Frases soltas por aí... no mundo!!

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

AMOR DO PAI INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DOS FILHOS


Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.


É culpa do pai, ou é culpa da mãe?
Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Autora: Natasha Romanzoti - tem 24 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mulheres são mais suscetíveis à depressão se comparadas com os homens



Tratamento deve levar em consideração o gênero e suas oscilações hormonais


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Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID 10), a depressão é caracterizada por humor deprimido, diminuição da energia, atividade reduzida, perda de prazer e interesses, fadiga, concentração diminuída, autoestima e autoconfiança diminuída, sentimento de culpa e de inutilidade, visão pessimista do futuro, ideias de suicídio, alteração do sono, alteração no apetite, irritabilidade, impaciência, dificuldade para tomar decisões. Ela pode ainda ser considerada em termos de gravidade: 

- Leve: em que a pessoa apresenta dois ou três dos sintomas citados, mas ainda consegue realizar a maioria de suas atividades;
- Moderada, em que se apresenta quatro ou mais sintomas e já é muito difícil desempenhar atividades da rotina;
- Grave em que a pessoa apresenta vários sintomas de forma marcante, sendo comuns tentativas de suicídio, gerando muito prejuízos para o indivíduo.
 Atualmente o estudo sobre gênero feminino e a saúde mental ou emocional é reconhecidamente importante. Mais especificamente, percebeu-se que os adoecimentos emocionais ou os chamados transtornos psiquiátricos femininos possuem diversas características próprias. Há ainda estudiosos que alegam que, na realidade, a diferença está no fato de as mulheres procurarem mais frequentemente ajuda médica ou de outros profissionais de saúde do que os homens, dificultando mais o conhecimento sobre a população masculina.


Depressão nas mulheres

A partir de estudos sobre as diferenças da depressão entre o sexo feminino e masculino, foi verificado particularidades da mulher nesta doença. A depressão é mais presente nas mulheres, sendo que estatísticas revelam a proporção de quase duas mulheres para um homem.
 Sabe-se que, para as mulheres, a influência da flutuação hormonal relacionadas ao ciclo reprodutivo feminino no humor e comportamento é importante, desde a menarca, que é a primeira menstruação da vida da mulher, até a menopausa, que é a parada da menstruação por um ano. Algumas mulheres são sensíveis às oscilações hormonais em nos períodos pré-menstrual, gestacional, pós-parto e na perimenopausa, deixando-as mais vulneráveis aos transtornos do humor, especialmente a depressão como doença ou sintomas depressivos. Como exemplo de como isto pode ser grave, diversos autores têm sugerido a detecção precoce da depressão já na gravidez, a fim de evitarem-se complicações no pós-parto ou até aborto para algumas mulheres.
"Vale lembrar que cada mulher possui características específicas e que qualquer tratamento, seja médico ou psicológico, deve respeitá-las e levá-las em consideração como tendo especificidades muito próprias do gênero feminino"
 Em uma pesquisa de 2002 sobre a depressão feminina, os pesquisadores Burt e Stein observaram que as mulheres portadoras da depressão apresentam mais ansiedade e transtornos alimentares; maior número de queixas físicas; tentam mais suicídio do que os homens.
 O pesquisador Altshuler, em estudo também de 2002, fala sobre o uso de antidepressivos em mulheres portadoras da depressão. Ele percebeu que o gênero também influencia a resposta a estes medicamentos. O estudo demonstrou que mulheres mais jovens ou abaixo dos 50 anos de idade teriam melhor resposta a antidepressivos como os inibidores seletivos da recaptura da serotonina (ISRS) como fluoxetina, sertralina e outros. A partir da pós-menopausa teriam melhor resposta aos antidepressivos tricíclicos (ADTs) como amitriptilina e nortriptilina.

 A melhor notícia é que atualmente existem tratamentos de grande eficácia para os adoecimentos emocionais. Eles permitem que as pessoas com depressão tenham o mínimo de prejuízo em suas vidas, mesmo portando doença mental.
 Estes e outros estudos fornecem base cientifica para que a mulher portadora de depressão seja cuidada de acordo com seu gênero. Vale lembrar que cada mulher possui características específicas e que qualquer tratamento, seja médico ou psicológico, deve respeitá-las e levá-las em consideração como tendo especificidades muito próprias do gênero feminino.
ESCRITO POR: Hewdy Lobo - Psiquiatria
ESPECIALISTA MINHA VIDA

