Frases soltas por aí... no mundo!!

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sábado, 13 de julho de 2013

O Dia da Pizza


Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, desde 1985. Pizza é uma preparação culinária de origem italiana e famosa no mundo inteiro, que consiste em um disco de massa, regado com molho de tomates e coberto com ingredientes variados, como queijo, carnes, 
ervas. Existem até pizzas doces.


Origem do Dia da Pizza

O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, quando a data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, em 1985. Foi feito um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita, empolgado com o sucesso do evento, o secretário escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração.



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fim do horário de verão 2012/2013!




O próximo horário de verão começará no dia 21 de outubro de 2012, que corresponde ao terceiro domingo de mês de outubro e terminará no dia 17 de fevereiro de 2013.

Desde 2008, com a edição de um decreto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o horário de verão se inicia no terceiro domingo de outubro e vai até o terceiro domingo de fevereiro.

O objetivo do horário de verão é aproveitar os dias mais longos do verão, com mais tempo de luz solar, para economizar energia.

Moradores de estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, além de Distrito Federal, terão que adiantar uma hora nos relógios.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A grande brochada


Estamos vivendo um momento importante na história do Brasil com o julgamento do Mensalão. Surpreendentemente os nobres juízes estão condenando cada um dos réus, demonstrando a independência que precisamos para que a república funcione como deve ser: de forma justa. E começa agora a fase do julgamento onde o bicho vai pegar: os réus do núcleo político começam a ser julgados. Em especial José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, a trinca de figurões do PT.

O retrospecto do julgamento não é bom para os réus. A manter-se a lógica, teremos uma condenação histórica que servirá como uma lição para a sociedade brasileira, de que o poder não é absoluto e de que ainda há juízes em Brasília. Mas é outro retrospecto que me incomoda.

Em minha "O Buraco da Fechadura" trato do jeitinho brasileiro, nossa maior qualidade e maior defeito ao mesmo tempo. E mostro que o Brasil tem uma história repleta de anjos e demônios, fazendo um retrospecto de certos fatos recentes:

Em 1984, fomos às ruas com mais de 300 mil pessoas pelas Diretas Já, o nosso anjo salvador. Entusiasmados vimos o demônio da Câmara não aprovar a emenda. Brochamos.

Em 1985 elege-se o primeiro presidente civil após anos de governo militar: Tancredo Neves, o anjo salvador. E vem o demônio para matá-lo antes da posse. Brochamos.

Assume José Sarney, que lança o anjo sob a forma do redentor Plano Cruzado. Que logo vira o demônio dos oitenta e seis por cento de inflação ao mês. Brochamos.

Aí vem a Constituinte. O anjo Ulisses Guimarães conduz o povo às ruas e a gente muda tudo. Para ver o demônio nos dar uma montanha confusa de leis que tornam o país quase inviável. Nova brochada.



Surge então o anjo salvador: Fernando Collor de Mello. Que vira demônio e dá no que deu. Brochamos.

Então vem FHC, o anjo que coloca o país nos trilhos em seu primeiro mandato, para virar o demônio do segundo, abrindo caminho para a oposição. Nova brochada.

E então chega Lula, o anjo e seus comerciais. E traz com ele o demônio do Mensalão, da corrupção institucionalizada. Brochamos mais uma vez...

Que coisa! Parece sina: grandes mobilizações populares criando uma expectativa imensa que é depois transformada em decepção. E olha que eu só comecei em 1984. Se olhar antes tem mais.

Por isso estou acompanhando o julgamento do Mensalão com um entusiasmo contido. Comemoro cada pequena vitória, mas controlo imensamente minhas expectativas sobre o que vem pela frente. Enquanto lidaram com banqueiros, assistentes e políticos de menor expressão nossos juízes aplicaram a lei como deve ser. Mas chegou a hora dos tubarões e a partir de agora minha expectativa é zero.

