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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

RELIGIÃO OU ESPIRITUALIDADE? REFLITA...

Texto muito bonito de Pierre Teilhard de Chardin (Nascido em Orcines, 1 de maio de 1881 — Falecido em Nova Iorque, 10 de abril de1955), que foi um padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês que tentou construir uma visão integradora entre ciência e teologia:



"A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma. 
A religião é para os que dormem. 
A espiritualidade é para os que estão despertos. 
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados. 
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior. 
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. 
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo. 
A religião ameaça e amedronta. 
A espiritualidade lhe dá Paz Interior. 
A religião fala de pecado e de culpa. 
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".. 
A religião reprime tudo, te faz falso. 
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro! 
A religião não é Deus. 
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus. 



A religião inventa. 
A espiritualidade descobre. 
A religião não indaga nem questiona. 
A espiritualidade questiona tudo. 
A religião é humana, é uma organização com regras. 
A espiritualidade é Divina, sem regras. 
A religião é causa de divisões. 
A espiritualidade é causa de União. 
A religião lhe busca para que acredite. 
A espiritualidade você tem que buscá-la. 
A religião segue os preceitos de um livro sagrado. 
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros. 
A religião se alimenta do medo. 
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé. 
A religião faz viver no pensamento. 



A espiritualidade faz Viver na Consciência.. 
A religião se ocupa com fazer. 
A espiritualidade se ocupa com Ser. 
A religião alimenta o ego. 
A espiritualidade nos faz Transcender. 
A religião nos faz renunciar ao mundo. 
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele. 
A religião é adoração. 
A espiritualidade é Meditação. 
A religião sonha com a glória e com o paraíso. 
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora. 
A religião vive no passado e no futuro. 
A espiritualidade vive no presente. 



A religião enclausura nossa memória. 
A espiritualidade liberta nossa Consciência. 
A religião crê na vida eterna. 
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna. 
A religião promete para depois da morte. 
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.



"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... 
Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... " "



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Convite Meditação Coletiva dia 21 de dezembro


21 de dezembro de 2012. O fim do mundo??

O calendario Maya

Segundo as profecias maias, o dia 21 de dezembro de 2012 marca o início de certos eventos que mudarão o curso da história da humanidade. Grandes catástrofes e a extinção do ser humano serão iminentes, e nada nem ninguém poderá evitar este destino inexorável. Esta civilização do mundo antigo se destacava pelo grande conhecimento da astrologia, a compreensão do cosmos e a medição do tempo. Os maias teriam meios de prever tais fatos?

As profecias seriam verdadeiras? Nós as estamos interpretando corretamente?

Outras culturas do mundo, em lugares e tempos diferentes, acreditam que esta data representa grandes mudanças para a humanidade. Será a destruição total ou uma mudança radical para nossa espécie?

As especulações e as teorias são muitas, mas o futuro sempre continuará envolto em mistério.





