Frases soltas por aí... no mundo!!

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

20 caminhos diferentes para fazer "ACONTECER"!


“Coloque as ideias em ação. Lembre-se de que uma ideia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande ideia arquivada.”


20 Caminhos para um efetivo fazer acontecer 

  1. Visualize com detalhes, como se tudo já estivesse realizado. Imagine com detalhes o estado desejado. Essa imagem cristalina é algo que irá naturalmente orientá-lo quanto ao que deve ser feito (como começar etc.)      
  2. Dê rapidamente o 1º passo. Confie nos “lampejos” que você tem. Se você sente confiança interior (não pense em explicar) aja sem hesitação e dê o primeiro passo. A natureza fará a seqüência acontecer (outros passos seus e de outras pessoas que você toca no primeiro movimento).                                                                               
  3. Faça tudo “de corpo e alma”. Não seja “morno” “fazendo por fazer”. Até o “impossível” se torna possível quando nos envolvemos integralmente.
  4. Faça tudo com muita boa vontade e prazer. As probabilidades de dar certo aumentam tremendamente quando fazemos tudo com a mente alegre.
  5. Seja otimista. Não se deixe influenciar pelos cínicos e pelos pessimistas. Ajude a construir o ideal, a cada dia dando o passo do dia.
  6. Concentre-se nos seus pontos fortes. Ao invés de se deixar bloquear por eventuais pontos fracos, ancore-se no que você tem de melhor.
  7. Concentre energia. Evite desperdiçar energia fazendo as coisas “de forma picada”, ou começando muitos projetos sem nada concluir.                                                               
  8. Decole e vá aperfeiçoando em pleno voo. Planeje o suficiente. Evite “afogar-se” em planejamentos que nunca terminam ou planos que nunca saem do papel.
  9. Esteja sempre focado na busca de soluções. Use sua energia na busca de soluções ao invés de desperdiçá-la lucubrando somente sobre problemas.
  10. Crie condições favoráveis. Procure trabalhar as barreiras positivamente até que elas se enfraqueçam ou desapareçam ao invés de tentar atravessá-las à força.
  11. Seja natural. Não seja derrotado pelo “excesso de esforço”.    Faça o que tem que ser feito e mantenha a tranqüilidade interior. Dê espaço para a natureza também fazer a sua parte…                                      
  12. Pense sempre nos riscos e nas recompensas. Não se deixe imobilizar pelos riscos. Equilibre-se sempre tentando visualizar as recompensas possíveis. Uma vez que o balanço lhe pareça equilibrado, aja conforme sua intuição.                                               
  13. Neutralize os “palpiteiros inconsequentes”. Não se deixe influenciar por “opiniões” irresponsavelmente colocadas pelos outros. Aprenda a distinguir conselhos sábios, bem intencionados de comentários “rotineiramente” jogados pelas pessoas.
  14. Evite lucubrar. Não desperdice energia lucubrando demais, principalmente se forem especulações negativas. Ao invés disso, comece a caminhar, mesmo através de um pequeno passo. (lucubrar: dedicar-se a longos trabalhos intelectuais)
  15. Seja transparente. Nem sequer pense desonestamente, pois isso drena sua energia. (Já imaginou quanto de energia gastamos, para “proteger” a mentira contada ontem?). Ser transparente multiplica energia. Energia que faz acontecer.                                             
  16. Seja generoso. “A generosidade move montanhas”. As coisas fluem melhor à sua volta porque a generosidade faz agir. “Picuinhas”, ao contrário, imobilizam as pessoas.   
  17. Aja sempre numa postura ganha-ganha. Evite a postura do tirar vantagem de tudo. Aja pensando em benefícios para todos. As coisas passam a acontecer com mais fluidez.
  18. Confie 100% em sua força interior. Fazer acontecer exige fé. Principalmente em si mesmo. É essa convicção que o deixa solto para fazer o que é necessário.                                         
  19. Busque excelência, sempre. Um fazer acontecer efetivo deve sempre estar ancorado na busca do melhor, do perfeito, do ideal. Quão próximos chegaremos à perfeição é outra coisa. O alvo, porém, deve sempre ser a perfeição.
  20. Chute acomodação e “imobilismo” para longe de você. A capacidade de fazer acontecer é algo para ser aperfeiçoado pela vida toda. Não se acomode. Procure sempre melhorar seu próprio recorde.

Créditos: Tilibra

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Por que somos loucos?



