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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

FRASES LARGADAS NO MUNDO


O mundo/universo, te reserva algo maior, muito maior do que tudo que você teve até agora... o que você teve, foi muito pequeno perto do que você terá...
Viva o momento presente...


Que possamos honrar e valorizar a irmandade no ciclo que se inicia. Apoiando-nos mutuamente enquanto tomamos coragem de sermos fiéis a nós mesmos.


Você é totalmente responsável pela sua própria vida!


Algo a se dizer, sobre nossas sombras, sobre esse ser que é inquieto, mas faz parte de mim... Reconhecê-lo e aceitá-lo!



Ama e faz o que quiseres.
Se calares, calarás com amor;
se gritares, gritarás com amor;
se corrigires, corrigirás com amor;
se perdoares, perdoarás com amor. 
Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.
Santo Agostinho


OS 7 TIPOS DE PAZ
Os índios Aymara, que habitam há séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes, defendem a necessidade de sete diferentes tipos de paz.
O 1º tipo de paz é para dentro de cada um de nós. Com a saúde de nosso corpo, a clareza de nossa mente, a satisfação com nosso trabalho, a alegria com a pessoa que escolhemos para amar. Sem paz consigo mesmo, não há Paz.
O 2º é para cima. Com o espírito de seus antepassados, com Deus. Se você não está em paz com o mundo sobrenatural, espiritual, com a metafísica de sua existência, sua paz está incompleta.
O 3º tipo de paz é para frente, com o seu passado. Diferentemente dos homens brancos com sua arrogante cultura ocidental que põem o passado para trás, os Aymara o colocam para adiante, por ser o visto, o vivido, o conhecido. Quem tem remorsos, culpas, dívidas não pagas, arrependimentos , não está totalmente em paz.
O 4º tipo de paz é para trás, com seu futuro. Quem tem medo do que virá, está assustado com dívidas a pagar, se apavora com o que terá de enfrentar, com a possibilidade de más notícias, com emprego incerto, esperando más notícias, não está em paz.
O 5º é para o lado esquerdo, com seus próximos. Sem a paz familiar, não há paz. Desavenças domésticas, disputas, queixas, ranger de dentes com a família, o descontentamento com familiares e amigos próximos, tira o sentimento de paz.
O 6º tipo de paz é para o lado direito, com seus vizinhos. Não adianta a paz em casa, se do outro lado da rua estão a ameaça, a desavença, o descontentamento com a casa ao lado traz impedimentos para a verdadeira Paz.
E o 7º tipo de paz é para baixo: Com a terra que você pisa, de onde virá seu sustento. Se você provoca a tempestade ou a seca, se o solo secar ou tremer, não haverá paz completa.
Se tudo é nossa projeção, depende apenas de você…


Temos sempre um guerreiro dentro de nós. Resta nos lutar pelo que é certo.



Diz um velho ditado:
"A vida é melhor, quando rimos de nós mesmos."
É difícil, mas interessantemente bom! Suavidade, tranquilidade, observância, silêncio, são alguns pontos a seguirmos e levarmos nossas vidas de um jeito mais leve.


MEDITAÇÃO
Nada mais de ego.
Quando olho para a minha alma, posso sentir os lugares doloridos, onde fui ferido pelo meu ego: me preocupar com o que as pessoas pensam de mim, precisar estar certo, ter raiva quando as coisas não acontecem do meu jeito.
Quando eu abro mão e alcanço a Luz num nível mais alto, esses lugares na minha alma se abrem.
Eu estou livre, meu ego diminui e eu me concentro no que realmente é importante:
Amor, amigos, família, plenitude espiritual.


Tudo depende da importância que você dá!


quarta-feira, 6 de abril de 2016

O EGO


CONTROLANDO O EGO (será possível??)

MEDITAÇÃO! Nada mais de ego.

Quando olho para minha alma, sinto os lugares doloridos, onde meu ego me feriu:

  • Me preocupar com o que as pessoas pensam de mim, 
  • Necessidade de sempre estar certo, 
  • Ter raiva quando as coisas não acontecem do meu jeito.

Quando eu abro mão e alcanço a Luz num nível mais alto, esses lugares na minha alma se abrem.

Estou livre, o ego diminui e me concentro no que realmente é importante:

  • Amor, 
  • Amigos, 
  • Família, 
  • Plenitude espiritual.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

POR QUE COMEMORAR O DIA DOS PAIS?