Guerra nuclear, pandemia viral, mudança climática: a suposta profecia maia do fim do mundo não será cumprida, mas o apocalipse já começou e a agonia será lenta, alertam os cientistas.
"A ideia de que o mundo acabará subitamente, por uma causa qualquer, é absurda", declarou o cientista da Nasa e especialista em vida no espaço David Morrison.
"A Terra existe há mais de 4 bilhões de anos, e passarão ainda muitos outros antes de o Sol tornar nosso planeta inabitável", afirmou o cientista, que criticou as "ridículas" versões que preveem o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012, injustamente atribuído ao calendário maia.
Mais um dia de sol e temperaturas sobem em todas as regiões do estado do Rio (Foto: Foto: Marcos Teixeira Estrella / TV Globo)Aquecimento é o que mais preocupa cientistas sobre fim do mundo
Daqui a quase 5 bilhões de anos, o Sol se transformará em um "gigante vermelho", mas o calor crescente terá, muito antes, provocado a evaporação dos oceanos e o desaparecimento da atmosfera terrestre. O astro se resfriará depois, até a extinção.
"Até lá, não existe nenhuma ameaça astrônomica ou geológica conhecida que poderia destruir a Terra", disse Morrison.
Mas será que a ameaça poderia vir do céu, como demonstram algumas produções de Hollywood que descrevem gigantescos asteroides em choque com a Terra? Uma catástrofe similar, que implica um astro de 10 km a 15 km de diâmetro, caiu sobre a atual península mexicana de Yucatán, causando provavelmente a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos.
Os astrônomos da Nasa afirmam que não é provável que aconteça uma catástrofe similar em um futuro previsível.
"Estabelecemos que não há asteroides tão grandes perto do nosso planeta como o que terminou com os dinossauros", declarou o cientista, acalmando os temores de alguns sobre um fim do mundo em breve.
Além disso, se um asteroide provocou a extinção dos dinossauros e de muitas espécies, não conseguiu erradicar toda a vida na Terra. A espécie humana teria a oportunidade de sobreviver, destacou Morrison.
Risco de pandemias
Sobreviver a uma pandemia mundial de um vírus mutante, como a gripe aviária H5N1, poderia ser mais complicado, mas "não provocaria o fim da humanidade", explica Jean-Claude Manuguerra, especialista em virologia do Instituto Pasteur de Paris.
"A diversidade de sistemas imunológicos é tão importante que há pelo menos 1% da população que resiste naturalmente a uma infecção", afirmou o especialista da revista francesa "Sciences & Vie", que consagrou um número especial ao fim do mundo.
Apesar da tese de uma guerra nuclear ter perdido força desde o fim da Guerra Fria, ela não desapareceu completamente.

O número de vítimas dependeria de sua magnitude, mas inclusive um conflito regional – como entre Paquistão e Índia – bastaria para causar um "inverno nuclear" com efeitos em todo o planeta, como uma queda das temperaturas que impossibilitaria a agricultura, por exemplo.
Mas os cientistas demonstram inquietação com a mudança climática a alertam que o aquecimento do planeta é o que mais se parece com o temido fim do mundo.
E desta vez não são simples temores e hipóteses. Secas, tempestades e outras catástrofes naturais se tornariam mais frequentes e intensas com o aumento das temperaturas mundiais, que poderiam registrar alta de 2° C, 4° C e até 5,4° C até 2100.

Isso equivaleria a um suicídio coletivo da espécie humana, advertem os cientistas, que intensificam os pedidos para conter o devastador aquecimento do planeta.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

IDENTIFIQUE SEUS TALENTOS NO DIA-A-DIA

 Meditação e artes marciais ajudam a descobrir quais dons possui

 

Identificar os próprios talentos pode ser transformador e estimular uma mudança significativa nas nossas vidas. Por ser artista marcial e utilizar uma linguagem "guerreira" em minhas aulas, costumo dizer que os dons e os talentos são as armas para expressar nossa energia criadora.
É muito comum nos dias de hoje encontrar pessoas que carregam com elas uma profunda tristeza e uma espécie de crise existencial, justamente por não saber onde podem colocar suas energias. Elas podem até ter um emprego e uma profissão (às vezes muito bem remunerada), mas não sentem alegria ao acordar ou o coração aberto. Ou seja, não se sentem íntegras naquilo que se propuseram fazer.
Deepak Chopra, o autor do livro "As Sete Leis Espirituais do Sucesso", cita a lei do Dharma ou do propósito de vida. Ele diz que todos nós temos um talento próprio e uma maneira única de expressá-lo. E, por incrível que pareça, acreditando ou não, existe alguma coisa que você consegue fazer melhor do que todo mundo!
Para muitos essa afirmação cai como uma bomba e algumas pessoas podem pensar: "imagina! Eu não tenho dons e talentos específicos. Não consigo acreditar que exista algo nesse mundo que eu consiga fazer melhor do que outra pessoa". Eu não só acredito que você tem um talento singular, como acredito também que você é capaz de colocá-lo em movimento, afinal, todos somos únicos na nossa infinita diversidade. Cada um tem um perfeito e divino brilho. Ninguém é igual a você!

COMO ENCONTRAR SEUS DONS E TALENTOS?

