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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Spams: História, origem e curiosidades


Origem

As controvérsias acompanham o spam desde seu "nascimento", cuja data "oficial" pode ser considerada como 5 de março 1994. Neste dia, dois advogados, Canter e Siegel, enviaram uma mensagem sobre uma loteria de Green Cards americanos para um grupo de discussão da USENET. O ato de enviar uma mensagem de propaganda para um fórum sem foco no assunto causou espanto e revolta em muitos assinantes do grupo.
No entanto, o pior aconteceria no dia 12 de abril de 1994, quando os advogados enviaram a mesma mensagem para diversos grupos de discussão da USENET. Foi utilizado um programa capaz de automatizar o envio em massa da mensagem de propaganda. As reações foram imediatas e negativas, gerando apelos sobre a violação da Netiqueta – um conjunto de regras de boas maneiras para os usuários da rede. O grande número de mensagens trocadas sobre o assunto comprometeu o desempenho da rede, causando um dos conhecidos efeitos colaterais do spam.
As mensagens históricas podem ser encontradas no WebArchive.org: http://web.archive.org/web/20011214024742/math-www.uni-paderborn.de/~axel/BL/CS941211.txt
Durante as inflamadas discussões sobre o ocorrido, surgiu a referência ao termo spam, relembrando uma cena do programa de TV do grupo inglês Monty Python, onde vikings inconvenientes estavam em uma lanchonete, repetindo diversas vezes a palavra "spam", referindo-se a um conhecido enlatado americano composto de presunto condimentado.

Curiosidades

Navegando pela rede, é possível encontrar muitas histórias sobre o spam. As lendas e mitos em torno do assunto tornaram-se temas de listas de discussões, fóruns, sitesblogs e comunidades, ou seja, acompanharam a evolução da Internet. Percebe-se que esse outro lado da história da Internet é motivo de eternas discussões técnicas, éticas, legislativas, comportamentais ou psicológicas.

SPAM® e spam

Boa parte das curiosidades sobre spam diz respeito à origem do termo. Tudo começou com o SPAM® , com letras maiúsculas, um presunto condimentado (SPiced hAM) e enlatado americano. O SPAM® (www.spam.com) é fabricado pela Hormel Foods (www.hormelfoods.com), desde 1930, e tem uma legião de fãs no mundo inteiro.
O famoso presunto foi tema de uma cena que o eternizaria em um dos programas de TV do grupo de comediantes Monty Python, sempre lembrados por filmes clássicos como: "Monty Python and the Holy Grail" e "Monty Python – The Meaning of Life".
Numa das cenas do programa "Monty Python´s Flying Circus TV Show", um grupo de vikings está em uma taverna, onde entra um casal que consulta o cardápio, cujos pratos são todos feitos com SPAM® . Enquanto o casal conversa com a garçonete, os vikings recitam diversas vezes um texto extremamente chato, repetindo a palavra SPAM® . A frase mais repetida é: "Spam spam spam spam. Lovely spam!".
No texto do Monty Python, a repetição da palavra SPAM® tantas e tantas vezes, incomoda e perturba. As sensações e as reações são muito parecidas com aquelas experimentadas pelos usuários que receberam repetidas vezes a mesma mensagem postada na USENET, sobre a loteria de Green Cards.
A Hormel não aprova a associação de sua marca com algo tão nocivo à Internet e cada vez mais prejudicial à segurança da rede e do usuário. No site oficial do SPAM® , encontra-se um texto da Hormel (http://store.spam.com/about/internet.aspx), esclarecendo que spam, grafado com letras minúsculas, diz respeito ao envio de mensagens não solicitadas pela Internet e não deve ser confundido com "SPAM® ", grafado com letras maiúsculas, marca registrada pela Hormel Foods. O texto também reitera a objeção da Hormel à associação da imagem do produto SPAM® ao envio de mensagens não solicitadas pela Internet.
"SPAM & the Internet
We do not object to use of this slang term to describe UCE, although we do object to the use of the word "spam" as a trademark and to the use of our product image in association with that term. Also, if the term is to be used, it should be used in all lower-case letters to distinguish it from our trademark SPAM, which should be used with all uppercase letters."
Trecho do texto extraído de http://store.spam.com/about/internet.aspx

O spam de 1978

Para entender a real dimensão das histórias sobre a origem do spam, uma das referências indispensáveis é o site pessoal de Brad Templeton. Ele mantém página com uma pesquisa histórica sobre o assunto, a "Origin of term spam to mean net abuse", que pode ser acessada na íntegra em http://www.templetons.com/brad/spamterm.html).
Um trecho muito interessante descreve que o primeiro spam pode ter acontecido em maio de 1978, quando um funcionário da DEC, contratado para fazer propaganda do novo sistema DEC 20, considerou que todos os usuários da Arpanet estariam interessados em receber as informações sobre o referido sistema.
Uma mensagem de divulgação do DEC 20 foi enviada para 320 endereços da Arpanet, já que esse era o limite aceito pelo sistema da época. O spam histórico, reconhecido muitos anos depois, pode ser visto emhttp://www.templetons.com/brad/spamreact.html. Apesar disso, a mensagem dos Green Cards é considerada o primeiro spam, batizado como tal.

