Frases soltas por aí... no mundo!!

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Carnaval... Quem são o Pierrô, o Arlequim e a Colombina?



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São personagens de um estilo teatral conhecido como Commedia dell’Arte, nascido na Itália do século XVI. Integrantes de uma trama cheia de sátira social, os três papéis representam serviçais envolvidos em um triângulo amoroso: Pierrô ama Colombina, que ama Arlequim, que, por sua vez, também deseja Colombina. O estilo surgiu como alternativa à chamada Commedia Erudita, de inspiração literária, que apresentava atores falando em latim, naquela época uma língua já inacessível à maioria das pessoas. Assim, a história do trio enamorado sempre foi um autêntico entretenimento popular, de origem influenciada pelas brincadeiras de Carnaval. Apresentadas nas ruas e praças das cidades italianas, as histórias encenadas ironizavam a vida e os costumes dos poderosos de então. Para isso, entravam em cena muitos outros personagens, além dos três mais famosos.
Do lado dos patrões, por exemplo, havia um comerciante extremamente avarento (chamado Pantaleão), um intelectual pomposo (o Doutor) e um oficial covarde, mas metido a valentão (o Capitão). Outros personagens típicos eram o casal Isabella e Orácio (em geral, filhos de patrões) e outros serviçais. Apesar de obedecerem a um enredo predefinido, as peças tinham a improvisação como ingrediente principal, exigindo grande disciplina e talento cômico dos atores, que precisavam responder rapidamente às novas piadas e situações criadas pelo colegas.
"Até hoje, a Commedia dell’Arte é um método de grande riqueza para o aprendizado e o treinamento do ator", afirma a atriz Tiche Vianna, formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), com especialização em Commedia dell’Arte pela Universidade de Bolonha e Florença, na Itália. Um detalhe interessante é que sempre havia, no meio do espetáculo, um intervalo chamado lazzo, que podia ter mais comédia, apresentar acrobacias ou sátiras políticas sem qualquer relação com o enredo. Terminado o lazzo, a história continuava do ponto em que havia sido interrompida. Com esse estilo único, a Commedia dell’Arte influenciou a arte dramática de toda a Europa.
Entre tapas e beijosIntriga amorosa e sátira social eram os pratos principais da antiga comédia italiana

Pierrô
Seu nome original era Pedrolino, mas foi batizado, na França do século XIX, como Pierrot e assim ganhou o mundo. O mais pobre dos personagens serviçais, vestia roupas feitas de sacos de farinha, tinha o rosto pintado de branco e não usava máscara. Vivia sofrendo e suspirando de amor pela Colombina. Por isso, era a vítima preferida das piadas em cena. Não foi à toa que sua atitude, sua vestimenta e sua maquiagem influenciaram todos os palhaços de circo
Pantaleão
O mais conhecido dos personagens patrões, que representavam a elite da sociedade italiana nas histórias da Commedia dell’Arte, Pantaleão (também chamado de "O Velho") era um "mercador de Veneza" (expressão que deu título a uma peça de Shakespeare). Tirano avarento e galanteador desajeitado, era alvo constante das gozações dos servos e de outros personagens da trama
Arlequim
Também servo de Pantaleão, Arlequim era um espertalhão preguiçoso e insolente, que tentava convencer a todos da sua ingenuidade e estupidez. Depois de entrar em cena saltitando, deslocava-se pelo palco com passos de dança e um grande repertório de movimentos acrobáticos. Debochado, adorava pregar peças nos outros personagens e depois usava sua agilidade para escapar das confusões criadas. Outra de suas marcas-registradas era a roupa de losangos
Colombina
Criada de uma filha do patrão Pantaleão, mas tão bela e refinada quanto sua ama, Colombina era também o pivô de um triângulo amoroso que ficaria famoso no mundo todo - de um lado, o apaixonado Pierrô; do outro, o malandro Arlequim. Para despertar o amor desse último, a romântica serviçal cantava e dançava graciosamente nos espetáculos.
Texto da revista Mundo Estranho - Ed.Abril

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Quibungo (bicho-papão)



Segundo a lenda o Quibungo é uma espécie de Bicho-Papão negro, um visitante africano inesperado que acabou por se domiciliar na Bahia, onde passou a fazer parte do folclore local. Trata-se de uma variação do Tutu e da Cuca, cuja principal função era disciplinar, pelo medo, as crianças rebeldes e relutantes em dormir cedo.

O Quibungo faz parte dos contos romanceados, sempre com um episódio trágico ou feliz, mas sem data que o localize no tempo. É um Velho do Saco para os meninos, um temível devorador de crianças, especialmente as desobedientes. Sem dúvida um meio eficaz de cobrar disciplina pela imposição do medo.