Não existe nenhuma fórmula mágica que levará você, do dia para a noite, ao encontro de seus dons e talentos. Mas algumas práticas poderão lhe ajudar bastante nesta importante busca, como a Meditação, que leva ao autoconhecimento.
Procure ficar em silêncio em alguns momentos do seu dia. Observe sem nada julgar. Se fizer um pouco disso, seu "Guerreiro Interno" será treinado.
Procure reservar uns 30 minutos do seu dia para sentar-se em silêncio. Se no começo lhe parecer bastante, procure dividir em 15 minutos pela manhã e 15 minutos à noite. No começo é bem provável que você precise chamar algumas virtudes. A força de vontade é uma que precisará entrar em ação para conseguir doutrinar o hábito. Durante esse período de silêncio, procure ficar imóvel e apenas observar os seus pensamentos e tudo o que acontece. O treino é o fortalecimento da presença. Se seus pensamentos levarem você para fora, volte a sua atenção para a respiração (a qual deve estar fluindo naturalmente) e permaneça neste estado pelo tempo que conseguir. Repita o ritual sempre que necessário. É natural alguns "insights" acontecerem durante o seu período de silêncio. Fique atento a eles, pois podem ser grandes pistas vinda do coração.

Se achar difícil meditar, experimente fazer a postura da árvore - exercício básico da Arte Marcial Chinesa. Seus objetivos são os de fortalecer a presença, a paciência, a capacidade de meditar, a determinação, entre outros.
Veja abaixo o passo-a-passo para fazer a postura:
  • 1De pé, afaste seus pés e deixe-os na largura dos ombros.
  • 2Mantenha os pés paralelos e flexione levemente os joelhos. Olhando de cima para baixo, não deixe que eles ultrapassem a ponta de seu pé.
  • 3Encaixe o quadril e mantenha a coluna alinhada.
  • 4Ainda nessa posição, posicione seus braços, como se tivesse abraçando uma árvore (os cotovelos e os ombros devem ficar relaxados). Imagine que está segurando uma bexiga cheia com sua axila, ou seja, pense nesse espaço imaginário e não deixe que seus braços fiquem fechados.
  • 5Deixe os dedos das mãos afastados e relaxados.
  • 6Faça com que sua cabeça siga o prolongamento da coluna, ficando alinhada.
  • 7Fixe seus olhos em um ponto. Se estiver de olhos fechados, foque na respiração.
  • 8Permaneça nessa posição, sem se mexer, de 1 a 20 minutos. Vá aumentando o tempo gradualmente.
Experimente fazer as séries da postura da árvore durante 20 minutos ao dia. Se preferir, divida os exercícios em quatro tempos de cinco minutos.
Outra dica bem interessante para descobrir seus dons e talentos é reconhecer o que você gosta de fazer, o que lhe traz alegria espontânea. Você pode fazer o exercício de imaginar que vive em um mundo onde não existe dinheiro. Neste local, você não ficaria parado o dia inteiro e seria natural dedicar-se a algo para passar o tempo, para se sentir vivo e com alegria no coração. Sendo assim, tente perceber qual seria essa ação. Pergunte-se: o que eu faria para me sentir feliz?
Os nossos dons e talentos são a pura expressão do ser. Quando conseguimos ter a dádiva de expressar nossas potencialidades, é natural sentirmos o coração aberto e a alegria em nossas vidas. O que importa sentir-se pertencendo à vida, é o amor que você coloca em movimento. E quando esse sentimento tocar a outra pessoa, é natural que ela retribua com mais amor e assim entramos no fluxo da prosperidade e da abundância em nossas vidas.
Que a nossa guerra interna possa ser devidamente compreendida e integrada, que possamos descobrir definitivamente a paz e a prosperidade que reside dentro de nós!

FERNANDO BELATTO
É professor de artes marciais e criador do método "O Despertar do Guerreiro Interno", que ajuda as pessoas a se conectar com o coração, por meio do desenvolvimento de suas virtudes. Site: www.guerreirointerno.com.br/E-mail:contato@guerreirointerno.com.br
publicação original: http://www.personare.com.br/identifique-seus-talentos-no-dia-a-dia-m2927

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade




A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.


"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... "

Texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes,
Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).





quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Dicas sobre meditação


Não há necessidade de meditar todo o tempo. Umas poucas vezes no dia e apenas por uns poucos minutos é o bastante.

