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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

RELIGIÃO OU ESPIRITUALIDADE? REFLITA...

Texto muito bonito de Pierre Teilhard de Chardin (Nascido em Orcines, 1 de maio de 1881 — Falecido em Nova Iorque, 10 de abril de1955), que foi um padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês que tentou construir uma visão integradora entre ciência e teologia:



"A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma. 
A religião é para os que dormem. 
A espiritualidade é para os que estão despertos. 
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados. 
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior. 
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. 
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo. 
A religião ameaça e amedronta. 
A espiritualidade lhe dá Paz Interior. 
A religião fala de pecado e de culpa. 
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".. 
A religião reprime tudo, te faz falso. 
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro! 
A religião não é Deus. 
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus. 



A religião inventa. 
A espiritualidade descobre. 
A religião não indaga nem questiona. 
A espiritualidade questiona tudo. 
A religião é humana, é uma organização com regras. 
A espiritualidade é Divina, sem regras. 
A religião é causa de divisões. 
A espiritualidade é causa de União. 
A religião lhe busca para que acredite. 
A espiritualidade você tem que buscá-la. 
A religião segue os preceitos de um livro sagrado. 
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros. 
A religião se alimenta do medo. 
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé. 
A religião faz viver no pensamento. 



A espiritualidade faz Viver na Consciência.. 
A religião se ocupa com fazer. 
A espiritualidade se ocupa com Ser. 
A religião alimenta o ego. 
A espiritualidade nos faz Transcender. 
A religião nos faz renunciar ao mundo. 
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele. 
A religião é adoração. 
A espiritualidade é Meditação. 
A religião sonha com a glória e com o paraíso. 
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora. 
A religião vive no passado e no futuro. 
A espiritualidade vive no presente. 



A religião enclausura nossa memória. 
A espiritualidade liberta nossa Consciência. 
A religião crê na vida eterna. 
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna. 
A religião promete para depois da morte. 
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.



"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... 
Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... " "



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

FRASES DE EFEITO... COMO É?



  • Se algumas pessoas se afastarem de você, não fique triste, isso é resposta da oração: “livrai-me de todo mal, amém".

  • Seja Mais forte do que a sua desculpa!






























  • “Liberdade significa não estar preso a absolutamente nada. Somente quando não está preso a nada é que você pode sustentar o êxtase, a alegria sem causa, o contentamento perene que não se abala com nada.”
    Sri Prem Baba

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A mente questiona.



A mente é o questionador.
Quando não há questionamento algum, a mente também desapareceu - pura consciência - apenas o céu sem qualquer nuvem, a chama sem qualquer fumaça.

Isso é o que é Deus.
Isso é o que é Buda, isso é o que é Cristo.

Deus não é a resposta
Deus é o estado de ser no qual o questionamento desapareceu.
Deus é o estado de não-mente



Permaneça com o questionamento
Eu estou aqui para ajudá-lo a permanecer com o questionamento.
Eu não vou lhe dar resposta alguma você já tem (respostas) demais
Eu não vou sobrecarregá-lo ainda mais.

Eu estou (aqui) para ensiná-lo como desaprender as respostas que você aprendeu, de modo que o questionamento se torne puro cristal, de modo que o questionamento se torne autêntico e seu, de modo que o questionamento surja de seu centro mais interno.

Não que você tenha que verbalizá-lo.
Deixe que ele seja a sua respiração
Deixe que ele esteja ali, silencioso



Um dia, se você tiver vivido bastante com o questionamento, ele começa a desaparecer. Ele evapora exatamente como quando a manhã vem e o sol nasce, e as gotas de orvalho começam a desaparecer.
Quando a consciência se torna um fogo, uma luz intensa, o questionamento começa a desaparecer.

Você não consegue dizer quem você é, mas você sabe.
Você pode dançar (o questionamento), você não consegue respondê-lo.
Você pode rir (o questionamento), você não consegue respondê-lo
Você viverá (o questionamento), mas você não conseguirá respondê-lo.


Osho

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ser superficial...