Não, não é pessimismo. É apenas um pequeno truque que aprendi com o pioneiro da ciência da informação Saul Gorn, que um dia disse: “Sempre espere ficar desapontado. E você não ficará.”.  To me poupando de outra grande brochada.



artigo de Luciano Pires do dia 21/09/2012 (Luciano Pires é editor do Café Brasil. Publica seus artigos às sextas-feiras. www.portalcafebrasil.com.br)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lendas do Brasil: O Papagaio e o Tamanduá



O Papagaio é um pássaro de bico torto. Ficou assim no tempo em que as aves ainda falavam. Era o bicho que mais falava na floresta. Não fechava a boca até conseguir o que queria. Enchia a paciência de toda a gente. O Tamanduá é um bicho de focinho comprido com um grande nariz para sugar formigas. Seria muito feio, se não fosse tão querido.

As florestas eram muito sem graça. Naquela época, as flores, as folhas e as frutas eram todas brancas. As aves e os outros bichos da floresta, cansados daquela monotonia de cores, reuniram-se em assembleia para discutirem e acharem uma solução. É claro que o Papagaio, sempre metido, coordenava a reunião. Falava o tempo todo sem chegar a conclusão alguma, até que o Tamanduá interrompeu. Sugeriu que se pintasse a floresta. O Gavião, que voa bem longe, poderia ir até às nuvens, onde vive a deusa das florestas, e pedir tinta de todas as cores. Todos adoraram a sugestão, menos o invejoso papagaio que queria ter ele tido a brilhante ideia. O Gavião foi falar com a deusa. Ela deu-lhe as tintas, mas pediu que não fizessem muita bagunça na natureza.

A ave foi e voltou muitas vezes, até trazer tinta suficiente para a grande obra. O Papagaio ofereceu-se para cuidar das latas até começar a pintura. Curioso, abriu as latas e derrubou tudo no chão. Só pensava em si mesmo. Resolveu então pintar-se todinho, usando todas as cores. Só não teve tempo de pintar o bico e os pés, pois os outros bichos chegaram. Estes ao verem o sucedido quiseram dar uma surra no Papagaio. No entanto, um sapo sensato pediu que parassem, afinal todos sabiam que o papagaio era uma criatura fútil e egoísta. O Tamanduá, sim, era responsável e deveria tomar ele conta de tudo. Afinal, era ele o dono da ideia. Ficou então decidido que o papagaio seria afastado do cargo. E lá foi o Gavião falar com a deusa da floresta. Contou tudo o que tinha acontecido, pediu desculpas e mais tinta. A deusa precisava da tinta para um arco-íris, mas deu mais uma hipótese para a bicharada.


Os animais começaram a pintar a floresta enquanto o Tamanduá coordenava o trabalho. O Papagaio, muito egoísta, pediu que lhe dessem tinta para o bico e os pés. Queria pintá-los de dourado. Os outros animais não lhe deram qualquer tipo de importância ao pássaro arrogante. Ele se emburrou e se escondeu para não ter que ajudar ninguém. Este ficou então atrás de uma árvore bisbilhotando os outros trabalhando.


Quando a floresta estava quase pronta, a deusa apareceu para visitá-los. Ficou surpresa com a belíssima combinação de cores. Disse que não conseguiria fazer um trabalho tão perfeito sozinha. Os bichos organizaram uma grande festa para comemorar, mas o Papagaio não foi convidado. O Papagaio não tinha ainda o bico torto, tinha o bico mais bonito de todas as aves. O Tamanduá não tinha um focinho comprido, tinha o focinho mais bonito de todos os bichos. O Papagaio, sempre vingativo, resolveu transformar o Tamanduá num bicho ridículo.

Lembrou que o Tamanduá tocava flauta na banda da floresta. O pássaro malvado fez uma flauta de bambu e disse para o Tamanduá que era mágica. Um presente da deusa da floresta. Com ela poderia tocar o som mais lindo do mundo, só que deveria ser tocado com o focinho dentro. O Tamanduá enfiou o focinho na taquara. Coitado do bicho, ficou preso. Ninguém conseguia tirá-lo. O Gavião correu para a deusa da floresta pedindo socorro. A deusa, com a ajuda dos bichos mais fortes, arrancou o bambu, que voou longe, acertando em cheio no bico do Papagaio.