terça-feira, 12 de junho de 2012

Sociologia e linguística da mentira



A mentira e a atribuição de culpa são tão básicas a sociedade que é difícil estudá-las de maneira formal. George Lakoff, na crítica de certas afirmações que George W. Bush fez antes da invasão do Iraque de 2003, observa que
Elas são mentiras —ou meros exageros, declarações desorientadoras, enganos, excessos retóricos e assim por diante? Os linguistas estudam tais assuntos. A descoberta mais surpreendente é que, para se considerar se uma declaração é uma mentira, a consideração menos importante para a maioria das pessoas é se ela é verdadeira! As considerações mais importantes são: Ele acreditava nisso? Ele tinha intenção de enganar? Ele estava tentando ganhar alguma vantagem ou prejudicar alguém? Essa é uma questão séria ou trivial? É "apenas" uma questão de retórica política? A maioria das pessoas irá conceder que, mesmo que a declaração seja falsa, se ele acreditava nela, não estava tentando enganar, e se não estava tentando ganhar vantagem ou prejudicar ninguém, então não houve mentira. Se for uma mentira a serviço de uma boa causa, então foi uma mentira social. Se for baseada em informações falhas, então foi um erro honesto. “Se estava lá apenas para ênfase, então foi um exagero.”

Essas desculpas figuram entre as defesas da administração. A boa causa: libertar o Iraque. A informação falha: da CIA. A ênfase: o entusiasmo por uma grande causa. Embora haja evidência de que o Presidente e seus conselheiros sabiam que a informação era falsa, eles podem rechaçar o uso da palavra com M. As falsidades foram reveladas e elas, em si mesmas, não importam muito para a maioria das pessoas.


O filósofo Leo Strauss, que teve uma grande influência sobre várias personalidades no Projeto para o Novo Século Americano que dominou a administração durante esse período, estressou a necessidade de mentir a fim de ocultar uma posição estratégica, ou para auxiliar a diplomacia. Da mesma forma personalidades anteriores na filosofia política de Nicolau Maquiavel a "nobre mentira" de Platão.
Parece extremamente improvável que a mentira seja algum dia inteiramente eliminada da política ou da diplomacia, da mesma forma que não possível removê-la da guerra que essas atividades são, em última instâncias, criadas para ajudar a impedir de ocorrer.

 Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

Psicologia da mentira


A capacidade dos hominídeos de mentir é percebida cedo e quase universalmente no desenvolvimento humano e estudos de linguagem com pongídeos. Uma famosa mentira do último grupo foi quando Koko, a gorila, confrontada por seus treinadores depois de uma explosão de raiva no qual ela arrancou uma pia de aço do lugar onde ela estava presa, sinalizou na Língua de Sinais Americana, "o gato fez isso,” apontando para seu pequeno gato. Não está claro se isso foi uma piada ou uma tentativa genuína de culpar seu pequeno bicho de estimação.


A psicologia evolucionária está preocupada com a teoria da mente que as pessoas empregam para simular a reação de outra a sua história e determinar se uma mentira será verossímil. O marco mais comumente citado na ascensão disso, o que é conhecido como inteligência maquiavélica, ocorre na idade humana de cerca de quatro anos e meio, quando as crianças começam a ser capazes de mentir de maneira convincente. Antes disso, elas parecem ser incapazes de compreender que todo mundo não tem a mesma visão dos eventos que elas têm – e parecem presumir que há apenas um ponto de vista - o seu próprio — que precisa ser integrado a qualquer história.


Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

segunda-feira, 4 de junho de 2012

15 coisas para abrir mão e ser feliz



Aqui está uma lista de 15 coisas que, se você abrir mão, vai tornar sua vida muito mais 
fácil e muito, muito feliz. 


Nos agarramos a tantas coisas que nos causam uma grande quantidade de estresse, dor e sofrimento - e, em vez de desistir de todas elas, em vez de permitir-nos a ser livres de estresse e felizes - nos apegamos a eles. Não mais. A partir de hoje vamos desistir de todas aquelas coisas que não nos servem mais, e vamos aceitar a mudança. Pronto? Aqui vamos nós:
                                  



1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo. Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados - querem ter sempre razão - mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causando uma grande dose de estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena. Sempre que você sentir a necessidade "urgente" de saltar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: "Eu preferiria estar certo, ou eu prefiro ser gentil?" Wayne Dyer. Que diferença isso vai fazer? É o seu ego realmente tão grande?

