesmo. É a busca pela verdade. Quando nos comprometemos com a verdade, ocupamos os nossos pensamentos com o que é essencial. A verdade sempre está alicerçada no bem; quando uma verdade é  pronunciada e fere alguém acaba se transformando no mal. Quando se está firme em satya, meditamos com o coração puro e tudo que precisamos vem ao nosso encontro.
3. ASTEYA (não roubar): mais do que não roubar, no sentido de furtar algo material, Asteya também está relacionado com não invejar o que é dos outros ou não se apropriar de idéias que não sejam suas. Traz também um dos principais ensinamentos espirituais da Índia, o desapego. Precisamos de pouco para viver bem.
                           
4. BRAHMACHARYA (domínio das energias): o objetivo de brahmacharya não é que a pessoa se torne uma celibatária, mas sim de que tenha controle sobre seus impulsos sexuais. Também este Yama vai além do impulso sexual, ele traz o principio da continência , da moderação, que vai da alimentação ao sexo e até mesmo ao uso do dinheiro. Comer em excesso, ter vários parceiros sexuais é ir contra a Brahmacharya.
5. APARIGRAHA (não possessividade): o conceito de aparigraha é o abandono do sentimento de posse, de ciúme e apego e da ânsia desenfreada da obtenção de bens materiais. O principal sentido da vida é nossa evolução espiritual, não quer dizer que não devemos buscar ter uma casa,trabalho, conforto; é a preocupação exclusiva com estas coisas que vai contra este Yama. Tanto Asteya quanto Aparigraha nos apontam o viver com simplicidade, sabendo usufruir com sabedoria dos bens materiais.

NIYAMAS
    Os Nyiamas são a base moral do Yoga. Estão relacionados com as ações mentais positivas que toda pessoa deve procurar incluir em sua vida.
“Pureza, alegria, austeridade, auto-estudo e auto-entrega são as disciplinas do yogi”.
1. SAUCHA (pureza): Saucha está relacionada com a pureza física, emocional e mental.
. Pureza física: fisicamente pura é a pessoa que se banha todos os dias, tem uma alimentação saudável, se possível vegetariana; pratica Yoga (asanas, pranayamas e Kryas –limpezas) ou outra atividade física;
. Pureza mental: mentalmente pura é a pessoa que procura meditar todos os dias, sempre faz uma análise sincera de seus pensamentos e atos e reconcilia-se com todo universo.
. Pureza emocional: quem é emocionalmente puro, mesmo agredido não cultiva a raiva, tem bom humor e seu coração está sempre repleto de sentimentos bons. Entoar mantras é uma maneira de purificarmos as emoções.

2. SANTOSHA (contentamento): é uma atitude  de alegria interna independente de pessoas ou situações, é viver aceitando com serenidade os acontecimentos . Isto não quer dizer ficar inerte diante da vida, deixando tudo por conta do destino,mas sim buscar incessantemente pensamentos de harmonia e contentamento. Como disse certa vez um Mestre: “se não pudermos estar sempre alegres, vamos procurar estar sempre em paz”.
                      
3. TAPAS (auto-esforço / perseverança): é o esforço, a crença, a força de vontade firme e resoluta para se alcançar um objetivo. É não desistir diante de uma postura difícil, de uma privação complicada ou de uma barreira que pareça ultrapassar nossos limites. Segundo Patanjali, se  tapas for executado corretamente,purifica e fortalece  o corpo, aguça os sentidos e conduz à perfeição.
4. SVADHYAYA (estudo de si mesmo e das escrituras sagradas): é a educação do “eu”, é a busca pelo autoconhecimento através da meditação, da análise sincera das atitudes. As escrituras sagradas são instrumentos preciosos para esse autoconhecimento, pois ampliam nossos horizontes e nos ajudam para o fortalecimento pessoal e espiritual.

5. ISHIVARA PRANIDHANA(entrega ao absoluto): a confiança plena na existência de um Ser Supremo, a fé que ultrapassa barreiras é ishivara. Para se atingir por completo este niyama é preciso esforço(tapas) e estudo (svadhyaya), anulando todo orgulho e egoísmo , desenvolvendo a humildade e, assim seguir pelo caminho da devoção.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ignorância, apego e ódio.


