Frases soltas por aí... no mundo!!

Mostrando postagens com marcador depressão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador depressão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Conferência sobre ciência psicodélica destaca uso da ayahuasca


Carlos Minuano

Do UOL, em São Paulo

  • Caio Guatelli/Folhapress - 08.10.2011
    O uso terapêutico da ayahuasca vem ganhando espaço no mundo inteiro; estudos sugerem que o chá pode ajudar em casos de depressão e dependência
    O uso terapêutico da ayahuasca vem ganhando espaço no mundo inteiro; estudos sugerem que o chá pode ajudar em casos de depressão e dependência

Ecstasy contra estresse pós-traumático, LSD para dor de cabeça, psilocibina no tratamento do tabagismo. Uma antiga utopia de hippies e alternativos sessentões se tornou realidade. Depois de décadas de perseguição, os alucinógenos estão na mira de cientistas do mundo do todo, interessados no possível potencial dessas substâncias para tratamentos diversos. Esse novo cenário é o tema da segunda edição da conferência Psychedelic Science, que começou na quinta (18), em Oakland, na Califórnia, e termina nesta segunda (22). 
A conferência reúne mais de 100 dos principais pesquisadores de 13 países, que apresentarão as descobertas mais recentes sobre os benefícios e riscos de diferentes substâncias psicoativas, como ibogaína (que faz o usuário sonhar acordado), ketamina (anestésico veterinário) e maconha.
As palestras e workshops deram destaque para estudos sobre o potencial terapêutico da ayahuasca, beberagem de origem amazônica usada em rituais indígenas e em cultos religiosos brasileiros, como Santo Daime e União do Vegetal.
Nunca se pesquisou tanto esse tema, diz a antropóloga brasileira Bia Labate, professora visitante do Programa de Política de Drogas do Centro de Pesquisa e Ensino Econômico - Cide, em Aguascalientes, no México. Ela é consultora do Maps (sigla em inglês para Associação Multidisciplinar para Estudos Psicodélicos) e diz que o evento é "o maior encontro internacional da história entre estudiosos do campo da ayahuasca".
Segundo ela, houve uma explosão de interesses sobre a natureza,  e os efeitos e usos do chá psicoativo. "Depois de uma longa jornada de perseguição e banimento pelos colonizadores, seguido pelas políticas proibicionistas de drogas, observamos a propagação de rituais da ayahuasca em toda a Europa e América do Norte, e uma enorme expansão no estudo científico dessa substância", relata.
O eixo do evento voltado para o chá psicodélico, coordenado pela antropóloga, reúne 30 apresentações de pesquisas, um dia de workshop, exibição de filmes e debates em torno de questões como segurança, ética e comercialização do uso da ayahuasca no chamado 'turismo espiritual'. Com recorte multidisciplinar, inclui perspectivas de neurociência, neurobiologia, psiquiatria, farmacologia, etnofarmacologia, etnobotânica, psicologia, saúde pública, epidemiologia, antropologia, direito e educação. "São pesquisadores do Brasil, EUA, Canadá, Alemanha, Espanha, Peru e México", acrescenta a antropóloga.
"Em sua maioria, apresentações abordam o ritual e os usos clínicos dessa substância no tratamento de várias doenças e enfermidades, como a depressão, e especialmente seu papel no bem-estar psicológico, qualidade de vida e na formação da identidade", prossegue Labate. Outra abordagem relevante são as investigações dos efeitos da ayahuasca como complemento para a psicoterapia em casos de dependência química.
É esse, aliás, o campo de atuação do brasileiro Dartiu Xavier, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo, onde também é diretor do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad). O psiquiatra, que é um dos palestrantes na conferência norte-americana, participa atualmente de vários estudos sobre o tema, entre eles um de avaliação neurofisiológica dos efeitos agudos da ayahuasca (dosagens de hormônios no sangue e eletroencefalograma), e outro que trata dos sintomas depressivos e ansiedade em usuários do chá amazônico.
"Esta conferência abrange todos os alucinógenos, mas tem uma ênfase especial na ayahuasca, pelo fato de aparentemente ser uma substância de uso seguro, e que não causa dependência, além do fato deste uso estar aumentando no mundo inteiro nos últimos anos", argumenta Xavier.
Ele vê com otimismo o crescimento do interesse cientifico nos psicodélicos em geral. "Vários grupos de cientistas no mundo estão de olho nesse tema, estamos para começar um destes estudos aqui no Brasil", informa o psiquiatra. "Estamos elaborando uma pesquisa que pretende investigar o uso terapêutico de alucinógenos em dependentes de cocaína e crack, sendo um deles com ayahuasca e outro com ibogaína". O psiquiatra, entretanto, explica que falta ainda a aprovação dos comitês de ética.
Ampliar