Folclore e Netlore

O folclore é o termo utilizado para referenciar o "ensinamento do povo": folk = povo, nação, raça; e lore = ato de ensinar. Assim, o folclore é a cultura popular, o conjunto de crenças e costumes de um povo, habitantes de uma região ou país. São exemplos de folclore as histórias, lendas e músicas que aprendemos com nossos pais, os quais aprenderam com nossos avós e assim por outras gerações.
Afinal, qual é a relação entre folclore e spam? A resposta é o netlore, o folclore da rede. Netlore é o termo associado às lendas, histórias e boatos que circulam pela Internet e, muitas vezes, se tornam crenças dos internautas (usuários da Internet).
Na verdade, o netlore é um exemplo de que muitos comportamentos do ser humano migraram para as relações via Internet. As correntes para encontrar marido ou ganhar dinheiro são bons exemplos desse fato.
Analisando os tipos de spam, é possível identificar histórias, correntes, lendas e boatos enviados por e-mail. Na maioria das vezes, esses e-mails não são solicitados, principalmente, quando são recebidas várias cópias da mesma mensagem, enviadas pelos colegas que não querem se arriscar a tornarem-se vítimas de uma tragédia por não ter repassado 20 e-mails de uma corrente da sorte.
Entre os sites que tratam de spam e netlore, pode-se destacar: "Por uma Internet sem spam" (http://www.quatrocantos.com/LENDAS/) e "Urban Legends and Folklore" (http://urbanlegends.about.com).

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A ORIGEM DA BAIXARIA



Muitas vezes as pessoas sentem vontade de manifestar uma opinião pouco elevada sobre um grupo, seja ele um time rival, o partido oponente ou coisa parecida.
Nesse caso são usadas palavras de tom pejorativo, o que muitas vezes leva a discussões e coisas piores. Hoje lidaremos com as origens de algumas delas, recomendando que se pense nas consequências de um eventual uso.

RALÉ  -  aventa-se que venha do Francês ralée, “ida, partida”, em relação a uma ave de caça. Depois se teria aplicado à presa dessa ave e o significado daria ainda um passo, que seria o de designar os criados que desempenhavam as tarefas de lidar com as aves de caça.

ARRAIA-MIÚDA  -  vem do Árabe ar-rahya, “rebanho” e, por extensão, “povo, plebe”. A palavra  miúda está aí como intensificativo da ideia de “insignificante, sem valor”.

ESCÓRIA  -  do Grego skoria, “restos, resíduos” derivado de skor, “fezes, excremento”. Este desaforo é dos bons.

GENTALHA  -  de gente, do Latim gens, “povo, família, população”,  mais o sufixo pejorativo –alha, que veio do Latim –alia ou  -acula, um formador de substantivos femininos.

PATULEIA  -  aparentemente vem de patola, “tolo, pouco inteligente”, um derivado depato, ave que ainda não conta com nenhum Prêmio Nobel entre suas hostes.


POVARÉU  -  do Latim populus, “povo, gente”.

PLEBE  -  do Latim plebes, “povo, pessoas sem distinção que formavam as camadas mais baixas da sociedade”. Usa-se muito em moposição à ideia de “nobreza” ou de “elite”.

VULGO  -  do Latim vulgus, “gente comum, multidão”, com um significado muito semelhante ao de plebe. Daí derivou o adjetivo vulgar, “de qualidade inferior, de mau gosto”.

BANDO  -   do Latim bandus, “grupo de pessoas que foram banidas de um lugar”, isto é, que sofreram um ato legal de expulsão por seus crimes.
E banir vem do Germânico bannan, “proclamar, proibir, ordenar” e originalmente queria dizer “declarar em público”.
Deriva da base Indo-Europeia bha-, “falar”. O sentido evoluiu no Germânico de “falar” para “proibir, expelir, impedir” e passou ao nosso idioma através do Francês banir, “proclamar, condenar ao exílio”.

CANALHA  -  usa-se mais como desaforo individual, mas tem também o sentido de “grupo de gente desprezível, infame”. Vem do Latim canis, “cão”. Este, coitado, é o melhor amigo do homem mas tem que aguentar todos esses desaforos.

CÁFILA  -  do Árabe qâfila, “caravana”. Era comum as caravanas serem compostas por indivíduos de moral duvidosa, daí a fama.

SÚCIA  -  é uma alteração de sociedade, com intenção difamatória.

CORJA  -  do Malaio horchchu, “vintena”. De um designativo numeral passou a ser usado para uma quantidade de gente de baixo nível, mal-intencionada.

ESCUMALHA  -  do Frâncico skum, “sobrenadante, material que vem à tona ao se ferver algo”, com mistura do Latim spuma, “espuma”. Trata-se de material indesejável, que deve ser retirado e desprezado, o que proporciona um boa metáfora.



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