Foi assim que o Tamanduá ficou com o focinho comprido e o Papagaio com o bico torto. Para completar, a deusa resolveu castigar ainda mais o Papagaio. O bicho tagarela ia passar o resto da vida falando, não o que ele pensasse, só o que ele ouvisse. Por isso, os papagaios repetem tudo que a gente fala.

Lendas da Amazônia: Caipora

CAIPORA



No mato este habitante morador é um pequeno indígena que usa uma tanga, doido por cachaça e apaixonado pelo fumo, usa um cachimbo, sua aparência assemelha-se ao Curupira, tendo os pés normais, este é protetor dos animais e da floresta. Consiste sua atividade maior em espantar os animais para não morrer na mão do caçador e este quando encontra um caçador no mato procura andar sem rumo para que o caçador fique perdido na floresta e não encontre o caminho de volta para casa. Este pequeno índio muito ligeiro, possui o corpo cheio de pêlos, daí a razão do caçador não conseguir alcança-lo, andando sempre montado em um porco e na floresta galopando velozmente procurando cumprir sua missão. O Caipora emite um som estridente causando arrepios e pavor a todos os que o escutam. Em algumas regiões do Brasil o Caipora é conhecido como o Curupira.
Este gênio da floresta da mitologia do tupi muito ágil e fumante procura deixar as pessoas infelizes nos negócios daí a expressão nordestina Caipora, quer dizer falta de sorte. Este ligeiro menino que possui os olhos de brasa, e costuma cavalgar em um porco. É um caboclinho encantado, habitante da floresta e costuma ressuscitar os animais mortos sem sua permissão, este mito tupi-guarani é muito antigo no Brasil. O Caipora costuma fugir da claridade e é um gênio da floresta, costuma envolver o homem de maneira perigosa preservando a flora e a fauna.

Lendas da Amazônia: Boitatá

BOITATÁ



O Boitatá é o protetor dos campos iluminando a noite, conhecido como a cobra de fogo, possui os olhos grandes e furados e sua figura assusta as pessoas e os animais. E é contra os que incendeiam as florestas. Esta serpente de fogo reside na água e é muito temido, muitas vezes aparece nos campos sob a forma de um fantasma transparente e branco tornando-se mais assustador quando ilumina os campos com sua própria luz, assustando as pessoas e os animais. O Boitatá quando morre, acredita-se que ele libere toda a luz de seu corpo que levada pelo vento espalha-se pela região onde ele habitava.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Lendas da Amazônia: Mandioca

LENDA DA MANDIOCA



Todos os índios tem pele morena. Uns mais, outros menos, de acordo com cada região e com a nação a qual pertencem. Apenas Mani nasceu diferente. Era branca como o leite e tinha os cabelos mais amarelos que as espigas de milho maduras.
Muito antes de nascer, o cacique já havia sido avisado de sua vinda. Em sonhos, um espírito branco havia contado que eles ganhariam um presente sagrado de Tupã.
Quando nasceu, Mani, apesar de tão diferente, não chegou a causar espanto, mas encanto! Todos queriam vê-la e tocá-la, pois ela era um presente vindo de Tupã. E por ser diferente, chamava muita atenção. Todos diziam que ela era a mais bela índia que havia nascido na terra. Na tribo era tratada com uma jóia, uma coisa rara que eles deveriam preservar.
Mas tanto cuidado não evitou que Mani adoecesse como qualquer outra criança. Não teve reza nem remédio do pajé que desse jeito. A índia branca, para a desolação de todos, veio a morrer. Aos prantos, a tribo escolheu um local bem bonito para depositar o alvo corpo de Mani. E todos os dias, aqueles que tinham saudades, iam ao túmulo. Com o tempo, veio a Primavera. As flores e plantas novas começaram a brotar. Um dia alguém notou que onde Mani foi enterrada nasceu uma planta que ninguém conhecia. Ela era tão estranha quanto Mani quando nasceu. Todos ficaram felizes e todas as manhãs regavam o pequeno vegetal que crescia cada vez mais. Um dos índios cavou ao lado da planta e encontrou a raiz que mais parecia um caroço, um nódulo, uma batata. Partindo o pedaço da raiz viram que dentro era tão branco quanto a pequena Mani. Era como se a criança tivesse voltado naquele estranho vegetal de raiz esquisita. Por isso, deram-lhe o nome de "Mani oca", ou "carne de Mani". Depois a palavra acabou virando Mandioca como a conhecemos atualmente.

