Frases soltas por aí... no mundo!!

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Simpatias para entrar no ano novo com o pé direito!



Simpatias para segurança, dinheiro e amor no ano novo.

O ano está chegando ao final e nada é melhor do que fazer uma retrospectiva, lembrando os bons e os maus momentos. Pensando nesses acontecimentos sempre queremos que as coisas boas se multipliquem e as ruins fiquem para trás. Para isso, que tal fazer algumas simpatias para 2012 chegar com tudo de bom?
Existem simpatias para uma porção de coisas, para ter mais saúde, dinheiro, segurança, amor, enfim, para o que você desejar. Veja algumas dicas de simpatias para você começar o novo ano com o pé direito:


Segurança para sua casa: para proteger a sua casa, misture água e sal grosso, coloque em um recipiente com spray. Acenda um incenso de alecrim e vá borrifando a água com sal por toda a casa. Faça isso em uma manhã de domingo, ótimo para fazer já no 1º de janeiro de 2012, que cai em um domingo. Quando o incenso terminar, coloque suas cinzas na porta de entrada da casa e deixe que o vento leve para longe.



Para ganhar dinheiro: essas simpatias são bem simples e podem, se você acreditar, dar muito certo. A primeira, diz que é preciso comer 12 sementes de uva verde e uma de romã, muito importante – isso deve ser feito assim que o relógio passar a meia-noite no Reveillon. Outra simpatia é jogar moedas da rua para dentro de casa, isso promete riqueza o ano todo. Além disso, as cores das roupas também podem auxiliar muito, para dinheiro use a cor amarela.



Para conquistar ou preservar um amor: se você está solteira e que arrumar um namorado, irá precisar de um pires, um pouco de mel, um copo com água e caneta preta. Coloque o mel no pires, escreva no papel o nome do amado e esconda embaixo no pires. O copo com água fica ao lado. Ninguém pode tocar ali durante cinco dias, depois disso coloque tudo fora. Já, se você tem um amor e quer ainda mais sedução, união e carinho entre vocês, use uma fita vermelha no cabelo na noite do Ano Novo e/ou convide seu amor para um banho morno com pétalas de rosas vermelhas. Use roupas na cor vermelha ou rosa.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Adiando a saída da casa dos pais... (parte 2)


Dificuldades no mercado de trabalho ajudam a adiar saída da casa dos pais

Conseguir um emprego e atingir sucesso profissional são objetivos de qualquer pessoa que pretende ingressar no mercado de trabalho. Além disso, a independência financeira é o principal componente para começar a buscar o próprio espaço, distanciando-se pelo menos um pouco do domínio dos pais.

Para a psicóloga e escritora Olga Inês Tessari, de São Paulo, a estabilidade financeira é indispensável para que a pessoa tenha “vida própria em todos os sentidos”. “De que adianta sair de casa e continuar sendo sustentado pelos pais? Nesse caso, o filho só mudou de endereço, mas continua dependente deles”, afirma.

Por outro lado, ela lembra que a dificuldade de conquistar uma colocação no mercado de trabalho também adia a possibilidade de o jovem ir morar sozinho. Roberto Stelling, de 25 anos, que mora no Rio de Janeiro, está vivendo esta situação. Formado em Marketing há dois anos, ele não conseguiu emprego na área após concluir o curso.

Decidiu mudar de foco e começou a estudar para prestar concursos públicos. “Neste momento, não tenho planos de morar sozinho até me estabilizar financeiramente. E, para isso, espero ser aprovado em algum concurso”, conta.

Enquanto aguarda um resultado positivo, Roberto não vê problemas em permanecer na casa dos pais. “Aqui, tenho menos preocupações, inclusive financeiras. A desvantagem principal, se não for a única, é não ter liberdade total, mas, mesmo assim, para mim não é um problema”, afirma.

 

De volta para casa



A psicóloga e consultora de imagem Mara Pusch, de São Paulo, lembra casos de filhos que moram por um período fora da casa dos pais, mas depois acabam retornando. “Isso acontece principalmente em famílias de classe média e classe média alta, em que os pais continuam sustentando os filhos, mesmo que eles tenham se mudado”, explica.