 
O pensamento é a única força que dá vida ou a destrói, dependendo de como é dirigido, se para o bem ou para o mal (Prentice Mulford) 

Quais são as causas do sofrimento? 

O budismo ensina que existem três venenos principais dos quais dependem os sofrimentos da humanidade. São eles: 
  • o apego, 
  • a ignorância da lei de causa e efeito, e 
  • o ódio e os rancores. 
Desses três venenos, o apego é o pior. Ele merece alguns esclarecimentos para não ser confundido com o afeto ou o amor. Com efeito, freqüentemente ouvimos alguém dizer que é apegado a uma pessoa e que isso se deve ao grande amor que sente por ela.
 
A prova de fogo para se determinar se aquilo que sentimos é amor verdadeiro ou apenas um mero apego é muito simples: basta examinarmos o que essa relação traz para nós mesmos e para a outra pessoa. O verdadeiro amor traz felicidade e alegria a ambos. Se isso não acontece, não se trata de amor verdadeiro. O amor verdadeiro não corre atrás da sua própria satisfação e felicidade, e sim das da pessoa amada.
 
Como afirmou Paramahansa Yogananda: "Quando vocês pararem de querer encher a própria taça de felicidade, e começarem a encher a dos outros, descobrirão, com espanto e alegria, que a taça de vocês está sempre cheia."
 
O apego é a causa real de muitos sofrimentos. Lutamos para obter um objeto ou uma pessoa, e isso é causa de sofrimento. Depois, logo após termos obtido esse objeto ou pessoa, começamos a nos preocupar por medo de perdê-los.
 
Podemos ainda ser apegados a situações ou ao nosso corpo, e ambas as coisas são causa de sofrimento. O medo de morrer é causa de muito sofrimento, pois a mente acha que sem o corpo estará perdida. Também aqui está em jogo o apego.
 
Nesse caso, no entanto, ele é coadjuvado pela ignorância das leis da vida. Enfim, é fácil verificar que todos os males do mundo, as guerras inclusive, possuem como causa principal pelo menos um dos três venenos primários: apego, ódio e ignorância.
 
Não somente os seres humanos, mas todas as criaturas vivas, inclusive OS INSETOS, procuram maneiras de evitar o sofrimento
 
A ignorância da lei de causa e efeito, por seu lado, é a coisa mais perigosa que existe. Não saber que nosso sofrimento nasce das nossas ações não-virtuosas não nos permite tomar a decisão de mudar nossas atitudes e posturas com a força necessária para fazê-lo realmente.
 
Com a meditação é possível adquirir o controle da mente e, em conseqüência, a paz interior. Essa é a principal razão para se praticar uma técnica de meditação. Todos nós buscamos a felicidade e, ao mesmo tempo, queremos evitar o sofrimento.
 
Quando conquistamos a paz interior, atingimos uma postura existencial muito mais eficaz para a satisfação dessas nossas exigências.
 
Não apenas os seres humanos, mas todas as criaturas, inclusive os insetos, procuram meios de evitar o sofrimento. O homem é a única criatura que, com o uso da razão, pode adquirir e praticar técnicas para buscar conscientemente o controle mental. Para que tenhamos uma vida sem sofrimento, devemos cortar pela raiz as causas que o provocam.
 
NOSSO INTELECTO nos possibilita discriminar tudo aquilo que em nós é bom e tudo aquilo que é mau, assim como evitar todas as ações que, por não serem virtuosas, criam causas cujos efeitos serão sentidos por nós como sofrimentos.
 
A felicidade não chega sozinha. Podemos esperar por ela durante anos, mas ela apenas chegará quando passarmos seriamente a seguir o modo justo de agir. Esse modo justo de agir nos foi apresentado pelos grandes mestres e constitui a base de todas as grandes religiões.
 
Quando postos em prática na vida cotidiana, os ensinamentos deixados por Buda e por Cristo, por exemplo, são capazes de cortar as raízes do sofrimento. Mas essa prática em geral não é fácil, e é necessário manter o controle mental para evitar que a nossa parte instintiva nos cegue com as suas exigências egoísticas.
 