                                      

2. Desista da sua necessidade de controle. Esteja disposto a desistir de sua necessidade de sempre controlar tudo o que acontece com você e ao seu redor - situações, eventos, pessoas, etc. Se eles são entes queridos, colegas de trabalho, ou apenas estranhos que você encontra na rua - apenas permita que eles sejam. Permita tudo e todos de serem exatamente como eles são e você verá o quão melhor isso o fará sentir.

"Ao abrir mão tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega. Mas quando você tentar e tentar. O mundo está além da vitória." -Lao Tzu

                                

3. Desista da culpa. Desista de sua necessidade de culpar os outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente. Pare de abrir mão de seus poderes e comece a tomar responsabilidade pela sua vida.
 

                                             

4. Desista do seu discurso auto-destrutivo. Oh meu. Quantas pessoas estão se machucando por causa de sua negativa, poluída e repetitiva mentalidade derrotista? Não acredite em tudo que sua mente está dizendo a você - especialmente se ela é negativa e autodestrutiva. Você é melhor do que isso.

"A mente é um instrumento excelente, se usado corretamente. Usado de forma errada, no entanto, torna-se muito destrutiva." -Eckhart Tolle

                              

5. Desista de suas crenças limitantes sobre o que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível. A partir de agora, você não vai mais permitir que suas crenças limitantes o mantenham preso no lugar errado. Abra suas asas e voe!

"Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que mantém a mente." -Elly Roselle

6. Desista de se queixar. Desista da sua constante necessidade de reclamar sobre as muitos, muitos coisas, pessoas, situações, acontecimentos que o fazem infeliz, triste e deprimido. Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazê-lo triste ou infeliz a menos que você o deixe. Não é a situação que desencadeia esses sentimentos em você, mas como você escolhe olhar para ela. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Desista do luxo de criticar. Desista da sua necessidade de criticar coisas, acontecimentos ou pessoas que são diferentes de você. Somos todos diferentes, mas somos todos iguais. Nós todos queremos ser felizes, todos nós queremos amar e ser amados e todos nós queremos ser compreendidos. Nós todos queremos algo, e algo é desejado por todos nós.

                                  

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para fazer os outros gostarem de você. Não funciona dessa maneira. O momento que você parar de se esforçar tanto para ser algo que você não é, no momento em que tirar todas as suas máscaras, no momento em que aceitar e abraçar o seu verdadeiro eu, você vai descobrir que as pessoas serão atraídas para você, sem esforço.

9. Desista da sua resistência à mudança. Mudar é bom. Mudança vai ajudá-lo a se mover de A para B. Mudança irá ajudá-lo a fazer melhorias em sua vida e também nas vidas daqueles ao seu redor. Siga sua felicidade, abrace a mudança - não resista a ela.

"Siga sua felicidade e o universo vai abrir portas para você onde só haviam paredes" -Joseph Campbell

                     

10. Desista dos rótulos. Pare de rotular as coisas, pessoas ou eventos que você não entende como sendo estranhos ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funciona quando abertas. 

"A mais elevada forma de ignorância é quando você rejeita algo que não sabe nada a respeito." -Wayne Dyer
                                   

11. Desista de seus medos. O medo é apenas uma ilusão, ele não existe - você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o interior e o exterior vai se harmonizar.

"O único medo que temos de temer é o próprio medo." -Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas. Mande-os arrumarem suas coisas e diga-lhes que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Em vez de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo o tipo de desculpas - desculpas que 99,9% das vezes não são sequer reais.

                            

13. Desista do passado. Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece muito melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o momento presente é tudo que você tem e tudo que você vai ter. O passado que você está desejando - o passado que agora você está sonhando - foi ignorado por você quando ele era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal a vida é uma viagem não um destino. Tenha uma visão clara para o futuro, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desista do apego. Este é um conceito que, para a maioria de nós é tão difícil de entender e eu tenho que dizer-lhe que era para mim também, (ainda é), mas não é algo impossível. Você fica melhor e melhor com o tempo e prática. O momento que você separar-se de todas as coisas, (e isso não significa que você desista do seu amor por elas - porque o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro, o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor ... bem, o amor real é amável, puro, onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você tornar-se tão calmo, tão tolerante, tão amável e tão sereno. Você vai chegar a um lugar onde vai ser capaz de compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

                                



15. Desista de viver a sua vida às expectativas de outras pessoas. Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas para viver. Elas vivem suas vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor para elas, para o que seus amigos, seus inimigos e seus professores, seu governo e a mídia acham que é melhor para elas . Elas ignoram a sua voz interior, aquele chamado interior. Elas estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo à altura das expectativas de outras pessoas, que perdem o controle sobre suas vidas. Elas esquecem o que os torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam .... e, eventualmente, se esquecem de si mesmos. Você tem uma vida - esta aqui e agora - você deve vivê-la, possuí-la e, especialmente, não deixe que as opiniões alheias o distraiam de seu caminho.