Não há nenhum testemunho ocular de sua existência, mas, em meio ao universo infantil, existe como concreto. Dentro dessas histórias tradicionais, contadas para as crianças inquietas ou teimosas, ele se arrasta como um fantasma faminto, como um feroz devorador de meninos e meninas que distanciam dos seus pais.

É personagem da literatura oral afro-brasileira, com cruel voracidade, enorme feiúra, brutalidade e inexistente finalidade moral.

O Quibungo é ao mesmo tempo homem e animal. Espécie de lobo ou velho negro maltrapilho e faminto sujo e esfarrapado, um verdadeiro fantasma residente nos maiores temores infantis.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Lobisomem



De acordo a Lenda, o Lobisomem é um ser que seria resultado de uma oração poderosa feita numa noite de sexta-feira,de preferência de Lua Cheia num estábulo ou cocheira de burro ou cavalo,no qual a pessoa rola no local como se fosse o animal ,dizendo a reza e é feita como pacto com entidades malignas. Em algumas Regiões a transformação em Lobisomem acontece numa noite de sexta-feira sempre meia noite numa encruzilhada, onde repetindo os atos de um cavalo rolando no chão, a pessoa transforma-se.

O Lobisomem seria a fusão do lobo com o homem. Muitas histórias são contadas sobre este ser. No Brasil é comum em todos os Estados, principalmente nas localidades da Zona Rural, onde é muito comum as pessoas afirmarem que já o viram ,que também passa a ser um mistério para quem vê e quem ouve a história. O Lobisomem ataca animais e pessoas para se alimentar de sangue e volta a forma humana somente com o raiar do Sol.

Lendas brasileiras - Negrinho do Pastoreiro



A lenda do Negrinho do Pastoreio é uma lenda meio cristã e meio africana. É muito popular no sul do Brasil e sua origem é do fim do Século XIX, no Rio Grande do Sul. Foi muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É uma lenda reconhecidamente do Rio Grande do Sul, e alguns folcloristas afirmam que a região tem uma única lenda sua, criada ao jeito local.

Conta a lenda que nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Em um dia de inverno, fazia muito frio e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. Disse o estancieiro: "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece". Aflito, o menino foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.

De volta à estância, o estancieiro, ainda mais irritado, bateu novamente no menino e o amarrou nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. A partir disso, entre os andarilhos, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio. Desde então, quando qualquer cristão perdia uma coisa, fosse qualquer coisa, pela noite o Negrinho procurava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.

Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi...". Se ele não achar, ninguém mais acha.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Psicologia da mentira


A capacidade dos hominídeos de mentir é percebida cedo e quase universalmente no desenvolvimento humano e estudos de linguagem com pongídeos. Uma famosa mentira do último grupo foi quando Koko, a gorila, confrontada por seus treinadores depois de uma explosão de raiva no qual ela arrancou uma pia de aço do lugar onde ela estava presa, sinalizou na Língua de Sinais Americana, "o gato fez isso,” apontando para seu pequeno gato. Não está claro se isso foi uma piada ou uma tentativa genuína de culpar seu pequeno bicho de estimação.


A psicologia evolucionária está preocupada com a teoria da mente que as pessoas empregam para simular a reação de outra a sua história e determinar se uma mentira será verossímil. O marco mais comumente citado na ascensão disso, o que é conhecido como inteligência maquiavélica, ocorre na idade humana de cerca de quatro anos e meio, quando as crianças começam a ser capazes de mentir de maneira convincente. Antes disso, elas parecem ser incapazes de compreender que todo mundo não tem a mesma visão dos eventos que elas têm – e parecem presumir que há apenas um ponto de vista - o seu próprio — que precisa ser integrado a qualquer história.


Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A FOFOCA


“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente.”


A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia.






Presente ao longo de toda a História, tal ato é freqüentemente ligado à imagem das mulheres. Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. 
Fofocas ocorrem sobre o ambiente de trabalho, gafe de colegas e principalmente sobre mulheres. 


Segredo não se conta. Quando se conta, deixa de ser segredo e vira fofoca.



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Quadrinhos online "de grátis"!!!!


Quadrinhos online

Gigante Marvel disponibiliza quase 300 HQs na internet e de graça. Saiba como fazer para aproveitar!



Para alegria dos fãs de quadrinhos a Marvel, uma das principais empresas do ramo no mundo, disponibilizou na rede cerca de 285 títulos de seu acervo. Estão disponíveis para aos internautas histórias que envolvem os principais super-heróis dos quadrinhos. Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro, Thor e companhia limitada. 

As surpresas não acabam por aí, títulos considerados raros, como Capitão América e os Vingadores e o HQ a revista Amazin Grace, de 1962 e que marcam a estreia do Homem-Aranha, também estão à disposição dos fãs. Estima-se que o primeiro quadrinho do aranha custe em torno de 200 mil dólares. 

