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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Vampiros de energia: 10 formas de identificá-los



Todos nós os conhecemos! Sabemos como são! Como se vestem! E como agem! E seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim eles sobrevivem. De quem estamos falando? É claro que dos "Vampiros dos filmes", o Conde Drácula e seus amigos, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue (ou energia vital), e que andam pelas sombras em busca de suas vítimas que, na maioria das vezes, não percebem sua presença ou atuação maléfica, mesmo que estejam muito próximos. Aí, o filme termina e os vampiros desaparecem, certo? Errado!
 
Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, e que convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia”, pessoas de nosso relacionamento diário. Pode ser nosso irmão (a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja qualquer pessoa de nosso convívio, que esta roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.

Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal? Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.

O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais (cósmicas, telúricas, etc), tão abundantes, e ficam desequilibradas energeticamente. Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você.
 

Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros de energia alheia.

Tipos de vampiros:

Mas, como identificar estas pessoas, ou estes vampiros? Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um):
  • Vampiro Cobrador
  • Vampiro Crítico
  • Vampiro Adulador
  • Vampiro Reclamador
  • Vampiro Inquiridor
  • Vampiro Lamentoso
  • Vampiro Pegajoso
  • Vampiro Grilo-Falante
  • Vampiro Hipocondríaco
  • Vampiro Encrenqueiro
Quais as principais características deles? Como combatê-los?

a) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porque não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

b) Vampiro Crítico: é aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.

c) Vampiro Adulador: é o famoso "puxa-saco". Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.


d) Vampiro Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

e) Vampiro Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.

f) Vampiro Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.

g) Vampiro Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

h) Vampiro Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.


i) Vampiro Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

j) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Bem, agora que você já conhece como agem os Vampiros de Energia, vá a caça deles, ou melhor, saia fora deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer, é obvio, não é um destes tipos de Vampiro.



Por Vera Caballero - orientadora metafísica e professora de bioenergias e proteção psíquica.

quinta-feira, 28 de março de 2013

SAL GROSSO...


"E você pensou que era só misticismo? É não, veja!"


SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO SAL GROSSO - ONDA
VIOLETA

Quem diria! O Sal grosso tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta! Interessante!!! Por isso que funciona... Aproveitem! Os Poderes do Sal Grosso

O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes.
Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas.
Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos
Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.

As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado.

Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).
Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:

Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.

A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.

Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.

Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal.

Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra.

Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.



No Japão, o sal é considerado poderoso purificador.
Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora.

Símbolo de lealdade na luta de sumô.
Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado!

É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!

Modo de tomar o banho de sal grosso

Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha.

Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo.

Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias.

Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante.

O famoso banho de assento, com água morna e bicarbonato de sódio, é excelente para a higiene íntima, pois evita infecções.

Mas no banho, o único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.
Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha.
Não são aconselháveis banhos frequentes com o sal.
Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.



Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso. •

Fisiológicos:
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica

Benefícios estéticos:
Tira as impurezas da pele
Alivia irritações da pele como psoríase /eczema.
Alivia comichão, ardor e picadas.
Suaviza e amacia a pele• Incentiva a pele se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes.
Restaura o equilíbrio a umidade da pele.

Ocupacional:
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna
Alivia a tensão nas mãos e punhos.
Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas.

Psicofísica:
Proporciona um relaxamento profundo
Ajuda a aliviar o estresse e tensão


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mulheres são mais suscetíveis à depressão se comparadas com os homens



Tratamento deve levar em consideração o gênero e suas oscilações hormonais


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Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID 10), a depressão é caracterizada por humor deprimido, diminuição da energia, atividade reduzida, perda de prazer e interesses, fadiga, concentração diminuída, autoestima e autoconfiança diminuída, sentimento de culpa e de inutilidade, visão pessimista do futuro, ideias de suicídio, alteração do sono, alteração no apetite, irritabilidade, impaciência, dificuldade para tomar decisões. Ela pode ainda ser considerada em termos de gravidade: 

- Leve: em que a pessoa apresenta dois ou três dos sintomas citados, mas ainda consegue realizar a maioria de suas atividades;
- Moderada, em que se apresenta quatro ou mais sintomas e já é muito difícil desempenhar atividades da rotina;
- Grave em que a pessoa apresenta vários sintomas de forma marcante, sendo comuns tentativas de suicídio, gerando muito prejuízos para o indivíduo.
 Atualmente o estudo sobre gênero feminino e a saúde mental ou emocional é reconhecidamente importante. Mais especificamente, percebeu-se que os adoecimentos emocionais ou os chamados transtornos psiquiátricos femininos possuem diversas características próprias. Há ainda estudiosos que alegam que, na realidade, a diferença está no fato de as mulheres procurarem mais frequentemente ajuda médica ou de outros profissionais de saúde do que os homens, dificultando mais o conhecimento sobre a população masculina.