Comemorado no Brasil no segundo domingo de agosto. Isso faz com que haja uma variação na mesma, caindo em dias diferentes.
Sobre o surgimento da comemoração, o primeiro registro de homenagem a um pai surgiu na antiga Babilônia, há mais de quatro mil anos, onde um jovem modelou e esculpiu um cartão para seu pai, desejando sorte, saúde e muitos anos de vida.
Nos cristianismo, se comemora o dia de São José, dia 19 de março, patriarca da família de Jesus.

A história mais conhecida sobre a comemoração do dia dos pais é a de William Jackson Smart, um ex-combatente da guerra civil americana (EUA) que perdeu sua esposa quando os seis filhos eram ainda bem pequenos, criando-os sozinho. Sua filha Sonora Smart resolveu homenageá-lo, no ano de 1909, em razão da admiração que sentia, por este ter dedicado sua vida aos filhos e ter conseguido criá-los muito bem. A data escolhida foi a de nascimento de Willian, dezenove de junho.
Aos poucos a data passou a ser difundida por outras famílias onde moravam, no estado de Washington, sendo espalhada por todo país, até que o presidente Richard Nixon tornou-a oficial.

Nos Estados Unidos a data ficou estabelecida para ser comemorada no terceiro domingo de junho, assim como África do Sul, México, Canadá, França, Turquia, Venezuela, entre outros países. Na Austrália e Nova Zelândia a comemoração acontece no primeiro domingo de setembro; na Rússia, no dia vinte e três de fevereiro; na Tailândia, no dia cinco de dezembro; e na Itália, no dia 19 de março, dia de São José.
No Brasil, começou a ser comemorada a partir de 1953. Várias entidades da imprensa se juntaram a fim de promover um concurso onde homenageariam três tipos de pais: o pai com maior número de filhos, o pai mais jovem e o pai mais velho. Os vencedores foram um pai com trinta e um filhos, um pai de 16 anos e um pai com 98 anos.
Ao se tornar pai, o homem passa a ter responsabilidades com seus filhos, devendo sustentá-los de forma digna, dar-lhes atenção, amor, carinho e proteção.
Segundo a Constituição Federal do Brasil, de 1988, o pai tem direito a cinco dias de licença após o nascimento de seus filhos, onde terá tempo para auxiliar a mãe do recém-nascido e fazer o registro do mesmo, em cartório.
O sucesso da comemoração dessa data é muito grande, movimentando bastante o comércio, pois os filhos oferecem presentes aos seus progenitores. Neste dia, os pais recebem atenção e carinho, tornando a data um dia diferente e muito especial para todos.
Texto adaptado da versão da Pedagoga Jussara de Barros

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

AMOR DO PAI INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DOS FILHOS


Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.


É culpa do pai, ou é culpa da mãe?
Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Autora: Natasha Romanzoti - tem 24 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O respeito, a valorização, a importância das pessoas.


Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito.

Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas... que ele já fez.

A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade.

Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.

Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:"Eu sou bom".

Sawabona Shikoba!


SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
"ENTÃO, EU EXISTO PRA VOCÊ".

terça-feira, 26 de março de 2013

A felicidade é amor, só isto


-                  a felicidade é amorQuanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida. Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.
O dinheiro não era nada, o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz.
A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto.
Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito.
Mas amar e desejar não é a mesma coisa.
O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.
O amor não quer possuir.
O amor quer somente amar.
Hermann Hesse

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A força do sonho



ryan_3Com coragem e persistência, criou pontes de solidariedade entre o seu país e a África.
Ryan Hreljac nasceu no Ontário, no Canadá, em 1991.
Quando tinha 6 anos, uma conversa com a professora da escola primária mudou-lhe a vida. Ela falou na aula das pessoas pobres de África. Contou, entre outras coisas, como elas passam por grandes dificuldades para disporem de água potável e terem acesso a poços. Acrescentou ainda a professora que, sem água potável, as pessoas, e especialmente as crianças, podem ficar doentes e, até, morrer.

