Frases soltas por aí... no mundo!!

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lendas sobre a origem das mulheres.



Existem várias lendas sobre a origem da Mulher.

Uma diz que Deus pôs o primeiro homem a dormir, inaugurando assim a anestesia geral, tirou uma de suas costelas e com ela fez a primeira mulher. E que a primeira provação de Eva foi cuidar de Adão e agüentar o seu mau humor enquanto ele convalescia da operação. Uma variante desta lenda diz que Deus, com seu prazo para a Criação estourado, fez o homem às pressas, pensando "Depois eu melhoro", e mais tarde, com o tempo, fez um homem mais bem-acabado, que chamou mulher, que é "melhor" em aramaico.


Outra lenda diz que Deus fez a mulher primeiro, e caprichou nas suas formas, e aparou aqui e tirou dali, e com o que sobrou fez o homem só para não jogar barro fora. 

Zeus teria arrancado a mulher de sua própria cabeça. 


Alguns povos nórdicos cultivam o mito da Grande Ursa Olga, origem de todas as mulheres do mundo, o que explica o fato das mulheres se enrolarem periodicamente em pêlos de animais, cedendo a um incontrolável impulso atávico, nem que seja só para experimentar, na loja, e depois quase desmaiar com o preço. 

Em certas tribos nômades do Meio Oriente ainda se acredita que a mulher foi, originariamente, um camelo, que na ânsia de servir seu mestre de todas as maneiras foi se transformando até adquirir sua forma atual. 


Todas estas lendas, é claro, têm pouco a ver com a verdade científica. Hoje se sabe que o Homem é o produto de um processo evolutivo que começou com a primeira ameba a sair do mar primevo, e é o descendente direto de uma linha específica de primatas, tendo passado por várias fases até atingir o seu estágio atual - e aí encontrar a Mulher, que ninguém ainda sabe de onde veio. 

É certamente ridículo pensar que as mulheres também descendem de macacos. A minha mãe, não!


Uma das teses mais aceitáveis sobre o papel da mulher na evolução do homem é a de que o primeiro encontro entre os dois se deu no período paleolítico, quando um homo-sapiens mas não muito, chamado, possivelmente, Ugh, saiu para caçar e avistou, sentado numa pedra penteando os cabelos, um ser que lhe provocou o seguinte pensamento, em linguagem de hoje: "Isso é que é mulher e não aquilo que tenho na caverna". Ugh aproximou-se da mulher e, naquele seu jeitão, deu a entender que queria procriar com ela. "Agh maakgrom grom", ou coisa parecida. A mulher olhou-o de cima a baixo e desatou a rir. É preciso lembrar que Ugh, embora fosse até bem apessoado pelos padrões da época, era pouco mais do que um animal aos olhos da mulher. Tinha a testa estreita e as mandíbulas pronunciadas e usava gordura de mamute nos cabelos. A mulher disse alguma coisa como "Você não se enxerga, não?" e afastou-se, enojada, deixando Ugh desolado. Antes dela desaparecer por completo, Ugh ainda gritou "Espera uns 10 mil anos pra você ver!", e de volta à caverna exortou seus companheiros a aprimorarem o processo evolutivo. Desde então, o objetivo da evolução do homem foi o de proporcionar um par à altura para a mulher, para que, vendo o casal, ninguém dissesse que ela só saía com ele pelo dinheiro, ou para espantar assaltantes. Se não fosse por aquele encontro fortuito em alguma planície do mundo primitivo, o homem ainda seria o mesmo troglodita desleixado e sem ambição, interessado apenas em caçar e catar seus piolhos, e um fracasso social. 


