Frases soltas por aí... no mundo!!

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SAUDADES... PALAVRA QUE MACHUCA.



Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade", só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".

No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro.



Origem

Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colônia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A gênese do vocábulo está diretamente ligada à tradição marítima lusitana.
A origem etimológica das formas atuais "solidão", mais corrente e "solitude", forma poética, é o latim "solitudine" declinação de "solitudo, solitudinis", qualidade de “solus". Já os vocábulos "saúde, saudar, saudação, salutar, saludar" proveem da família "salute, salutatione, salutare", por vezes, dependendo do contexto, sinônimos de "salvar, salva, salvação" oriundos de "salvare, salvatione".
Na formação do termo "saudade", o vocábulo sofreu uma interfluência entre o estado de estar só, sentir-se solitário - oriundo de "solitarius" que por sua vez advem de "solitas, solitatis", possuidora da forma declinada "solitate" e suas variações luso-arcaicas como suidade - e a associação com o ato de receber e acalentar este sentimento traduzido com os termos oriundos de "salute e salutare", que na transição do latim para o português sofrem uma síncope e perde a letra interna l, simplesmente abandonada, enquanto o t não desaparece, mas passa a ser sonorizado como um d.
No caso das formas verbais, existe a apócope do e final. O termo saudade acabou por gerar derivados como a qualidade do "saudosismo" e seu adjetivo "saudosista" - apegado a ideias, usos, costumes passados, ou até mesmo aos princípios de um regime político decaído, e o termo adjetivo de forte carga semântica emocional, "saudoso" - que é aquele que produz o sentimento de saudade, podendo ser utilizado para entes falecidos, ou para substantivos abstratos como em "os saudosos tempos da mocidade", ou, ainda, não referente ao produtor, mas aquele que sente e que dá mostras de saudades.



Saudade e razão

A saudade é típica dos mamíferos sociais: ocorre entre semelhantes, como em tantos primatas, como na afeição dedicada ao homem no caso do cão. A saudade sugere a observação do conhecimento fundado na "imitação do outro" (como no caso do pássaro que transmite melodias de uma geração para outra com fidelidade) e está "... permanentemente sob a ação de vozes internas, impregnados de palavras, constantemente submetidos a discursos mentais cuja textura linguística é impressa por nossos pais quando aprendemos a falar".
A distância, ou afastamento de quem se ama pode provocar efeitos psicológicos no organismo e desencadear reações que vão da sensação de angústia até o desenvolvimento de um quadro depressivo.


Em 2009, estudos e experiências de separação em animais e humanos exibiram resultados que "indicam uma ligação específica entre separação e aumento do cortisol" e sugerem a possibilidade de desenvolver-se uma droga que promova o bloqueio do hormônio causador da saudade e ajude as pessoas durante a separação ou ausência do objeto de amor.
Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra "saudade" como a sétima palavra de mais difícil tradução.
Pode-se sentir saudade de muita coisa:
·        De alguém falecido.
·        De alguém que amamos e está longe ou ausente.
·        De um amigo querido.
·        De alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
·        De alguém com quem não conversamos há muito tempo.
·        De sítios (lugares).
·        De alguém conhecido ou um colega.
·        De comida.
·        De uma música.
·        De situações.
·        De um amor.
·        De se fazer algo que há muito não se faz.
·        Do tempo que passou...


A expressão "matar a saudade" (ou "matar saudades") é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade" relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc. "Mandar saudades", por exemplo, no sul de Portugal, significa o mesmo que mandar cumprimentos.
A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria.
A saudade pode vir de várias formas, muitas vezes sentimos saudades de pessoas que nem conhecemos pessoalmente, mas que são essenciais pra nossa vida! Dedicado ao Meu Amor que tem sido motivo de saudade todos os meus dias: Mundola Cavalcante' (Soares, Geniane 2012).
Em Portugal, o Fado, oriundo do latim "fatum", destino, está diretamente associado com este sentimento. Do mesmo modo, a sodade cabo-verdiana está intimamente ligada ao gênero musical da morna. No Brasil, esse sentimento está muito retratado no samba de fossa e na bossa nova.
Em galego, além do termo saudade, existe o próximo "morrinha", que em português é associado à doença animal.



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Amor ou dependência?


Muitas pessoas acreditam que a vontade de estar sempre ao lado do companheiro e querer saber tudo - mas tudo mesmo – a respeito de sua vida são sinais de um grande amor... Mas, na verdade, trata-se de um sentimento diferente: a dependência. “Quem ama de maneira saudável e madura respeita a individualidade e a liberdade do parceiro. Já o dependente é possessivo e ciumento, sente-se inseguro e constantemente angustiado, com medo de não conseguir corresponder às expectativas do outro. Geralmente, essa reação é causada por uma imaturidade afetiva e emocional”, explica a psicóloga Suzy Camacho.