Esforço quase em vão


Ryan Hreljac, apesar de ter 6 anos e muita vontade de brincar, naquele dia ia a caminho de casa a pensar. Passava em frente de um fontanário em que a água estava horas e horas, sem parar, a correr. E, lá na África, as crianças da sua idade tinham de andar quilometros e quilometros, durante horas, para levar uns cinco litros de água para casa.
Foi ter com a mãe e disse-lhe:
– Mãe, quero comprar um poço de água para as crianças de África. A professora disse que custava 70 dólares.
Mas a mãe não lhe deu o dinheiro sem mais. Combinou com o filho que ele fazia algumas tarefas em casa e que receberia por isso.
Quando juntou os 70 dólares, Ryan foi com a mãe à sede da WaterCan, uma ONG que perfura poços na África.
Ao ser atendido, ele recebeu uma novidade que podia tê-lo assustado: abrir um poço não custava 70 dólares, mas 2.000 (dois mil) dólares.
E a mãe também lhe disse:
– Filho, não posso dar-te todo esse dinheiro, nem que limpasses a casa toda a vida.
Mas o pequeno Ryan não se rendeu. E prometeu ao senhor que os atendia:
– Vou voltar!

E voltou


Ryan Hreljac animou os irmãos, vizinhos e amigos a trabalhar como ele. Com horas de trabalho e venda de produtos, entre todos, conseguiram juntar 700 dólares. E Ryan foi ter com a WaterCan triunfal. E a ONG canadiana comprometeu-se a juntar o que faltava.

A água correu

Em 1999, a WaterCan abriu o poço financiado por Ryan Hreljac, os seus irmãos, vizinhos e amigos, numa aldeia do Norte do Uganda. A água começou a jorrar perto da escola primária de Angolo.
Nesse mesmo ano, Ryan Hreljac criou a fundação Ryan’s Well (o Poço de Ryan). Desde então já permitiu a mais de quinhentas mil pessoas terem acesso a água potável.

Partilha gera partilhas


Agora com 20 anos, Ryan continua a recolher fundos e a viajar por todo o mundo solicitando apoios.
Ele diz que, a partir o momento em que começou a fazer algo pelas crianças de África, entendeu a razão de ter nascido:
– Esta experiência ajudou-me muito. Aprendi que somos todos iguais. Aprendi que as crianças precisam de certas coisas para viverem com saúde e felizes, independentemente do lugar onde vivem. Precisam de alimentos suficientes para comer e de água para sobreviver. Precisam de ter condições para ir às aulas e oportunidades para brincar e divertir-se. Robustos e bem preparados, também eles poderão ajudar a Humanidade inteira.
E, de fato, foi o que aconteceu com os alunos e o restante do pessoal da escola primária de Angola, em Uganda. Decidiram que também eles podiam partilhar algo. E, voluntariamente, durante cinco dias, no horário pós-escolar, vão ajudar os idosos e os doentes com AIDS.
Há crianças que lhe perguntam o que podem partilhar, apesar de terem apenas o mínimo para sobreviver. E Ryan responde com a sabedoria que aprendeu da atitude da mãe quando ele tinha 6 anos:
– Dá apenas um pedacinho. Pensa no que tens, no que queres e naquilo de que precisas realmente… e terás a resposta.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mais Amor Por Favor: usando a tecnologia para difundir o amor


Vjsuave-maisamor3_slide


Temos acompanhado com afinco o trabalho de projeções amorosas da dupla vjsuave aqui no The Creators Project. Anunciamos seu plano de espalhar o amor por São Paulo, mostramos as aventuras das almas de moradores de rua, e vimos a frase “mais amor, por favor” se espalhar pelas ruas da cidade em diversos suportes, até ganhar o universo da internet.
Lançado pela dupla Ceci Soloaga e Ygor Marotta, em 2009, mais amor, por favor se disseminou e ganhou força, se tornou um movimento, e teve diversos desdobramentos. Assim, os artistas resolveram reunir tudo o que foi feito de lá pra cá em uma única exposição, a Ilumina Suave , que abre na próxima quinta, dia 12 de julho. “É a união de toda filosofia ‘mais amor’ através de pinturas, desenhos, aquarelas, performance audiovisual, lambe-lambes, curtas, projeção em movimento e mapeada, e fotografias”, explica Ygor. Quem for ainda levará de brinde um lambe lambe de “mais amor por favor”.

