Frases soltas por aí... no mundo!!

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Presidente ou presidenta??



Uma simples aula de português resolve a questão! Este texto foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se é presidente ou presidenta.

A presidenta foi estudanta? Existe a palavra: PRESIDENTA
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto? 

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No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.


Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. 

Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta". 


Um bom exemplo do erro grosseiro seria: 

"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta"

Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação...



Este texto foi enviado como sendo de autoria de Miriam Rita Moro Mine da Universidade Federal do Paraná. Contudo a mesma, conforme comentário abaixo informa que não é autora deste texto. Portanto, o autor do texto passa para "Anonimo"

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Dom Quixote na contramão



As aventuras de Dom Quixote, narradas por Miguel de Cervantes, poderiam representar a saga das organizações que atuam no Terceiro Setor. Basta comparar as lutas intermináveis do herói contra os moinhos de vento com as batalhas burocráticas também intermináveis das instituições filantrópicas com o poder do Estado constituído para poderem trabalhar em prol da sociedade. O engraçado de tal comparação é que, na medida em que se analisa a estrutura de sociedades consolidadas, do ponto de vista democrático, todo esse processo é inverso.

Os responsáveis pela condução do processo social estimulam a expansão de entidades vinculadas ao Terceiro Setor, pois reconhecem o seu valor e os benefícios do fortalecimento da presença da sociedade civil nas parcerias entre o governo e a iniciativa privada. No entanto, em terras tupiniquins, parceria entre público e privado é apenas um discurso inflamado em palanques prevendo a próxima eleição.

Pode parecer que esse tipo de argumento seja uma lamentação sem fim! Claro que não é isso que se pretende. Mas não podemos perder o conjugado da história e devemos fazer jus à memória de todos aqueles que trabalharam na busca de um ideal de sociedade. Instituições que foram construídas, simplesmente, a partir do sonho de se viver em um lugar melhor; onde conceitos como dignidade da pessoa humana, liberdade, justiça, igualdade, garantias jurídicas, valor social do trabalho e da livre iniciativa, entre outros, não foram apenas princípios fundamentais da Constituição.

Instituições que desempenharam por centenas de anos o papel que é do Estado, de suprir serviços à população nas áreas de educação, saúde e assistência social, agora são estigmatizadas. Onde a força do poder público era inoperante, lá estavam as instituições filantrópicas para contribuir com o amparo aos mais necessitados. Mas agora as coisas mudaram e todas são chamadas de "pilantrópicas". O que antes era um título, agora tornou-se sinônimo de corrupção. Será porque tais entidades não se rendem aos encantos de um governo estatizante? Pois a voracidade de arrecadação não se justifica.

Basta fazer os cálculos adequados, retirando os sofismas apresentados, e logo se percebe que o custo-benefício da preservação de tais organizações é de ganho imenso para os cofres do governo.

As instituições sérias não procuram nenhum tipo de favorecimento junto ao governo. Querem apenas manter as prerrogativas previstas pela Constituição para desenvolverem seus trabalhos beneficiando a sociedade como um todo. Tais organizações passam por uma série de fiscalizações do próprio governo, de forma austera e intensa. Chega-se a um ponto em que se passa a acreditar que é mais fácil para o governo desconfiar e aterrorizar as instituições do que investigar, por exemplo: as despesas dos parlamentares com a verba indenizatória da Câmara; a instrumentalização partidária dos ministérios; a indignação pragmática do senador Jarbas Vasconcelos; o ruído presente dos desvios das verbas do Programa de Aceleração do Crescimento; as despesas gigantescas do Palácio da Alvorada etc.

De fato, as entidades filantrópicas acabam exercendo na sociedade brasileira o mesmo papel do herói de Cervantes, na contramão de um modelo político limitado, marcado por bases ideológicas de um passado frustrado e que coloca em risco todo o futuro de uma nação que preza pela democracia e por garantias constitucionais mínimas.
Dilnei Lorenzi: Doutor em Filosofia e secretário executivo da Associação Nacional de Educação (Anec).

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E quando não somos amados?



O amor é algo tão natural e tão necessário na vida humana que não há quem não sofra por causa dele. Na verdade, acredito que primordialmente não deveria ser assim. Acho que Deus, como energia que podemos chamar de Pai e Mãe, não nos concebeu para sofrer por amor. Dele, entidade cósmica, princípio universal, recebemos tudo. Um corpo para experienciar a evolução da alma, desafios para nos ajudar a quebrar limites e crescer... enfim, Deus nos deu o bem e o mal justamente para a nossa evolução.

Mas por que ficamos presos aos processos de desamor?

Por que fica tão pesada a vida quando não nos sentimos compreendidos e amados?
Por que Deus fica tão distante, como um Pai carrasco? Ou melhor, essa energia divina que está dentro e fora de nós, que criou todo o universo, quando nos sentimos sem amor, se torna um padrasto e não um pai.