Conheça alguns estudos sobre o poder terapêutico de alucinógenos7 fotos

7 / 7
CHÁ DE COGUMELO - a psilocibina, substância retirada dos chamados "cogumelos mágicos", traz bons resultados em tratamentos para reduzir ansiedade e ataques de enxaqueca; pesquisadores investigam agora a capacidade do componente de aliviar sintomas característicos do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Especialistas também ressaltam que a droga pode deflagrar transtornos psiquiátricos pré-existentesLeia mais Thinkstock
Depressão
Outro destaque do congresso são os estudos que investigam o uso da ayahuasca como antidepressivo, dos brasileiros Dráulio de Araújo, especialista em neuroimagens, e Sidarta Ribeiro, neurocientista, ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "Investigamos dois processos cognitivos modulados pela ayahuasca: mudança do foco da atenção para processos internos e a potencialização na criação de imagens visuais mentais. Os dois estudos foram realizados usando a imagem funcional por ressonância magnética", descreve Xavier.
Parte dos resultados, segundo ele, contém indicações do potencial de uso da ayahuasca como antidepressivo. Há um estudo piloto sendo conduzido no Brasil (em fase final), com a participação dos pesquisadores da UFRN, sob a coordenação do psiquiatra Jaime Hallak, da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto. "As conclusões são bastante animadoras", comenta Araújo.
A segunda fase da pesquisa será coordenada pela equipe da UFRN. "Pretendemos utilizar vários marcadores biológicos (bioquímicos, eletroencefalografia, imagem por ressonância magnética, avaliações neuropsicológica e psiquiátrica) para fazer uma avaliação mais abrangente sobre esse suposto potencial no tratamento de pacientes com depressão", detalha o neurocientista.
Receio
Mas para pesquisadores mais ortodoxos ainda faltam algumas etapas para que o uso terapêutico de alucinógenos se torne um fato. É o que defende Arthur Guerra, diretor do Programa de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas da USP (Universidade de São Paulo). "Vejo essas experiências com muita reserva", diz. "Qualquer conduta que não seja suficientemente comprovada oferece riscos".
Guerra reconhece a qualidade e o avanço das pesquisas nesse campo, mas se diz de outro time. "Sou da ala mais clássica". Após a fase de diagnóstico do dependente químico, segundo ele, em geral são identificados outros problemas, como fobia, depressão e outros, por isso sua opção ainda é por tratamentos convencionais. "São mais seguros", diz.
Embora na outra margem, o neurocientista Draúlio de Araújo concorda com o cuidado sugerido por Guerra. Para ele, qualquer medicamento novo passa por várias etapas de testes para que sejam avaliados seus benefícios e riscos. "O processo é, e deve ser, exatamente o mesmo nos casos de qualquer substância psicoativa".
Também participam das apresentações sobre ayahuasca os pesquisadores Gabor Maté, médico canadense nascido na Hungria, especializado no estudo e tratamento de dependência, o francês Jacques Mabit, diretor do Centro Takiwasi em Tarapoto, no Peru, dedicado à  reabilitação de dependentes químicos com ayahuasca e práticas tradicionais de cura, e José Carlos Bouso, psicólogo clínico do Programa de Pesquisa de Neurociências do Hospital del Mar Research Institute.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mulheres são mais suscetíveis à depressão se comparadas com os homens