Lendas da Amazônia: Mapinguari

MAPINGUARI



Uma das características mais marcantes do Mapinguari é o odor insuportável que ele exala na mata. Os caboclos o descrevem como um bicho semelhante a um homem com o corpo coberto de pêlos, como um grande macaco, e com apenas um olho bem no meio da testa. Dizem também que a boca do Mapinguari é algo descomunal; tão grande que não termina no queixo, como a dos homens, mas na barriga. A pele dessa figura mitológica é descrita como parecida ao couro dos jacarés e ele tem nas costas uma espécie de armadura que se parece com um casco de tartaruga.
Ao contrário das outras visagens, o Mapinguari ataca mais durante o dia do que à noite. E há também os que dizem que o Mapinguari só aparece em dias santos. Dentro da mata, é fácil perceber o rastro de um Mapinguari: os arbustos ficam quebrados e o mato todo esmagado. Ao correr no meio da mata o Mapinguari solta gritos, da mesma forma como os caçadores fazem para se comunicarem uns com os outros. Ele faz isso para atrair a atenção dos caçadores e poder devorá-los com sua boca imensa. E dizem que começa pela cabeça da vítima!

domingo, 30 de outubro de 2011

Lendas da Amazônia: Iara

IARA



Mãe D'Água, Iara, Uiara ou Ipupiara é uma lenda popular da amazônia. Iara é uma bela mulher, que possui um canto muito bonito e sedutor e que costuma banhar-se em nas enseadas ou nas águas dos rios. Segundo a lenda, o homem que vê Iara jamais esquece e enlouquecem de desejo a ponto de segui-la para onde ela for, até mesmo para as profundezas dos rios onde existe o seu reino.
Existe relatos na mitologia, de que certos homens foram levados pela Iara ao fundo do mar e conheceram um reino de belezas iniqualáveis, porém, de lá não podem trazer nada, sob o risco de ser castigado com doenças que só podem ser curadas por uma benzedeira.

Lendas da Amazônia: Monte Roraima

MONTE RORAIMA



Os índios Macuxi contam que antigamente, no local onde hoje existe o Monte Roraima, existiam apenas terras baixas e alagadiças, cheias de igapó. As tribos que viviam naquela área não precisavam disputar comida, pois a caça e a pesca eram fartas.
Uma vez, nasceu um belo pé de bananeira. E a árvore era algo inédito na região. A estranha planta cresceu muito rápido e deu belíssimos e apetitosos frutos. Os pajés então avisaram que aquele vegetal era na verdade um ser sagrado e que como tal seus frutos eram proibidos para qualquer pessoa da tribo. Os pajés avisaram ainda que caso alguém desobedecesse a regra e tentasse comer uma fruta daquelas, desgraças terríveis aconteceriam: a caça se tornaria rara, as frutas secariam e até a terra iria tomar um formato diferente. Era permitido comer de tudo, menos os frutos da bananeira sagrada. Todos passaram a temer e a respeitar as ordens dos pajés. Mas houve um dia em que, ao amanhecer, todos correram para ver com espanto a primeira desgraça de muitas que ainda estavam por vir: um cacho da bananeira havia sido decepado. Todos se perguntavam, mas ninguém sabia dizer quem poderia ter feito aquilo. Antes que tivessem tempo para descobrir o culpado, a previsão dos mais velhos começou a acontecer. A terra começou a se mover e os céus tremiam em trovões. Todos os animais, da terra ou do céu, bateram em retirada. Um dilúvio começou a despencar e um enorme monte começou a brotar rasgando aquelas alagadas terras. E foi assim que nasceu o Monte Roraima. É por tudo isso que, até os dias de hoje, acredita-se que o monte Roraima chora quando de suas pedras caem pequenas gotas de água cristalina.

