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terça-feira, 12 de junho de 2012

Sociologia e linguística da mentira



A mentira e a atribuição de culpa são tão básicas a sociedade que é difícil estudá-las de maneira formal. George Lakoff, na crítica de certas afirmações que George W. Bush fez antes da invasão do Iraque de 2003, observa que
Elas são mentiras —ou meros exageros, declarações desorientadoras, enganos, excessos retóricos e assim por diante? Os linguistas estudam tais assuntos. A descoberta mais surpreendente é que, para se considerar se uma declaração é uma mentira, a consideração menos importante para a maioria das pessoas é se ela é verdadeira! As considerações mais importantes são: Ele acreditava nisso? Ele tinha intenção de enganar? Ele estava tentando ganhar alguma vantagem ou prejudicar alguém? Essa é uma questão séria ou trivial? É "apenas" uma questão de retórica política? A maioria das pessoas irá conceder que, mesmo que a declaração seja falsa, se ele acreditava nela, não estava tentando enganar, e se não estava tentando ganhar vantagem ou prejudicar ninguém, então não houve mentira. Se for uma mentira a serviço de uma boa causa, então foi uma mentira social. Se for baseada em informações falhas, então foi um erro honesto. “Se estava lá apenas para ênfase, então foi um exagero.”

Essas desculpas figuram entre as defesas da administração. A boa causa: libertar o Iraque. A informação falha: da CIA. A ênfase: o entusiasmo por uma grande causa. Embora haja evidência de que o Presidente e seus conselheiros sabiam que a informação era falsa, eles podem rechaçar o uso da palavra com M. As falsidades foram reveladas e elas, em si mesmas, não importam muito para a maioria das pessoas.


O filósofo Leo Strauss, que teve uma grande influência sobre várias personalidades no Projeto para o Novo Século Americano que dominou a administração durante esse período, estressou a necessidade de mentir a fim de ocultar uma posição estratégica, ou para auxiliar a diplomacia. Da mesma forma personalidades anteriores na filosofia política de Nicolau Maquiavel a "nobre mentira" de Platão.
Parece extremamente improvável que a mentira seja algum dia inteiramente eliminada da política ou da diplomacia, da mesma forma que não possível removê-la da guerra que essas atividades são, em última instâncias, criadas para ajudar a impedir de ocorrer.

 Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Etiqueta da mentira


A etiqueta é bastante preocupada com as questões da mentira, atribuição da culpa e hipocrisia – coisas que com frequência são menosprezadas na ética mas de grande utilidade na sociedade:
As razões morais para se tolerar mentiras têm a ver em sua maior parte em evitar conflitos. Um código ético irá com frequência especificar quando a verdade é necessária e quando não é. Em tribunais, por exemplo, o processo antagônico e padrão de evidência que é aplicado restringe as perguntas de maneira que a necessidade da testemunha mentir é reduzida – de maneira que a verdade quanto à questão em julgamento supostamente será revelada com mais facilidade.

A necessidade de mentir é reconhecida pelo termo "mentira social" onde a mentira é inofensiva, e há circunstâncias onde existe uma expectativa de se ser menos do que totalmente honesto devido à necessidade ou pragmatismo. As mentiras podem ser divididas em classes – ofensivas ou mal intencionadas, inofensivas e jocosas, do qual apenas a primeira classe é séria (O catolicismo classifica a primeira como pecado mortal mas também condena as outras como veniais).
Há alguns tipos de mentiras que são consideradas aceitáveis, desejáveis, ou mesmo obrigatórias, devido à convenção social. Tipos de mentiras convencionais incluem:
§  Uso de eufemismos para evitar a menção explícita de algo desagradável;
§  Perguntas insinceras sobre a saúde de uma pessoa pouco conhecida;
§  Afirmação de boa saúde em resposta a uma pergunta insincera (os inquiridores com frequência ficam bastante desconcertados por qualquer outra coisa que não a resposta positiva mais breve possível);
§  Desculpas para evitar ou encerrar um encontro social indesejado;
§  Garantia de que um encontro social é desejado ou foi agradável;
§  Dizer a uma pessoa moribunda o que quer que ela queira ouvir;
§  Supressão de uma quebra de tabu.

A maioria das pessoas participa de tais mentiras convencionais, e não aplica a desaprovação moral costumeira em relação às mentiras em tais situações. Mentiras convencionais são vistas como uma categoria menor de mentira, semelhante às mentiras sociais. No entanto, uma minoria de pessoas as vê como mentiras maliciosas.



Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"
Nota do editor: desculpem-me os palhaços, vocês tem mais personalidade do que os verdadeiros mentirosos.

A FOFOCA


“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente.”


A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia.






Presente ao longo de toda a História, tal ato é freqüentemente ligado à imagem das mulheres. Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. 
Fofocas ocorrem sobre o ambiente de trabalho, gafe de colegas e principalmente sobre mulheres. 


Segredo não se conta. Quando se conta, deixa de ser segredo e vira fofoca.



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pensamento, palavra e ação!



Verdade, bondade e utilidade... você pensa isso antes de falar ou comentar algo? Pense a respeito...



Grécia - 400 A.C.

Um aluno (pseudo-discípulo) de Sócrates lhe fala:
- Sócrates, você não sabe o que me contaram? É sobre um amigos seu...

Sócrates interferiu imediatamente:
- Espere um pouco! Antes que fale do meu amigo, quero ver se supera uma pequena prova!
- Chama-se "A Prova dos Três Filtros".
- O primeiro filtro é "A Verdade". Você está totalmente certo de que isso que vai me dizer é verdade?