Mas de onde veio a primeira mulher, já que podemos descartar tanto a evolução quanto as fantasias religiosas e mitológicas sobre a criação? Inclino-me para a tese da origem extraterrena. A mulher viria (isto é pura especulação, claro) de outro planeta. Venho observando-as durante anos, inclusive casei com uma, para poder estudá-las mais de perto - e julgo ter colecionado provas irrefutáveis de que elas não são deste mundo. Observei que elas não têm os mesmos instintos que nós, e volta e meia são surpreendidas em devaneio, como que captando ordens de outra galáxia, embora disfarcem e digam que só estavam pensando no jantar. Têm uma lógica completamente diferente da nossa. 

Ultimamente têm tentado dissimular sua peculiaridade, assumindo atitudes masculinas e fazendo coisas - como dirigir grandes empresas e xingar a mãe do motorista ao lado - impensáveis há alguns anos, o que só aumenta a suspeita de que se trata de uma estratégia para camuflar nossas diferenças, que estavam começando a dar na vista.]

Quando comentamos o fato, nos acusam de ser machistas, presos a preconceitos e incapazes de reconhecer seus direitos, ou então roçam a nossa nuca com o nariz, dizendo coisas como "ioink, ioink" que nos deixam arrepiados e sem argumentos. Claramente combinaram isto. Estão sempre combinando maneiras novas de impedir que se descubra que são alienígenas e têm desígnios próprios para a nossa terra. É o que fazem quando vão, todas juntas, ao banheiro, sabendo que não podemos ir atrás para ouvir. Muitas vezes, mesmo na nossa presença, falam uma linguagem incompreensível que só elas entendem, obviamente um código para transmitir instruções do Planeta Mãe. E têm seus golpes baixos. Seus truques covardes. Seus olhos laser, claros ou profundamente escuros, suas bocas. Meu Deus, e a Convenção de Genebra não vê isso! E as armas químicas - perfumes, loções, cremes. São de uma civilização superior, o que podem nossos tacapes contra os seus exércitos de encantos? Breve dominarão o mundo. Breve saberemos o que elas querem. Se depois de sair este artigo eu for encontrado morto com sinais de ter sido carinhosamente asfixiado, minha tese está certa. Se nada me acontecer, é sinal de que a tese está certa, mas elas não temem mais o desmascaramento. O que elas querem, afinal?


Se a mulher realmente veio ao mundo para inspirar o homem a melhorar e ser digno dela, pode ter chegado à conclusão de que falhou. O que sugere a possibilidade de que, assim como veio, a mulher está pronta a partir, desiludida conosco. E se for isso que elas conspiram nos banheiros? A retirada? Seríamos abandonados à nossa própria estupidez. Elas levariam as suas filhas e nos deixariam com caras de Ugh. Posso ver o fim da nossa espécie. Nossos melhores cientistas abandonando tudo e se dedicando a intermináveis testes com a costela, depois de desistir da mulher sintética. Tentando recriar a mágica da criação. Uma mulher, qualquer mulher, de qualquer jeito. Prometemos que desta vez não as decepcionaremos. Uma mulher! Como é que se faz uma mulher?

Mulher, sua origem... 
Luis Fernando Verissimo


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Busca por machos foi decisivo para criar laços humanos.


Fidelidade e busca por machos provedores foram decisivos para criação de laços entre humanos, diz estudo

Em entrevista ao site de VEJA, cientista da Universidade do Tennessee explica transição comportamental que permitiu o surgimento das famílias

Talita Fernandes

Através de modelos matemáticos, pesquisador da Universidade do Tennessee mostrou como a ligação afetiva entre pares se formou no processo da evolução humana (Thinkstock)
A criação de laços entre duas pessoas no processo de evolução humana começou quando fêmeas fiéis começaram a escolher bons provedores para serem seus pares, indica um estudo publicado nesta terça-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Human origins and the transition from promiscuity to pair-bonding

Onde foi divulgada: revista PNAS

Quem fez: Sergey Gavrilets

Instituição: Universidade do Tennessee (EUA)

Dados de amostragem: modelo matemático e dados paleontológicos de ancestrais humanos