Tratamento deve levar em consideração o gênero e suas oscilações hormonais


Share on emailShare on facebookShare on google_pluso
Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID 10), a depressão é caracterizada por humor deprimido, diminuição da energia, atividade reduzida, perda de prazer e interesses, fadiga, concentração diminuída, autoestima e autoconfiança diminuída, sentimento de culpa e de inutilidade, visão pessimista do futuro, ideias de suicídio, alteração do sono, alteração no apetite, irritabilidade, impaciência, dificuldade para tomar decisões. Ela pode ainda ser considerada em termos de gravidade: 

- Leve: em que a pessoa apresenta dois ou três dos sintomas citados, mas ainda consegue realizar a maioria de suas atividades;
- Moderada, em que se apresenta quatro ou mais sintomas e já é muito difícil desempenhar atividades da rotina;
- Grave em que a pessoa apresenta vários sintomas de forma marcante, sendo comuns tentativas de suicídio, gerando muito prejuízos para o indivíduo.
 Atualmente o estudo sobre gênero feminino e a saúde mental ou emocional é reconhecidamente importante. Mais especificamente, percebeu-se que os adoecimentos emocionais ou os chamados transtornos psiquiátricos femininos possuem diversas características próprias. Há ainda estudiosos que alegam que, na realidade, a diferença está no fato de as mulheres procurarem mais frequentemente ajuda médica ou de outros profissionais de saúde do que os homens, dificultando mais o conhecimento sobre a população masculina.


Depressão nas mulheres

A partir de estudos sobre as diferenças da depressão entre o sexo feminino e masculino, foi verificado particularidades da mulher nesta doença. A depressão é mais presente nas mulheres, sendo que estatísticas revelam a proporção de quase duas mulheres para um homem.
 Sabe-se que, para as mulheres, a influência da flutuação hormonal relacionadas ao ciclo reprodutivo feminino no humor e comportamento é importante, desde a menarca, que é a primeira menstruação da vida da mulher, até a menopausa, que é a parada da menstruação por um ano. Algumas mulheres são sensíveis às oscilações hormonais em nos períodos pré-menstrual, gestacional, pós-parto e na perimenopausa, deixando-as mais vulneráveis aos transtornos do humor, especialmente a depressão como doença ou sintomas depressivos. Como exemplo de como isto pode ser grave, diversos autores têm sugerido a detecção precoce da depressão já na gravidez, a fim de evitarem-se complicações no pós-parto ou até aborto para algumas mulheres.
"Vale lembrar que cada mulher possui características específicas e que qualquer tratamento, seja médico ou psicológico, deve respeitá-las e levá-las em consideração como tendo especificidades muito próprias do gênero feminino"
 Em uma pesquisa de 2002 sobre a depressão feminina, os pesquisadores Burt e Stein observaram que as mulheres portadoras da depressão apresentam mais ansiedade e transtornos alimentares; maior número de queixas físicas; tentam mais suicídio do que os homens.
 O pesquisador Altshuler, em estudo também de 2002, fala sobre o uso de antidepressivos em mulheres portadoras da depressão. Ele percebeu que o gênero também influencia a resposta a estes medicamentos. O estudo demonstrou que mulheres mais jovens ou abaixo dos 50 anos de idade teriam melhor resposta a antidepressivos como os inibidores seletivos da recaptura da serotonina (ISRS) como fluoxetina, sertralina e outros. A partir da pós-menopausa teriam melhor resposta aos antidepressivos tricíclicos (ADTs) como amitriptilina e nortriptilina.

