Frases soltas por aí... no mundo!!

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terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Despertar do Guerreiro Interno (O-DGI)



Workshop ensina a vencer a guerra que existe dentro de você

 
Não podemos evitar todas as situações difíceis e as mudanças em nossa vida, mas podemos estar mais preparados para elas. Quando estamos alinhados com nossa própria verdade, conquistamos uma força que nos faz enfrentar mais facilmente qualquer desafio. Muitas vezes não acreditamos que vamos conseguir superar dificuldades ou promover transformações em nossa vida. Isso acontece quando não nos sentimos fortes e confiantes o suficiente para isso. Por isso, precisamos desenvolver certas habilidades que nos fortaleçam e nos possibilitam ir além de nossas limitações. O workshop Despertar do Guerreiro Interno (O-DGI) trabalha a consciência guerreira, nos treinando para a luta travada em nossa própria mente, através de estímulos nos níveis físico, emocional, mental e espiritual integradamente. Assim, nos tornamos mais preparados para lidar melhor com todas as situações da vida.
Na primeira parte do workshop O-DGI, Fernando, nosso professor, nos passou uma nova visão sobre as artes marciais. Sentados no dojo (sala de aula de artes marciais), assistimos sua palestra em um supremo clima de serenidade e paz. Apesar de geralmente associadas a lutas e competições, descobrimos que, mais do que isso, as artes marciais são caminhos de autodesenvolvimento e crescimento espiritual. Elas simbolizam o treinamento do guerreiro moderno, cuja luta não está lá fora, mas sim dentro de nós."Apesar de geralmente associadas a lutas e competições, descobrimos que, mais do que isso, as artes marciais são caminhos de autodesenvolvimento e crescimento espiritual. Elas simbolizam o treinamento do guerreiro moderno, cuja luta não está lá fora, mas sim dentro de nós."
A batalha contra nossa preguiça e padrões negativos repetitivos, contra nossas ilusões e medos, contra aquilo que nos impede de sermos quem verdadeiramente somos, plenos e realizados. Parece estranho que as artes marciais possam nos ajudar a lidar com os desafios pessoais internos, mas foi isso que pudemos aprender ao longo do workshop.

LIBERTE-SE E VIVA SUA VERDADE

Após a parte mais explicativa sobre as artes marciais, realizamos exercícios meditativos e escritos de autoconsciência que nos fizeram refletir de maneira mais profunda, se estamos alinhados com nosso propósito de vida. Fomos instigados a perceber nossos dons e talentos, que acabam passando despercebidos na correria do dia-a-dia, para assim buscarmos novas maneiras de viver mais alinhados com a nossa essência e verdade interior.
Em seguida, passamos para a parte mais corporal do workshop, para vivenciarmos e integrarmos fisicamente aquilo que já havia sido trabalhado até o momento. Aliando artes marciais, yoga e bioginástica, a prática corporal de O-DGI nos traz maior percepção para nossos aspectos sutis, de forma bem significativa: por meio do corpo físico e seus movimentos. É interessante identificar, por exemplo, como podemos ficar travados ao sermos instruídos a fazer movimentos mais espontâneos, mostrando nossa dificuldade em nos soltar e nos entregar à liberdade, para que, assim, possamos ficar mais atentos em nosso dia-a-dia para agirmos com mais espontaneidade e entrega. Essa dificuldade de nos soltar pode refletir também o quanto ansiamos por liberdade, mas o quanto, na realidade, somos nós mesmos que a evitamos, por nos sentir perdidos e travados diante dela.
Outro exemplo é a resistência causada pelo questionamento mental, que nos faz achar que será estranho fazer tais movimentos, mostrando nossa tendência ao julgamento, e, portanto, nossa necessidade de vencermos nossos preconceitos e críticas, que apenas nos bloqueiam. Na realidade, essas foram percepções que senti ao participar de outros tipos trabalhos corporais anteriormente, e foi ótimo perceber que desta vez não senti essas dificuldades! O trabalho fluiu tranquilamente, mesmo nos exercícios mais vigorosos ou mais espontâneos. Percebi que os movimentos e posturas de O-DGI nos ajudam a identificar, através do nosso corpo e de nossas sensações, como estamos em nossas batalhas internas naquele momento. Os exercícios propiciam insights sobre como lidar com os desafios no mundo externo, a partir dessas auto-observações.