Existem algumas poucas coisas que se fizer demais podem ser prejudiciais.
Por exemplo, os últimos estudos dizem que se você fizer algum exercício corporal por vinte minutos e depois fizer o mesmo exercício por quarenta minutos, o benefício não será dobrado. E se você fizer por sessenta minutos o benefício se tornará prejudicial. É exatamente como quando você come algo que é benéfico. Se você comer muito não será benéfico, isso se tornará prejudicial. Assim, a matemática comum não funciona.
Sempre que você encontrar tempo, apenas por uns poucos minutos, relaxe o sistema de respiração, nada mais – não há necessidade de relaxar o corpo inteiro. Sentado num ônibus, ou num avião, ou num carro, ninguém perceberá que você está fazendo alguma coisa. Apenas relaxe o sistema de respiração. Deixe que ele seja como quando ele está funcionando naturalmente. Então feche os olhos e observe a respiração entrando, saindo, entrando, saindo...
Não concentre. Se você concentrar, irá criar problemas, porque então tudo se tornará uma perturbação. Se você tentar se concentrar sentado num carro, então o barulho do carro se tornará uma perturbação, a pessoa sentada ao seu lado se tornará uma perturbação.
Meditação não é concentração. Ela é simples consciência. Você simplesmente relaxa e observa a respiração. Em tal observação, nada é excluído. O carro está fazendo barulho – isso está perfeitamente Ok, aceite isso. O trânsito está movimentando – isso está Ok, faz parte da vida. A pessoa sentada ao seu lado está roncando, aceite isso. Nada é rejeitado. Você não tem que estreitar sua consciência.
Concentração é um estreitamento de sua consciência de modo que você se torne focado num ponto, mas tudo mais se torna uma concorrência. Você está brigando com tudo mais porque você tem medo de que aquele ponto seja perdido. Você pode se distrair e isso se torna uma perturbação. Por isso você precisa de isolamento, dos Himalaias. Você precisa ir a Índia e para um quarto onde você possa sentar-se silenciosamente, sem ninguém perturbando você de modo algum.
Não, isso não é certo – isso não pode se tornar um método de vida. Isso é isolar a si mesmo. Isso tem alguns bons resultados – você se sente mais tranqüilo, mais calmo – mas esses resultados são temporários. É por isso que você sente repetidas vezes que aquela entonação foi perdida. Uma vez que você não tenha as condições nas quais ela pode acontecer, ela se perde.
A meditação na qual você precisa de certos pré-requisitos, na qual certas condições precisam ser atendidas, não é meditação de modo algum – porque você não será capaz de fazê-la quando estiver morrendo. A morte será uma distração. Se a vida distrai, pense sobre a morte. Você não será capaz de morrer meditativamente, e então toda essa coisa é inútil, é perdida. Você novamente morrerá tenso, ansioso, na miséria, no sofrimento e criará imediatamente o seu próximo nascimento no mesmo padrão.
Deixe que a morte seja o critério. Qualquer coisa que possa ser feita mesmo enquanto você estiver morrendo é real – e isso pode ser feito em qualquer lugar; em qualquer lugar e sem condições como requisito. Se algumas vezes as boas condições estiverem ali, tudo bem, você desfruta delas. Se não, isso não faz qualquer diferença. Mesmo na praça do mercado você pode fazê-la.
Não deve haver qualquer tentativa de se controlar a respiração, porque todo controle é da mente, assim a meditação nunca pode ser uma coisa controlada.
A mente não consegue meditar. Meditação é alguma coisa além da mente, ou abaixo da mente, mas nunca na mente. Assim, se a mente permanecer observando e controlando, isso não é meditação; isso é concentração.
Concentração é um esforço da mente, ela traz as qualidades da mente ao seu ponto máximo. Um cientista se concentra, um soldado se concentra, um caçador, um pesquisador, um matemático, todos se concentram. Essas são atividades da mente.
A qualquer tempo medite. Não há necessidade de ter um tempo pré-determinado. Use qualquer tempo que tiver disponível. No banheiro, quando você tiver dez minutos, simplesmente sente-se debaixo do chuveiro e medite. De manhã, depois do almoço, por quatro, cinco vezes, em pequenos intervalos – apenas de cinco minutos – medite, e você verá que isso se tornará uma constante nutrição.
Não há necessidade de fazê-la por vinte e quatro horas.
Apenas uma xícara de meditação é o bastante. Não precisa beber todo o rio. Apenas uma xícara. E faça isso o mais fácil possível. O fácil é o certo. Faça o mais natural possível. Simplesmente faça quando você encontrar tempo. E não faça disso um hábito, porque todos os hábitos são da mente e, na verdade, a pessoa real não tem qualquer hábito.
(OSHO – Nothing to Lose But Your Head - Cap. 5)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Treinando o coração