Lendas da Amazônia: Matinta Pereira

MATINTA PEREIRA



Não existe consenso a respeito de matita pereira ser um pássaro ou uma velha. O fato é que Matita possue um assobio inconfundivel, que o caçador ao ouvir não tem dúvidas de ser ela. Matita, segundo a lenda sai a noite sobrevoa a casa daquele que zombou dela ou que a maltratou durante o dia, assombrando e assustando as criações de animais ou cachorros. Matita gosta de mascar tabaco, um ponto fraco usado por aqueles que querem descobrir a identidade de Matita. Segundo a lenda, quando alguém ouve o assobio de Matita na mata logo grita bem alto: "Vem buscar tabaco!". no dia seguinte, nas primeirs horas da manhã Matita bate a porta da pessoa para buscar o tabaco prometido. A pessoa se assusta e logo procura um pedaço de fumo para ofertar a Matita, caso a pessoa não der, matita volta a noite para assombrar a casa não deixando ninguém dormir.
Algumas lendas contam que caçadores que encontraram matita no meio da mata, descreveram matita como uma mulher velha com cabelos compridos e despenteados e que tem o corpo suspenso, flua com os braços levantados. Quem a ver fica paralizado de pavor.
Uma outra lenda a respeito de Matita Pereira, diz que quando Matinta pressente sua morte, elasai vagando pela noite e gritando: "quem quer? Quem quer?, quem responder "eu quero", fica coma maldição de virar Matinta.

sábado, 29 de outubro de 2011

Lendas da Amazônia: Cobra Grande

LENDA DA COBRA GRANDE



A lenda da cobra Honorato ou Norato é uma das mais conhecidas sobre cobra grande (ou boiúna) na região amazônica. Conta-se que uma índia engravidou da Boiúna e teve duas crianças: uma menina que se chamou de Maria e um menino chamado de Honorato. Para que ninguém soubesse da gravidez, a mãe tentou matar os recém-nascidos jogando-os no rio. Mas eles não morreram e nas águas foram se criando como cobras. Porém, desde a infância os dois irmãos já demonstravam a grande diferença de comportamento entre eles. Maria era má, fazia de tudo para prejudicar os pescadores e ribeirinhos. Afundava barcos e fazia com que seus tripulantes morressem afogados. Enquanto seu irmão, Honorato, era meigo e bondoso. Quando sabia que Maria ir atacar algum barco, tentava salvar a tripulação. Isso só fazia com que ela o odiasse mais ainda. Até que um dia os irmãos travaram uma briga decisiva onde Maria morreu tendo antes cegado o irmão.
Assim, as águas da Amazônia e seus habitantes ficaram livres da maldade de Maria. E Honorato seguiu seu caminho solitário. Sem ter quem combater, Honorato entendeu que seu fado já havia sido cumprido até demais e resolveu pedir para ser transformado em humano novamente. Para isso, precisava que alguém tivesse a coragem de derramar "leite de peito" (leite de alguma parturiente) em sua enorme boca em uma noite de luar. Depois de jogar o leite a pessoa teria que provocar um sangramento na enorme cabeça de Honorato para que a transformação tivesse fim.
Foram muitas as tentativas, mas ninguém conseguia ter tanta coragem. Até que um soldado de Cametá, município do interior do Pará, conseguiu reunir coragem para fazer a simpatia. Foi ele quem deu a Honorato a oportunidade de se ver livre para sempre daquela cruel maldição de viver sozinho como cobra. Em agradecimento, Honorato virou soldado também.
Mas a lenda da cobra grande originou várias outras histórias. Uma delas, do estado de Roraima, tem como cenário o famoso rio Branco. Conta-se que a cunhã poranga (índia mais bela da tribo) apaixonou-se pelo rio Branco e, por isso, Muiraquitã ficou com ciúme. Para se vingar, Muiraquitã transformou a bela índia na imensa cobra que todos passaram a chamar de Boiúna. Como ela era tinha um bom coração, passou a ter a função de proteger as águas de seu amado rio Branco.
Existem ainda algumas crenças que buscam explicar a existência de cobras grandes na região Amazônica. Acredita-se, por exemplo, que quando uma mulher engravida de uma visagem a criança fruto desse terrível cruzamento está predestinada a ser uma cobra grande. Essa crença é bastante comum entre as populações que habitam as margens dos rios Solimões e Negro, no Amazonas. Há ainda quem acredite que a cobra grande pode nascer de um ovo de mutum. Existe ainda outra versão, mais comum no estado do Acre, sobre uma cobra grande que parece ser a versão feminina do boto. Segundo essa lenda, a cobra grande se transforma numa bela morena nas noites de luar do mês de junho para seduzir os homens durante os arraiais de festas juninas.
Há ainda os que contam que a cobra grande pode algumas vezes parecer um navio para assustar os ribeirinhos. Refletindo o luar, suas enormes escamas parecem lâmpadas de um navio todo iluminado. Mas quando o "navio" chega mais perto é possível ver que na verdade é uma cobra grande querendo dar o bote.Em Belém, há uma velha crença de que existe uma cobra grande adormecida embaixo de parte da cidade, sendo que sua cabeça estaria sob o altar-mor da Basílica de Nazaré e o final da cauda debaixo da Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Outros já dizem que a tal cobra grande está com a cabeça debaixo da Igreja da Sé, a Catedral Metropolitana de Belém, e sua cauda debaixo da Basílica de Nazaré. Os mais antigos dizem que se algum dia a cobra acordar ou mesmo tentar se mexer, a cidade toda poderá desabar. Por isso, em 1970 quando houve um tremor de terra na capital paraense falava-se que era a tal cobra que havia apenas se mexido. Os mais folclóricos iam mais longe: "imagine se ela se acorda e tenta sair de lá!".