Os ensinamentos dos mestres são sementes. Não podemos pretender saborear seus frutos se antes não plantarmos a semente, cuidarmos da planta que cresce até que ela esteja em condições de nos pagar pelo trabalho. Da mesma forma, os ensinamentos, se vividos dia após dia, no devido tempo, não deixarão de produzir em nós aquelas transformações mentais que nos levarão a agir de um modo diverso. Um modo que nos permitirá evitar a prática de ações não-virtuosas, cujos efeitos são os sofrimentos.

Francesco Giovannetti


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Adiando a saída da casa dos pais... (parte 2)


Dificuldades no mercado de trabalho ajudam a adiar saída da casa dos pais

Conseguir um emprego e atingir sucesso profissional são objetivos de qualquer pessoa que pretende ingressar no mercado de trabalho. Além disso, a independência financeira é o principal componente para começar a buscar o próprio espaço, distanciando-se pelo menos um pouco do domínio dos pais.

Para a psicóloga e escritora Olga Inês Tessari, de São Paulo, a estabilidade financeira é indispensável para que a pessoa tenha “vida própria em todos os sentidos”. “De que adianta sair de casa e continuar sendo sustentado pelos pais? Nesse caso, o filho só mudou de endereço, mas continua dependente deles”, afirma.

Por outro lado, ela lembra que a dificuldade de conquistar uma colocação no mercado de trabalho também adia a possibilidade de o jovem ir morar sozinho. Roberto Stelling, de 25 anos, que mora no Rio de Janeiro, está vivendo esta situação. Formado em Marketing há dois anos, ele não conseguiu emprego na área após concluir o curso.

Decidiu mudar de foco e começou a estudar para prestar concursos públicos. “Neste momento, não tenho planos de morar sozinho até me estabilizar financeiramente. E, para isso, espero ser aprovado em algum concurso”, conta.

Enquanto aguarda um resultado positivo, Roberto não vê problemas em permanecer na casa dos pais. “Aqui, tenho menos preocupações, inclusive financeiras. A desvantagem principal, se não for a única, é não ter liberdade total, mas, mesmo assim, para mim não é um problema”, afirma.

 

De volta para casa



A psicóloga e consultora de imagem Mara Pusch, de São Paulo, lembra casos de filhos que moram por um período fora da casa dos pais, mas depois acabam retornando. “Isso acontece principalmente em famílias de classe média e classe média alta, em que os pais continuam sustentando os filhos, mesmo que eles tenham se mudado”, explica.

Rodrigo Soares Bragante, de 29 anos, decidiu voltar para casa, mas por um motivo diferente. Ele vive em São Paulo, onde trabalha como classificador de materiais em uma empresa de compra e venda de ligas de metal. Atualmente, mora com a mãe e avó, de 96 anos, que está doente. “Já tive oportunidade de dividir um apartamento com amigos, mas não me sinto bem em fazer isso enquanto minha avó estiver precisando dos cuidados da minha mãe”, explica.

Ele revela que contribui nas tarefas domésticas, mas reconhece a comodidade de não precisar lavar e passar roupas nem ter de cozinhar. “Não que eu não ajude a minha mãe, mas sei que morando sozinho seria bem mais difícil em relação a isso.”

Entretanto, Rodrigo lamenta perder um pouco da sua privacidade. “Apesar de ter quase 30 anos, querendo ou não você acaba tendo de prestar contas em relação ao que faz ou deixa de fazer da sua vida”, diz.

Segundo Olga Tessari, para um jovem maduro, o retorno à casa dos pais pode ser como “retroceder no tempo”. “Esses jovens agem no sentido de morar com os pais apenas o tempo necessário para que se tornem independentes financeiramente e possam voltar a morar sozinhos novamente”, explica.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

Desapego X Apego


Desapego... que exercício difícil para nós ainda presos ao ego humano... o apego é uma das maiores ilusões da vida terrena... apegar-se a que? A quem? Apegar-se para que? Se tudo é transitório, se tudo é passageiro...

O apego é uma das fontes de maior sofrimento... quanta dor, quantas lágrimas por nada.

O apego é o mesmo que querermos segurar o vento, o ar... somente com o desapego é que podemos ter... ter o que é da alma... porque nós não temos... nós simplesmente somos... somos o que somos.