Para ter acesso aos mais de cinco mil personagens da marca é fácil, basta acessar o site oficial do grupo (www.marvel.com), realizar um rápido cadastro e se divertir!


Mundo mágico 

Conhecida popularmente como Casa das Ideias, a Marvel é uma das principais editoras americanas especializadas em quadrinhos. A empresa foi fundada em 1939, na cidade de Nova York, por Martin Goodman e fez bastante sucesso principalmente nos anos 60, época do surgimento de ícones como o Homem-Aranha e Thor. Em 2009 a empresa foi comprada por 4 bilhões de dólares pelo grupo Disney. 


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Lendas da Amazônia: o Saci-Pererê

 LENDA DO SACI PERERÊ



O Saci Pererê é um menino travesso de cor negra que possui uma perna, na cabeça usa uma carapuça ou gorro vermelho e fica o tempo todo fumando cachimbo, costuma correr atrás dos animais para afugentá-los, gosta de montar em cavalos e dar nó em suas crinas. 



O Saci Pererê pode também aparecer e desaparecer misteriosamente, é muito irrequieto e não para um instante sequer pois fica pulando em sua única perna de um lugar para outro e toda vez que apronta as suas travessuras, ele dá risadas alegres e agudas e gosta de assobiar principalmente quando não existe as noites de luar. 



O Saci Pererê é uma das lendas mais conhecidas em todo o Brasil e a ele é atribuída as coisas que dão errado, entra nas casas, apaga o fogo, faz queimar as comidas das panelas, seca a água das vasilhas, dá muito trabalho às pessoas escondendo os objetos que dificilmente irá ser encontrado novamente. 


Dizem que ele veio do meio do redemoinho e para espantá-lo as pessoas atiram uma faca no redemoinho que ele vai embora. 


Embora pertença ao folclore da região sudeste e sul, ele também foi introduzido ao folclore do norte por ser uma figura muito popular nesta região do país.



sexta-feira, 13 de março de 2009

Palavras anônimas.


  • Quando as águas da enchente derrubam as casas, e o rio transborda arrasando tudo, quer dizer que há muitos dias começou a chover na serra, ainda que não nos déssemos conta.
  • Cuidado com o que você diz; entre aqueles que não dizem nada, poucos são os que ficam em silêncio.
  • Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final.
  • Se você não quer que ninguém saiba, não faça.
  • Tem dias, que de noite é escuro.
  • Se você nunca sentiu medo, vergonha ou dor, é porque nunca correu riscos.
  • A beleza depressa acaba. A beleza é um bem frágil.
  • A boa ou má ação fica com quem a pratica.
  • A boa vontade faz do longe perto.
  • A boca diz quanto lhe manda o coração.
  • Não faz sentido dividir as pessoas em boas e más. Pessoas são apenas encantadoras ou monótonas.
  • Quase tudo é possível quando se tem dedicação e habilidade. Grandes trabalhos são realizados não pela força, mas pela perseverança.
  • Viciado em amigos e entorpecido de alegria e felicidade. E dependente químico de si mesmo.
  • Nunca desestimule alguém que evolui, não importa quão lenta seja a evolução.
  • Muitas das grandes realizações do mundo foram feitas por homens cansados e desanimados que continuaram trabalhando.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Metáforas

Estatuto do homem e da vida.
A quem pertence um presente?
Conhece-te a ti mesmo
A mensagem no anel
Jóias devolvidas
Relacionamentos
O poço e a pedra
O mundo e o homem
Saiba viver
Um irmão como esse
Camelo, Leão e Criança
Quando me amei de verdade...
Significados
Vida de elefante
As colheres de cabo comprido
O Vaso de porcelana
Aconteceu nas Olimpíadas de Seattle
A arte de julgar os outros
O livro da vida
25 dicas para a vida e para ser mais feliz.
Julgamento
A arte de comunicar-se
Tudo depende só de mim
A estrela do mar
A vida muda, quando você muda
Lençol sujo
A fábula do burro
O pedreiro
A história do lápis
Eco da Vida
Temperamento
Fraquezas
Os monges e o Rio
Barulho de carroça
Persistência X Mudanças
Milho de pipoca
O sapato
O Risco de viver
Porque cães não vivem tanto quanto as pessoas
A Bomba d'água
Guerreiros
O rato e a ratoeira
Uma pescaria inesquecível
Correr Riscos
A vida
Os olhos de quem vê
A parábola da rosa
A caverna
A lição do fogo
Palco da Vida
Bryan
Atalhos em nossas vidas
A águia
Um presente inesquecível
O segredo da felicidade
O verdadeiro amor
Perdoar Sempre
O Vestido Azul
O Bambu Chinês
Os cinco macacos
O furo no barco
Chama da alma
Lenda Árabe
Tem tubarão no tanque!
Lenda Chinesa
O sábio e a borboleta azul


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