Moralidade e meditação

Todas as escolas budistas concordam que ações inábeis, danosas, devem ser evitadas, tendo aderido a isso por milhares de anos; no entanto, quando meus colegas e eu começamos a ministrar retiros de meditação neste país, ficamos um pouco embaraçados ao falar sobre moralidade. Imaginamos que as pessoas estavam vindo para meditar e se iluminar, não para ouvir palestras sobre certo ou errado. Afinal, em nosso ambiente cultural pós-moderno, qualquer moralidade não é sempre relativa?

No entanto, rapidamente se tornou claro que é impossível separar o comportamento moral e ético da realização meditativa. Toda a jornada espiritual se baseia na moralidade de não machucar. Essa é a expressão do amor e cuidado que sentimos tanto pelos outros quanto por nós mesmos. Sem essa fundação, a sabedoria não dura. Especialmente em tempos de valores em transição como os nossos, a importância da integridade e responsabilidade pessoais precisa ser reafirmada de novo e de novo para que não fiquemos perdidos na confusão dos nossos próprios desejos.

Nosso desafio é dar a essa investigação sobre valores morais básicos um significado mais profundo, injetar vitalidade nisso em um mundo moderno, e fazer isso sem se tornar moralista, julgador ou divisivo.

Na perspectiva budista, todos os preceitos morais são regras de treinamento, não mandamentos. Aderimos a eles como uma maneira de treinar nosso coração, como um cuidado em relação ao mundo e nós mesmos, em vez de um conjunto externo imposto de regras. Essa é uma distinção crítica, já que possibilita que olhemos nossas vidas e ações sem a culpa e o auto-julgamento paralisante; ao mesmo tempo, tomando responsabilidade conscientemente por aquilo que fazemos.

“One Dharma”, cap. 5
Joseph Goldstein

sábado, 25 de junho de 2011

Zen no trânsito

Zen no trânsito

Não é preciso ter a paciência de um monge e mestres de Yoga para enfrentar os engarrafamentos, mas é possível aprender com eles

Por Patrícia Ribeiro


Todos os dias a cena se repete. É só ligar o rádio depois das 5 horas em uma grande metrópole e as notícias são sempre as mesmas: engarrafamentos sem fim em quase todos os cantos da cidade. Se você é uma daquelas pessoas que depende do carro para trabalhar e, infelizmente, não pôde aderir à bike como meio de transporte por problemas estruturais ou de distância, deve passar boa parte do tempo preso dentro do carro, refém de um trânsito caótico e de motoristas que parecem ter esquecido todas as normas da boa educação. Haja Yoga para se manter sereno a tantas fechadas, buzinadas e congestionamentos. Se tem consciência de que terá de enfrentar tudo isso, em vez de bufar, gritar ou ter pensamentos negativos do tipo "não vai dar tempo de chegar" ou "isso sempre acontece comigo", por que não tentar algumas mudanças de atitude e perceber que é possível, sim, manter-se sereno no trânsito? Conversamos com professores de Yoga e com a mestre em zen budismo, monja Coen, que nos deram sábios conselhos e dicas para administrar o estresse atrás do volante. Glauco Tavares, professor de Yoga e proprietário do Yoga Shivalaya, em São Paulo, conta uma história que aconteceu com ele: "Estava pensando na pergunta 'por que praticar Yoga' e com isso em mente entrei no carro e saí em direção à minha casa. Após uns cinco minutos deparei com um táxi fazendo uma conversão proibida e o motorista falando ao celular. Logo, quase colidi com o táxi. Minha reação naquele momento foi tirar o carro da lateral do taxista, atravessado na pista, e buzinar forte. Dois mil metros à frente, parei o carro em um semáforo e fui surpreendido com um soco no cotovelo por um homem, agora em pé, ao lado do meu carro, aos berros. Enquanto eu tentava argumentar para saber quem era aquele senhor, levei um 'belo' soco na boca sentado no banco do carro. Juro que fiquei sem reação, na verdade eu não acreditava. Então, aos gritos, aquele senhor disse que era o taxista. Mas me surpreendi com os próximos instantes: uma calma tão grande se fez presente, que a única coisa que eu dizia era para ele voltar para o seu carro, pois estava completamente fora de si. Aquela situação durou cerca de um minuto, mas mantive uma calma que não esperava. Voltei a dirigir mantendo a mesma serenidade, como se não houvesse ocorrido nada, minha respiração sob controle, um sentimento tão grande de compaixão por aquele homem, que estava visivelmente transtornado. Alguns segundos e uma voz silenciosa se manifestou: 'Está aí sua resposta, é para isso que você pratica Yoga'. Confesso que a resposta poderia vir sem aquele soco na boca", conta.