O folclorista Walcyr Monteiro conta, após décadas de estudo sobre manifestações folclóricas da Amazônia, que em Barcarena (PA) existe o lugar conhecido como "Buraco da Cobra Grande",
considerado atração turística do local.

Lendas da Amazônia: Macunaíma

Lendas da Amazônia


MACUNAÍMA



Nas terras de Roraima havia uma montanha muito alta onde um lago cristalino era expectador do triste amor entre o Sol e a Lua. Por motivos óbvios, nunca os dois apaixonados conseguiam se encontrar para vivenciar aquele amor. Quando o Sol subia no horizonte, a lua já descia para se pôr. E vice-versa. Por milhões e milhões de anos foi assim. Até que um dia, a natureza preparou um eclipse para que os dois se encontrassem finalmente. O plano deu certo. A Lua e o Sol se cruzaram no céu. As franjas de luz do sol ao redor da lua se espelharam nas águas do lago cristalino da montanha e fecundaram suas águas fazendo nascer Macunaíma, o alegre curumim do Monte Roraima.
Com o passar do tempo, Macunaíma cresceu e se transformou num guerreiro entre os índios Macuxi. Bem próximo do Monte Roraima havia uma árvore chamada de "Árvore de Todos os Frutos" porque dela brotavam ao mesmo tempo bananas, abacaxis, tucumãs, açaís e todas as outras deliciosas frutas que existem. Apenas Macunaíma tinha autoridade para colher as frutas e dividi-las entre os seus de forma igualitária.
Mas nem tudo poderia ser tão perfeito. Passadas algumas luas, a ambição e a inveja tomariam conta de alguns corações na tribo. Alguns índios mais afoitos subiram na árvore, derrubaram-lhe todos os frutos e quebraram vários galhos para plantar e fazer nascer mais árvores iguais àquela.
A grande "Árvore de Todos os Frutos" morreu e Macunaíma teve de castigar os culpados. O herói lançou fogo sobre toda a floresta e fez com que as árvores virassem pedra. A tribo entrou em caos e seus habitantes tiveram que fugir. Conta-se que, até hoje, o espírito de Macunaíma vive no Monte Roraima a chorar pela morte da "Árvore de todos os frutos".