Depressão nas mulheres

A partir de estudos sobre as diferenças da depressão entre o sexo feminino e masculino, foi verificado particularidades da mulher nesta doença. A depressão é mais presente nas mulheres, sendo que estatísticas revelam a proporção de quase duas mulheres para um homem.
 Sabe-se que, para as mulheres, a influência da flutuação hormonal relacionadas ao ciclo reprodutivo feminino no humor e comportamento é importante, desde a menarca, que é a primeira menstruação da vida da mulher, até a menopausa, que é a parada da menstruação por um ano. Algumas mulheres são sensíveis às oscilações hormonais em nos períodos pré-menstrual, gestacional, pós-parto e na perimenopausa, deixando-as mais vulneráveis aos transtornos do humor, especialmente a depressão como doença ou sintomas depressivos. Como exemplo de como isto pode ser grave, diversos autores têm sugerido a detecção precoce da depressão já na gravidez, a fim de evitarem-se complicações no pós-parto ou até aborto para algumas mulheres.
"Vale lembrar que cada mulher possui características específicas e que qualquer tratamento, seja médico ou psicológico, deve respeitá-las e levá-las em consideração como tendo especificidades muito próprias do gênero feminino"
 Em uma pesquisa de 2002 sobre a depressão feminina, os pesquisadores Burt e Stein observaram que as mulheres portadoras da depressão apresentam mais ansiedade e transtornos alimentares; maior número de queixas físicas; tentam mais suicídio do que os homens.
 O pesquisador Altshuler, em estudo também de 2002, fala sobre o uso de antidepressivos em mulheres portadoras da depressão. Ele percebeu que o gênero também influencia a resposta a estes medicamentos. O estudo demonstrou que mulheres mais jovens ou abaixo dos 50 anos de idade teriam melhor resposta a antidepressivos como os inibidores seletivos da recaptura da serotonina (ISRS) como fluoxetina, sertralina e outros. A partir da pós-menopausa teriam melhor resposta aos antidepressivos tricíclicos (ADTs) como amitriptilina e nortriptilina.

 A melhor notícia é que atualmente existem tratamentos de grande eficácia para os adoecimentos emocionais. Eles permitem que as pessoas com depressão tenham o mínimo de prejuízo em suas vidas, mesmo portando doença mental.
 Estes e outros estudos fornecem base cientifica para que a mulher portadora de depressão seja cuidada de acordo com seu gênero. Vale lembrar que cada mulher possui características específicas e que qualquer tratamento, seja médico ou psicológico, deve respeitá-las e levá-las em consideração como tendo especificidades muito próprias do gênero feminino.
ESCRITO POR: Hewdy Lobo - Psiquiatria
ESPECIALISTA MINHA VIDA

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Vampiros psíquicos (Vampiros Energéticos)



Os piores vampiros não são os que sugam o teu sangue,  mas os dissimulados que drenam a tua vontade de viver.