Yoga na prática Essa história ilustra o que devemos ter em mente: não adianta apenas praticar na sala de aula, suar no mat, fazer pranayamas e meditar todos os dias se não levamos a prática para o nosso cotidiano. Também não adianta ouvir CDs de relaxamento, entoar mantras ou meditar com japamala depois de levarmos uma fechada ou quando todos os motoristas estiverem buzinando ao mesmo tempo. O ideal é cultivar uma mudança de pensamento antes de uma situação tensa. Marcos Rojo, coordenador do curso de pós-graduação de Yoga da UniFMU, diz: "Para os menos devocionais, ficar ouvindo repetidamente cantos ou mantras num momento de estresse poderá deixá-los ainda mais nervosos. Temos de ser sinceros. Não adianta ser hipócrita e ficar dizendo a si mesmo o tempo todo: 'Eu sou um praticante de Yoga e por isso não vou ficar nervoso com este estúpido que me deu uma fechada'. Nessa altura, provavelmente você já ficou nervoso e está apenas se enganando. É preciso reagir antes que um estado não saudável se instale na mente. Ouvir CDs de aulas de grandes mestres sobre temas como o Bhagavad Gita ou Upanishadspoderão distraí-lo, fazendo com que não se sinta perdendo tempo, caso você goste do assunto. Repetir um mantra também vai depender do envolvimento de cada um com a técnica. Embora não seja um bom momento para a meditação, é importante criar uma condição passiva, já que para os que moram em cidades grandes, o trânsito não é sua escolha, é fato", conclui.