Resultado: A formação de laços afetivos entre duas pessoas teve início na história da evolução humana quando as mulheres passaram a ser mais fiéis e preferir homens que garantissem seu sustento.
Usando modelos matemáticos, o russo Sergey Gavrilets, biólogo evolucionista da Universidade do Tennessee (Estados Unidos), relevou que a maioria das teorias propostas para o relacionamento humano não é realista do ponto de vista biológico. O pesquisador construiu um modelo matemático mostrando como a formação de laços pode representar uma adaptação chave na evolução humana. 
Antes da formação de pares, os ancestrais do ser humano se relacionavam de forma promíscua. Os homens disputavam as fêmeas entre si, e essa era uma luta baseada em características físicas: vencia o mais forte.
De acordo com Gavrilets, a transição desse tipo de convivência para o modelo que depois deu origem à família dos dias atuais aconteceu quando fêmeas passaram a ser mais fiéis e a preferir os machos que oferecessem melhores condições de sustento.
O estudo atual vai contra o que algumas pesquisas anteriores defendiam: que a formação de laços entre duas pessoas teria evoluído a partir de um modelo de cuidado coletivo. Nesse modelo, todos eram responsáveis por garantir o sustento do grupo e por criar seus descendentes.
Gavrilets explica que esse modelo não é realista porque não leva em conta as pessoas que não contribuíam com o grupo. (Confira entrevista com o autor)
Mudança de estratégia — O autor defende em seu estudo que os machos fisicamente inferiores começaram a se beneficiar quando as fêmeas passaram a preferir os "melhores provedores" aos "mais fortes". Eles então concentraram seus esforços para conseguir dar melhores condições de sustento às fêmeas e isso resultou em aumento da fertilidade.
Antes, quando a disputa entre os machos era marcada pela força física, os mais fracos não tinham chance de vencer a batalha. "A competição inicial dos machos (física) era debilitadora e ruim para a espécie. Em vez de lutar, eles passaram então a cuidar dos filhos", explica Gavrilets.


O especialista responde

Sergey Gravilets
biólogo evolucionista da Universidade do Tennessee (Estados Unidos)

O seu estudo mostra que as fêmeas começaram a preferir machos que podiam sustentá-las. Isso permitiu a formação de pares em seres humanos? Os machos passaram a escolher as fêmeas mais fiéis e, simultaneamente, as fêmeas passaram a procurar machos que podiam melhor sustentá-las. Dessa forma, as características de fêmeas e machos começaram a mudar simultaneamente. Os biólogos evolucionistas consideram que uma evolução ocorre quando dois traços se desenvolvem simultaneamente. Isso faz muito sentindo. Um sujeito que ocupava uma baixa posição na escala social nunca poderia entrar numa competição baseada na força. O indivíduo mais forte sempre teria mais vantagem. Mas eles começaram a perceber que trocar comida por um par era uma boa estratégia para vencer a competição. Imagina que alguns machos começaram a pensar assim: em vez de lutar, vamos garantir a comida dos filhos.
O senhor usou modelos matemáticos para chegar a essas conclusões, ao contrário de outros estudos. Por que a escolha desse modelo? Os modelos matemáticos são bastante úteis se você não quer usar um modelo complexo. Às vezes é muito difícil ver o que vai acontecer se existe uma grande quantidade de aspectos que afetam o processo observado. Modelos matemáticos ajudam a identificar os fatores mais importantes. Eles revelam escalas de tempo. Os modelos matemáticos não são usados apenas em física e em química. Na verdade, eles estão sendo usados na biologia evolucionista há mais de 100 anos.