Vivemos imersos num oceano de energia cósmica. Essa energia é absorvida e processada naturalmente pelo organismo, através dos chakras. Quando estamos em harmonia, a energia penetra naturalmente em nosso organismo através desses centros de força e cumpre sua função, sem que nos demos conta de sua atividade. Essa atividade natural de abastecimento energético garante a nossa condição de saúde física, emocional e mental. Parece haver uma associação bem definida entre a captação de grandes quantidades de energia e a realização de atividades prazerosas.
Em contrapartida, atividades que são repetidamente realizadas sem qualquer entusiasmo, prazer ou alegria parecem causar bloqueio à passagem da energia, deixando o indivíduo esgotado e irritado.
O homem moderno se afastou da natureza, que é nossa maior fonte de alimento energético. Não existe nada comparável a um banho de mar, rio ou cachoeira, o contato com plantas e animais, o ar puro de uma montanha ou o silêncio do campo para reciclar e repor as energias. Outra fonte importante é o sono e ninguém melhor do que o homem moderno para enumerar os efeitos nocivos das noites mal dormidas. Não temos, portanto, uma fonte eficiente de alimento e troca para reciclar as energias estáticas. Somamos a isso nossos desequilíbrios pessoais e o resultado é um contingente enorme de seres desvitalizados e famintos de energia. A única saída para esses seres é roubar da pessoa mais próxima.
Algumas pessoas, por não terem a capacidade de se carregar energeticamente do manancial cósmico circundante, buscam a energia de que precisam nas pessoas com as quais se relacionam. Isso caracteriza a prática da Vampirização Energética.
O vampirismo psíquico está bem vivo no mundo e cresce a cada dia. Seja individualmente, em grupos, como parasita ou em âmbito global, o vampirismo psíquico causa grandes prejuízos energéticos e, em alguns casos, destrói vidas. Em termos individuais, desperdiça nossas energias e interrom­pe nosso crescimento. Em nível global, pode literalmente drenar a Terra de seus recursos vitais.

O Que é vampiro psíquico?

Um vampiro psíquico, energético ou prânico, ou psyvamp para abreviar, é definido como uma pessoa que tem a habilidade inata para tirar da energia de vida de outros.
A prática da vampirização energética pode ser consciente ou inconsciente.
Na maioria dos casos é totalmente inconsciente e envolve às vezes pessoas consideradas normalmente como “boas”, delicadas ou gentis, embora a condição de necessitar intensa e continuamente de energia reflita um estado de intenso desequilíbrio interior , porém existem outros perfis.

Existem Vampiros Energéticos com o perfil psicológico de uma pessoa extremamente egoísta, que considera seus problemas maiores que os de todo mundo. Através de uma mentalidade doentia e auto-centrada, esses indivíduos bloqueiam-se na capacidade natural de se abastecer no manancial cósmico de energia, restando-lhe como alternativa a forma anti-natural de abastecimento: o sistemático roubo da energia de outras pessoas.
Pode-se sofrer uma vampirização energética de várias formas: através do olhar, da voz (pela manutenção de longas conversações), pelo telefone, ou, simplesmente, através da proximidade do agente.

Cena clássica de detecção de um Vampiro Psíquico

Você se acorda numa manhã radiante e se prepara para ter um lindo dia… até que se depara com uma dessas criaturas negras. Depois do encontro, se as únicas palavras na sua boca são “fulano estragou o meu dia”, bingo, você acabou de ser sugado por um vampiro psíquico.
É muito comum o uso de cristais, plantas, florais, defumadores, banhos de ervas e amuletos para combater o ataque dos vampiros. Desde que corretamente utilizadas essas técnicas podem ser de muita ajuda, mas nenhuma delas apresenta cem por cento de eficácia, uma vez que é dentro de nós mesmos que estão as grandes vulnerabilidades e também a grande força para combater esses “amigos famintos”.
O vampirismo consiste na retirada de energias de um ser por outro em detrimento do primeiro. Podemos detectar o vampirismo em geral pelos seguintes sintomas: cansaço, vazio no plexo solar, mal estar, fraqueza, sensação de peso generalizado ou nos ombros ou na nuca, impaciência, insônia, pesadelos, acordar assustado, entre outros.

Mais informações sobre vampiros de energia e tipos de vampiros energéticos:



Por Paulo Coutinho • Postado em Espiritualidade

sexta-feira, 25 de maio de 2012

20 caminhos diferentes para fazer "ACONTECER"!


“Coloque as ideias em ação. Lembre-se de que uma ideia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande ideia arquivada.”