Não quero ser superficial



Na edição de fevereiro de 2012, a revista INFO trouxe uma entrevista com uma das personalidades mais influente e polêmica na área da Tecnologia da Informação: Nicholas Carr. Autor de diversos artigos e livros ele conversou com Renata Leal sobre a "febre" twitter e as transformações no comportamento intelectual na era da informação que vivemos hoje. As opiniões do entrevistado me deixaram um tanto quando preocupado por sentir que me enquadrava no perfil “superficialista” do qual ele falava, então pensei que seria interessante escrever sobre e quem sabe discutir o assunto aqui no blog.

Segundo Nicholas Carr em seu livro The Shallows (“Os Superficiais”, em inglês) a internet nos bombardeia diariamente com milhões de informações. Mas isso não significa necessariamente que estamos nos tornando pessoas melhores, pois quanto maior o número de informação, menor será o tempo que passamos nos aprofundando em um assunto e isso consequentemente, como define o autor, nos torna pessoas superficiais.

Suponho que muitos blogueiros e internautas têm o hábito, como o meu, de ler o título do post no seu leitor RSS e dependendo do assunto marca-o com lido logo de primeira, ou ainda desiste de ler o post quando vê que ele possui mais de três páginas. Este é um dos sintomas de superficialidade do qual Carr defende: Acessar e percorrer os olhos por milhares de notícias e informações, mas não se aprofundar em nada. Adotei este comportamento na tentativa de acompanhar diariamente o que acontece na blogosfera. Pura ilusão a minha. É lamentável, mas acredito e me enquadro no perfil de "superficial" que Carr descreveu, pois passar horas na internet percorrendo os olhos em centenas de artigos não é nem de longe uma maneira eficiente de aprender ou se manter informado sobre qual coisa.


Como se isso não fosse suficiente ainda há outro vilão que colabora com minha (ou nossa) superficialidade: o Twitter. Ok, ok... antes que venham os camponeses com tochas, quero deixar bem claro que sou viciado no Twitter e o utilizo regularmente juntamente com outras redes sociais. A questão que Carr levantou sobre o twitter é que ele encoraja o narcisismo e nos obriga a resumir tudo em 140 caracteres, o que na maioria das vezes é uma tarefa impossível de realizar.

Este então é mais um “pecado” que preciso confessar. Como trabalho em um departamento de TI e estou conectado a maior parte do dia através do meu querido Firefox, sempre caio em tentação para checar os últimos tweets do dia. O vício é tanto que já cheguei a passar horas e horas no Twitter pensando em algo interessante ou divertido para twittar e ser re-twittado, ou seja, estava mais preocupado em aumentar minha popularidade do que transmitir conhecimento para meus seguidores ou leitores do meu blog. Isso é ou não é narcisismo? O Twitter é só um exemplo, mas pode se estender também a outras redes sociais como orkut, facebook, badoo, etc.


Depois de ler essa entrevista achei melhor desconectar meu Echofon por um tempo (ainda prefiro o nome “TwitterFox”) e ignorar a tonelada de feeds que chegam diariamente no Google Reader. É claro que esse foi um sentimento particular meu e que outras pessoas pensam de forma diferente quando a questão é tempo gasto na internet. O propósito do post foi apenas uma reflexão sobre como temos gasto o nosso precioso tempo. Fica aqui então a sugestão para que você leitor deixe nos comentários a sua opinião sobre o assunto, concorda ou discorda?

No meu caso, procurei no blog Mais Tempo algumas dicas sobre como me concentrar mais em meus estudos e utilizar a internet de forma inteligente. Pois só assim pude voltar a navegar na web com a consciência tranquila de que não estou desperdiçando meu tempo, porque se tem uma coisa que tenho certeza absoluta nessa vida é que nunca fui e não quero ser superficial.


Leia mais: REVISTA INFO - Fev.2012



terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Despertar do Guerreiro Interno (O-DGI)



