Frases soltas por aí... no mundo!!

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Estar sozinho....



A emoção poderosa de se sentir sozinho é diferente de todas as outras. É baseada em nossa percepção de quão "conectados" somos a outras pessoas. Isso explica por que nos sentimos sozinhos mesmo em uma multidão. Compreender alguns dos motivos pelos quais nos sentimos desconectados de outras pessoas pode nos ajudar a entender por que estamos sofrendo:
  • Perda de Relacionamentos – A perda de um companheiro deixa um grande vazio na nossa vida. A solidão se intensifica à medida que enfrentamos obstáculos para estabelecer novos relacionamentos.
  • Doença Crônica – Nossas aflições colocam limites em nossa socialização. Sentimo-nos abandonados durante nossos momentos de maior necessidade. Eventualmente nós relutantemente aceitamos o isolamento à medida que nos distanciamos ainda mais.
  • Segredos Escondidos – Qualquer segredo se torna pesado à medida que o tempo passa. Culpa, raiva e/ou medo das consequências nos forçam a acreditar que temos que encarar o peso do silêncio sozinhos.
  • Falta de Intimidade – Desconforto acontece quando compartilhamos algo pessoal (físico ou emocional), mas o outro indivíduo escolhe se distanciar. Você se sente sozinho por ter sido tão vulnerável.
  • Problemas de Apoio/Confiança – Quando encaramos um desastre, doença grave ou circunstâncias devastadoras, ficamos arrasados ao perceber que não há ninguém com quem realmente possamos contar.
Os motivos para se sentir desconectado podem ser mais complexos do que os listados acima. Mesmo assim, há apenas um motivo verdadeiro para nos sentirmos sozinhos. Somos incapazes de compartilhar nossos pensamentos ou emoções com alguém quando achamos que essa pessoa não vai permanecer fiel em seu amor e apoio.




Sentindo-se Sozinho – Sua Identidade

Há alguns erros comuns que cometemos ao tentar superar o sentimento de solidão. Como uma tentativa de escapar desse sentimento, assistimos filmes (sozinhos) ou trabalhamos longas horas. Algumas pessoas dependem de um animal de estimação, um hobby ou livros de auto-ajuda para preencher o vazio. Cada uma dessas formas oferece apenas esperança temporária de um futuro melhor. Eventualmente a solidão passa a fazer parte de nossa identidade. Sem perceber, nós nos isolamos mais e mais daquele relacionamento perfeito.

Nunca confunda sentir-se sozinho com estar sozinho. Os dois são extremos opostos do espectro emocional. Um suga nossos recursos, o outro multiplica nossos recursos:


Sentir-se Sozinho (Abandono)Estar Sozinho (Solidão)
Deixa-nos vazios e frustradosDá-nos satisfação através de inspiração
Piora nosso estresse internoProvidencia liberdade de distrações
Alimenta-se de desespero e insegurançaAlimenta o corpo, mente e espírito




Sentindo-se Sozinho – Conectado

Assim como você pode se sentir sozinho em uma multidão, você pode experimentar do companheirismo mesmo quando estando sozinho

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Como dar um ctrl+alt+del em si mesmo?




Quem utiliza o Windows sabe que, muitas vezes, só o Ctrl+Alt+Del resolve. A combinação de teclas que permite reiniciar o sistema ficou famosa por conta dos bugs do Windows que acabou se tornando uma expressão da cultura pop para quando alguém precisa recomeçar algo do zero.

Você já pensou em dar Ctrl+Alt+Del em si mesmo? Estive vendo uma entrevista da Dra. Jill Bolte Taylor, a americana que teve um AVC que atingiu a parte esquerda de seu cérebro, e comecei a pensar nessa ideia.

Na entrevista, ela disse que o fato de o derrame ter atingido apenas a parte racional do cérebro, ela começou a perceber o mundo apenas com o lado direito, o lado das emoções, da criatividade. Jill conta em seu livro, “A Cientista que Curou Seu Próprio Cérebro” (Ediouro), que ver o mundo apenas a partir do lado emocional foi algo maravilhoso.

Imagine se livrar de toda a sua bagagem emocional, todos os medos, todo o raciocínio lógico. 

Claro que permanentemente não é uma coisa boa, mas por alguns minutos, imagine a sensação de liberdade que isso pode proporcionar.

É possível fazer isso conscientemente, sem precisar ter um raro tipo de AVC? Sim, mas é preciso ter um controle muito grande dos próprios pensamentos. Estimular atividades artísticas, meditar e dormir mais são alguns dos conselhos da cientista.



A grande dica, entretanto, é viver o momento presente. Lembrar que o passado - assim como o futuro - não existe em nenhum lugar a não ser no seu cérebro e, se você consegue bloquear esses pensamentos, livra-se da bagagem emocional.

Uma boa meditação pode ser o que você procura para dar um Ctrl+Alt+Del no seu cérebro. Mas, em alguns casos, só mesmo formatando.

Texto do site Raios de luz

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Desapego X Apego


Desapego... que exercício difícil para nós ainda presos ao ego humano... o apego é uma das maiores ilusões da vida terrena... apegar-se a que? A quem? Apegar-se para que? Se tudo é transitório, se tudo é passageiro...

O apego é uma das fontes de maior sofrimento... quanta dor, quantas lágrimas por nada.

O apego é o mesmo que querermos segurar o vento, o ar... somente com o desapego é que podemos ter... ter o que é da alma... porque nós não temos... nós simplesmente somos... somos o que somos.