Conversamos com Ygor para saber mais sobre a história deste movimento, que quer difundir o amor através da arte e tecnologia. Acompanhe:
The Creators Project Quando e como surgiu a história do mais amor, por favor?

vjsuave: Foi no começo de 2009. A frase nasceu tímida nos orelhões (da cidade de São Paulo), escrita com canetão. Era um pequeno lembrete escondido nos bairros. Pouco tempo depois começaram a aparecer fotos pela internet desses telefones públicos tagueados, a mensagem começou a ganhar proporção. Vi então a necessidade de expandir, comunicar em massa, fazer maior. Foi quando comecei a pixar “educadamente” a cidade, com letra cursiva –, porque o amor pede delicadeza. Hoje o pixo ganhou outra proporção, caiu na mídia e na boca do povo, mas na época as pessoas ainda debatiam se era legalizado ou não, arte ou vandalismo. Depois fiz lambe-lambe, cartazes impressos em tipos de madeira que foram colados na rua. Até que comecei a comunicar “mais amor por favor” através da luz, graffiti digital, vídeo mapping, e projeção em movimento.

Quando vocês perceberam que o movimento estava crescendo?
A frase iluminada já estampou diversos lugares, como MISMASP, Edificio Banespa etc. Cada vez mais se encontra fotos novas pela web, novos seguidores e aliados em espalhar o amor. Mais amor por favor virou filosofia de vida.
Como o Criolo abraçou o movimento? A música “Não existe Amor em SP” tem algo a

 ver com isso?
Alguém me enviou essa música no mesmo dia que apareceu no Soundcloud do Ganjaman. Escutei pelo menos três vezes e resolvi escrever um email para o autor para apresentar a intervenção mais amor por favor. Na mesma hora recebi uma resposta dizendo que ele estava criando um vídeo dessa música com as fotos de mais amor e gostaria que autorizasse. Aí virou Criolo, lançou o álbum e explodiu. Meses depois fui num show no Estúdio Emme e levei meu cartaz, abri do ladinho do palco. Ele me viu e levou o lambe-lambe pro meio do palco, a plateia aplaudiu. O amor soma.

O primeiro vídeo de projeções pela cidade, Run, foi um sucesso. Por que acham que chamou tanta atenção?
Ficamos surpresos com a repercussão do vídeo, muitos blogs e revistas que lemos fizeram entrevistas e publicaram matérias. No curtas misturamos arte de rua com vídeo mapping, artes plásticas com arte digital. Cada cena foi analizada e desenhada de acordo com a arquitetura e situação social do espaço urbano. Os personagens interagem com a cidade, correndo, voando, nadando gerando efeitos de profundidade das projeções no vazio ou entre os prédios, paredes e até no metrô. Utilizamos a projeção e o vídeo mapping somente como uma técnica a mais para criar arte, e não como algo que defina nosso trabalho. Isso fez com que se diferenciasse de todo tipo de projeção que as pessoas estão acostumadas a ver.
Já viram o movimento Aqui bate um coração, em que estátuas são adereçadas com corações vermelhos em diversas cidades? Está faltando amor no mundo? Ou é apenas necessidade de expressá-lo?
O amor vem sido esquecido hoje em dia, na loucura na qual vivemos no dia-a-dia, o consumo capitalista, o stress, o trabalho, a falta de afeto e respeito. Se tivesse amor, amor puro, o mundo não precisaria de mais nada.
A tecnologia ajuda a difundir o amor?
Através da tecnologia desenvolvemos vários projetos, todos ligados a difundir o amor. Começamos escaneando a frase mais amor, por favor e animando-a no computador. Em todo lugar que projetamos, a frase está ali presente. A tecnologia nos permite desenhar ao vivo utilizando a ferramenta Tag-tool – que liga um tablet a um computador e controle de playstation para animar ao vivo, tudo projetado em tempo real. Recentemente começamos a apresentar nossa performance audiovisual, com música produzidas no Live Ableton com a projeção vjsuave. É a tradução da filosofia mais amor em música e imagem. Transporta o espectador a um universo lúdico onde encontrará com forças do bem, luz, equilíbrio, o infinito amor.
Também nos apropriando da tecnologia, criamos o suaveciclo. Nosso triciclo de projeção conta com bateria, inversor, módulo de som, caixas de som, projetor e computador, todos ligados para podermos projetar em movimento. Com o suaveciclo, damos vida aos personagens, projetamos poesia animada, proclamamos o amor.

O que melhor simboliza o amor para vocês?