20 Caminhos para um efetivo fazer acontecer 

  1. Visualize com detalhes, como se tudo já estivesse realizado. Imagine com detalhes o estado desejado. Essa imagem cristalina é algo que irá naturalmente orientá-lo quanto ao que deve ser feito (como começar etc.)      
  2. Dê rapidamente o 1º passo. Confie nos “lampejos” que você tem. Se você sente confiança interior (não pense em explicar) aja sem hesitação e dê o primeiro passo. A natureza fará a seqüência acontecer (outros passos seus e de outras pessoas que você toca no primeiro movimento).                                                                               
  3. Faça tudo “de corpo e alma”. Não seja “morno” “fazendo por fazer”. Até o “impossível” se torna possível quando nos envolvemos integralmente.
  4. Faça tudo com muita boa vontade e prazer. As probabilidades de dar certo aumentam tremendamente quando fazemos tudo com a mente alegre.
  5. Seja otimista. Não se deixe influenciar pelos cínicos e pelos pessimistas. Ajude a construir o ideal, a cada dia dando o passo do dia.
  6. Concentre-se nos seus pontos fortes. Ao invés de se deixar bloquear por eventuais pontos fracos, ancore-se no que você tem de melhor.
  7. Concentre energia. Evite desperdiçar energia fazendo as coisas “de forma picada”, ou começando muitos projetos sem nada concluir.                                                               
  8. Decole e vá aperfeiçoando em pleno voo. Planeje o suficiente. Evite “afogar-se” em planejamentos que nunca terminam ou planos que nunca saem do papel.
  9. Esteja sempre focado na busca de soluções. Use sua energia na busca de soluções ao invés de desperdiçá-la lucubrando somente sobre problemas.
  10. Crie condições favoráveis. Procure trabalhar as barreiras positivamente até que elas se enfraqueçam ou desapareçam ao invés de tentar atravessá-las à força.
  11. Seja natural. Não seja derrotado pelo “excesso de esforço”.    Faça o que tem que ser feito e mantenha a tranqüilidade interior. Dê espaço para a natureza também fazer a sua parte…                                      
  12. Pense sempre nos riscos e nas recompensas. Não se deixe imobilizar pelos riscos. Equilibre-se sempre tentando visualizar as recompensas possíveis. Uma vez que o balanço lhe pareça equilibrado, aja conforme sua intuição.                                               
  13. Neutralize os “palpiteiros inconsequentes”. Não se deixe influenciar por “opiniões” irresponsavelmente colocadas pelos outros. Aprenda a distinguir conselhos sábios, bem intencionados de comentários “rotineiramente” jogados pelas pessoas.
  14. Evite lucubrar. Não desperdice energia lucubrando demais, principalmente se forem especulações negativas. Ao invés disso, comece a caminhar, mesmo através de um pequeno passo. (lucubrar: dedicar-se a longos trabalhos intelectuais)
  15. Seja transparente. Nem sequer pense desonestamente, pois isso drena sua energia. (Já imaginou quanto de energia gastamos, para “proteger” a mentira contada ontem?). Ser transparente multiplica energia. Energia que faz acontecer.                                             
  16. Seja generoso. “A generosidade move montanhas”. As coisas fluem melhor à sua volta porque a generosidade faz agir. “Picuinhas”, ao contrário, imobilizam as pessoas.   
  17. Aja sempre numa postura ganha-ganha. Evite a postura do tirar vantagem de tudo. Aja pensando em benefícios para todos. As coisas passam a acontecer com mais fluidez.
  18. Confie 100% em sua força interior. Fazer acontecer exige fé. Principalmente em si mesmo. É essa convicção que o deixa solto para fazer o que é necessário.                                         
  19. Busque excelência, sempre. Um fazer acontecer efetivo deve sempre estar ancorado na busca do melhor, do perfeito, do ideal. Quão próximos chegaremos à perfeição é outra coisa. O alvo, porém, deve sempre ser a perfeição.
  20. Chute acomodação e “imobilismo” para longe de você. A capacidade de fazer acontecer é algo para ser aperfeiçoado pela vida toda. Não se acomode. Procure sempre melhorar seu próprio recorde.

Créditos: Tilibra

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O significado da Mandala


Mandala (मण्डल) é a palavra sânscrita de origem hindu, que significa "círculo mágico", um círculo de energia, e é uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino.
A Mandala é constituída por desenhos geométricos - basicamente círculos, quadrados e triângulos - que se inscrevem uns aos outros formando ou se entrelaçando a imagens simbólicas formando um grande círculo contendo várias imagens significativas. A Mandala é a expressão visual do retorno à Unidade pela delimitação de um espaço - o espaço dentro do círculo - símbolo do "espaço sagrado". A circunferência que delimita a Mandala tem como origem o próprio ponto central e limita esse espaço circular separando-o do restante do Todo. 