Mudança de atitude Para aqueles momentos em que o trânsito não anda, fazer alguns exercícios respiratórios poderá deixá-lo mais calmo. Há métodos simples que qualquer um pode fazer, praticante de Yoga ou não. Marcos Rojo enfatiza que o pranayama é uma preparação para a meditação e que os antigos yogispossivelmente achariam bizarro uma técnica tão sofisticada para um objetivo tão comum, e compara: "Seria quase o mesmo que convidar a Orquestra Filarmônica de Berlim para tocar Mamãe eu quero. Sendo assim, vamos considerar o controle do ritmo respiratório como estratégia para a diminuição do estado de ansiedade. Respirar lenta e profundamente pelas narinas, com a expiração pelo dobro do tempo da inspiração, contraindo um pouco a glote e emitindo um som muito suave (ujjayi pranayama) por pelo menos dez repetições, já será muito proveitoso para nos acalmar", afirma. De tanto ouvir as pessoas se queixando sobre o estresse no trânsito, a professora Nicole Witek, do instituto que leva seu nome em São Paulo, produziu um CD com técnicas de relaxamento para fazer durante engarrafamentos, no trabalho e em casa. "Aconselho acolher os sentimentos de frustração, raiva e aplicar os métodos de Yoga: buscar uma emoção positiva, focar a atenção na região do coração e continuar respirando calma e tranquilamente para que o sangue possa trocar sua química relativa ao estado de estresse (adrenalina, cortisol, açúcar) para uma química de bem-estar. É como se fosse uma minimeditação. Manter essa emoção positiva por alguns minutos reverte a produção de secreções no corpo que danificam a saúde e leva a um estado de tranquilidade", explica. Monja Coen ensina: "Verifique que não estamos sozinhos e que não é alguma coisa pessoal, contra nós especialmente. Alinhe a coluna vertebral e a cervical. Sinta seus pés, suas mãos, todo o seu corpo. Perceba o processo mental da impaciência, raiva, agonia, tristeza, alegria — porque muitas vezes ficamos alegres por algum engarrafamento que dificulta um encontro desagradável que fomos obrigados a marcar. Engarrafamento não é apenas horrível. Pode ser bom. Pode se fazer amigos, principalmente consigo mesmo. Esteja presente no que está sentindo e observe que tudo é passageiro. Se você estiver aflito, seja gentil com você. Não fale palavrões, não faça gestos rudes e ásperos, não queira estar em outro local. Não insulte a si mesmo. Não insulte a cidade, os carros, as pessoas, o trânsito. Pense em soluções melhores. Faça sugestões e as envie ao Departamento de Trânsito. Atue para transformar. Seja a transformação que quer no mundo. E lembre-se: se for pegar um bom engarrafamento, é melhor levar alguns alimentos no carro, água, sucos, livros, revistas, CDs. E não se esqueça de ir ao banheiro antes de sair. E, quando vir alguém muito bravo, cortando, xingando, buzinando, pense que essa pessoa nunca fez Yoga, nunca meditou, desconhece o Zen e o autocontrole e, quem sabe, esteja muito mesmo querendo ir ao banheiro. Dê passagem e o abençoe para que atinja seus objetivos com êxito, sucesso e em tempo hábil. Querer, pensar e fazer o bem faz muito bem".


Algumas sugestões para fazer no carro: - Lentamente leve o queixo para baixo, depois gire a cabeça para os dois lados como se a orelha fosse tocar os ombros. - Inspire e expire fazendo movimentos circulatórios com os ombros para a frente várias vezes e depois para trás. - Busque um bom posicionamento no banco do carro, ajeitando bem os ísquios para manter a coluna ereta. - Traga os dedos dos pés na direção da tíbia e depois leve-os à frente esticando bem o peito do pé. Faça movimentos giratórios com os pés, ora no sentido horário, ora no sentido anti-horário. - Pequenas massagens que podemos fazer nos ombros e pescoço, apertando e soltando, para melhorar a circulação local, também ajudam.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Silêncio


  • "O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de ser rebatido". (Josh Billings).
  • "Pratique o silêncio e você adquirirá um conhecimento silencioso. Neste conhecimento silencioso está um sistema computacional que é muito mais minucioso, muito mais preciso, e muito mais poderoso do que qualquer coisa que esteja contida nas fronteiras do pensamento racional". (Deepak Chopra).
  • "O silêncio é um amigo que nunca trai". (Confúcio).
  • "O único tirano que eu aceito neste mundo é o silêncio da voz interior". (Mahatma Gandhi).
  • "As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar". (Leonardo da Vinci).
  • "A meditação me ajuda a sentir a forma e a textura da minha vida interior. Aqui, no silêncio, eu posso começar a saborear o que os budistas chamariam de minha verdadeira natureza, o que os judeus chamam de calma, suave voz, e o que os cristãos chamam de Espírito Santo. (Wayne Muller).
  • "O silêncio é a mais perfeita expressão do desprezo". (George Bernard Shaw).
  • "Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa". (Clarice Lispector).
  • "Aprendi silêncio com os falantes, tolerância com os intolerantes e gentileza com os rudes. Ainda, por estranho que possa parecer, sou ingrato a esses professores". (Kalil Gibran).
  • "Duas pessoas têm vivido em você por toda a sua vida. Uma é o ego, tagarela, exigente, histérico, calculista; a outra é o ser espiritual escondido, cuja silenciosa voz de sabedoria você somente ouviu ou reparou raramente - você revela em si mesmo, no silêncio, o seu próprio guia sábio". (Sogyal Rinpoche).
  • "Quando falar procure que suas palavras sejam melhores que o seu silêncio".

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