TÉCNICA AJUDA A SE CONHECER MELHOR

Ainda que como terapeuta eu busque exercitar a auto-observação permanentemente em minha vida, acessei alguns aspectos bastante interessantes aos quais preciso dar mais atenção. Constatei minha necessidade de trabalhar melhor a integração das minhas energias masculinas e femininas internamente. Percebi que precisava equilibrar melhor minhas atitudes e ações de caráter mais firmes e agressivos, com aquelas mais amorosas e tolerantes.
Outra coisa que chamou a atenção foi que minhas pernas começaram a tremer levemente, no início do workshop, antes mesmo de iniciar a prática física. E esse sintoma continuou durante todo o treino, me deixando curiosa. Fernando sugeriu que poderiam ser desbloqueios energéticos. Que bom! Ao final, conclui que era isso mesmo, pois como meu trabalho no dia-a-dia me exige mais foco nas energias dos chacras superiores (do coração para cima), meus chacras inferiores (do coração para baixo) estavam mais enfraquecidos, e meu físico estava me mostrando isso. No segundo dia do workshop, já pude fazer a prática com as pernas firmes, sem nenhum sinal de tremedeira, e com a percepção nítida dos desbloqueios trabalhados.
Neste segundo dia, Fernando nos passou uma sequência de movimentos, que ele recomenda que a gente realize diariamente pela manhã, antes de começar o dia. Confesso que já experimentei várias outras sequências de curas e atividades físicas recomendadas para serem feitas de manhã, mas pelo tempo que me exigiam e, muitas vezes, pela dificuldade de fazer alguns movimentos, acabava desistindo ou ficando com muita preguiça(olha aí minha necessidade de trabalhar mais a força e a disciplina do guerreiro interno!). Porém, a sequência que o Fernando recomendou é extremamente viável de fazer todos os dias. Exige, sim, a força de vontade, no sentido de me propor realizá-la diariamente. Mas como pode ser feita, a princípio, em quinze minutinhos e os movimentos são simples (mas ainda assim bastante revigorantes), é algo que dá para manter no dia-a?dia, sem sacrifício!
Em apenas dois dias do workshop O DGI, já pude sentir um fortalecimento na disposição e foco. Vinha enfrentando um momento de dificuldade de ação, sabendo que precisava fazer as coisas, mas sem vontade ou ânimo de realizá-las. Percebi uma melhora no impulso de realização e atividade. Agora é treinar o meu guerreiro interno para dar desenvolvimento e manutenção a essa energia.

PARA CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O TEMA

O DGI é ministrado em workshops para grupos e empresas em todo o Brasil, e aulas abertas e regulares, na cidade de São Paulo. Saiba mais aqui sobre o DGI e suas atividades.
SOBRE O AUTOR
Ceci Akamatsu
Terapeuta acquântica, faz atendimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo. É a autora do livro Para que o Amor Aconteça
contato: ceciakamatsu@gmail.com

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Dom Quixote na contramão



As aventuras de Dom Quixote, narradas por Miguel de Cervantes, poderiam representar a saga das organizações que atuam no Terceiro Setor. Basta comparar as lutas intermináveis do herói contra os moinhos de vento com as batalhas burocráticas também intermináveis das instituições filantrópicas com o poder do Estado constituído para poderem trabalhar em prol da sociedade. O engraçado de tal comparação é que, na medida em que se analisa a estrutura de sociedades consolidadas, do ponto de vista democrático, todo esse processo é inverso.

Os responsáveis pela condução do processo social estimulam a expansão de entidades vinculadas ao Terceiro Setor, pois reconhecem o seu valor e os benefícios do fortalecimento da presença da sociedade civil nas parcerias entre o governo e a iniciativa privada. No entanto, em terras tupiniquins, parceria entre público e privado é apenas um discurso inflamado em palanques prevendo a próxima eleição.

Pode parecer que esse tipo de argumento seja uma lamentação sem fim! Claro que não é isso que se pretende. Mas não podemos perder o conjugado da história e devemos fazer jus à memória de todos aqueles que trabalharam na busca de um ideal de sociedade. Instituições que foram construídas, simplesmente, a partir do sonho de se viver em um lugar melhor; onde conceitos como dignidade da pessoa humana, liberdade, justiça, igualdade, garantias jurídicas, valor social do trabalho e da livre iniciativa, entre outros, não foram apenas princípios fundamentais da Constituição.

Instituições que desempenharam por centenas de anos o papel que é do Estado, de suprir serviços à população nas áreas de educação, saúde e assistência social, agora são estigmatizadas. Onde a força do poder público era inoperante, lá estavam as instituições filantrópicas para contribuir com o amparo aos mais necessitados. Mas agora as coisas mudaram e todas são chamadas de "pilantrópicas". O que antes era um título, agora tornou-se sinônimo de corrupção. Será porque tais entidades não se rendem aos encantos de um governo estatizante? Pois a voracidade de arrecadação não se justifica.

