Frases soltas por aí... no mundo!!

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

O EGO


CONTROLANDO O EGO (será possível??)

MEDITAÇÃO! Nada mais de ego.

Quando olho para minha alma, sinto os lugares doloridos, onde meu ego me feriu:

  • Me preocupar com o que as pessoas pensam de mim, 
  • Necessidade de sempre estar certo, 
  • Ter raiva quando as coisas não acontecem do meu jeito.

Quando eu abro mão e alcanço a Luz num nível mais alto, esses lugares na minha alma se abrem.

Estou livre, o ego diminui e me concentro no que realmente é importante:

  • Amor, 
  • Amigos, 
  • Família, 
  • Plenitude espiritual.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Amizade colorida: Será que dá certo?




A amizade colorida parece nunca sair de moda. Muitos jovens e adultos recorrem a esse tipo de envolvimento porque acreditam que a praticidade e a cumplicidade entre os amigos favorecem a aproximação e a relação. “O amigo é a pessoa com quem você pode se abrir, desabafar, expor seus sentimentos com sinceridade. Às vezes, durante essas conversas calorosas, surge um clima mais ‘quente’, e o casal acaba ‘ficando’. Isso pode se repetir quando um dos dois se sente sozinho e carente, e não impede outros relacionamentos”, afirma Mara Pusch, psicoterapeuta e sexóloga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
E ao contrário do que muita gente imagina, esse tipo de relação acontece tanto com os adolescentes quanto com os adultos. “Na juventude, os jovens costumam confundir os sentimentos: como admiram o amigo e estão com os hormônios à flor da pele, acabam ‘ficando’. Porém, na vida adulta, muitos já sofreram em outros envolvimentos amorosos e temem repetir a experiência. Por isso, evitam um vínculo sério, para que não fiquem vulneráveis aos sentimentos que possam magoá-los novamente”, conta Mara.

Há alguns meses, o estudante de Direito Fábio Mathias, de 19 anos, estava solteiro e acabou se envolvendo com uma de suas melhores amigas. “Saímos para jantar, bate-papo daqui, desabafa dali e, quando vimos, já tinha pintado aquele clima”, diz Fábio. Segundo o estudante, eles ficaram juntos algumas vezes, mas agora acabou. Atualmente, ele namora outra garota, e da amizade colorida restou apenas a amizade. “Ela não tem ciúmes, sabia que não era pra valer”, ressalta.


Vai dar namoro?  
Costuma-se dizer que a amizade colorida é um passo em direção ao namoro. Há alguns meses, Maria Cristina Vianna, estudante de Jornalismo de 20 anos, começou a ficar com um colega da faculdade. O relacionamento tem sido ótimo, e ela acredita que tem tudo para se tornar mais sério. “Acho que os amigos se conhecem muito bem, têm afinidades e interesses em comum, o que torna a relação bem promissora”, explica. Eles não se consideram namorados, mas também não estão livres e desimpedidos. “Não saio com minhas amigas para baladas com a consciência tranquila, do tipo ‘sou solteira e não devo nenhuma satisfação’”, afirma.

Já a pedagoga Roberta Albuquerque, de 32 anos, tem um amigo colorido há seis meses e não acredita que isso possa se transformar em namoro. “Quem se envolve dessa forma está justamente evitando o compromisso. Quer ter uma ótima companhia, mas livre de cobranças e apegos. Ou seja, queremos as vantagens sem abrir mão da liberdade”, diz.


O  risco  
Amigos, amigos, amores à parte. Será que essa regra é seguida à risca por aqueles que vivem uma amizade colorida? Nem sempre... Enquanto uma pessoa está decidida a curtir, sem pensar em um envolvimento mais sério, a outra pode criar expectativas e se apaixonar. “Quando alguém se apaixona, mas o outro não está nem aí, é natural que se sinta frustrado e magoado. E o pior: a amizade pode desmoronar. Por isso, é bom pensar antes se vale correr esse risco”, conclui a psicoterapeuta.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um texto que toda mulher deveria ler...



Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.

Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.



Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

A vida não pode ser economizada para amanhã. (Rubem Alves)



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fatores que influenciam nossa felicidade



Ao longo dos últimos 70 anos, sensivelmente, os cientistas têm vindo a analisar pessoas felizes e pessoas infelizes, e estão, enfim, a sistematizar os factores que fazem a diferença.

Segue-se uma lista dos dez factores principais. A propósito, os peritos pensam que os genes (o 4.º factor) contam para cerca de 50% da nossa disposição, sendo os restantes 50% da responsabilidade dos outros nove.


1. Dinheiro
O dinheiro pode comprar uma certa dose de felicidade. Mas desde que haja dinheiro para se comer, vestir e para habitação, o dinheiro extra faz cada vez menos diferença.

Sempre que se debruçam sobre o assunto, os cientistas descobrem que, em geral, quanto mais ricas, mais felizes as pessoas são. No entanto, o dinheiro apenas parece fomentar a felicidade quando se tem mais do que os amigos, os vizinhos e os colegas.