 A melhor notícia é que atualmente existem tratamentos de grande eficácia para os adoecimentos emocionais. Eles permitem que as pessoas com depressão tenham o mínimo de prejuízo em suas vidas, mesmo portando doença mental.
 Estes e outros estudos fornecem base cientifica para que a mulher portadora de depressão seja cuidada de acordo com seu gênero. Vale lembrar que cada mulher possui características específicas e que qualquer tratamento, seja médico ou psicológico, deve respeitá-las e levá-las em consideração como tendo especificidades muito próprias do gênero feminino.
ESCRITO POR: Hewdy Lobo - Psiquiatria
ESPECIALISTA MINHA VIDA

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SAUDADES... PALAVRA QUE MACHUCA.



Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade", só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".

No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro.



Origem

Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colônia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A gênese do vocábulo está diretamente ligada à tradição marítima lusitana.
A origem etimológica das formas atuais "solidão", mais corrente e "solitude", forma poética, é o latim "solitudine" declinação de "solitudo, solitudinis", qualidade de “solus". Já os vocábulos "saúde, saudar, saudação, salutar, saludar" proveem da família "salute, salutatione, salutare", por vezes, dependendo do contexto, sinônimos de "salvar, salva, salvação" oriundos de "salvare, salvatione".
Na formação do termo "saudade", o vocábulo sofreu uma interfluência entre o estado de estar só, sentir-se solitário - oriundo de "solitarius" que por sua vez advem de "solitas, solitatis", possuidora da forma declinada "solitate" e suas variações luso-arcaicas como suidade - e a associação com o ato de receber e acalentar este sentimento traduzido com os termos oriundos de "salute e salutare", que na transição do latim para o português sofrem uma síncope e perde a letra interna l, simplesmente abandonada, enquanto o t não desaparece, mas passa a ser sonorizado como um d.
No caso das formas verbais, existe a apócope do e final. O termo saudade acabou por gerar derivados como a qualidade do "saudosismo" e seu adjetivo "saudosista" - apegado a ideias, usos, costumes passados, ou até mesmo aos princípios de um regime político decaído, e o termo adjetivo de forte carga semântica emocional, "saudoso" - que é aquele que produz o sentimento de saudade, podendo ser utilizado para entes falecidos, ou para substantivos abstratos como em "os saudosos tempos da mocidade", ou, ainda, não referente ao produtor, mas aquele que sente e que dá mostras de saudades.



Saudade e razão

A saudade é típica dos mamíferos sociais: ocorre entre semelhantes, como em tantos primatas, como na afeição dedicada ao homem no caso do cão. A saudade sugere a observação do conhecimento fundado na "imitação do outro" (como no caso do pássaro que transmite melodias de uma geração para outra com fidelidade) e está "... permanentemente sob a ação de vozes internas, impregnados de palavras, constantemente submetidos a discursos mentais cuja textura linguística é impressa por nossos pais quando aprendemos a falar".
A distância, ou afastamento de quem se ama pode provocar efeitos psicológicos no organismo e desencadear reações que vão da sensação de angústia até o desenvolvimento de um quadro depressivo.


Em 2009, estudos e experiências de separação em animais e humanos exibiram resultados que "indicam uma ligação específica entre separação e aumento do cortisol" e sugerem a possibilidade de desenvolver-se uma droga que promova o bloqueio do hormônio causador da saudade e ajude as pessoas durante a separação ou ausência do objeto de amor.
Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra "saudade" como a sétima palavra de mais difícil tradução.
Pode-se sentir saudade de muita coisa:
·        De alguém falecido.
·        De alguém que amamos e está longe ou ausente.
·        De um amigo querido.
·        De alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
·        De alguém com quem não conversamos há muito tempo.
·        De sítios (lugares).
·        De alguém conhecido ou um colega.
·        De comida.
·        De uma música.
·        De situações.
·        De um amor.
·        De se fazer algo que há muito não se faz.
·        Do tempo que passou...


