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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Adiando a saída da casa dos pais... (parte 2)


Dificuldades no mercado de trabalho ajudam a adiar saída da casa dos pais

Conseguir um emprego e atingir sucesso profissional são objetivos de qualquer pessoa que pretende ingressar no mercado de trabalho. Além disso, a independência financeira é o principal componente para começar a buscar o próprio espaço, distanciando-se pelo menos um pouco do domínio dos pais.

Para a psicóloga e escritora Olga Inês Tessari, de São Paulo, a estabilidade financeira é indispensável para que a pessoa tenha “vida própria em todos os sentidos”. “De que adianta sair de casa e continuar sendo sustentado pelos pais? Nesse caso, o filho só mudou de endereço, mas continua dependente deles”, afirma.

Por outro lado, ela lembra que a dificuldade de conquistar uma colocação no mercado de trabalho também adia a possibilidade de o jovem ir morar sozinho. Roberto Stelling, de 25 anos, que mora no Rio de Janeiro, está vivendo esta situação. Formado em Marketing há dois anos, ele não conseguiu emprego na área após concluir o curso.

Decidiu mudar de foco e começou a estudar para prestar concursos públicos. “Neste momento, não tenho planos de morar sozinho até me estabilizar financeiramente. E, para isso, espero ser aprovado em algum concurso”, conta.

Enquanto aguarda um resultado positivo, Roberto não vê problemas em permanecer na casa dos pais. “Aqui, tenho menos preocupações, inclusive financeiras. A desvantagem principal, se não for a única, é não ter liberdade total, mas, mesmo assim, para mim não é um problema”, afirma.

 

De volta para casa



A psicóloga e consultora de imagem Mara Pusch, de São Paulo, lembra casos de filhos que moram por um período fora da casa dos pais, mas depois acabam retornando. “Isso acontece principalmente em famílias de classe média e classe média alta, em que os pais continuam sustentando os filhos, mesmo que eles tenham se mudado”, explica.

Rodrigo Soares Bragante, de 29 anos, decidiu voltar para casa, mas por um motivo diferente. Ele vive em São Paulo, onde trabalha como classificador de materiais em uma empresa de compra e venda de ligas de metal. Atualmente, mora com a mãe e avó, de 96 anos, que está doente. “Já tive oportunidade de dividir um apartamento com amigos, mas não me sinto bem em fazer isso enquanto minha avó estiver precisando dos cuidados da minha mãe”, explica.

Ele revela que contribui nas tarefas domésticas, mas reconhece a comodidade de não precisar lavar e passar roupas nem ter de cozinhar. “Não que eu não ajude a minha mãe, mas sei que morando sozinho seria bem mais difícil em relação a isso.”

Entretanto, Rodrigo lamenta perder um pouco da sua privacidade. “Apesar de ter quase 30 anos, querendo ou não você acaba tendo de prestar contas em relação ao que faz ou deixa de fazer da sua vida”, diz.

Segundo Olga Tessari, para um jovem maduro, o retorno à casa dos pais pode ser como “retroceder no tempo”. “Esses jovens agem no sentido de morar com os pais apenas o tempo necessário para que se tornem independentes financeiramente e possam voltar a morar sozinhos novamente”, explica.


Filhinho está em casa, até os 40 anos... 41... 42...




Filhos crescem, começam a trabalhar, porém resistem em deixar a casa dos pais

Sair de casa, afastar-se do controle dos pais e assumir novas responsabilidades. Por algumas gerações, esse foi o ideal dos jovens brasileiros para mostrar independência – até mesmo financeira – e autoafirmação. Mas essa é uma tendência que vem se modificando. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 8 milhões de brasileiros, entre 25 anos e 40 anos, moram atualmente na casa dos pais. Eles são conhecidos como a geração canguru, segundo os especialistas.

De acordo com a psicóloga e consultora de imagem Mara Pusch, de São Paulo, não existe uma idade determinada para que os filhos se mudem. Porém, é preciso que haja um amadurecimento por parte deles. “Não há uma regra. No entanto, quando o jovem termina os estudos, começa a trabalhar e se sustentar, espera-se se que ele queira liberdade e independência, sem ter de seguir regras impostas pelos pais”, afirma.

Mara lembra também que o conforto representa um papel importante para essa permanência. “Tem sempre uma pessoa organizando a casa, além de roupa lavada e passada e da comida feita. Graças ao afeto dos pais, cria-se uma situação de comodismo”, enfatiza.

 

Sem planos de sair de casa

É exatamente essa realidade que vive o policial militar Patrick Ferraz, de 30 anos, que mora no Rio de Janeiro. Há oito anos, ele trabalha na corporação. Apesar disso, ainda vive com os pais e a irmã mais nova, de 20 anos. “Em casa, tenho segurança econômica, comodidade e afeto 24 horas por dia”, diz.