Muita gente nos chama de "loucos" pelas escolhas de nossos caminhos! Pesquisando no pai dos burros (dicionários) - hoje a internet - a conclusão que nos chamam corretamente sem nem pensar!



O que representa a carta do Arcano do Louco no Tarot? Ela representa o princípio, a espontaneidade, a fé e a aparente tolice. A interpretação do Arcano "O louco" diz que ele inicia uma nova fase e inicia um novo caminho, ele expande seus horizontes, entra em uma aventura, sai para uma jornada rumo ao desconhecido. Ele é espontâneo e vive o momento, não possuir expectativas, faz o inesperado, age por impulso, não possui limites, tem um sentimento de despreocupação.

O Louco tem fé, confiança no fluxo da vida, permanece aberto, não se importa com aborrecimentos e medos, ele se sente protegido e amado, readquiriu a inocência, é crédulo, aceita suas escolhas, toma o caminho "do tolo", é sua própria verdade e acredita nos desejos de seu coração.


"A experiência do Louco ultrapassa os limites, como esta Arcano é o único sem número, significa liberdade, ele olha para o infinito e com isso, mostra que a vida é muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante. Deve-se aceitar que você é um aprendiz da vida." 








A caminhada do Louco é espiritual, é um caminho diferente dos anteriores que proporciona crescimento e evolução. Em sua loucura livre ele olha para e o infinito e mostra que a vida é
muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante.


"A letra hebraica que representa o Louco é o – SHIM, SCHIN ou SIM – símbolo do mistério das transformações. Representa estágios atravessados em uma jornada de descobrimento do significado da vida. Ter o segredo das riquezas, ser sempre seu senhor e nunca o escravo. Saber gozar mesmo da pobreza e jamais cair na abjeção nem na miséria."


Alguém se reconhece????


Somos realmente LOUCOS, com muito orgulho! Rs


quinta-feira, 16 de junho de 2011

O mito da felicidade - parte 3


Cinco caminhos para o bem-estar
Dicas da New Economics Foundation para conquistar uma vida melhor
reprodução/Revista Época

A história de Cristiana é um exemplo de como é possível olhar a vida de uma perspectiva positiva mesmo em situações difíceis. Segundo especialistas, os otimistas, como ela, têm mais chance de viver um processo de crescimento pós-traumático – a versão positiva do transtorno de estresse pós-traumático de que tanto se fala. Não que Cristiana não tenha sofrido e chorado muito. Mas ela conseguiu encontrar no trauma uma fonte de força pessoal. Pesquisas feitas com veteranos de guerra mostram que a maioria – cerca de 80% – é capaz, assim como Cristiana, de transformar em algo positivo um evento traumático. Um fator importante para conseguir superar a dificuldade é o otimismo. “Os otimistas são mais esperançosos, resilientes, saudáveis e têm um desempenho melhor do que o esperado no trabalho, na escola e nas relações”, afirma Martin Seligman. “Eles pensam que os efeitos das dificuldades são temporários, e suas causas, específicas, delimitadas. E que a realidade é mutável.”

É consenso entre os pesquisadores que grande parte da felicidade, assim como a personalidade, é determinada já no nascimento. “A genética explica quase metade da variação da felicidade”, diz Ragnhild Bang Nes, do Instituto de Saúde Pública da Noruega. Mas, se a felicidade já está inscrita nos genes, não podemos alterá-la? Segundo Martin Seligman, é possível aumentar a duração e a intensidade das emoções positivas, mas a melhoria esbarra num teto: a personalidade de cada um. O conformismo, então, é o que nos resta? Não, responde Seligman. Para ele, a principal vantagem da teoria do bem-estar é permitir a qualquer um, independentemente de sua personalidade ou condição de vida, avançar para uma situação melhor. Como viver bem dependeria não só das emoções positivas, mas também de outros quatro fatores, cada um pode encontrar seu próprio caminho. “Minha razão para negar um lugar privilegiado para a emoção positiva é a libertação”, afirma o psicólogo em seu livro. “A visão de que a felicidade está ligada ao humor condena 50% da população do mundo, que é introvertida, ao inferno da infelicidade.” Na teoria do bem-estar, ou do florescimento, quem não é “para cima” pode compensar adicionando propósito e engajamento à própria vida. Por esse raciocínio, nem todo mundo conseguiria ser exatamente feliz, mas todos podem viver bem.