O senhor diz que seu estudo mostra um ponto de vista bastante diferente em relação a estudos anteriores. Quais são as principais diferenças? Uma das ideias anteriores é que machos e fêmeas começaram ajudando todos os indivíduos de seus grupos. Todos estavam ajudando um ao outro e ao mesmo tempo competindo. Esse modelo é chamado de 'cuidado comunitário'. De fato, se todo mundo está ajudando, isso parece favorecer todo o grupo. Mas esse tipo de argumento não considera que no grupo existiam traidores ou espertalhões, indivíduos que não contribuem com o grupo. Isso provocaria o 'dilema do bem comum'. Por exemplo, em um grupo que pesca para comer, se todo mundo pescar muito e ao mesmo tempo, os peixes vão acabar. Então seria bom para as pessoas não passar tanto tempo pescando. Mas se todos pensam assim: "por que eu devo passar menos tempo nisso, se todo mundo está o tempo todo pescando?" Nesse caso, todo mundo ia começar a usar esse tipo de lógica, pegar todos os peixes e não haveria mais nada. A partir disso, começa um conflito entre os benefícios do indivíduo e do grupo. Em uma sociedade na qual os cuidados são coletivos, as pessoas param de contribuir quando existem trapaceadores.

Como o senhor chegou a essas conclusões? Primeiro você tem que descrever os genes que esses indivíduos tinham. Nós estamos tentando entender o que aconteceu antes de existir, língua, religião e cultura. Estamos basicamente observando animais. Esses comportamentos eram controlados por genes. No modelo matemático, eu descrevo quais genes esses indivíduos possuíam e então determino o comportamento ou as ações que eles podiam ter. Essas ações são controladas por seus genes. Por exemplo, os esforços que os machos concentram em cuidados contra o esforço em lutas. É como você passa seu tempo: “eu passo 60% lutando e 40% cuidando do meu par”, por exemplo.

                           

Como é que o senhor calcula a quantidade de tempo que eles passavam em cada atividade? Calculo todas as possibilidades. Depois vejo qual dessas ações resulta em maiores benefícios reprodutivos. Como benefícios reprodutivos eu quero dizer o número de filhos que esse indivíduo vai ter. Quando um indivíduo usa uma combinação de estratégias, ele não vai ter um filho, mas uns três, em média. A partir disso eu consigo relatar como a diferença de genes é traduzida em diferenças de estratégias e como a diferença de estratégias resulta no número de filhos. Isso possibilita mapear como uma geração mudou para outra.  Nesse modelo, eu admito que os indivíduos são bastante simples. Eles podem ter duas ou três ações distintas. Eu postulei a quantidade total de ações e fixei as mesmas quantidades para todos. Usei hipóteses numéricas que são biologicamente realistas.

No estudo, o senhor fala que essas mudanças começaram a acontecer logo depois da divergência comportamental entre os humanos e os chimpanzés. De quantos anos atrás estamos falando? Acreditava-se que essa transição tivesse acontecimento há relativo pouco tempo: 50 mil anos atrás ou talvez 100 mil anos atrás. Mas novos dados paleontológicos sugerem que isso aconteceu há cerca de 4 milhões de anos. Esse é um assunto bastante controverso. Os paleontólogos analisam traços que eram característicos de competições fortes entre machos, como o tamanho do canino. Esses traços característicos indicam a partir de que momento esses animais pararam de lutar. Mas, mais uma vez, esse assunto é bastante controverso.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Precipitação e Paciência



Ante os desafios de cada hora, não te entregues às reações que complicam tua evolução.

Em cada problema, usa o raciocínio e asserena o coração, para poderes agir com acerto, 



sem os reagentes que resultam da precipitação.

Quando reages sem pensar, serás obrigado, mais tarde, a agir para consertar.

Cresce no trabalho e atua em teus deveres.

Melhor realizar em profundidade, com calma, do que tudo intentar produzir com precipitação.

Precipitação perturba; paciência harmoniza.

Precipitado, o homem cai nas próprias armadilhas; paciente, soluciona todos os enigmas.

A precipitação retrata distúrbio emocional; a paciência reflete harmonia interior.

A história dos precipitados conquistadores das coisas exteriores é feita de amargura e dor.

Amando-nos, Jesus persiste em cativar-nos com paciência, aguardando que O sigamos.

Nas Suas pegadas, apóstolos, mártires e santos ensinaram que precipitação leva à loucura, 



enquanto a paciência, mãe da resignação cristã, leva à vitória e à salvação.