A criança recém-nascida depende totalmente de sua mãe, para que a alimente e satisfaça todas as suas necessidades. Mas, conforme cresce, o ser humano aprende a ser independente e buscar sozinho a sua felicidade. “Há pessoas, no entanto, que permanecem afetivamente imaturas por toda a vida. Precisam de cuidados e atenção exclusiva mesmo depois de adultos. Quando elas vivem um relacionamento amoroso, perdem sua individualidade e se concentram totalmente no parceiro: precisam saber onde e com quem está, telefonam durante todo o dia, desejam estar a par de tudo o que acontece no dia a dia do companheiro e não dão espaço algum. Em outras palavras, a pessoa explora e manipula o outro para suprir suas carências emocionais. Esse sentimento deixa de ser amor e se torna uma necessidade”, explica a psicóloga. E uma convivência baseada na dependência e na posse não é saudável. “A perda da liberdade, as cobranças e as desconfianças geram frustrações e insatisfações - irritam, sufocam e acabam levando ao desgaste da relação”, conta Suzy. Porém, segundo a especialista, reverter essa situação é possível: “Para viver um amor verdadeiro é importante que cada um tenha seu espaço e se realize individualmente”.



Para que o relacionamento seja tranquilo, equilibrado e livre de pressões, a psicóloga aconselha:
- Busque sua satisfação pessoal. “Entenda que suas alegrias não dependem apenas dos outros, mas de você também. Descubra quais são seus anseios e interesses e procure realizá-los.”
- Mantenha um grupo de amigos que não inclua seu companheiro/sua companheira, conviva com eles e deixe sua cara-metade agir da mesma maneira!
- Não abra mão de seus prazeres. Você adora dançar, mas seu parceiro/sua parceira detesta? Então, curta a balada com seus amigos!
- Seu namorado gosta de jogar futebol no sábado ou sua namorada gosta de jogar tranca? Vá ao cinema! “Quando vocês se encontrarem, estarão mais felizes e realizados”, orienta Suzy.
- Procure se divertir só. Aprenda a ser uma ótima companhia para você mesmo, sem depender da presença de outras pessoas.
- Trate-se com carinho, invista na sua autoestima, cuide da sua beleza. 


terça-feira, 10 de abril de 2012

Tristeza ou depressão? Entenda as diferenças!


Coração apertado, angústia, melancolia, desânimo. Essas são algumas das sensações que incomodam tanto quem está triste quanto quem sofre de depressão. E, ao contrário do que muita gente imagina, as semelhanças param por aí!

É cada vez mais comum as pessoas dizerem que estão deprimidas quando, em grande parte dos casos, elas estão apenas tristes. Mas como saber se o sentimento é de tristeza ou se é realmente depressão? “A tristeza é uma reação normal e natural do ser humano, causada por eventos pontuais, por exemplo, pela morte de um ente muito querido, por uma decepção amorosa ou pelo desemprego”, explica a psicóloga Cynthia Boscovich. Em outras palavras, todas as pessoas, em algum momento da vida, sentem-se desiludidas e arrasadas diante dessas situações de perda ou frustração. “Contudo, apesar da sensação de angústia e dor, ela é apenas consequência de um período difícil, que passa com o tempo. Ao vivenciá-la, o indivíduo se reorganiza internamente, podendo superar a fase de dificuldade de maneira saudável”, explica a psicóloga.



A depressão, por sua vez, é uma doença que deve ser tratada. As causas desse mal ainda não são bem conhecidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais, como perdas e eventos estressantes, influenciem o desencadeamento do problema. “Entre os sintomas principais, podemos citar a falta de motivação por assuntos que antes despertavam interesse, insônia, perda da libido e apetite, sentimento de culpa constante e até mesmo dores pelo corpo. A pessoa deprimida se afasta dos amigos e familiares, perde a concentração, sente uma angústia permanente, mesmo sem causas aparentes”, conta Cynthia.

Uma das principais diferenças entre esses males está na duração e na intensidade dos sinais. “Quando estamos tristes podemos apresentar reações semelhantes aos sintomas da depressão. Choramos facilmente, ficamos desanimados, perdemos o apetite, dormimos mal, por exemplo. Entretanto, esses sinais devem desaparecer espontaneamente com o passar do tempo. Porém, quando o humor deprimido persiste durante a maior parte do dia, e por um período mínimo de 15 dias, é conveniente procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra, que fará um diagnóstico completo para avaliar se a pessoa sofre ou não de depressão. Caso constate um quadro depressivo, o profissional estará preparado para orientar qual a melhor forma de tratamento, seja com antidepressivos ou psicoterapia”, finaliza.



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