Vejo esses sentimentos profundos de abandono aparecerem constantemente em terapia por serem uma força, uma crença que está pulsando no inconsciente de muita gente e conseqüentemente construindo como que uma projeção na vida das pessoas. Observo que é mais fácil alguém não se sentir amado que se sentir pleno de amor. Mesmo na família, com nossos entes queridos, infelizmente, o desamor é uma constante.

Não acho que as pessoas não gostam umas das outras, apesar de algumas vezes as questões cármicas aproximarem almas com sentimentos opostos. Acredito no amor familiar e acredito que todo mundo quer se sentir amado e aceito a despeito da sua condição de jovem filho, pai idoso ou irmão meio rebelde. Todo mundo quer ser amado, encontrar o par perfeito, desenvolver intimidade e amor, pois o amor é o grande bálsamo da nossa existência. Então, por que seria tão difícil encontrá-lo?

Vanessa é uma moça sensível, chefe de cozinha em boa evolução na carreira e com uma vida pessoal rica em afeto. Ela veio me procurar para compreender a falta de afeto com sua irmã. Casada pela segunda vez, ela já tinha conseguido melhorar a relação homem e mulher que já tinha sido difícil no passado, pois para sair da casa dos pais - onde a família vivia em desarmonia - ela disse ter se casado com o primeiro namorado.


Não ter dado certo o primeiro casamento foi para esta moça um desafio que ela superou acreditando muito na vida e se dedicando ao desenvolvimento da sua espiritualidade. Fez muitos cursos, participou assiduamente de grupos, fez caridade; enfim, se dedicou ao próximo e, no fundo de sua alma, sempre teve a esperança e a fé que encontraria um amor verdadeiro. Contudo, não conseguiu trazer essa felicidade toda para seus laços familiares e sempre ficava triste com a distância da mãe e da irmã, que eram muito diferentes dela.

Na sessão de vidas passadas apareceu um episódio em que ela, muito jovem e bonita, cultivava uma grande amizade com uma outra moça da mesma idade, que Vanessa sentiu imediatamente tratar-se de sua irmã nesta existência. Essa amizade foi muito bem até o casamento das duas, quando Vanessa se casou com um homem mais velho e rico e sua amiga com um jovem de condição mais modesta. Com o decorrer do tempo Vanessa acabou se apaixonando pelo marido da amiga e fugiu com ele. Seu então marido caiu na bebida e sua querida amiga perdeu completamente a auto-estima, pois fora traída por duas pessoas que ela prezava muito: a amiga/irmã e o marido...

O que fazer com todas essas informações?
Em primeiro lugar ficou claro para Vanessa que sua irmã era um caso de resgate do passado e que mesmo ela fazendo de tudo nessa vida para viver em paz e harmonia, não estava conseguindo seu intento, visto que nem tudo dependia de sua boa vontade.
Às vezes, amigo leitor, de fato nem tudo depende somente de nós... não depende de atitudes e escolhas racionais e até nem de atitudes generosas e gentis de nossa parte.
Mesmo pessoas íntimas podem ser desafetos de nosso passado, com um saldo a nos cobrar, e cabe a nós fazer o que sentimos que temos que fazer pelo outro, como no caso de minha cliente, que arrumou emprego para a irmã, ajudou-a pagando a escola para os sobrinhos, já que esta não ganhava o suficiente. Tratava-se de uma dívida do passado e, mesmo sem ser reconhecida, ela continuou ajudando.


 

A atitude curativa deste e de muitos casos é praticar o bem sem esperar retorno; porque sentimos que temos que fazer; porque somos felizes no momento em que fazemos sem esperar sermos reconhecidos por nossos lindos atos de amor. Pois é isso o que significa ser um instrumento do divino quando a energia do amor passa por nós. Se fizermos isso com o coração aberto, apenas conscientes de se tratar da atitude correta, esse amor nos preencherá e o fluxo amoroso seguirá em sua plenitude.
De forma prática aconselhei Vanessa a não se prender às atitudes negativas ou à desarmonia da irmã. Expliquei que existe uma família carnal que nem sempre é a nossa família de alma, e que se ela conseguisse abrir mão da expectativa afetiva, ficaria melhor, mais leve. Porque frequentemente as almas não estão no mesmo plano evolutivo e justamente por isso nem compreendem os eventos, os fatos, da mesma forma. Assim, ser amável e gentil era algo natural para Vanessa, que tinha esse tipo de atitude com todas as pessoas, mas isso não era o bastante para sua irmã.
Quando analisamos algo em nossa vida devemos abrir a mente e ver além das aparências, porque nem sempre é tão ruim quanto imaginamos. Se não somos amados por alguém o que fazer se não aceitar que é assim? E permitir que o amor venha de outras partes?
Com certeza o universo tem outras formas de suprir essa energia. Por vezes esses resgates são muito doloridos, mas até nessa dor a mão de Deus está amorosamente nos conduzindo para a evolução e para o amor maior, que é o incondicional.



por Maria Silvia Orlovas



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