O aluno respondeu:
- Não, na verdade eu só ouvi e...

Sócrates continuou:
- Muito bem! Então você não sabe se é verdade! 
- O segundo filtro, "É o Bem". O que vai me dizer do meu amigo é algo bom?


O aluno disse, já meio cabisbundo:
- Não, pelo contrário...

Sócrates emendou:
- Então... você vai dizer algo mau sobre meu amigo e não sabe se é verdade.
- Falta um filtro, o da "Utilidade". O que você vai me contar é útil para mim?

O aluno respondeu coçando a cabeça meio perdido
- Não, realmente não.

E finalmente Sócrates arrematou:
- Bom... se na verdade, o que você vai me contar, não é nem verdade, nem bom, nem útil, para que você vai me contar?

E o aluno desacorçoado, lhe disse
- ... a verdade é que eu não tinha pensado nisso!



terça-feira, 12 de abril de 2011

Tempo de colher atitudes...



O tempo e nossas colheitas estão em nossas mãos...

Existem dois dias, em uma vida, que nada poderemos fazer... O Ontem e o Amanhã.

O ontem está carimbado como passado. 

O amanhã com o futuro.


Existe, também, uma dualidade que as religiões insistem em querer manter viva para que prendam os seus fiéis, que é o bem e o mal.

O mal é força de um malvado que vem nos dominar e o bem de um super-herói que tudo sabe e tudo cria.

Na realidade, a dualidade se faz real para manter as pessoas presas e cativas às instituições que são cada vez mais fortes e mais rentáveis.

O mal e o bem estão em nós e em nossas posturas. Ninguém, no universo, tem poder para interferir em nosso Livre-Arbítrio.


Ora, quem acorda de manhã? Quem come? Quem anda? Que decide ir aqui ou acolá? Quem fala? Quem se cala?

Você, eu, não é verdade. Portanto, cabe exclusivamente a nós o destino de nossas vidas.
Uma das pessoas que eu mais admiro, não pelo que foi, mas pelo que fez, foi o Papa Gregório XIII. Nasceu em Bolonha, Itália, em janeiro de 1502. Quando percebeu que os Místicos ganhavam terreno com sua postura Cósmica Universal, e perdia fiéis para a instituição que defendia, Gregório alterou o Calendário que atualmente usamos no Ocidente e também em vários países do Oriente.

Mudou o dia do início do Ano. Saiu de primeiro de abril para primeiro de janeiro. Primeiro de abril, portanto, virou o dia da mentira. É mentira que o ano novo começa...

Alterou o nascimento de Jesus de 7 de março para 25 de dezembro. Era um dia de festas e troca de presentes.

Mas convenientemente fez a correção do ano solar.


Em agosto, que é o mês para que todos nós estejamos ao nosso gosto (independência de postura e religião não quer isso) passou a determinar que é um período de muita atenção e cuidado... Aqui, no Brasil, absurdamente é o mês do cachorro louco.

Acabou com o encanto do mês de março. Na realidade, março é um marco para que tomemos boas atitudes e possamos começar o ano novo, primeiro de abril, com boas e adequadas energias.

Agora você sabe...

Escrevi tudo isso para lhe dar uma boa explicação e razões de que este é o seu, o meu, o nosso mês para TOMARMOS ATITUDES.


Devemos analisar adequadamente o que somos, se gostamos ou não de nossas colheitas e, porque elas acontecem, ou não.

Março é o marco para novas posturas e novos pensamentos. Mudar é o ponto. Fazer algo novo é o momento adequado.

Em primeiro de abril, começa um novo ciclo Cósmico de sete anos e a maneira que você começar, terá forte tendência de continuar assim pelo período. Mudar durante um ciclo é mais complicado e vai exigir muito mais esforço.

Tá ruim? Faça um favor a si mesmo... Mude. Mas mude com consciência de que você tem o leme de sua vida. Faça uma análise de seus valores. Procure entender como foi educado e tenha presente que normalmente família é resgate kármico.

Se você não decide é porque alguém lhe tolheu a iniciativa. Isso se chama adestramento e não educação.

Analise fortemente o meio em que vive e com quem convive. Se o que prevalece é a postura ou o dinheiro. Se você olha para dentro ou continua preocupado exclusivamente com a aparência.


Quais seus hábitos? Quais seus vícios?

Noventa e nove por cento das pessoas se tornam reféns de hábitos. Tem medo de mudar. Mesmo que esteja ruim é melhor assim do que buscar o desafio do novo. Afinal, para ficar como está não se precisa fazer nada.

Tenha consciência que vida é Causa e Efeito e que se você fala dos outros é bem provável que muitos falem de você... Se brinca com a vida, ela, nada mais será do que uma constante brincadeira.

Muita piada, muita mentira, muita fofoca...

Conviver com isso e querer que a vida seja algo sério é, no mínimo, falta de conhecimento sobre o que somos e porque estamos vivendo uma vida neste planeta.


Quero colo! Ótimo e quando você vai entender que a vida é uma jornada individual?

Alguém me ajude! Sim e como você vai crescer e aprender a superar obstáculos?

Estamos verdadeiramente no TEMPO de um MARCO em nossas vidas. Março é o mês de nossas grandes decisões. Porém, precisamos ter consciência que as decisões maiores são as que brotam de dentro para fora e não da mão para o bolso.

Ou seja, são de valores e não de coisas materiais. Para termos um externo lindo é preciso, antes, aprimorar o interno...

E, decisão sem ação, é melhor nem decidir...

Ainda dá tempo. É só querer. Mãos à obra, portanto.

Sei que nos veremos.

Beijo na Alma
Saul Brandalise Jr.
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