Rodrigo Soares Bragante, de 29 anos, decidiu voltar para casa, mas por um motivo diferente. Ele vive em São Paulo, onde trabalha como classificador de materiais em uma empresa de compra e venda de ligas de metal. Atualmente, mora com a mãe e avó, de 96 anos, que está doente. “Já tive oportunidade de dividir um apartamento com amigos, mas não me sinto bem em fazer isso enquanto minha avó estiver precisando dos cuidados da minha mãe”, explica.

Ele revela que contribui nas tarefas domésticas, mas reconhece a comodidade de não precisar lavar e passar roupas nem ter de cozinhar. “Não que eu não ajude a minha mãe, mas sei que morando sozinho seria bem mais difícil em relação a isso.”

Entretanto, Rodrigo lamenta perder um pouco da sua privacidade. “Apesar de ter quase 30 anos, querendo ou não você acaba tendo de prestar contas em relação ao que faz ou deixa de fazer da sua vida”, diz.

Segundo Olga Tessari, para um jovem maduro, o retorno à casa dos pais pode ser como “retroceder no tempo”. “Esses jovens agem no sentido de morar com os pais apenas o tempo necessário para que se tornem independentes financeiramente e possam voltar a morar sozinhos novamente”, explica.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

mens sana in corpore sano, casa zen!






Programa de Saúde dos Ambientes e de seus moradores, focado na Síndrome do Edifício Doente, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde.


Os principais sintomas desta Síndrome são: fadiga, insônia, dores de cabeça, náuseas, peso nos ombros, arrepios pelo corpo, sensação da presença de vultos, dores na musculatura da coluna e das pernas, renite, alergias da pele, garganta e nariz, distúrbios gastro-intestinais, baixa produtividade, falta de concentração, desinteresse pelo trabalho, etc.


Tais sintomas podem ser provenientes das formas pensamentos negativos de seus moradores ou das distorções vibracionais oriundas do solo como: lençóis de água, falhas geopáticas ou arquitetônicos, jazidas, fósseis, gases de metanol e randônio que podem provocar o câncer dos pulmões, cruzamento de linhas geomagnéticas nocivas à saúde.


Partimos do princípio da Vastu Shastha, o Feng Shui Indiano, pai do Feng Shui chinês, que percebe as residências ou empresas como as Moradas dos Deuses que habitam cada ponto cardeal, harmonizados com os Elementos. 


Da mesma forma que o nosso corpo físico aloja o nosso espírito, a nossa casa aloja os dois, portanto, deve ser tratada como um Templo Sagrado, limpo, bonito, próspero e harmonizado.


A Domoterapia promove a saúde dos ambientes, recorrendo a várias técnicas como: Radiestesia Clínica e Cabalística, Radiônica, Geobiologia, Xamanismo e o Feng Shui, possibilitando a:


Correção dos cruzamentos de linhas geomagnéticas da Terra, nocivas à saúde (linhas de Hartman e de Curry);


Identificação dos níveis de radiação eletromagnéticas de cada ambiente e a proposição de soluções para correção;


Distorções energéticas dos Padrões Vibracionais de Falhas Arquitetônicas, provocadoras dos desarranjos psico-físico e bioenergéticos dos moradores;


Banimentos de Personalidades Intrusas e Assepsia da Aura Ambiental e de seus moradores;


Proposições para a melhoria do rendimento energético e produtividade de cada pessoa e dos negócios, usando conceitos do Feng Shui e da Cura Quântica para cada ambiente;


Identificação e transmutação de Formas Pensamentos Negativas de seus moradores, registradas nas paredes do imóvel, desencadeando as doenças psicossomáticas;


Harmonização e reorganização energética dos ambientes e pessoas pela Flora Brasileira (Florais, Sprays ambientais, cosméticos, defumações).




Prem Dhana Lakshmi é Psicóloga e Domoterapeuta

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sem vontade de fazer nada? Texto da Monja Coen


Depressão - Monja Coen




"Sem vontade de fazer nada. Sem vontade de levantar. Para quê? Fazer comida? Limpar a casa? Procurar trabalho? Amanhã. Hoje não. Dá para ver um pouco de televisão. Dá para chorar e rir. Chorar é mais fácil.