Saber disso tira uma tonelada de ansiedade de nossos ombros. Em vez de tentar se adaptar a outro jeito de ser, de buscar o bem-estar em terras longínquas, é possível cultivar um jeito próprio de viver bem. O administrador Leonardo Grespan encontrou seu bem-estar no trabalho diário e, para isso, abriu mão de prazeres imediatos. Em fevereiro deste ano, completou 31 anos, mas não pôde comemorar. Naquela sexta-feira, chegou ao escritório às 9 horas, só saiu à meia-noite e, no domingo, enfrentou mais um plantão de 15 horas de trabalho. Tudo por causa da fusão dos bancos Real e Santander, concluída naquele fim de semana. Seu desejo de celebrar uma data especial deu lugar às obrigações profissionais, que implicavam desgaste físico e emocional, algo com que muitos se acostumam em nome de um objetivo maior. “Ver um projeto a que você dedicou mais de um ano dar certo traz uma satisfação indescritível”, diz Grespan, gerente de projetos no Santander. “Tem de realmente vestir a camisa do que você faz. Senão, não faz sentido.” O trabalho em excesso pode ter limitado as sensações de felicidade, mas certamente não lhe faltaram realização e engajamento, dois dos cinco fatores que, de acordo com Martin Seligman, compõem a condição plena de bem-estar.

Enquanto trabalhava incansavelmente para atingir seus objetivos – e os de sua empresa –, Leonardo Grespan provavelmente experimentava aquilo que especialistas chamam de “estado de fluxo”, termo criado pelo psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi. Nele, nós nos fundimos com o que fazemos. Não interessa a atividade, o importante é que ela desafie nossa capacidade e nos mantenha ocupados. “Temos tão pouco tempo que a melhor coisa é gastá-lo com coisas de que gostamos”, diz o monge João Baptista Barbosa Neto, de 29 anos, um dos 45 religiosos que vivem no Mosteiro de São Bento, em São Paulo. Membro da ordem beneditina, João Baptista adota a reclusão como forma de vida – e de proximidade com Deus – e segue uma rotina rigorosa e pontual de rezas e trabalhos diários dentro do mosteiro. Seu dia tem início às 5 horas, com a primeira oração, e se encerra às 19 horas, com a última. Ele também aprendeu a conviver com a saudade da família, que deixou em Maceió, quando, aos 20 anos, foi morar em um convento em Goiânia. Todos os sacrifícios ficam leves porque fazem parte de um propósito – outro componente do bem-estar, segundo a teoria de Seligman –, o sentido que João Baptista dá a sua vida. “Tive de me adaptar à reclusão, mas esta foi a vida que busquei.”

Stefano Martini/Época
Dos 3 aos 23 anos de idade, o principal propósito da vida de Ricardo Prado era o esporte. Para ele, a felicidade tinha a forma de uma medalha, conquistada com muitos sacrifícios. Mas a fórmula que funcionou por 20 anos se esgotou, e Ricardo decidiu buscar seu bem-estar fora das piscinas. “O momento mais feliz de minha vida? Talvez eu não tenha vivido ainda. Mas tive uma vida de muitos momentos felizes”

No caso do ex-nadador Ricardo Prado, por muitos anos o propósito maior foi o esporte. Para ele, a felicidade tinha a forma de uma medalha de ouro, em particular a que guarda desde 1982, quando, aos 17 anos, venceu o Campeonato Mundial de Natação, no Equador. Além de chegar em primeiro, quebrou o recorde mundial dos 400 metros medley. Nos dois anos seguintes, ainda garantiria ao país duas medalhas de ouro e duas de prata nos Jogos Pan-Americanos de Caracas e uma de prata nas Olimpíadas de 1984, em Los Angeles. “Não sou competitivo. Mas ganhar dá uma sensação de missão cumprida”, diz.

As conquistas não vieram de graça. Ricardo começou a nadar aos 3 anos, no clube da cidade, o caçula de cinco filhos em uma família simples de Andradina, no interior de São Paulo. No início da década de 70, fazer algum esporte era uma forma de conseguir bolsa de estudos em bons colégios e, com sorte, viajar mundo afora. Aos 15 anos, o nadador mudou-se para a Califórnia, onde, além de completar os estudos, passou a treinar no time de Mission Viejo. “Às 5 horas da manhã, eu começava a nadar, às 8, ia para a aula, depois fazia uma hora de musculação e no fim do dia nadava novamente. Praticamente não tinha vida social”, diz. “Mas aquilo já era a felicidade! Eu estava na Califórnia, entre os melhores nadadores do mundo. E eu ganhava de todos eles.”