O sofrimento do apego se inicia aqui, na Terra, quando presos aos mayas* acreditamos ter posse sobre as coisas materiais; a nossa terra, a nossa terra, a nossa casa, as nossas roupas, a nossa beleza, o nosso carro, o nosso cargo, a nossa posição social, o nosso talão 5 estrelas, o nosso cartão de crédito internacional, a nossa empresa e assim por diante... Claro que a prosperidade é um direito do ser, é estarmos em sintonia com a energia da abundância cósmica, mas não podemos confundir com posse...

Alguns tem um forte sentimento de apego dentro de um Fusca 64 e outros passarão totalmente desapegados dentro de uma Mercedes 2003... nós aprendemos na Luz e na sombra... temos que perder para darmos valor ao ganhar, temos que passar pela escassez para aprendermos a buscar a abundância; e a vida é uma grande roda, que gira e gira e nós vamos vivenciando todos os desafios, todas as situações para adquirirmos sabedorias... tudo é cíclico... tudo é empréstimo temporário para o nosso aprendizado.

Quanto sofrimento é gerado à alma no momento do seu desencarne, quando, presa aos apegos terrenos... não alcança a Luz porque está olhando as sombras; não atinge um nível maior de consciência porque está presa à inconsciência dos apegos terrenos...

Devemos sim viver os prazeres da terra, com o desapego da alma... vivendo aquilo que a vida está nos proporcionando sem a prisão do medo da perda...

E o que dizermos do apego emocional? Ah... é mais e muito mais dolorido!

Criamos inúmeras vezes na nossa mente, no nosso corpo emocional, a ilusão de que o outro nos pertence, que nós temos posse sobre o outro e também vendemos a ilusão que o outro tem posse sobre nós... e neste jogo emocional vivemos anos, vidas inteiras e criamos laços carmáticos profundos... e o mais irônico, para não dizer o mais triste, é que nos atrevemos, presos a esta visão distorcida, a chamar isto de amor! Mas temos que compreender que para atingirmos o Desapego e o Amor Maior, temos que vivenciar o apego e o amor terreno. São os nossos primeiros passos para alcançarmos a sabedoria dos Mestres.

Nós confundimos apego profundo com desapego e não conseguimos realmente enxergar nossa confusão e a vida faz a parte dela, ou seja, gera o desapego para percebermos o quanto estávamos apegados.

Na minha própria experiência de vida e na minha experiência profissional já tive a abençoada oportunidade de perceber esta distorção.

Na minha mente vêm, neste momento, dois ou três casos recentes que ilustram esta situação e vou citar um deles para que, através de uma profunda reflexão, sirva-nos como um aprendizado, porque a humanidade é interligada e um influencia o outro; o aprendizado de um altera o todo.

A Maria e o João foram casados por quase 20 anos. O João se apaixonou pela Joana e foi embora em busca da sua felicidade, real ou ilusória, não importa aqui. Isto já faz dez anos... O João foi embora mas continuou iludindo a Maria. Não permitia que ela se desprendesse dele. Visitava-a constantemente, a presenteava sempre, escrevia cartas dizendo da sua ligação com ela, que não conseguia esquecê-la, mas que não tinha forças para deixar a Joana pois ela era tão frágil... tão necessitada dele... e que a Maria sim, era forte, e como ele a admirava por isso e que a Maria poderia compreender e esperar que ele resolvesse a situação... e que tentaria resolver o mais breve possível e em algumas vezes até deixava transparecer que seu desespero era tão grande que poderia até se suicidar e que a Joana era tão dependente que se ele a deixasse provavelmente ela seria capaz de fazer uma loucura e o que seria dele? E a consciência e responsabilidade dele? Nunca mais se perdoaria. A Joana era tão depressiva... até tomava vários medicamentos... e a Maria nisso tudo? Um verdadeiro exemplo de desapego... negou a própria vida, parou de lutar por suas metas, escondeu-se atrás destas migalhas ilusórias e ficou aguardando esperançosa o retorno do João; ficou adiando ser feliz por todos esses anos... Quando o João retornasse como seriam novamente felizes!