Este espaço então é preenchido com várias imagens representativas das mais variadas ligações simbólicas, resultando numa representação gráfica da relação dinâmica entre o Homem e o Cosmo. Desde os tempos mais remotos até os dias de hoje as Mandalas são usadas como focos de meditação, para atrair abundância material e sorte nos negócios, para amenizar as dificuldades, para captar energia, harmonizar o ambiente e transformar vibrações negativas em positivas.

Há toda uma simbologia envolvida e uma grande variedade de desenhos de acordo com a origem.
Nas sociedades primitivas, o ciclo cósmico, que tinha a imagem de uma trajetória circular (circunferência), era identificado como o ano. O simbolismo da santidade e eternidade do templo aparece claramente na estrutura mandálica dos santuários de todas as épocas e civilizações. Uma vez que o plano arquitetônico do templo é obra dos deuses e se encontra no centro muito próximo deles, esse lugar sagrado está livre de toda corrupção terrestre. Daí a associação dos templos às montanhas cósmicas e a função que elas exercem de ligação entre a Terra e o Céu. Como exemplo, temos a enorme construção do templo de Borobudur, em Java, na Indonésia. Outros exemplos que podemos citar são as basílicas e catedrais cristãs da Igreja primitiva, concebidas como imitação da de Jerusalém Celeste, representando uma imagem ordenada do cosmos, do mundo.
A mandala como simbolismo do centro do mundo dá forma não apenas as cidades, aos templos e aos palácios reais, mas também a mais modesta habitação humana. A morada das populações primitivas é comumente edificada a partir de um poste central e coloca seus habitantes em contato com os três níveis da existência: inferior, médio e superior. A habitação para ele não é apenas um abrigo, mas a criação do mundo que ele, imitando os gestos divinos, deve manter e renovar. Assim, a mandala representa para o homem o seu abrigo interior onde se permite um reencontro com Deus.
Originalmente criadas em giz, as mandalas são um espaço sagrado de meditação. Atualmente são feitas com areia originárias da Índia. Normalmente divididas em quatro secções, pretende ser um exercício de meditação e contemplação. O objetivo da arte na cultura budista tibetana é reforçar as Quatro Nobres Verdades. As mandalas são consideradas importantíssimas para a preparação de iniciadores ao Budismo, de forma a prepará-los para o estudo do significado da iluminação.
O processo de construção de uma mandala é uma forma de meditação constante. É um processo bastante lento, com movimentos meticulosos. O grande benefício para os que meditam a partir da mandala reside no fato de que a imaginaram mentalmente construída numa detalhada estrutura tridimensional.
No processo da construção de uma madala, a arte transforma-se numa cerimônia religiosa e a religião transforma-se em arte. Quando a mandala está terminada, apresenta-se como uma construção extremamente colorida. Depois do ciclo é desmanchada, a areia é depositada, geralmente, na água. Apenas uma parte é guardada e oferecida aos participantes.
Um monge inicia a destruição desenhando linhas circulares com seu dedo, depois espalham a areia e a colocam em uma urna. Quando a areia é toda recolhida, eles apagam as linhas que serviram de guia à construção e despejam a areia nas águas do rio.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um texto que toda mulher deveria ler...



Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.

Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.



Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

A vida não pode ser economizada para amanhã. (Rubem Alves)



segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amor Radical ou emoções baratas?


Radha & Krishna
» por Pedro Kupfer

Hoje em dia, está na moda ficar. Pessoas ficam. Por exemplo, ouvimos dizer que Fulano ficou com Sicrana. Demorei um pouco para entender o que era esse tal de ficar. Ainda bem que tenho um dicionário em casa: aprendi que ficar é "manter com (alguém) convívio de algumas horas, sem compromisso de estabilidade ou fidelidade amorosa". Traduzindo: ficar é viver um relacionamento amoroso avulso. Emoções baratas (cheap thrills), diria Janis Joplin.

Devo estar ficando velho (na outra acepção do termo): não consigo compreender o sentido dessa perda de tempo e energia, desse desgaste e dessa irresponsabilidade em relação aos sentimentos do outro. Para mim, pelo que entendo da visão do Yoga sobre a vida, o amor envolve um grau tão alto de compromisso nos relacionamentos, que aventuras desse tipo ficam imediatamente descartadas.