A vida de competições e treinos puxados não era fácil. Diante das dificuldades extras enfrentadas pelos atletas brasileiros nos anos 80, Ricardo decidiu encerrar a carreira aos 23 anos de idade. “Eu estava cansado. Mas é uma transição difícil, você deixa uma vida inteira para trás e tem de se adaptar a outra.” A nova vida de Ricardo Prado incluiu uma pós-graduação em economia, dar aulas particulares de natação e treinar equipes. Hoje, faz parte da organização das Olimpíadas do Rio de Janeiro e, aos 46 anos, arrisca a dizer que a verdadeira felicidade talvez esteja fora da água. “O momento mais feliz de minha vida? Talvez eu não tenha vivido ainda.”

Histórias como a de Cristiana, Leonardo, João Baptista e Ricardo mostram que o bem-estar pode ser alcançado mesmo diante de privações, desgastes, tragédias e mudanças, numa jornada que depende, essencialmente, de nós mesmos. Os brasileiros parecem concordar com a ideia. Uma pesquisa inédita (leia os resultados no quadro abaixo) encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que 61% acreditam que sua felicidade depende de si mesmos. A opinião é corroborada por estudos científicos, que mostram que a personalidade é o que mais influencia a felicidade. A ciência discorda, contudo, da importância que os brasileiros dão a alguns fatores externos, como o dinheiro, especialmente para quem já tem uma boa situação financeira. Nesse caso, estudos sugerem que o dinheiro só faz diferença se o aumento de renda for só seu, e não de todos a seu redor. “Para os mais ricos, felicidade é estar mais alto no ranking do que seus pares”, diz o pesquisador tailandês Nick Powdthavee, de Cingapura, e autor deThe happiness equation (A equação da felicidade), 2010. Mas Seligman alerta: “Quem se baliza pela comparação social é menos satisfeito com a vida do que aqueles que levam em conta valores individuais”. É importante também saber como gastar seu dinheiro. Um estudo da Universidade de Chicago analisou nove categorias de produto e viu que apenas uma, a do lazer, estava ligada à felicidade. Seu efeito positivo parece estar ligado ao aumento do contato social. “O dinheiro tem uma relação positiva com a felicidade, mas esta é pequena se comparada com fatores não monetários, como as relações sociais”, afirma Powdthavee.


domingo, 26 de julho de 2009

Eu te Amo!


Eu Te Amo!


Com o tempo em que venho praticando o Ho'oponopono ficou natural, diante de qualquer situação, falar imediatamente as frases... Sinto muito! Me perdoe! Te Amo! Sou grata!
Todas esta frases... ou somente "Eu Te Amo"! Sem precisar fazer o pedido, porque dentro de mim, esse caminho já ficou conhecido e automaticamente já assumo 100% de responsabilidade, sabendo que aquilo que aparece fora é só uma memória equivocada sendo repetida e que o caminho até a Divindade se dá pela criança interior.
Acredito tratar-se de uma transição natural que acontece com todo mundo durante o processo. Claro que não tem nenhuma regra fixa e às vezes faço o pedido... o importante é que funciona. Sempre funcionou desde o inicio...

Estava lendo o livro "Limite Zero" de Joe Vitale e do Dr. Len, que já está disponível em português, e eu estava bem na parte em que o Dr. Len explica:
"Os problemas são memórias que estão sendo reencenadas... As memórias são programas. Elas não são apenas suas. São compartilhadas. A maneira de liberar a memória é enviando Amor para a Divindade. Esta escuta e responde, mas da maneira que é melhor para todos, no momento certo para vocês. Vocês escolhem, mas não decidem. Quem decide é a Divindade".

Então resolvi experimentar, por alguns dias, a Amar tudo, enviando Amor para a Divindade... para todos que cruzassem meu caminho... em qualquer situação e falando o dia inteiro "Eu Te Amo!" para a Divindade.