2. Desejo
De quanto precisará uma pessoa para se sentir bem? Descobriu-se que as pessoas cujas aspirações estavam mais longe do que aquilo que já possuíam tinham tendência para ser menos felizes, do que aqueles que se diziam mais perto.


3. Inteligência
Poucos inquéritos foram dedicados a descobrir se as pessoas inteligentes são mais felizes, mas os que existem indicam que a inteligência não é relevante. Talvez a «inteligência social» possa ser a verdadeira chave para a felicidade.


4. Genética
Poderá nascer-se já feliz ou infeliz? David Lykken, geneticista do comportamento e professor emérito de Psicologia da Universidade do Minnesota, Minneapolis, descobriu que a carga genética contava 44 a 55% para a diferença de níveis de felicidade. Os rendimentos, o estado civil, a religião ou a educação não contavam mais que 3%.

No entanto, mesmo alguém com um baixo «ponto predeterminado» de felicidade pode melhorar a sua visão das coisas. Está provado que pôr as pessoas de bom humor as torna mais sociáveis. Michael Cunningham, da Universidade de Louisville, no Kentucky, demonstrou que um indivíduo fica mais falador e aberto depois de ver um filme alegre que depois de ver um filme triste.


5. Beleza
Primeiro, as más notícias: as pessoas bonitas são, de facto, mais felizes. A explicação talvez seja a de que a vida é mais risonha para as pessoas bonitas. Ou será mais subtil do que isso: os rostos mais atraentes são muito simétricos, e está provado que a simetria reflete bons genes e um sistema imunitário saudável. Assim, talvez as pessoas mais bonitas sejam mais felizes porque são mais saudáveis.

Mesmo quem não é de uma grande beleza pode contabilizar carga emocional positiva, desde que se esteja contente com o seu próprio aspecto. Infelizmente, vários estudos demonstram que as mulheres tendem a achar-se muito gordas, e os homens, pouco atléticos.


6. Amizade
É difícil imaginar uma existência mais penosa do que a vida nas ruas de Calcutá ou num dos seus bairros de lata, ou então ganhar a vida lá como prostituta. No entanto, apesar da pobreza e sordidez que enfrentam, pessoas que levam estas vidas são muito mais felizes do poderia pensar-se.

Diener entrevistou 83 indivíduos destes três grupos e mediu a sua satisfação de vida usando uma escala na qual um 2 é considerado neutro. A média global foi de 1,93, um resultado não muito bom mas honroso, se comparado com um grupo de controle de estudantes da classe média da cidade que registou 2,43. E os habitantes das barracas, o mais feliz dos três grupos carenciados, registaram 2,23, o que não difere significativamente do registo alcançado pelos estudantes.

«Pensamos que as relações sociais são em parte responsáveis por isto», diz Diener. E acentua que os três grupos de excluídos sociais obtiveram níveis satisfatórios em áreas específicas como família (2,5) e amigos (2,4). Os habitantes dos bairros de lata deram respostas mais positivas porque têm mais probabilidades de capitalizar o apoio social inerente à importância das famílias numerosas na cultura indiana.


7. Casamento
Numa análise de relatórios de 42 países, investigadores norte-americanos descobriram que os casados são realmente mais felizes que os solteiros. O efeito é reduzido, mas ainda assim pede a pergunta: o casamento torna as pessoas mais felizes, ou terão as pessoas felizes simplesmente mais propensão para se casar?

Ambas as respostas podem ser verdadeiras. Num estudo que acompanhou mais de 30 000 alemães ao longo de 15 anos, Diener e os seus colegas descobriram que homens e mulheres felizes têm mais tendência para se casar e permanecer casados. Mas qualquer um pode melhorar a sua disposição casando-se.

A assinatura do papel parece também ter algo de especial: está provado que a simples coabitação não traz tantos benefícios. "Desconfio de que o que falta à união de facto é a segurança de uma aliança de ouro formal, e é por isso que o casal não consegue ser tão feliz", diz Oswald. "Todos os dados conhecidos dizem-nos que a insegurança nunca é boa para os seres humanos."


8. Fé
A grande maioria das dezenas de estudos que se debruçaram sobre a religião e a felicidade descobriu uma relação positiva entre ambas. Acreditar numa vida para além da morte pode dar aos seres humanos um significado e um propósito e reduzir o sentimento de estar só no Mundo, sobretudo à medida que as pessoas envelhecem, diz Harold G. Koenig, do Centro Médico da Duke University, em Durham, na Carolina do Norte. «O efeito revela-se claramente em alturas de tensão. A crença religiosa pode ser uma forma muito poderosa de enfrentar a adversidade.»

A religião também traz interação e apoio. Mas Koenig crê que não se trata apenas de receber. «Os estudos têm provado que quem dá apoio aos outros se sente melhor consigo próprio. E até vive mais tempo.» Segundo os investigadores, isto transforma o envolvimento religioso numa fonte de maior satisfação do que outras actividades sociais inclusivas, como, por exemplo, os grupos de leitura.