Lê o jornal e "Que mundo horrível!". Não dá vontade de fazer nada. Um amigo convida para o cinema. "Hoje não, tenho compromissos." Compromisso com a cama, com o sofá, com o suco, a comida que pede por telefone.


Só em questão de absoluta emergência tem de se vestir para ir ao banco. Toma banho, "Ah! Que delícia!".

As roupas ficaram apertadas. E agora? Veste com o zíper aberto, um casaco por cima. Uh! Para o sacrifício da rua, das pessoas, do mundo sujo e torpe, sem esperança, sem motivação, sem nada.


Como se fosse branco-e-preto o colorido do céu azul, a nuvem branca, a parede vermelha, a roupa verde, o sol dourado, a criança correndo, a senhora de bengala, o executivo apressado no celular sem parar.

Caixa de banco olha para a fila e suspira. Chegou mais um. Ninguém me ajuda. Disseram que o caixa eletrônico resolveria. Devagar vai atendendo - afinal, tem tanto tempo e precisa não errar.
Na fila já se irrita. Demora demais, que horror. Pensa que eu tenho todo o dia? Cara fechada, ranzinza. Briga com um e com outro e se autoconfirma: "O mundo não presta, as pessoas são más".

Volta para casa com sacolas de compras, de roupas, comidas, revistas, livros, CDs e DVDs.

De novo se enfurna na internet. Joga paciência, procura amor virtual ouvindo música alto, cantando, para afastar o pranto. Conta piada no telefone, reclama das contas, das pessoas, do desemprego, das dificuldades. Retorna para a TV, para o DVD, para a cama - ninho precioso, local abençoado, livre de tudo e de todos.


Encolhe-se de lado e dorme. Sonha com anjos e lobisomem. Campos de flor- e trovadores. Campos arados e queimados. Bombas, pavores, amores, tremores. Vira do outro lado e sonha.

Se um dia sonhasse que acordava. O que perceberia?

Depressão é passageira. Mesmo que esteja na direção, no controle central. Vem e vai. Não se apegue. Não a segure. Deixe-a partir. Ela sai de leve se você pára de reclamar. Se olhar para fora de sua gaiola. A porta está aberta, a grade é de vento.


Será que Buda saberia ajudar a acabar com a depressão? A pessoa até quer sair dessa trama, mas não consegue. Está amarrada, presa, enroscada. É infeliz, sofre demais, doença danada.
O que é saúde? Cinco frutas por dia, dizia um senhor ao meu lado. Apenas a garça voando baixinho de volta ao ninho.

De repente, abre a janela, respira fundo, parece que ela se foi.

Arruma o quarto, guarda as roupas, leva outras para a lavanderia, toma banho, se veste, lê o jornal, toma café, sai para levar o pobre do cão a passear. Cumprimenta as pessoas, sorri.


Aquece-se com o sol. Árvore frondosa abraça e se firma. Vai fazer cursos, procura emprego, namora e se entrega à vida sem medo.

A depressão se foi.

Tudo é possível, mas fica uma sombra: E se ela voltar?

Não adianta fechar as janelas, pôr tranca nas portas, se esconder em algum altar. Ela pode voltar.


Então a receba, com dignidade. Conhecida deprê, venha me ver. Estou preparada para recebê-la. Conheço sua manha, suas trapaças. Conheço bem os seus disfarces. Já não me controla, já não me derruba, apenas me deixa com mais algumas rugas."



Autor: Monja Coen
Fonte: Livro - Sempre Zen


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Lar doce Lar



A casa é um reflexo da família, da memória, dos conflitos, das festas, do silêncio, da música, dos risos e lágrimas que foram tecidos no cotidiano.
Cuidar da casa é cuidar de si e de sua tribo. Renovar a casa é renovar á si e a sua tribo. Além do vento e da água, que são os espíritos que vivificam a casa; o fogo do clima das pessoas e a terra da presença cotidiana forjam as qualidades de um lar.
Um corpo coletivo e individual, pois cada um tem o seu espaço, o seu jeito e as suas preferências, em uma casa.
Templo sagrado de repouso e de atividade, que acolhe e renova as energias de seus moradores, que alimenta e inspira, a casa deve ser reconhecida como a base física de sustentação da harmonia de um indivíduo ou grupo!
Kaká Wera

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