Frases soltas por aí... no mundo!!

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ser superficial...


Não quero ser superficial



Na edição de fevereiro de 2012, a revista INFO trouxe uma entrevista com uma das personalidades mais influente e polêmica na área da Tecnologia da Informação: Nicholas Carr. Autor de diversos artigos e livros ele conversou com Renata Leal sobre a "febre" twitter e as transformações no comportamento intelectual na era da informação que vivemos hoje. As opiniões do entrevistado me deixaram um tanto quando preocupado por sentir que me enquadrava no perfil “superficialista” do qual ele falava, então pensei que seria interessante escrever sobre e quem sabe discutir o assunto aqui no blog.

Segundo Nicholas Carr em seu livro The Shallows (“Os Superficiais”, em inglês) a internet nos bombardeia diariamente com milhões de informações. Mas isso não significa necessariamente que estamos nos tornando pessoas melhores, pois quanto maior o número de informação, menor será o tempo que passamos nos aprofundando em um assunto e isso consequentemente, como define o autor, nos torna pessoas superficiais.

Suponho que muitos blogueiros e internautas têm o hábito, como o meu, de ler o título do post no seu leitor RSS e dependendo do assunto marca-o com lido logo de primeira, ou ainda desiste de ler o post quando vê que ele possui mais de três páginas. Este é um dos sintomas de superficialidade do qual Carr defende: Acessar e percorrer os olhos por milhares de notícias e informações, mas não se aprofundar em nada. Adotei este comportamento na tentativa de acompanhar diariamente o que acontece na blogosfera. Pura ilusão a minha. É lamentável, mas acredito e me enquadro no perfil de "superficial" que Carr descreveu, pois passar horas na internet percorrendo os olhos em centenas de artigos não é nem de longe uma maneira eficiente de aprender ou se manter informado sobre qual coisa.


Como se isso não fosse suficiente ainda há outro vilão que colabora com minha (ou nossa) superficialidade: o Twitter. Ok, ok... antes que venham os camponeses com tochas, quero deixar bem claro que sou viciado no Twitter e o utilizo regularmente juntamente com outras redes sociais. A questão que Carr levantou sobre o twitter é que ele encoraja o narcisismo e nos obriga a resumir tudo em 140 caracteres, o que na maioria das vezes é uma tarefa impossível de realizar.

Este então é mais um “pecado” que preciso confessar. Como trabalho em um departamento de TI e estou conectado a maior parte do dia através do meu querido Firefox, sempre caio em tentação para checar os últimos tweets do dia. O vício é tanto que já cheguei a passar horas e horas no Twitter pensando em algo interessante ou divertido para twittar e ser re-twittado, ou seja, estava mais preocupado em aumentar minha popularidade do que transmitir conhecimento para meus seguidores ou leitores do meu blog. Isso é ou não é narcisismo? O Twitter é só um exemplo, mas pode se estender também a outras redes sociais como orkut, facebook, badoo, etc.


Depois de ler essa entrevista achei melhor desconectar meu Echofon por um tempo (ainda prefiro o nome “TwitterFox”) e ignorar a tonelada de feeds que chegam diariamente no Google Reader. É claro que esse foi um sentimento particular meu e que outras pessoas pensam de forma diferente quando a questão é tempo gasto na internet. O propósito do post foi apenas uma reflexão sobre como temos gasto o nosso precioso tempo. Fica aqui então a sugestão para que você leitor deixe nos comentários a sua opinião sobre o assunto, concorda ou discorda?

No meu caso, procurei no blog Mais Tempo algumas dicas sobre como me concentrar mais em meus estudos e utilizar a internet de forma inteligente. Pois só assim pude voltar a navegar na web com a consciência tranquila de que não estou desperdiçando meu tempo, porque se tem uma coisa que tenho certeza absoluta nessa vida é que nunca fui e não quero ser superficial.


Leia mais: REVISTA INFO - Fev.2012



terça-feira, 8 de novembro de 2011

Idade e respeito... pequena lição...




Homenagem à turma de cabelos brancos... e para os jovens, uma lição...

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

"Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte.
Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e....," - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.

O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha de merda arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?

Foi aplaudido de pé!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Continue aprendendo


APRENDENDO E ENSINANDO

– Um cientista que estudava macacos, numa ilha da Indonésia, conseguiu ensinar a certa macaca que ela devia lavar as batatas num rio antes de comê-las. Livre da areia e das sujeiras, o alimento ficava mais saboroso.

"O cientista – que fez aquilo só porque estava escrevendo um trabalho sobre a capacidade de aprendizado dos chimpanzés – não podia imaginar o que terminaria acontecendo. Ficou surpreso ao ver que os outros macacos da ilha começaram a imitá-la".

"Até que, um belo dia, quando um número determinado de macacos aprendeu a lavar batatas, os macacos de todas as outras ilhas do arquipélago começaram a fazer o mesmo. O mais surpreendente, porém, é que estes outros macacos aprenderam sem ter qualquer contato com a ilha onde a experiência estava sendo conduzida."