O yogi, acredito, não quer perder tempo, nem dispersar sua energia, nem ferir os sentimentos de outrem. O yogi de verdade está no processo de libertação (moksha), e busca a mesma inspiração no estudo da filosofia, na prática e nos relacionamentos amorosos. Ele não está atrás dessas emoções baratas, mas do Amor Radical.

Há muita controvérsia em torno da definição do amor. Quando dois humanos tentam descrever esse sentimento, suas definições são quase sempre diferentes. Isso, em caso de chegarmos no consenso de que o amor é de fato um sentimento, coisa bastante questionável, como veremos nesta reflexão.


Amor = sofrimento?


Todos sofremos de amor: seja pela ausência, por medo dele, ou por medo de que ele nos falte. Por que isso acontece? Por que sofremos tanto com algo que deveria nos trazer felicidade? Quando morre alguém que amamos, sofremos. Quando alguém que amamos nos é indiferente, sofremos. Quando morre o amor que nutrimos por alguém, sofremos também. Esse sofrimento é universal, e parece estar baseado numa compreensão equivocada do que seja o amor.

Quando estamos carentes, vemos o amor pelo outro como uma tábua de salvação, uma espécie de transferência da responsabilidade pela nossa própria felicidade para o objeto de amor. Isso significa que, distraídamente, delegamos ao outro a tarefa de nos fazer felizes. Coitado do outro! Ele nem imagina onde está se metendo, nem suspeita qual é o tamanho da missão que, sem aviso, nós delegamos a essa pessoa.

Acredito que isso aconteça porque não compreendemos a natureza do amor. Não sabemos nada sobre ele, que não esteja condicionado pela emocionalização da nossa ignorância e pelos nossos condicionamentos culturais. Não conseguimos pensar além dos valores que a sociedade nos impõe, e essa limitação torna-se uma fonte inesgotável de sofrimento.

O amor é transformado num sentimento por conta da nossa interpretação pessoal, tingida por condicionamentos e lembranças, valores sociais, e a imagem distorcida que temos de nós mesmos. Como projetamos nosso passado no presente o tempo todo, o amor parece evaporar-se depois de pouco tempo. Consequentemente sofremos, ficando à mercê da próxima queda no abismo da montanha russa emocional.


O Amor nos tempos do Veda


Rama e SitaComo admirador da cultura dos Vedas, faz muito sentido para mim o que a Brihadaranyaka Upanishad diz à respeito do amor, e que resolve a equação amor/sofrimento. Esse ensinamento pode nos parecer, ao primeiro olhar, radical e desconcertante.

Numa passagem desse texto, cujo título poderia ser traduzido mais ou menos livremente como "A Grande Floresta do Conhecimento", o sábio Yajñavalkya está prestes a renunciar ao mundo. Isso inclui as riquezas, a própria família e, obviamente, o amor que ele tem por ela.

Ele chama Maitreyi, sua esposa, e lhe diz que está indo embora para morar na floresta, para levar uma vida de contemplação, dedicada ao autoconhecimento. Também lhe diz que irá deixar todas suas riquezas com ela e sua segunda esposa, Katyayani.

Maitreyi pergunta se essas riquezas poderão dar para ela aquilo que ele está buscando na vida de contemplação. Ele responde com estas palavras: "Não, sua vida seria apenas igual à daqueles que têm riquezas. No entanto, não há a mínima chance da imortalidade ser obtida através da abundância."

Então Maitreyi disse: "O que deveria eu fazer então, com aquilo que não me torna imortal? Ensine-me, venerável senhor, sobre Aquele que você conhece como o único meio de se alcançar a imortalidade."

Depois, lhe dá uma definição de amor que pode parecer-nos perturbadora ou "egoísta", respondendo com estas palavras: "Minha querida, você já era minha amada antes, e agora menciona o assunto que me é mais caro. Venha e sente-se: irei lhe explicar. Enquanto lhe explico, medite sobre o que lhe digo:

"Em verdade, não é pelo amor ao esposo, minha querida, que o esposo é amado: ele é amado pelo amor ao Ser que, em sua natureza real, é uno com o Ser Ilimitado. Em verdade, não é pelo amor à esposa, minha querida, que a esposa é amada: ela é amada pelo amor ao Ser. Em verdade, não é pelo amor aos filhos, minha querida, que os filhos são amados: eles são amados pelo amor ao Ser."