Basta fazer os cálculos adequados, retirando os sofismas apresentados, e logo se percebe que o custo-benefício da preservação de tais organizações é de ganho imenso para os cofres do governo.

As instituições sérias não procuram nenhum tipo de favorecimento junto ao governo. Querem apenas manter as prerrogativas previstas pela Constituição para desenvolverem seus trabalhos beneficiando a sociedade como um todo. Tais organizações passam por uma série de fiscalizações do próprio governo, de forma austera e intensa. Chega-se a um ponto em que se passa a acreditar que é mais fácil para o governo desconfiar e aterrorizar as instituições do que investigar, por exemplo: as despesas dos parlamentares com a verba indenizatória da Câmara; a instrumentalização partidária dos ministérios; a indignação pragmática do senador Jarbas Vasconcelos; o ruído presente dos desvios das verbas do Programa de Aceleração do Crescimento; as despesas gigantescas do Palácio da Alvorada etc.

De fato, as entidades filantrópicas acabam exercendo na sociedade brasileira o mesmo papel do herói de Cervantes, na contramão de um modelo político limitado, marcado por bases ideológicas de um passado frustrado e que coloca em risco todo o futuro de uma nação que preza pela democracia e por garantias constitucionais mínimas.
Dilnei Lorenzi: Doutor em Filosofia e secretário executivo da Associação Nacional de Educação (Anec).

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Desafios de César Cielo usados para vencer “batalha mental”

Fred Bousquet abraça César Cielo na cerimônia de entrega de medalhas dos 50 mts nado livre (AFP)

Fred Bousquet abraça César Cielo na cerimônia de entrega de medalhas dos 50 mts nado livre (AFP)

Por Luciano Borges

Quando treinam na piscina da Universidade de Auburn, no Alabama, César Cielo e Frederick Bousquet costumam duelar para ver quem é mais rápido em curtas distâncias. O brasileiro vive propondo o desafio. E, nos últimos meses de preparação nos EUA, vinha vencendo o francês nos 15, 25 e 50 metros.

A brincadeira é mais do que um simples tira-teima de dois caras que se dão bem e saem poucas vezes para se divertir numa cidade que não tem muita diversão. “Eu uso estas disputas para ganhar a cabeça dele. Se ele não me vence em nenhuma delas, já vai entrar na piscina para me enfrentar com a pulga atrás da orelha”, disse Cielo.

O medalhista de ouro no Mundial de Roma, nas provas dos 50 e 100 metros nado livre, contou ao Blog do Boleiro que é bom também em outro campo de batalha: o psicológico. “Rola muita provocação entre os caras que nadam o 50 metros. Quando você consegue entrar na cabeça do outro, pode ter vantagem”, disse.

Ele lembra que na “guerra de nervos” vale até colocar a família no meio na hora de acertar o prêmio das apostas. O nadador George Bovell, de Trinidad-Tobago costumava provocar Cielo com propostas deste tipo: “Se eu ganhar aqui, vou poder jantar com sua irmã”.

César garante que não liga muito para estas situações, mas que aproveita quando está bem: “Quando estou cansado e não estou muito a fim, eu vou de boa. Mas quando estou bem, eu sou folgado”, afirmou.

Cielo e Bousquet têm o mesmo técnico, o australiano Bret Hawke. O francês, medalha de prata nos 50 metros nado livre, cuja final foi disputada neste sábado, disse que admira uma qualidade de César: “Ele tem muita determinação”.

A julgar pelas declarações de Frederick, a estratégia dos desafios de Cielo funcionou: “Não acredito que pudesse vencê-lo hoje”, disse uma hora depois de ser batido pelo brasileiro.

César Cielo coloca a seu favor uma série de pequenos gestos e truques: imprime frases motivacionais em folhas que são coladas no quarto, estabelece tempos que quer atingir e os coloca ao alcance da vista, dá tapas no próprio corpo pouco antes de competir e não faz alongamento antes da prova.

“Acho que tenho uma flexibilidade natural, porque não posso alongar. Se alongo, nado mal”, garante o já maior atleta da história da natação brasileira.

Como um campeão não é feito apenas de superstições e força mental, vale lembrar que Bret trabalhou pesado no período de preparação. Só não imagine um atleta com bíceps fortes, ou levantando pesos inimagináveis. “Hoje mudou. O velocista trabalha outros grupos musculares. Não é preciso ficar pesadão, forte, mas com centro de gravidade muito bom”, afirmou César Cielo.

Ele previa fazer em Roma, os melhores tempos a vida. Conseguiu este intento ao vencer e quebrar o recorde mundial dos 100 metros nado livre (46s91), mas vai correr atrá dos 20s06 nos 50 mts em outras competições. Em Roma, ele nadou com o tempo de 21s08.


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