Por enquanto, Patrick não traça qualquer plano de ir atrás do seu próprio espaço. “Às vezes, até existe a questão da falta de privacidade, mas gosto muito do meu lar e lá encontro tudo que preciso. Portanto, não tenho de procurar outro lugar.”

Para alguns especialistas, esse tipo de comportamento não é o ideal. A psicóloga Olga Inês Tessari, de São Paulo, autora do livro Dirija sua Vida sem Medo, acredita que o indivíduo deve buscar mais liberdade. “O jovem necessita fazer o que lhe convém, sem se submeter a regras com as quais não concorda.”

Por isso, ela defende a importância de se distanciar um pouco do lar e da influência direta dos familiares para o amadurecimento da pessoa. “Sair da casa dos pais é a chance de ter seu próprio espaço, com independência e individualidade, de aprender a lidar com situações conflitantes, melhorar a autoestima e crescer ainda mais”, afirma.

Mara Pusch completa dizendo que a experiência é importante também para criar uma “outra rotina”. “O fato de morar sozinho dá a possibilidade de construir uma nova vida, de arriscar mais e sair desse comodismo”, conclui.


sábado, 8 de agosto de 2009

A ARTE DE ENVELHECER



Conta um jovem universitário que no seu primeiro dia de aula o professor se apresentou e pediu que todos procurassem conhecer alguém que ainda não conheciam. Ele ficou de pé e olhou ao redor, quando uma mão lhe tocou suavemente o ombro. Deu meia volta e viu uma velha senhora, cujo sorriso lhe iluminava a face.
Ela lhe falou sorrindo: Oi, gato. Meu nome é Rose. Tenho oitenta e sete anos. Posso lhe dar um abraço?
O moço sorriu e respondeu com entusiasmo: claro que pode!
Ela lhe deu um abraço bem forte.
Por que a senhora está na Universidade numa idade tão jovem, tão inocente? Perguntou-lhe o rapaz.
Rindo, ela respondeu: estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo me aposentar e viajar.
Eu falo sério, disse seu jovem colega. Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.
Rose respondeu gentil: sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.
Depois da aula ambos caminharam juntos por longo tempo e se tornaram bons amigos.
Todos os dias durante os três meses seguintes saíam juntos da classe e conversavam sem parar.
O jovem universitário estava fascinado em escutar aquela "máquina do tempo". Ela compartilhava com ele sua sabedoria e experiência. Durante o curso, Rose se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse. Gostava de se vestir bem e se alegrava com a atenção que recebia dos outros estudantes.
Ao término do último semestre, Rose foi convidada para falar na festa de confraternização. Naquele dia ela deu a todos uma lição inesquecível. Logo que a apresentaram ela subiu ao palco e começou a pronunciar o discurso que havia preparado de antemão. Leu as primeiras frases e derrubou os cartões onde estavam seus apontamentos.
Frustrada e um pouco envergonhada se inclinou sobre o microfone e disse simplesmente:
Desculpem que esteja tão nervosa. Não vou poder voltar a colocar meu discurso em ordem. Assim, permitam-me, simplesmente, dizer-lhes o que sei. Enquanto todos riam, ela limpou a garganta e começou:
Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.
Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.
Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.
Temos que ter um ideal. Quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.
Há tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem sequer sabem!
Há uma grande diferença entre estar velho e amadurecer. Se vocês têm dezenove anos e ficam um ano inteiro sem fazer nada produtivo se converterão em pessoas de vinte anos.
Se eu tenho oitenta e sete anos e fico por um ano sem fazer nada de útil, completarei oitenta e oito anos.
Todos podemos envelhecer. Não requer talento nem habilidade para isso. O importante é amadurecer encontrando sempre a oportunidade na mudança.
Não me arrependo de nada. Nós, de mais idade, geralmente não nos arrependemos do que fizemos mas do que não fizemos. E, por fim, os únicos que temem a morte são os que têm remorso.
Terminou seu discurso cantando "A rosa". Pediu a todos que estudassem a letra da canção e a colocassem em prática em suas vidas. (Não me pergunte de quem é, ou, que música é esta porque não saberei dizer-te)
Rose terminou seus estudos e, uma semana depois da formatura, morreu tranquilamente enquanto dormia.
Mais de dois mil estudantes universitários assistiram as honras fúnebres para render tributo à maravilhosa mulher que lhes ensinou, com seu exemplo, que nunca é demasiado tarde para chegar a ser tudo o que se pode e deve ser.
O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem. Afinal, envelhecer é obrigatório, amadurecer é opcional.
Pense nisso!

escrito pelo amigo Antônio Leão

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