– Existem vários estudos científicos a respeito. A explicação mais comum é que, quando um determinado número de pessoas evolui, toda a raça humana termina evoluindo. Não sabemos quantas pessoas são necessárias – mas sabemos que é assim.

por Paulo Coelho |

Você não esta "pregando no deserto". Continue aprendendo, você estará sempre ensinando e...evoluindo!

terça-feira, 28 de julho de 2009

A energia das paixões

A energia das paixões


"Um homem inteligente nota que certos momentos se repetem. Frequentemente ele se vê diante dos mesmos problemas, e enfrenta situações que já havia enfrentado anteriormente. Então, fica deprimido. Começa a achar que é incapaz de progredir na vida, já que as mesmas coisas que viveu no passado estão acontecendo de novo. "Já passei por isso", ele reclama com seu coração. "Realmente você já passou", responde o seu coração. "Mas nunca ultrapassou". O homem, então, passa a ter consciência que as experiências repetidas tem uma finalidade: ensinar-lhe o que ainda não aprendeu. Ele passa a dar uma solução diferente para cada luta repetida - até que encontra a vitória". (O caminho da Vitória)

Sem entrarmos no mérito moral da questão dos relacionamentos passionais, uma das características de quem utiliza de forma consciente e equilibrada a sua faculdade mediúnica, é acessar, eventualmente, informações de vidas passadas.
A energia da paixão, pelo fato de envolver dois seres que se atraem, deixa registros dessa intensa relação em suas memórias extracerebrais. Como a experiência de apaixonar-se por outra pessoa é genuínamente humana, esses registros encontram-se à disposição para serem revelados à luz da consciência, principalmente, quando mantemos saudável o mecanismo de acesso a essas informações que independem da memória cerebral da vida presente.

Nessa condição de estarmos "ligados" às sensações do aqui e agora e, ao mesmo tempo, conectados a uma frequência superior à percepção dos cinco sentidos, propicia-nos experienciar situações que sintonizamos pela energia das emoções, em vidas passadas.

Entre algumas experiências ocorridas comigo na juventude, uma delas chamou-me especial atenção: um contato ocasional com uma mulher ainda jovem. No entanto, a visualização de seu rosto e, principalmente, de seu cabelo comprido e encaracolado, de cor castanho escuro, passou-me instantaneamente uma forte impressão de já tê-la conhecido de algum lugar. Fato que imediatamente mexeu com as minhas emoções...

Passado aquele momento, nunca mais a vi. Porém, a simples visualização de sua imagem serviu para resgatar dos recônditos da memória extracerebral, "flashes" de uma relação muito antiga em que a energia das emoções ficou anexada à imagem daquela mulher do remoto passado que se revelara através de traços físicos semelhantes à jovem do contato fortuito no presente.
Reencontro? Almas gêmeas? Na verdade, não senti - e não percebi - que fosse o caso. Simplesmente, conclui, que através do mecanismo inconsciente da memória extracerebral - pelo cabelo e traços fisonômicos semelhantes -, a imagem da mulher do encontro ocasional, associou-se à imagem da mulher do relacionamento passado, reativando em mim uma certa intensidade de emoção, e revelando, dessa forma, a antiga relação passional.

É provavel que, pelo menos em parte, estejam nessas experiências de conteúdo emocional-passional, as explicações das nossas escolhas inconscientes de parcerias, tipo "amor à primeira vista" ou de perfis que reúnam certas características físicas, fisionômicas e de caráter.

No entanto, o saudável da questão é sabermos discernir entre passado e presente, ou seja, que a vida é uma oportunidade de renovação em relação às energias psiquico-espirituais que emanam do remoto passado, e que se não estivermos alertas e conectados com o nosso eu superior, tendemos a continuar reféns de antigas emoções que acabam por interferir nas relações afetivas da vida adulta.

O autoconhecimento de nível avançado, a partir do momento em que começamos a aceitar o nosso canal mediúnico como uma forma natural de acessarmos outros níveis de conhecimento e de informações, torna-se, a partir do Terceiro Milênio, uma necessidade para aqueles que desejam acompanhar a expansão consciencial programada para a humanidade.

A ixação ou dependência afetivo-emocional a relacionamentos antigos que permanecem vinculados pela energia da paixão, e de sentimentos não resolvidos gerados por consideráveis traumas psíquicos entre os envolvidos, nada acrescenta em termos de desprendimento e evolução do espírito, mas ao contrário, porque o mantém cativo a uma situação de dependência que ele próprio desconhece a sua origem.

A cura dos males da alma e do corpo passam pela conscientização de que os sentimentos não resolvidos, assim como as emoções, tornam-se energias cumulativas que pela sua ação invasiva no inconsciente, provocam reações negativas que cedo ou tarde se manifestarão em forma de patologias.

Nesse sentido, um melhor nível de autoconhecimento, isto é, o conhecimento do conteúdo emocional que, até então, exercia pressão sobre o inconsciente do indivíduo limitando o fluxo de seu crescimento pessoal, torna-se imprescindível para aqueles que desejam libertar-se das "amarras" de seu passado recente e remoto.

O despertar para o fluxo natural e saudável da vida passa pelo processo de renovação de energias a partir da vida presente, caso contrário, a tendência é reproduzirmos vida após vida, um padrão de comportamento íntimamente ligado às energias de nossas emoções acumuladas com o decorrer dos séculos...

A saúde integral, livre de doenças de fundo emocional, é a meta a ser atingida por aqueles que procuram a geração da energia do amor a partir de si mesmos, mas em comunhão com o outro. Quando atingido esse patamar de renovação e libertação do passado, o indivíduo torna-se apto a compreender que paixão é uma energia densa, instável, intensa e fugaz, e que amor é uma energia leve, estável, envolvente e eterna.

Psicanalista Clínico e Interdimensional.

www.flaviobastos.com

Dirigente mediúnico espírita


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