Devidamente copiado e compartilhado da amiga Fernanda Basso.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um texto que toda mulher deveria ler...



Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.

Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.



Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

A vida não pode ser economizada para amanhã. (Rubem Alves)



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Pecado



Temos o livre arbítrio, mas isso não significa que podemos fazer literalmente tudo.


As pessoas antigamente confundiam o “Carpe Diem” que significa “Aproveite o dia”. 


Elas aproveitavam o dia como se não houvesse amanhã, e isso não está errado, desde que o dia seja aproveitado da maneira correta.


Aproveitar o dia, aproveitar a vida, é o que nós devemos fazer, sim, é claro, não vamos viver no meio de tristezas, desilusões, mágoas e coisas piores do que isto, vamos ser felizes. Mas, por que ser feliz? Como eu sou ser feliz ? Como ser feliz? 


O que os dicionários falam sobre pecado?
pecado 

s. m.
1. Transgressão de preceito religioso.
2. Vício.
3. Culpa, falta.

Vamos analisar um por um.
Transgressão de preceito religioso.Ou seja, neste sentido se não se segue religião alguma, não existe pecado, enquanto para muitas tradições, a mínima coisa já seria uma grande transgressão. Cito aqui para ilustrar o Jainismo onde matar um inseto é uma grande pecado, e seus seguidores gastam uma energia e tempo considerável tentando não infringi-lo, ao ponto de só caminhar após varrer o chão a sua frente para garantir que nenhum inseto seja involuntariamente pisoteado. 
  
Vício.
Será que o vício em si pode ser considerado um pecado? Nisargadatta fumava. Gurdjieff  bebia. Osho era viciado em doces apesar de seu diabetes, Krishnamurti gostava de roupas elegantes, carros de luxo e livros de romances baratos. Quem pode dizer quando algo é um vício ou não? A psicologia moderna tende a aceitar até mesmo praticas sexuais pouco ortodoxas como normais, contanto que não prejudique o desempenho da pessoa em sociedade. Então onde vai fixar-se a régua para poder medir se algo é um vício e se pode ser considerado também como um pecado? O mais inteligente seria a pessoa perceber aquilo que lhe faz mal e abandonar tal ato. Mas aí o que chamamos de vício pode ampliar em muito o seu alcance, poderia também abranger relacionamentos destrutivos, masoquistas, de dependência, projeções, as diversas síndromes e complexos, neuroses e todo o leque de comportamento humanos destrutivos.    

Culpa, falta.
Este é aspecto mais destrutivo do conceito de pecado. A culpa destrói toda a possibilidade de crescimento do ser humano. É tanto uma maneira que a sociedade e tradições usam de controlar o comportamento das massas, como também, depois de introjetado, uma espécie de câncer autogerado que corrói a alma. Ramesh enfatizava bastante este aspecto, se as coisas acontecem como tem que acontecer, se cada um age na melhor das intensões(ainda que com suas convicções próprias), com o entendimento que hoje é possível para aquele corpo/mente, aonde entraria a culpa e de quem ela seria? Se tudo é um Todo pulsante, movido a ação e reação, que em essência são impessoais e que acontecem sem controle, qu
ando tem que acontecer, em quem podemos colocar qualquer culpa? É assim que as coisas são, simplesmente acontecem e estão a todo momento em constante mudança, em movimento, em evolução. Aliás se existe algo constante na natureza este algo seria a mudança!     
 
Resumindo: o pecado no sentido de erro, não pode ser algo ruim. E por que não? Pois é a própria maneira como se dá evolução no mundo dos fenômenos. Você já imaginou quantas formas de vida foram criadas e extintas durante a evolução? O processo da natureza, a maneira com que ela trabalha é a tentativa e erro, com sucessos (virtude) e fracassos (pecado). Ou seja, não existe virtude sem pecado, o fracasso de hoje pode ser a base do sucesso de amanhã! Tudo é relativo, tudo muda e transforma-se. E se existe realmente algum pecado, o único pecado realmente a se levar em conta seria o de tentar fixar-se, de resistir ao movimento, ao fluxo do Viver!

Que tal pensarmos um pouquinho?



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