Saiba mais sobre a exposição aqui. E não se esqueça sempre de pedir: mais amor por favor.
Texto e publicação de  Erica Gonsales

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SAUDADES... PALAVRA QUE MACHUCA.



Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade", só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".

No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro.



Origem

Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colônia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A gênese do vocábulo está diretamente ligada à tradição marítima lusitana.
A origem etimológica das formas atuais "solidão", mais corrente e "solitude", forma poética, é o latim "solitudine" declinação de "solitudo, solitudinis", qualidade de “solus". Já os vocábulos "saúde, saudar, saudação, salutar, saludar" proveem da família "salute, salutatione, salutare", por vezes, dependendo do contexto, sinônimos de "salvar, salva, salvação" oriundos de "salvare, salvatione".
Na formação do termo "saudade", o vocábulo sofreu uma interfluência entre o estado de estar só, sentir-se solitário - oriundo de "solitarius" que por sua vez advem de "solitas, solitatis", possuidora da forma declinada "solitate" e suas variações luso-arcaicas como suidade - e a associação com o ato de receber e acalentar este sentimento traduzido com os termos oriundos de "salute e salutare", que na transição do latim para o português sofrem uma síncope e perde a letra interna l, simplesmente abandonada, enquanto o t não desaparece, mas passa a ser sonorizado como um d.
No caso das formas verbais, existe a apócope do e final. O termo saudade acabou por gerar derivados como a qualidade do "saudosismo" e seu adjetivo "saudosista" - apegado a ideias, usos, costumes passados, ou até mesmo aos princípios de um regime político decaído, e o termo adjetivo de forte carga semântica emocional, "saudoso" - que é aquele que produz o sentimento de saudade, podendo ser utilizado para entes falecidos, ou para substantivos abstratos como em "os saudosos tempos da mocidade", ou, ainda, não referente ao produtor, mas aquele que sente e que dá mostras de saudades.



Saudade e razão

A saudade é típica dos mamíferos sociais: ocorre entre semelhantes, como em tantos primatas, como na afeição dedicada ao homem no caso do cão. A saudade sugere a observação do conhecimento fundado na "imitação do outro" (como no caso do pássaro que transmite melodias de uma geração para outra com fidelidade) e está "... permanentemente sob a ação de vozes internas, impregnados de palavras, constantemente submetidos a discursos mentais cuja textura linguística é impressa por nossos pais quando aprendemos a falar".
A distância, ou afastamento de quem se ama pode provocar efeitos psicológicos no organismo e desencadear reações que vão da sensação de angústia até o desenvolvimento de um quadro depressivo.


Em 2009, estudos e experiências de separação em animais e humanos exibiram resultados que "indicam uma ligação específica entre separação e aumento do cortisol" e sugerem a possibilidade de desenvolver-se uma droga que promova o bloqueio do hormônio causador da saudade e ajude as pessoas durante a separação ou ausência do objeto de amor.
Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra "saudade" como a sétima palavra de mais difícil tradução.
Pode-se sentir saudade de muita coisa:
·        De alguém falecido.
·        De alguém que amamos e está longe ou ausente.
·        De um amigo querido.
·        De alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
·        De alguém com quem não conversamos há muito tempo.
·        De sítios (lugares).
·        De alguém conhecido ou um colega.
·        De comida.
·        De uma música.
·        De situações.
·        De um amor.
·        De se fazer algo que há muito não se faz.
·        Do tempo que passou...


A expressão "matar a saudade" (ou "matar saudades") é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade" relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc. "Mandar saudades", por exemplo, no sul de Portugal, significa o mesmo que mandar cumprimentos.
A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria.
A saudade pode vir de várias formas, muitas vezes sentimos saudades de pessoas que nem conhecemos pessoalmente, mas que são essenciais pra nossa vida! Dedicado ao Meu Amor que tem sido motivo de saudade todos os meus dias: Mundola Cavalcante' (Soares, Geniane 2012).
Em Portugal, o Fado, oriundo do latim "fatum", destino, está diretamente associado com este sentimento. Do mesmo modo, a sodade cabo-verdiana está intimamente ligada ao gênero musical da morna. No Brasil, esse sentimento está muito retratado no samba de fossa e na bossa nova.
Em galego, além do termo saudade, existe o próximo "morrinha", que em português é associado à doença animal.




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