Workshop ensina a vencer a guerra que existe dentro de você

 
Não podemos evitar todas as situações difíceis e as mudanças em nossa vida, mas podemos estar mais preparados para elas. Quando estamos alinhados com nossa própria verdade, conquistamos uma força que nos faz enfrentar mais facilmente qualquer desafio. Muitas vezes não acreditamos que vamos conseguir superar dificuldades ou promover transformações em nossa vida. Isso acontece quando não nos sentimos fortes e confiantes o suficiente para isso. Por isso, precisamos desenvolver certas habilidades que nos fortaleçam e nos possibilitam ir além de nossas limitações. O workshop Despertar do Guerreiro Interno (O-DGI) trabalha a consciência guerreira, nos treinando para a luta travada em nossa própria mente, através de estímulos nos níveis físico, emocional, mental e espiritual integradamente. Assim, nos tornamos mais preparados para lidar melhor com todas as situações da vida.
Na primeira parte do workshop O-DGI, Fernando, nosso professor, nos passou uma nova visão sobre as artes marciais. Sentados no dojo (sala de aula de artes marciais), assistimos sua palestra em um supremo clima de serenidade e paz. Apesar de geralmente associadas a lutas e competições, descobrimos que, mais do que isso, as artes marciais são caminhos de autodesenvolvimento e crescimento espiritual. Elas simbolizam o treinamento do guerreiro moderno, cuja luta não está lá fora, mas sim dentro de nós."Apesar de geralmente associadas a lutas e competições, descobrimos que, mais do que isso, as artes marciais são caminhos de autodesenvolvimento e crescimento espiritual. Elas simbolizam o treinamento do guerreiro moderno, cuja luta não está lá fora, mas sim dentro de nós."
A batalha contra nossa preguiça e padrões negativos repetitivos, contra nossas ilusões e medos, contra aquilo que nos impede de sermos quem verdadeiramente somos, plenos e realizados. Parece estranho que as artes marciais possam nos ajudar a lidar com os desafios pessoais internos, mas foi isso que pudemos aprender ao longo do workshop.

LIBERTE-SE E VIVA SUA VERDADE

Após a parte mais explicativa sobre as artes marciais, realizamos exercícios meditativos e escritos de autoconsciência que nos fizeram refletir de maneira mais profunda, se estamos alinhados com nosso propósito de vida. Fomos instigados a perceber nossos dons e talentos, que acabam passando despercebidos na correria do dia-a-dia, para assim buscarmos novas maneiras de viver mais alinhados com a nossa essência e verdade interior.
Em seguida, passamos para a parte mais corporal do workshop, para vivenciarmos e integrarmos fisicamente aquilo que já havia sido trabalhado até o momento. Aliando artes marciais, yoga e bioginástica, a prática corporal de O-DGI nos traz maior percepção para nossos aspectos sutis, de forma bem significativa: por meio do corpo físico e seus movimentos. É interessante identificar, por exemplo, como podemos ficar travados ao sermos instruídos a fazer movimentos mais espontâneos, mostrando nossa dificuldade em nos soltar e nos entregar à liberdade, para que, assim, possamos ficar mais atentos em nosso dia-a-dia para agirmos com mais espontaneidade e entrega. Essa dificuldade de nos soltar pode refletir também o quanto ansiamos por liberdade, mas o quanto, na realidade, somos nós mesmos que a evitamos, por nos sentir perdidos e travados diante dela.
Outro exemplo é a resistência causada pelo questionamento mental, que nos faz achar que será estranho fazer tais movimentos, mostrando nossa tendência ao julgamento, e, portanto, nossa necessidade de vencermos nossos preconceitos e críticas, que apenas nos bloqueiam. Na realidade, essas foram percepções que senti ao participar de outros tipos trabalhos corporais anteriormente, e foi ótimo perceber que desta vez não senti essas dificuldades! O trabalho fluiu tranquilamente, mesmo nos exercícios mais vigorosos ou mais espontâneos. Percebi que os movimentos e posturas de O-DGI nos ajudam a identificar, através do nosso corpo e de nossas sensações, como estamos em nossas batalhas internas naquele momento. Os exercícios propiciam insights sobre como lidar com os desafios no mundo externo, a partir dessas auto-observações.