Fiz isso... e a princípio, como muitas pessoas falam no livro, a frase pode parecer vazia de sentimento, mas aos poucos nosso coração vai se aquecendo e começamos a sentir mais esse amor fluindo.
No segundo dia dessa prática, tive que ir renovar meu passaporte e quando passava por uma rua muito movimentada... uma moto me assustou ao passar bem próxima ao meu carro, bem do meu lado... mas imediatamente pensei Eu te Amo!
Vi que isso dissolveu qualquer medo ou julgamento que antes eu poderia ter tido diante da mesma situação.
E assim continuei durante todo o percurso. Quando cheguei no local escolhi uma cadeira na última fileira e na mesma hora percebi que uma mulher virou a cabeça e me olhou... Continuava falando Eu te Amo! E enviando Amor...
A mulher continuava me olhando insistentemente, mas... Eu Te Amo! Eu te Amo! Eu te Amo... foi o bastante para dissolver qualquer incomodo ou julgamento que pudesse vir daquela situação.
Ela me olhando não era bom nem ruim e percebi que podia amar aquela mulher assim como ela era...

Como estava perto da porta, começou um vento frio nas minhas costas... e imediatamente enviei Amor, sempre falando "Eu Te Amo!" para a Divindade...
Antes eu procuraria uma outra cadeira porque tinha uma crença que o "vento nas costas me faz ficar resfriada"... Continuei ali e passei até a gostar da sensação gerada por aquele vento. E depois constatei que não fiquei resfriada e nem com o nariz entupido.

Na volta para casa, enquanto passava por um local de muitos prédios e super movimentado me surpreendi quando, naturalmente, meu rosto se voltou para a direita e meus olhos pararam em uma roseira com lindas rosas cor de rosa. Nunca esperei que ali entre tantos prédios comerciais, uma casinha pequena e simpática ainda pudesse sobreviver e ter no seu jardim rosas tão lindas.
Mais a frente virei para o outro lado da rua e olhei direto para um lindo arco-íris estampado em um cartaz...
Continuei dirigindo e falando "Eu Te Amo!" e fui percebendo como meu olhar só era atraído por coisas que me tocavam o coração... uma borboleta laranja... uma arvorezinha muito encantada!
Comecei a observar para onde meu olhar era guiado e a me surpreender cada vez mais ao perceber que sempre ali existira algo que me fazia sentir bem...

Na ida encontrei situações às quais antes reagiria automaticamente com medo ou algum julgamento equivocado... e pude constatar como... quando falamos "Eu te Amo!" como primeira coisa diante de qualquer situação, isso nos afasta de uma reação baseada em memórias repetidas. Se persistirmos enviando Amor, fica bem fácil identificarmos que ali está uma pessoa que compartilha memórias equivocadas conosco e que o "Eu te Amo!" faz a limpeza... e o que poderia se transformar em um problema se dissolve naturalmente.

Veio-me à cabeça o mandamento de Jesus: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei".
Ele nos Amou como a Divindade ama... Quando o Ho'oponopono nos ensina a falar "Eu Te Amo!" para a Divindade, entendo que estamos falando "Eu te Amo" para Todos, porque nesse nível não existe separação.
Mas não importa o entendimento em nível racional e sim a mudança que ocorre nas nossas vidas e a certeza que a Divindade passa a nos inspirar.

Eu Te Amo!

Rubia A. Dantés

domingo, 12 de julho de 2009

A verdade de cada um.



Apesar de termos em comum a condição humana, em toda a sua grandeza e fragilidade, somos, cada um de nós, expressões únicas e especiais da existência. Quanto mais nos mantivermos conscientes deste fato, mais imunes estaremos às comparações e tentativas de nos igualar aos outros, ou às pressões que buscam fazer-nos seguir caminhos diversos daqueles determinados por nossa essência interior.

Resistir a estas pressões nem sempre é fácil, especialmente na infância e adolescência, quando a consciência de quem de fato somos ainda não está formada, e, por isso mesmo, dependemos da aprovação externa para nos sentirmos alguém de valor.


Por essa razão, muitos chegam à idade adulta ainda carregando esta obsessiva necessidade de reconhecimento, seja ela consciente ou não. Encontrar a própria verdade e saber reconhecê-la exige coragem e um olhar atento para nosso próprio interior.

Somente ele pode nos revelar qual é a nossa verdade, do que realmente precisamos para sermos felizes e o que pode ser descartado porque não passa de ilusão, algo em que durante muito tempo acreditamos, mas que nos foi imposto pelo mundo como sendo o melhor.


Respeitar a verdade de cada um é um aprendizado valioso, sem o qual jamais conseguiremos construir um mundo de paz, pois o amor e a harmonia só podem brotar onde estiverem presentes a compaixão e a solidariedade.