A expressão "matar a saudade" (ou "matar saudades") é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade" relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc. "Mandar saudades", por exemplo, no sul de Portugal, significa o mesmo que mandar cumprimentos.
A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria.
A saudade pode vir de várias formas, muitas vezes sentimos saudades de pessoas que nem conhecemos pessoalmente, mas que são essenciais pra nossa vida! Dedicado ao Meu Amor que tem sido motivo de saudade todos os meus dias: Mundola Cavalcante' (Soares, Geniane 2012).
Em Portugal, o Fado, oriundo do latim "fatum", destino, está diretamente associado com este sentimento. Do mesmo modo, a sodade cabo-verdiana está intimamente ligada ao gênero musical da morna. No Brasil, esse sentimento está muito retratado no samba de fossa e na bossa nova.
Em galego, além do termo saudade, existe o próximo "morrinha", que em português é associado à doença animal.



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Qual é a sua patologia? Parte 3



Cicloidia

O cicloide é o oposto ao esquizoide, porque ele está sempre de acordo consigo mesmo, tão de acordo que acha que o mundo foi criado apenas para servi-lo.

Geralmente é extrovertido e simpático no primeiro contato, precisando mesmo da companhia dos outros para se sentir bem, pois tem medo da solidão. Em todo lugar a que vai faz amizade com facilidade. Ele é a pessoa que sabe de todas as notícias e boatos.

Pode parecer, aparentemente, que este tipo de personalidade é ideal. Porém, ele tem tendência para a depressão, período no qual cai num estado de melancolia e pessimismo.

Como tem muitos amigos, todos correm para ajudá-lo. Mas nada adianta e, de repente, volta ao seu estado normal.

Outro fato interessante é que o cicloide tem necessidade premente de chamar a atenção de todos sobre a sua pessoa, gostando de ser sempre o primeiro — até nos sofrimentos.

Fisicamente, segundo Kretschmer, o cicloide tem tendência para a obesidade, enquanto que o esquizoide, para a magreza.

Norberto R.  Keppe* Extrato do livro A Medicina da Alma, Cap. 17,  pág. 157

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Adeus, tristeza!



Não adianta, quando a tristeza bate não há chocolate, festa ou programa com os amigos que dê jeito. A única coisa que pode fazer você se recuperar de uma grande decepção é estar com a cabeça no lugar, refletir e pensar muito sobre as coisas que aconteceram para você ficar assim. Depois de sentida a mágoa, só o tempo pode curar.

São muitas as coisas que podem nos deixar assim, tristes e magoados, desde uma briga familiar, término de relacionamento, desentendimento com um amigo ou mesmo insatisfação com fatos da vida, com as conquistas que deixamos para trás ou que paramos de lutar. O que sabemos é que não dá para viver a vida toda assim, levando as mágoas adiante, cultivando aquele sofrimento e sentimento depressivo que nos faz tão mal. 



É claro que não se pode ignorar os sentimentos, principalmente quando eles são ruins e nos fazem perder as forças, mas é preciso seguir em frente, levantar a cabeça e pensar no futuro, nas suas obrigações e nas pessoas que te adoram, além de quem lhe fez mal.

Permita-se um tempo de recolhimento e tristeza, isso nos faz pensar, repensar, refletir e pesar todas as coisas na nossa vida. Mas não prolongue esse processo, pois chega um momento que refletir demais passa de sadio para doentio. Você precisa colocar as ideias no lugar, pensar no motivo que deixou você assim e, caso seja uma situação de perdão, decidir se a pessoa que causou essa mágoa merece ou não uma segunda chance.


terça-feira, 10 de abril de 2012

Tristeza ou depressão? Entenda as diferenças!


Coração apertado, angústia, melancolia, desânimo. Essas são algumas das sensações que incomodam tanto quem está triste quanto quem sofre de depressão. E, ao contrário do que muita gente imagina, as semelhanças param por aí!