O sofrimento do apego se inicia aqui, na Terra, quando presos aos mayas* acreditamos ter posse sobre as coisas materiais; a nossa terra, a nossa terra, a nossa casa, as nossas roupas, a nossa beleza, o nosso carro, o nosso cargo, a nossa posição social, o nosso talão 5 estrelas, o nosso cartão de crédito internacional, a nossa empresa e assim por diante... Claro que a prosperidade é um direito do ser, é estarmos em sintonia com a energia da abundância cósmica, mas não podemos confundir com posse...

Alguns tem um forte sentimento de apego dentro de um Fusca 64 e outros passarão totalmente desapegados dentro de uma Mercedes 2003... nós aprendemos na Luz e na sombra... temos que perder para darmos valor ao ganhar, temos que passar pela escassez para aprendermos a buscar a abundância; e a vida é uma grande roda, que gira e gira e nós vamos vivenciando todos os desafios, todas as situações para adquirirmos sabedorias... tudo é cíclico... tudo é empréstimo temporário para o nosso aprendizado.

Quanto sofrimento é gerado à alma no momento do seu desencarne, quando, presa aos apegos terrenos... não alcança a Luz porque está olhando as sombras; não atinge um nível maior de consciência porque está presa à inconsciência dos apegos terrenos...

Devemos sim viver os prazeres da terra, com o desapego da alma... vivendo aquilo que a vida está nos proporcionando sem a prisão do medo da perda...

E o que dizermos do apego emocional? Ah... é mais e muito mais dolorido!

Criamos inúmeras vezes na nossa mente, no nosso corpo emocional, a ilusão de que o outro nos pertence, que nós temos posse sobre o outro e também vendemos a ilusão que o outro tem posse sobre nós... e neste jogo emocional vivemos anos, vidas inteiras e criamos laços carmáticos profundos... e o mais irônico, para não dizer o mais triste, é que nos atrevemos, presos a esta visão distorcida, a chamar isto de amor! Mas temos que compreender que para atingirmos o Desapego e o Amor Maior, temos que vivenciar o apego e o amor terreno. São os nossos primeiros passos para alcançarmos a sabedoria dos Mestres.

Nós confundimos apego profundo com desapego e não conseguimos realmente enxergar nossa confusão e a vida faz a parte dela, ou seja, gera o desapego para percebermos o quanto estávamos apegados.

Na minha própria experiência de vida e na minha experiência profissional já tive a abençoada oportunidade de perceber esta distorção.

Na minha mente vêm, neste momento, dois ou três casos recentes que ilustram esta situação e vou citar um deles para que, através de uma profunda reflexão, sirva-nos como um aprendizado, porque a humanidade é interligada e um influencia o outro; o aprendizado de um altera o todo.

A Maria e o João foram casados por quase 20 anos. O João se apaixonou pela Joana e foi embora em busca da sua felicidade, real ou ilusória, não importa aqui. Isto já faz dez anos... O João foi embora mas continuou iludindo a Maria. Não permitia que ela se desprendesse dele. Visitava-a constantemente, a presenteava sempre, escrevia cartas dizendo da sua ligação com ela, que não conseguia esquecê-la, mas que não tinha forças para deixar a Joana pois ela era tão frágil... tão necessitada dele... e que a Maria sim, era forte, e como ele a admirava por isso e que a Maria poderia compreender e esperar que ele resolvesse a situação... e que tentaria resolver o mais breve possível e em algumas vezes até deixava transparecer que seu desespero era tão grande que poderia até se suicidar e que a Joana era tão dependente que se ele a deixasse provavelmente ela seria capaz de fazer uma loucura e o que seria dele? E a consciência e responsabilidade dele? Nunca mais se perdoaria. A Joana era tão depressiva... até tomava vários medicamentos... e a Maria nisso tudo? Um verdadeiro exemplo de desapego... negou a própria vida, parou de lutar por suas metas, escondeu-se atrás destas migalhas ilusórias e ficou aguardando esperançosa o retorno do João; ficou adiando ser feliz por todos esses anos... Quando o João retornasse como seriam novamente felizes!

Desapego? Amor incondicional? Baixa auto-estima? Sim, pode até ser amor mas o amor incondicional é desapego e desapego é amor incondicional... é querer a felicidade e o bem estar do outro e de si mesmo. Mas para amarmos o outro temos também que nos amar e nos respeitar. Será que não é um apego tão forte, tão enraizado, que não permitimos que o outro seja feliz e num grande auto boicote, optamos em sermos infelizes para não nos desapegarmos do outro e não permitirmos que o outro se desapegue de nós.

O que aparenta desapego é um profundo apego; tão forte que preferimos renunciar à própria felicidade do que renunciarmos ao outro.

Estejamos atentos aos mayas... aos autoboicotes... às migalhas que acreditamos merecer...

Desapego nos liberta. Apego nos aprisiona.

Exercitemos o desapego das coisas materiais, das ilusões emocionais, dos rancores, das mágoas, de tudo aquilo que nos aprisiona.

Libertemo-nos! Sejamos livres no Desapego!

* Mayas (do sânscrito): "Ilusão".
:: Ingrid Dalila Engel :: 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

TPM!!! Talvez a melhor descrição até agora!


TPM em 4 fases

Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:

*Fase 1 - a Fase Meiguinha*


Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.




*Fase 2 - a Fase Sensível*

Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:

- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.




*Fase 3 - a Fase Explosiva*


Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas. Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: 'Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca: 'Ta' sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo..'. Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com voc ê! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente! Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e qu ase leva uma mordida.



*Fase 4 - a Fase da Cólica*



No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a d or dela.Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado 'O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz. Pelo menos até daqui a 20 dias...

(procura-se a autoria para entregar o Nobel)

ADENDO AO LEITOR
P.S.: O pior não é isso, o pior é que elas estão lendo isto e dando risada!!! Estão dizendo, sou assim mesmo, e daí?

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