Quebrando o condicionamento

Depende de cada pessoa o que ela gostaria de fazer com a sua vida. A vida não é preordenada. Ela é uma oportunidade. O que você fará com ela depende de você. Essa liberdade é a prova de que você é uma alma, essa liberdade é a dignidade de você ser uma alma.

Ter uma alma significa que você tem o poder de escolher o que você quer fazer. E a coisa interessante é que você pode ter passado por alguns atos e situações milhares de vezes e, ainda assim, você pode sair fora disso, livrar-se disso, neste exato momento, se você assim decidir.

Mas o que acontece é que a mente tem a tendência de seguir o curso que oferece a menor resistência. Se você derrubar um copo d'água no chão da cozinha, depois de algum tempo ela terá evaporado, deixando atrás apenas uma mancha seca. Agora não tem mais nenhuma água ali, apenas uma marca seca, indicando que anteriormente havia água fluindo ali. Se você derrubar água nesse mesmo chão outra vez, existe noventa e nove por cento de chance de que a água siga o mesmo curso, porque ele oferece menos resistência.

Em comparação com as outras partes do chão, existem menos partículas de poeira naquela parte seca; fluir por ela é mais fácil - a água correrá por ali.


Coisas que fizemos muitas vezes se tornaram marcas secas, e são conhecidas na psicologia como nosso condicionamento. Repetidamente o ato acontece seguindo a mesma rota; mais uma vez a energia é criada e flui. Procurando o caminho de menor resistência, acabamos seguindo a mesma rota.

Mas a marca seca nunca nos pede para fluir por ela. Ela nunca lhe diz que se não fluir por ela, haverá uma ação judicial contra você. Ele nunca diz que há uma lei determinando que você tem que seguir aquele caminho, ou que a existência está ordenando que você siga por ali.

Aquela marca seca é simplesmente uma oportunidade aberta, mas a escolha é sempre sua. Se a água decidir não fluir por aquela marca seca, ela pode fluir numa nova rota. Uma nova rota, uma nova marca seca será deixada ali; um novo condicionamento terá sido formado.

Religiosidade é capacidade de decidir. É um esforço para fazer com que as coisas aconteçam diferentemente de como têm acontecido sempre. É uma escolha, uma determinação. Repetir o que tem acontecido sempre até ontem, pode ser evitado - através dessa compreensão.

Osho, Inner War and Peace.
Elisabeth Cavalcante



quinta-feira, 2 de abril de 2009

O Caminho de Santiago de Compostela feita à pé.



Preparação do Peregrino a Pé por Walter Jorge - Revisada


Walter Jorge é um dedicado estudioso do Caminho de Santiago. Este trabalho ele elaborou passo a passo com a sua preparação para trilhá-lo.

Seu trabalho pelo Caminho de Santiago vai muito além da elaboração deste trabalho. Walter dedica-se pessoalmente à orientação dos peregrinos e, como escritor, tem uma série de contos e artigos publicados que tem o Caminho de Santiago como tema, alguns publicados neste Portal Peregrino.



A Preparação do Peregrino a Pé é um trabalho bastante completo e abrangente e com todo a certeza de grande utilidade para os que pretendem se aventurar pelo Caminho de Santiago.

Registro aqui meus sinceros agradecimentos ao autor por nos ter honrado com a publicação de trabalho tão útil em nossas páginas.

Este trabalho encontra-se em sua primeira revisão.

Obrigado amigo Walter! Ultreya!




A Preparação do Peregrino a Pé
Esclarecimentos
01
A Preparação
02
Escolha da época
03
Documentação
04
Credencial do Peregrino
05
Passagem
06
Dinheiro – Custo da Peregrinação
07
Mapas e Guias
08
Donde sair
09
Meios de transporte até o início do Caminho
10
O que levar
11
O Calçado – Botas ou tênis
12
A Mochila - como arrumar
13
O Saco de Dormir
14
Proteção contra chuvas
15
Bolhas, como evitar, tipos de tratamento
16
Os Pés, cuidados necessários
17
Tendinite, primeiros sintomas, como evitar, tipos de tratamento
18
Alimentação
19
Treinamento
20
Como caminhar corretamente
21
Sinalização do caminho
22
Línguas
23
Albergues, Hostais e Hotéis
24
Associações dos Amigos do Caminho de Santiago
25
Ano Santo – Ano Jacobeo
26
A Concha (Vieira)
27
Ultreya e Suseya
28
A Volta
29
Etapas do Caminho
30
Trajeto
30
Cybercafés
32
Diversos
33
Bibliografia
34
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