É cada vez mais comum as pessoas dizerem que estão deprimidas quando, em grande parte dos casos, elas estão apenas tristes. Mas como saber se o sentimento é de tristeza ou se é realmente depressão? “A tristeza é uma reação normal e natural do ser humano, causada por eventos pontuais, por exemplo, pela morte de um ente muito querido, por uma decepção amorosa ou pelo desemprego”, explica a psicóloga Cynthia Boscovich. Em outras palavras, todas as pessoas, em algum momento da vida, sentem-se desiludidas e arrasadas diante dessas situações de perda ou frustração. “Contudo, apesar da sensação de angústia e dor, ela é apenas consequência de um período difícil, que passa com o tempo. Ao vivenciá-la, o indivíduo se reorganiza internamente, podendo superar a fase de dificuldade de maneira saudável”, explica a psicóloga.



A depressão, por sua vez, é uma doença que deve ser tratada. As causas desse mal ainda não são bem conhecidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais, como perdas e eventos estressantes, influenciem o desencadeamento do problema. “Entre os sintomas principais, podemos citar a falta de motivação por assuntos que antes despertavam interesse, insônia, perda da libido e apetite, sentimento de culpa constante e até mesmo dores pelo corpo. A pessoa deprimida se afasta dos amigos e familiares, perde a concentração, sente uma angústia permanente, mesmo sem causas aparentes”, conta Cynthia.

Uma das principais diferenças entre esses males está na duração e na intensidade dos sinais. “Quando estamos tristes podemos apresentar reações semelhantes aos sintomas da depressão. Choramos facilmente, ficamos desanimados, perdemos o apetite, dormimos mal, por exemplo. Entretanto, esses sinais devem desaparecer espontaneamente com o passar do tempo. Porém, quando o humor deprimido persiste durante a maior parte do dia, e por um período mínimo de 15 dias, é conveniente procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra, que fará um diagnóstico completo para avaliar se a pessoa sofre ou não de depressão. Caso constate um quadro depressivo, o profissional estará preparado para orientar qual a melhor forma de tratamento, seja com antidepressivos ou psicoterapia”, finaliza.


terça-feira, 19 de abril de 2011

Nutricionista lista os 10 piores alimentos para sua saúde — EcoDesenvolvimento - Sustentabilidade, Meio Ambiente, Economia, Sociedade e Mudanças Climáticas.

Nutricionista lista os 10 piores alimentos para sua saúde
Postado em Vida e Saúde em 08/04/2011
por Redação EcoD
Diminuir Fonte Fonte Padrão Aumentar Fonte


Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º lugar: Sorvete

sorvete.jpg

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho

salgadinho-milho.jpg

De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º lugar: Pizza

pizza.jpg

Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7º lugar: Batata frita

batata-frita.jpg

Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6 lugar: Salgadinhos de batata

salgadinho-batata.jpg

Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º lugar: Bacon

bacon.jpg

Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente

cachorro-quente.jpg

Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º lugar: Donuts (Rosquinhas)

doughnut.jpg

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.

2º lugar: Refrigerante

refri.jpg

Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.

Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet

refri-diet.jpg

“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sem vontade de fazer nada? Texto da Monja Coen


Depressão - Monja Coen




"Sem vontade de fazer nada. Sem vontade de levantar. Para quê? Fazer comida? Limpar a casa? Procurar trabalho? Amanhã. Hoje não. Dá para ver um pouco de televisão. Dá para chorar e rir. Chorar é mais fácil.

Lê o jornal e "Que mundo horrível!". Não dá vontade de fazer nada. Um amigo convida para o cinema. "Hoje não, tenho compromissos." Compromisso com a cama, com o sofá, com o suco, a comida que pede por telefone.


Só em questão de absoluta emergência tem de se vestir para ir ao banco. Toma banho, "Ah! Que delícia!".

As roupas ficaram apertadas. E agora? Veste com o zíper aberto, um casaco por cima. Uh! Para o sacrifício da rua, das pessoas, do mundo sujo e torpe, sem esperança, sem motivação, sem nada.


Como se fosse branco-e-preto o colorido do céu azul, a nuvem branca, a parede vermelha, a roupa verde, o sol dourado, a criança correndo, a senhora de bengala, o executivo apressado no celular sem parar.