Desapego? Amor incondicional? Baixa auto-estima? Sim, pode até ser amor mas o amor incondicional é desapego e desapego é amor incondicional... é querer a felicidade e o bem estar do outro e de si mesmo. Mas para amarmos o outro temos também que nos amar e nos respeitar. Será que não é um apego tão forte, tão enraizado, que não permitimos que o outro seja feliz e num grande auto boicote, optamos em sermos infelizes para não nos desapegarmos do outro e não permitirmos que o outro se desapegue de nós.

O que aparenta desapego é um profundo apego; tão forte que preferimos renunciar à própria felicidade do que renunciarmos ao outro.

Estejamos atentos aos mayas... aos autoboicotes... às migalhas que acreditamos merecer...

Desapego nos liberta. Apego nos aprisiona.

Exercitemos o desapego das coisas materiais, das ilusões emocionais, dos rancores, das mágoas, de tudo aquilo que nos aprisiona.

Libertemo-nos! Sejamos livres no Desapego!

* Mayas (do sânscrito): "Ilusão".
:: Ingrid Dalila Engel :: 

terça-feira, 21 de julho de 2009

A mulher e a onça-rei




A mulher que casou com Iauaretê 

Autor: Kaka Werá Jecupé

A Cia. Duberrô interpreta essa história do livro “As Fabulosas Fábulas de Iauaretê” do escritor indígena Kaka Werá Jecupé. Esse trabalho tem como objetivo divulgar valores presentes na cultura indígena brasileira interpretando contos que revelam a cosmo visão e o imaginário dos povos mais antigos do Brasil. O grupo sugere que essa intervenção lúdica seja realizada complementando palestra do autor e lançamento de seu livro editado em 2007 pela Editora Peirópolis. O autor é conferencista, tendo divulgado a cultura indígena em todo mundo e fundou o Instituto Arapoty (saiba mais sobre o currículo do autor e a atuação do instituto no blog www.kakawera.blogspot.com)
Resumo da História:
“Pois bem, havia uma aldeia que toda lua cheia fazia uma grande festa para a onça. Era uma festa com muita dança, muitos frutos e muito peixe! Todos cantavam até quase amanhecer Era uma festa tão boa que o Onça Rei ficava de butuca, bem longe, olhando e admirando, toda vez que a lua aparecia com seu esplendor dourado na noite. Um dia ele quis participar da festa e pediu á Tupã que o transformasse em um guerreiro da tribo. Tupã consentiu mas com uma condição: que ele seria gente somente até o sol raiar, e que uma vez transformado, não poderia se destransformar ...”
Este conto narra o momento em que Iauretê, a onça Rei, se apaixona por Kamakuã uma índia muito linda durante a noite de lua cheia, após um longo período de namoro somente até o dia raiar, Kamakuã prende seu namorado no mastro da oca e no momento em que ele vai se retirar para voltar a ser onça junto com os primeiros raios de sol, ele não consegue fugir e transforma-se em onça em frente a sua amada. Kamakuã então resolve virar onça, com a ajuda do pajé, para que eles possam se casar, a história se desenrola a partir daí.
Nas belas palavras do escritor Kaká Werá o conto nos apresenta de forma lúdica e envolvente ensinamentos profundos a respeito do relacionamento humano, da importância de aceitar e valorizar a própria identidade e auto-estima.
As fabulosas fábulas de Iauaretê
il. Sawara - Peirópolis, 2007 88 pp

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Frases do coração


Faz da tua alma um diamante. Por cada novo golpe uma nova face, para que um dia ela seja toda luminosa. Rogelio Stela Bonilla

Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto. Edgar Poe

A tarefa mais dificil é aprender a esquecer quem aprendemos a amar. Anônimo

Sinal de maturidade humana é aceitar o desafio do sofrimento. Jacques Maritain


Não há vento favorável para aquele que não sabe aonde vai. Anônimo


Não há nada tão ruim que não possa piorar. Anônimo


O mais difícil não é desistir daquilo que mais se quer e sim desistir de quem mais se ama... Eu desisti, mas não pense que foi por não ter mais coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer... Anônimo


Ando devagar pq já tive pressa e levo esse sorriso no rosto pq já chorei demais... se meu sorriso mostrasse minha alma,muitas pessoas ao me verem sorrindo chorariam comigo... Anônimo


Os espinhos que me feriram foram produzidos pelo arbusto que plantei. Byron



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