9. Solidariedade
Diversos estudos descobriram uma relação entre a felicidade e o comportamento altruísta. Mas tal como em relação a muitos traços comportamentais, não é claro se o que nos torna felizes é praticar o bem, ou se as pessoas felizes têm mais propensão para serem altruístas.


10. Idade
A velhice pode não ser assim tão má. Alguns cientistas sugerem que as pessoas mais velhas são mais felizes porque podem esperar que a vida seja mais difícil e lidar bem com essa ideia, ou então que são mais realistas nos seus objectivos, estabelecendo apenas aqueles que sabem poder alcançar. Mas Carstensen pensa que, com o tempo a esgotar-se, os mais idosos aprenderam a concentrar-se em coisas que os fazem felizes, desligando-se das que os não fazem.

"As pessoas apercebem-se do que têm, mas também de que isso não pode durar para sempre", diz ela. "Um beijo de despedida à mulher aos 85 anos, por exemplo, pode despertar respostas emocionais muito mais complexas do que um beijo semelhante aos 20 anos."




Post originalmente publicado no http://manualdafelicidade.blogspot.com e o mesmo foi Adaptado de: http://www.seleccoes.pt/dez_chaves_para_a_verdadeira_felicidade e sem autor discriminado.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Quando uma etapa chega ao final


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora..
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos.

Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

E lembra-te : Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Uma História que nos traz a Verdade!!! "O LÁPIZ"


Pedrinho olhava a avó escrevendo uma carta.

A certa altura perguntou:

- Você está escrevendo uma história ou é alguma carta falando sobre mim?

A Avó parou de escrever a carta sorriu, e comentou com o neto:

-Estou escrevendo sobre você, é verdade.

Entretanto, o mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando.

Gostaria que as pessoas fossem como ele e que você também fosse como ele quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

-Tudo depende do modo como você e eu ou as pessoas olham as coisas. Há cinco qualidades nele que se conseguirmos mantê-los seremos sempre pessoas em paz com o mundo.

- " Primeira Qualidade": podemos fazer grandes coisas, mas não devemos esquecer nunca que existe uma mão que guia nossos passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e ele sempre nos conduz em direção a sua vontade, nós fechamos os nossos olhos e não conseguimos ver o querer dele em nossas vidas.

- " Segunda Qualidade" De vez em quando precisamos parar o que estamos escrevendo e usar um apontador, isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado.

Portanto devemos saber suportar algumas dores, porque elas nos farão ser pessoas muito melhor.

- " Terceira Qualidade": O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado.

Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

Da mesma forma que erramos e Deus nos perdoa, devemos usar nossa borracha para apagar os erros que as pessoas cometem muitas vezes sem querer e que nos magoam, nos entristecem.

É melhor apagar do que manter conosco algo que não vai ser produtivo para nossa vida.

- " Quarta Qualidade": O que realmente importa no lápis não é a madeira ou a forma exterior mas o grafite que está dentro.

Portanto devemos tomar cuidado com as aparências das pessoas em julgar só em ver, a beleza maior está no interior e não no exterior.

Não devemos nos precipitar em julgar uma pessoa pela sua aparência

-Finalmente a Quinta Qualidade do lápis" : Ele sempre deixa uma marca.

Da mesma maneira saiba que tudo que nós fizermos na vida, irá deixar traços, devemos ser conscientes de nossas ações, de cada uma ação porque iremos deixar marcas boas ou ruim, devemos colocar em prática o escrever a borracha, tomar cuidado porque as marcas que o lápis deixa no papel não sai mais e as marcas que podemos deixar mostrará a nossa personalidade e caráter. Devemos deixar Deus conduzir nossa vida, porque quando lutamos ao contrário, perderemos tempo precioso porque o que acaba prevalecendo é o querer de Deus e nessa teimosia que existe dentro de cada um de fazer o próprio querer só encontraremos dificuldade, tristeza, insatisfação pessoal, perderemos grandes oportunidades, grandes chances, grandes negócios, verdadeiro Amor, deixaremos de receber grandes Bênçãos !

Ganhe tempo não relute e deixe Deus Agir em tua Vida!!!

Pense Nisso!!!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Receita de Dona Cacilda para se manter jovem.


Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão. E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente e não havia outra solução. Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

- Ah, eu amo essas cortinas...

- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...

- Isto não tem nada a ver - ela respondeu - felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou amar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.

- Simples assim?

- Nem tanto, isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.

Calmamente ela continuou:

- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.

Depois, pegou no meu braço e pediu para anotar:

COMO MANTER-SE JOVEM:

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. 'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele /ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refugio.

8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la, procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

E ela conta isso para as pessoas que gosta e ama! Compartilha sempre com alguém!

"Nada vale a pena se não tocarmos o coração das pessoas."

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Impossível....


  • O grande prazer da vida é fazer o impossível.
  • Nunca desestimule alguém que evolui, não importa quão lenta seja a evolução.
  • Uma promessa feita é uma dívida não paga.
  • O pessimista vê a dificuldade em cada oportunidade; o Otimista vê a oportunidade em cada dificuldade.

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