Isso significa que, quando amamos uma pessoa, não estamos amando ela pelo que ela é, mas pelo que ela evoca em nós: a pessoa simples, pacífica e plena que essencialmente somos. Isso, contrariamente ao que possa parecer, não é egoísmo. Deixando de ver o amor como uma emoção, posso cultivar o desapego em relação aos meus próprios sentimentos. Assim, poderei me livrar do sofrimento que inevitavelmente advém quando estou identificado com eles. Dessa maneira, poderei igualmente aliviar o outro da responsabilidade de me fazer feliz. Isso seria exatamente o oposto do egoísmo.


O Amor não é uma emoção


Assim, o amor não seria uma emoção ou uma sensação. Uma emoção é uma reação orgânica a um pensamento, acompanhada por mudanças na respiração e na pressão sanguínea. Amor é um estado de paz, advindo do conhecimento de si mesmo como alguém completo, simples, feliz e satisfeito. Por esse motivo, não devemos confundir paixão ou volúpia com amor de raiz. Se, em presença do ser amado, fico em estado de plenitude, satisfeito e em paz, isso acontece porque a pessoa que amo desperta em mim o amor pelo Ser que eu sou.

Dharma, literalmente, significa "aquilo que mantém unido" e é uma palavra que se traduz como harmonia intrínseca, ordem, lei natural. Amor é igualmente um estado de coesão intrínseca, uma força protetiva que envolve grupos de pessoas, famílias ou amantes. Nesse sentido, podemos dizer que amor é dharma. A conexão entre amor e dharma, então, torna-se óbvia. Se o dharma é a cola que mantêm unidas as pessoas, isso não pode ser diferente do amor. Amor pelo Ser, então, é Amor Radical.

Nós não precisamos abandonar nossas vidas e ir para a floresta, como faz o sábio da Upanishad, para reconhecer o amor dessa forma, cultivá-lo desapegadamente e viver uma vida mais plena e feliz. Basta apenas reconhecer a plenitude em nós mesmos, e olhar com responsabilidade para aqueles que amamos, sendo compassivos e não-violentos em relação ao mundo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dicas para o equilíbrio


    1. Afastem-se do modo pensar e fazer, e entrem em sintonia com o seu coração. Seu coração ajudará a guiá-los para as próximas etapas. Às vezes, este próximo passo é ficar quieto. Na quietude, vocês podem ouvir melhor a sua sabedoria interior e podem ser reabastecidos para maior criatividade.
    2. Se estiverem vendo problemas a cada momento, considerem falar menos sobre isto. Dêem menos energia ao dilema, concentrando-se menos nisto. Isto significa reduzir a quantidade de tempo que pensam sobre isto, que falam e que se preocupam com isto. Definam a sua intenção de dar a sua energia para mudanças positivas e para perceber coisas as quais serem gratos.
    3. Até nos seus piores momentos, vocês podem cultivar um sentimento de gratidão. Quando fizerem isto, elevarão a sua freqüência. É como um tônico energético. Quando estiverem se sentindo expansivos ao expressarem a gratidão, vocês gerarão naturalmente a positividade. Um ponto de vista mais positivo pode abrir a porta para novas possibilidades e soluções inovadoras para a sua vida.
    4. Em dias, quando a sua vida se tornou complexa e estressante, pode ser desafiador acessar o seu centro. Pode ser difícil compreender , ou sentir a conexão real com o mundo. Nestes momentos, pensem em algo maior do que vocês, que lhes inspire algo que lhes lembre da interligação de toda a vida. Ex: incluem um duplo arco-íris, uma árvore pau-brasil majestosa, e o sol se pondo sobre o mar azul.
    5. Deixem de tentar se adequar ou de terem o que os outros têm. Quando vão à natureza, a flor ou a
      árvore que chama a sua atenção não é uma cópia carbono das outras. Ela se destaca por causa da sua originalidade. Não precisamos parecer com os outros. Vocês brilham muito mais quando são genuínos e não pretendem ser como a multidão.
    6. Vocês querem ter mais alegria em sua vida? Considerem se despreocupar quando se aproximam do seu trabalho, dos seus relacionamentos e de vocês mesmos. Uma abordagem muito séria acabará com a sua alegria. Entusiasmem-se hoje e descubram a alegria que está naturalmente aí.

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