Caixa de banco olha para a fila e suspira. Chegou mais um. Ninguém me ajuda. Disseram que o caixa eletrônico resolveria. Devagar vai atendendo - afinal, tem tanto tempo e precisa não errar.
Na fila já se irrita. Demora demais, que horror. Pensa que eu tenho todo o dia? Cara fechada, ranzinza. Briga com um e com outro e se autoconfirma: "O mundo não presta, as pessoas são más".

Volta para casa com sacolas de compras, de roupas, comidas, revistas, livros, CDs e DVDs.

De novo se enfurna na internet. Joga paciência, procura amor virtual ouvindo música alto, cantando, para afastar o pranto. Conta piada no telefone, reclama das contas, das pessoas, do desemprego, das dificuldades. Retorna para a TV, para o DVD, para a cama - ninho precioso, local abençoado, livre de tudo e de todos.


Encolhe-se de lado e dorme. Sonha com anjos e lobisomem. Campos de flor- e trovadores. Campos arados e queimados. Bombas, pavores, amores, tremores. Vira do outro lado e sonha.

Se um dia sonhasse que acordava. O que perceberia?

Depressão é passageira. Mesmo que esteja na direção, no controle central. Vem e vai. Não se apegue. Não a segure. Deixe-a partir. Ela sai de leve se você pára de reclamar. Se olhar para fora de sua gaiola. A porta está aberta, a grade é de vento.


Será que Buda saberia ajudar a acabar com a depressão? A pessoa até quer sair dessa trama, mas não consegue. Está amarrada, presa, enroscada. É infeliz, sofre demais, doença danada.
O que é saúde? Cinco frutas por dia, dizia um senhor ao meu lado. Apenas a garça voando baixinho de volta ao ninho.

De repente, abre a janela, respira fundo, parece que ela se foi.

Arruma o quarto, guarda as roupas, leva outras para a lavanderia, toma banho, se veste, lê o jornal, toma café, sai para levar o pobre do cão a passear. Cumprimenta as pessoas, sorri.


Aquece-se com o sol. Árvore frondosa abraça e se firma. Vai fazer cursos, procura emprego, namora e se entrega à vida sem medo.

A depressão se foi.

Tudo é possível, mas fica uma sombra: E se ela voltar?

Não adianta fechar as janelas, pôr tranca nas portas, se esconder em algum altar. Ela pode voltar.


Então a receba, com dignidade. Conhecida deprê, venha me ver. Estou preparada para recebê-la. Conheço sua manha, suas trapaças. Conheço bem os seus disfarces. Já não me controla, já não me derruba, apenas me deixa com mais algumas rugas."



Autor: Monja Coen
Fonte: Livro - Sempre Zen



Palavras mais buscadas...