Joanna de Ângelis / Médium Divaldo Franco      Livro: Alegria de Viver (extrato) - Ed. LEAL

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Musicoterapia!?!?!? O que é isso?




A musicoterapia ainda é bastante desconhecida por muitas pessoas. Fato é que a música está envolvida de diversas maneiras na vida de todo o mundo. É, praticamente, impossível encontrar uma pessoa que não tenha uma música marcante ou que lembre algum fato passado. Agora, essas sensações que a música pode despertar estão sendo utilizadas de forma terapêutica, principalmente, para tratar doenças que necessitem de reabilitação motora, além de casos de câncer, hipertensão, depressão e muito mais.

A terapia realizada com instrumentos musicais e canto, libera no nosso corpo uma grande quantidade de dopamina e serotonina, que são os hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar. A musicoterapia é realizada por um profissional especializado que conhece as canções certas para cada tipo de tratamento. Não é qualquer música que vai ajudar o seu corpo a relaxar e desenvolver resultados positivos, geralmente, a música clássica e as conhecidas canções de ninar são as mais indicadas e utilizadas nos processos.


A música pode ajudar a regular a pressão arterial, melhorar a capacidade respiratória, fortalece o sistema imunológico, melhora a coordenação motora, exercita a memória e pode até diminuir a sensação de dores no corpo e melhorar a capacidade esportiva de alguns pacientes. Esta é uma opção para fugir dos tratamentos, quase sempre, realizados somente com medicamentos. São tratamentos alternativos que ainda têm muito o que descobrir e beneficiar aqueles que acreditam em seus resultados benéficos.


Presente em todas as culturas, a música nos religa com o Divino e promove saúde de corpo, mente e alma.


Fotos: Cauê Ito 



O que pode ser mais reconfortante do que ouvir no rádio uma música que marcou uma fase alegre da vida em um dia de desespero ou solidão?


"A música une as pessoas. É o mais profundo medicamento não químico." A afirmação é do neurologista inglês Oliver Sacks, autor do ótimo Alucinações musicais. Segundo ele, o poder da música para integrar e curar é fundamental. Para o escritor indiano Salman Rushdie, em seu romance O chão que ela pisa, a música é o dom divino que nos salva da miséria humana.

A ciência concorda com a poesia: ritmo, melodia e movimentos são exclusivos do homem, fundamentais na evolução humana e com efeitos ativos no cérebro. Pessoas com Alzheimer ou que sofreram derrame respondem a estímulos da música, por exemplo.

O musicoterapeuta e professor de Yoga Diogo Camargo utiliza o poder da música para cuidar de pacientes com as mais variadas questões: "Yoga e música são ferramentas que abrangem a totalidade do ser, partindo para a vivência prática e visceral, concretizando na matéria consciência, harmonia, cura, orientação, ritmo, disciplina e valores éticos". Além das sessões de musicoterapia, Diogo gravou o CD Mantras do Coracão, com Marcio Assumpção, e toca em aulas de Yoga ao lado de Anita Carvalho. 

"Faço práticas silenciosas também. Acredito na tradição, em praticar asanas ouvindo apenas a respiração. Mas a música me trouxe mais uma ferramenta para ir de encontro com a minha natureza. Vi que os alunos também ficaram mais conectados na aula", explica a professora.


No Yoga, há várias maneiras de se beneficiar com a música, que passam do Bhakti ao Nada Yoga (veja detalhes a seguir). Krucis, músico discípulo do sitarista indiano Ustad Aashish Kahn, acredita fortemente na música como meio para sair do estado de estresse.   "As pessoas deixam o pensamento brotar demais, e a música traz a pessoa para o foco. Toda possibilidade de cura vem do esvaziamento, para que a pessoa consiga se ver, enxergar o mal que a atinge", diz. Krucis acompanha professores em aulas de Yoga e também oferece sessões particulares de Nada Yoga. "O trabalho é tocar para o aluno/ paciente relaxar. É resgatar o som interno de cada um, que é como um DNA para a pessoa entrar em contato com o seu eu no aqui e agora – esse é o 'religar' da pessoa". 