Lendas da Amazônia: Vitória Régia

Lendas da Amazônia


VITÓRIA RÉGIA



A Lenda da Vitória Régia, conta que uma índia chamada Naiá, ao contemplar a lua (Jaci) que brilhava no céu apaixona-se por ela. Segundo contava os índigenas, Jaci descia a terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu. Naiá ao ouvir essa lenda, sempre sonhava em um dia virar estrela ao lado de Jaci. Assim todos os dias, Naiá saia de casa para contemplar a lua e aguardar o momento da lua descer no horizonte e sair correndo para tentar alcançar a lua. Todas as noites Naiá repetia essa busca na tentativa de alcançar a lua, até que um dia adoeceu, triste com a indiferença de Jaci, começou a ficar cada dia mais doente, mas não desistia de seu sonho. Um dia Naiá, muito fraca corre mais uma vez para tentar alcançar a lua, nessa noite Naiá cai na mata e quando acorda vê o reflexo da lua nas águas do igarapé, sem exitar mergulha na água e se afoga. Mas Jaci se sensibiliza com o esforço de Naiá e a transforma na grande flor do Amazonas, a Vitória Régia, que só abre suas pétalas ao luar.

Lendas da Amazônia: Curupira

Lendas da Amazônia


CURUPIRA



Na lenda o Curupira é descrito como um menino baixinho, cabelos cor de fogo e pés virados para trás, o protetor da mata e dos habitantes locais. O Curupira tem por hábito sentar-se a sombra das mangueiras para comer os frutos e quando avistado por alguém sai em disparada em uma velocidade estonteante. Apesar de ser o protetor da mata e dos habitantes locais, o curupira costuma se encantar por crianças pequenas, que são levadas embora e devolvidas após 7 anos.
Além de encantar crianças, o Curupira possue o dom de encantar adultos, caçadores que após o encantamento ficam a andar em círculos perdido dentro da mata.
Segundo a lenda, para quebrar esse encanto, o caçador deve parar de andar, pegar um pedaço de cipó e fazer um bolinha, como um novelo escondendo a ponta de maneira que não possa ser desenrolado e depois pegar a bolinha bem longe e gritar: "quero ver tu achares a ponta", muito curioso, o Curupira sai a procura do novelo. Assim o encanto será quebrado e a pessoa consegue sair da mata

Lendas da Amazônia: O Boto


Lendas da Amazônia

As principais lendas da Amazônia são: Boto, Iara, Saci, Curupira, Macunaíma, Guaraná, Vitória Régia, Açai, Cobra Grande, Matinta Pereira, Mandioca, gente que vira bicho, Mapinguari, Monte Roraima, Cobra Norato, Ceuci, Bahira, Boitatá, Caipora, Muiraquitã, Tamba-Tajá, Uirapuru, Peixe-boi, lenda da lua, lenda dos rios, lenda do sol, Quem te dera, Pirarucu, Eldorado, lenda das Amazonas.
Conheça as lendas (contos índigenas) que fazem parte do folclore da região Amazônica. Uma visão peculiar de como os Índios nativos entendiam e explicavam os fenômenos da natureza: rios, sol, lua e as plantas. São lendas surpreendentes que fazem parte do folclore e enriquecem a cultura brasileira.

O BOTO



O boto é um rapaz belo, de andar desajeitado e que usa roupas, chápeu e sapatos brancos, cobre parte do rosto e tem um buraco no alto da cabeça. O boto, segundo a lenda,costuma aparecer nas festas ou à beira de trapiches. Gosta de moças ingênuas, de preferência virgem ou menstruada, é um sujeito caladão e sinistro que tem o poder de encantar as moças novas, que ao primeiro olhar se apaixonam. Depois de conseguir o que quer, o boto corre e mergulha no rio ou igarapé. Muitas meninas do interior que engravidam se aproveitam da lenda e atribuem sua gravidez ao boto.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Um cidadão baiano desesperado!!!!

A REAÇÃO DE UM BAIANO DURANTE UM TIROTEIO

Imagine a reação de um baiano que estava visitando alguns parentes na Favela da Rocinha no Rio de Janeiro, quando tem início um tiroteio terrível.

De um lado bandidos!

Do outro, a polícia!

E ele bem no meio do fogo cruzado!

Na foto abaixo pode se ver a angústia, o desespero, a adrenalina e o estresse do cidadão baiano.


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