ação (3) aconchego (1) acreditar (3) adeus (1) água (8) Alexandre (3) alimentação viva (4) alimento (5) alma (8) alunos (2) amadurecer (3) amar (10) amazônia (12) amigo (14) amigos (9) amizade (8) amor (60) amoral (4) andar (2) ano (2) Apego (10) aprender (4) aproveite (1) Arapoty (1) aristóteles (4) as sete leis (2) ascendente (2) astrologia (25) atitude (6) auto-estima (3) ayurveda (5) batalha (3) beijo (4) beleza (6) bem (6) boca (7) Brasil (17) brasileiros (14) brincar (5) buda (5) busca (2) calma (2) caminhada (2) caminho (6) camisola (1) cancer (5) câncer (4) capricórnio (5) característica (3) carentes (2) carinho (6) casa (5) casal (3) casamento (6) causo (5) cérebro (9) certo (3) chakras (3) china (3) chorar (5) ciclo (2) cigarro (2) cinema (2) coisas impossíveis (2) comer (5) competição (4) conforto (2) confúcio (2) conhecimento (5) consciência (11) conto popular (6) controvérsia (3) cor (12) Cora Coralina (2) coração (13) coragem (3) corpo (18) crenças (6) culpa (7) cura (4) Dalai Lama (2) decorar (12) depressão (8) desabafo (3) desamor (3) desapego (17) destino (12) Deus (16) dia (7) dicas (6) dificuldade (3) dignidade (3) dinheiro (10) ditado (9) ditados populares (5) dito (5) doação (3) doença (11) dor (7) dosha (4) ego (7) emoção (4) emocional (4) emoções (3) energia (10) equilíbrio (3) erro (4) esperança (2) espiritual (7) estilo (2) estória (10) ética (3) ético (4) evolução (7) falar (6) família (11) fazer (3) felicidade (28) feliz (18) festa (4) filho (4) filme (2) filosofia (6) filósofo (3) flor (12) floral (12) flores (14) fofoca (6) frase (30) frases (19) Gandhi (2) gay (3) hábito (5) harmonia (4) hatha yoga (2) heroína (2) história (11) homem (15) honestidade (2) humanidade (5) humano (19) humilde (2) humor (6) idade (6) ignorância (6) imagem (2) incapaz (2) inteligência (7) japão (2) jovem (4) Kaká Werá (3) lábios (2) laranja (3) leão (6) legais (2) legumes (2) lenda (24) lendas (18) liberdade (6) limites (2) língua (3) livre (3) lorota (5) louco (7) loucura (8) luz (3) mãe (3) mágoa (5) mágoas (6) Mahatma Gandhi (3) mal (6) mantra (2) mãos (2) matuto (2) medicina (5) médico (3) Meditação (10) meditar (4) medo (13) mensagem (9) mente (5) mentira (34) mentiras (4) moksha (3) momentos (4) Monge (2) monja coen (2) moral (4) morrer (9) morte (9) motivação (4) mulher (15) mulheres (5) mundo (7) música (6) namoro (3) natal (3) natural (2) natureza (15) nova (2) nutrientes (2) o bem amado (2) obsessiva (3) Odorico (4) orgulho (5) oriental (2) otimista (2) paciência (4) pais (4) paixão (5) palavra (14) palavras (8) Paraguaçu (4) Paris (2) paz (10) pecado (3) pecados capitais (2) peixes (6) pensamento (8) perdoar (3) pererê (2) pergunta (3) persistência (3) personalidade (6) pés (2) Pessoa (4) piadas (2) pior (3) planeta (14) platão (4) poder (3) política (3) político (6) popular (10) populares (4) português (3) positivo (4) prazer (5) prem (2) prem baba (3) preocupação (3) presente (4) problemas (4) professor (5) profissional (3) promessa (2) prosperidade (2) provérbio (23) psicólogo (3) qualidade (2) raiva (4) realidade (22) refletir (2) refrigerante (3) regente (12) rei (2) relação (4) relacionamento (6) relacionamentos (5) religião (5) respeito (4) responsabilidade (9) resposta (5) rico (3) rir (8) riso (5) rosto (2) sabedoria (14) saber (5) saci (3) sagrado (2) sangue (2) Santidade (2) saudade (3) saudável (3) saúde (15) segredo (3) sensatez (2) sensível (2) sentimento (14) sexo (18) sexual (3) Sigmund Freud (2) significados (2) signo (26) signos (26) silêncio (5) sinceridade (3) sincero (2) sindrôme (2) síndrome (2) social (3) sociedade (6) sócrates (3) sofrer (3) sofrimento (3) solidão (5) solidariedade (3) sonhar (4) sorrir (4) sorriso (4) sorvete (2) stress (4) sucesso (5) Sucupira (4) suicídio (3) tempo (12) terapia (3) terra (2) Tibete (2) TPM (4) trabalho (9) transformação (3) travesso (2) triste (3) tristeza (11) tumores (2) universo (3) útil (2) velho (4) velhos (3) veneno (2) verdade (43) vício (2) vícios (3) vida (44) vinyasa yoga (2) virgem (5) virtude (3) vitamina (2) vitória (3) vivência (2) viver (18) voluntário (2) Zen (4)