Musicoterapia com DIOGO CAMARGO 




A sessão começa com uma aula particular de Hatha Yoga para o paciente se aquietar, soltar o corpo e conectar-se consigo. No consultório equipado do novo centro Natureza do Ser, os processos variam de acordo com o que Diogo intui para cada paciente. Uma das possibilidades é começar pelo didgeridoo (uma espécie de berrante dos aborígines australianos, popularizado pela banda Jamiroquai). O musicoterapeuta faz o instrumento vibrar em várias partes do corpo do paciente.

Depois, o som da tigela tibetana ressoa sobre o chakra do coração. Na sequência, deita-se em uma mesa lira, que é uma caixa de ressonância, com 42 cordas de aço embaixo, todas afinadas no mesmo tom. Diego dedilha as cordas, variando a velocidade e a intensidade, e o paciente percebe as vibrações por todo o corpo, através do campo de ressonância. 

Essas vibrações atuam na base da espinha, espalhando-se pelas vértebras, estimulando o sistema nervoso e os chakras. A sessão pode terminar com Diogo no violão convidando o paciente a improvisar, tocar as notas que quiser em um xilofone. www.naturezadoser.com.br

Diogo trabalha desde 2007, quando se formou em musicoterapia na FMU e em Yoga, pelo Instituto de Yogaterapia de Campinas, espaço de sua mãe, que trabalha com o Yoga desde que ele nasceu.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Por que somos loucos?



Muita gente nos chama de "loucos" pelas escolhas de nossos caminhos! Pesquisando no pai dos burros (dicionários) - hoje a internet - a conclusão que nos chamam corretamente sem nem pensar!



O que representa a carta do Arcano do Louco no Tarot? Ela representa o princípio, a espontaneidade, a fé e a aparente tolice. A interpretação do Arcano "O louco" diz que ele inicia uma nova fase e inicia um novo caminho, ele expande seus horizontes, entra em uma aventura, sai para uma jornada rumo ao desconhecido. Ele é espontâneo e vive o momento, não possuir expectativas, faz o inesperado, age por impulso, não possui limites, tem um sentimento de despreocupação.

O Louco tem fé, confiança no fluxo da vida, permanece aberto, não se importa com aborrecimentos e medos, ele se sente protegido e amado, readquiriu a inocência, é crédulo, aceita suas escolhas, toma o caminho "do tolo", é sua própria verdade e acredita nos desejos de seu coração.


"A experiência do Louco ultrapassa os limites, como esta Arcano é o único sem número, significa liberdade, ele olha para o infinito e com isso, mostra que a vida é muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante. Deve-se aceitar que você é um aprendiz da vida." 








A caminhada do Louco é espiritual, é um caminho diferente dos anteriores que proporciona crescimento e evolução. Em sua loucura livre ele olha para e o infinito e mostra que a vida é
muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida quotidiana. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que realmente é importante.


"A letra hebraica que representa o Louco é o – SHIM, SCHIN ou SIM – símbolo do mistério das transformações. Representa estágios atravessados em uma jornada de descobrimento do significado da vida. Ter o segredo das riquezas, ser sempre seu senhor e nunca o escravo. Saber gozar mesmo da pobreza e jamais cair na abjeção nem na miséria."


Alguém se reconhece????


Somos realmente LOUCOS, com muito orgulho! Rs


quarta-feira, 6 de maio de 2009

Impossível....


  • O grande prazer da vida é fazer o impossível.
  • Nunca desestimule alguém que evolui, não importa quão lenta seja a evolução.
  • Uma promessa feita é uma dívida não paga.
  • O pessimista vê a dificuldade em cada oportunidade; o Otimista vê a oportunidade em cada dificuldade.

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