TÉCNICA AJUDA A SE CONHECER MELHOR

Ainda que como terapeuta eu busque exercitar a auto-observação permanentemente em minha vida, acessei alguns aspectos bastante interessantes aos quais preciso dar mais atenção. Constatei minha necessidade de trabalhar melhor a integração das minhas energias masculinas e femininas internamente. Percebi que precisava equilibrar melhor minhas atitudes e ações de caráter mais firmes e agressivos, com aquelas mais amorosas e tolerantes.
Outra coisa que chamou a atenção foi que minhas pernas começaram a tremer levemente, no início do workshop, antes mesmo de iniciar a prática física. E esse sintoma continuou durante todo o treino, me deixando curiosa. Fernando sugeriu que poderiam ser desbloqueios energéticos. Que bom! Ao final, conclui que era isso mesmo, pois como meu trabalho no dia-a-dia me exige mais foco nas energias dos chacras superiores (do coração para cima), meus chacras inferiores (do coração para baixo) estavam mais enfraquecidos, e meu físico estava me mostrando isso. No segundo dia do workshop, já pude fazer a prática com as pernas firmes, sem nenhum sinal de tremedeira, e com a percepção nítida dos desbloqueios trabalhados.
Neste segundo dia, Fernando nos passou uma sequência de movimentos, que ele recomenda que a gente realize diariamente pela manhã, antes de começar o dia. Confesso que já experimentei várias outras sequências de curas e atividades físicas recomendadas para serem feitas de manhã, mas pelo tempo que me exigiam e, muitas vezes, pela dificuldade de fazer alguns movimentos, acabava desistindo ou ficando com muita preguiça(olha aí minha necessidade de trabalhar mais a força e a disciplina do guerreiro interno!). Porém, a sequência que o Fernando recomendou é extremamente viável de fazer todos os dias. Exige, sim, a força de vontade, no sentido de me propor realizá-la diariamente. Mas como pode ser feita, a princípio, em quinze minutinhos e os movimentos são simples (mas ainda assim bastante revigorantes), é algo que dá para manter no dia-a?dia, sem sacrifício!
Em apenas dois dias do workshop O DGI, já pude sentir um fortalecimento na disposição e foco. Vinha enfrentando um momento de dificuldade de ação, sabendo que precisava fazer as coisas, mas sem vontade ou ânimo de realizá-las. Percebi uma melhora no impulso de realização e atividade. Agora é treinar o meu guerreiro interno para dar desenvolvimento e manutenção a essa energia.

PARA CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O TEMA

O DGI é ministrado em workshops para grupos e empresas em todo o Brasil, e aulas abertas e regulares, na cidade de São Paulo. Saiba mais aqui sobre o DGI e suas atividades.
SOBRE O AUTOR
Ceci Akamatsu
Terapeuta acquântica, faz atendimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo. É a autora do livro Para que o Amor Aconteça
contato: ceciakamatsu@gmail.com

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade




A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.


"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... "

Texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes,
Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).





quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Por que somos loucos?



Muita gente nos chama de "loucos" pelas escolhas de nossos caminhos! Pesquisando no pai dos burros (dicionários) - hoje a internet - a conclusão que nos chamam corretamente sem nem pensar!



O que representa a carta do Arcano do Louco no Tarot? Ela representa o princípio, a espontaneidade, a fé e a aparente tolice. A interpretação do Arcano "O louco" diz que ele inicia uma nova fase e inicia um novo caminho, ele expande seus horizontes, entra em uma aventura, sai para uma jornada rumo ao desconhecido. Ele é espontâneo e vive o momento, não possuir expectativas, faz o inesperado, age por impulso, não possui limites, tem um sentimento de despreocupação.

O Louco tem fé, confiança no fluxo da vida, permanece aberto, não se importa com aborrecimentos e medos, ele se sente protegido e amado, readquiriu a inocência, é crédulo, aceita suas escolhas, toma o caminho "do tolo", é sua própria verdade e acredita nos desejos de seu coração.


"A experiência do Louco ultrapassa os limites, como esta Arcano é o único sem número, significa liberdade, ele olha para o infinito e com isso, mostra que a vida é muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante. Deve-se aceitar que você é um aprendiz da vida." 








A caminhada do Louco é espiritual, é um caminho diferente dos anteriores que proporciona crescimento e evolução. Em sua loucura livre ele olha para e o infinito e mostra que a vida é
muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante.


"A letra hebraica que representa o Louco é o – SHIM, SCHIN ou SIM – símbolo do mistério das transformações. Representa estágios atravessados em uma jornada de descobrimento do significado da vida. Ter o segredo das riquezas, ser sempre seu senhor e nunca o escravo. Saber gozar mesmo da pobreza e jamais cair na abjeção nem na miséria."


Alguém se reconhece????


Somos realmente LOUCOS, com muito orgulho! Rs



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