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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Música na aula?

Perguntamos para professores de vários estilos se é válida a utilização de música na prática de Yoga. Confira as impressões
Por: Patrícia Ribeiro

Fotos: Louise Chin & Ig Aronovich/ Lost Art NÃO Não uso música na aula, nós vocalizamos um mantra e às vezes finalizo com mais um mantra. Na verdade a música pode ser usada como objeto de meditação, pensando nas músicas devocionais. Mas em uma aula, se estou dando asanas, o aluno deve focar nas posturas. Com a música o praticante terá dois objetos de meditação e não um. Luisa Vanossi, professora de Iyengar Yoga

Não uso música em minhas aulas. Em Iyengar Yoga a ideia é o aluno obter o máximo de energia, saúde, bem-estar e relaxamento pelo alinhamento e precisão. Para isso o professor precisa falar sobre pequenas ações internas que guiam os alunos a um melhor aproveitamento dos benefícios de cada asana. A música se torna desnecessária, pois a conexão é feita entre o aluno, as instruções do professor e seu próprio corpo. Rosana Seligmann, professora de Iyengar Yoga.

Não uso músicas porque não consigo imaginar uma prática de Ashtanga com música. O que dá o ritmo é a respiração, ela o leva para um estado de introspecção, é uma meditação em movimento. A respiração ajuda a centrar e a música distrai, conduz para outro lugar, desperta sensações, é como se fosse uma dança, é outra proposta. Eu, particularmente, prefiro ouvir o som da minha respiração. Andrea Palma, professora de Ashtanga Vinyasa Yoga

Eu não uso música durante as aulas. A prática de Iyengar Yoga demanda uma atenção plena na conexão das informações que a mente consegue digerir e enviar às ações do corpo. Assim, é importante que o foco esteja parte internamente e parte na sala de prática, na condução do professor. Mas acho acolhedor uma música adequada no estúdio para receber os alunos, antes e depois da aula. E mesmo um relaxamento conduzido guiado aos sons da natureza. Renata Ventura, professora de Iyengar Yoga

DEPENDE Depende do estilo de aula. No Ashtanga nunca usamos música, porque é fundamental ouvir a sua respiração para entrar e sair das posturas. A respiração ujjayi acaba sendo a sua música. Mesmo no relaxamento, o melhor é o silêncio, porque nas aulas estilo Mysore, cada um tem seu próprio ritmo e não entra em savasana ao mesmo tempo. Já em uma aula de Vinyasa acho bem interessante, mas tem de ser músicas que têm a ver com a proposta da aula. Dany Sá, professora de Ashtanga Vinyasa Yoga

SIM Teoricamente temos de prestar atenção na nossa respiração, para que ela se volte para dentro. A música é uma ferramenta a mais, que pode ser usada de vez em quando. A pessoa está tão estressada que, às vezes, não presta atenção na respiração durante um período de tempo. Prefiro as músicas mais tranquilas, mas às vezes posso colocar uma música um pouco mais rápida, para aquecer o corpo. Combino o objetivo de aula com a música. As músicas que tenho usado em minhas aulas transitam na fronteira do jazz, lounge e eletrônica, e também as mais tradicionais, como Deva Premal e Krishna Das. De vez em quando, faço aulas especiais com música ao vivo. O Diogo Camargo toca violão, faz músicas próprias e toca para dar ritmo ao surya namaskar, conduzindo a respiração. Anita Carvalho, professora de Vinyasa Yoga

Sou a favor da música na prática porque auxilia no clima de aquietamento, já que a música tem influência sobre o estado mental. A música também pode servir de âncora para os praticantes porque o som nos ajuda a focar a mente no momento presente. Glauco Tavares, professor de Hatha Yoga

Uso músicas com frequência em minhas aulas de Hatha Yoga, estilo Vinyasa. Acredito que para a grande maioria de nossos alunos, que, em geral, chegam às aulas vindos de um conturbado contexto urbano repleto de estímulos sensoriais, em geral desarmônicos e estressantes, a utilização de músicas suaves e harmônicas, baseadas em mantras e kirtans, possa servir de pano de fundo terapêutico que proporciona maior quietude e concentração mental. Cristiano Bezerra, professor de Hatha Yoga

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A música salva!

Presente em todas as culturas, a música nos religa com o Divino e promove saúde de corpo, mente e alma.


Fotos: Cauê Ito 



O que pode ser mais reconfortante do que ouvir no rádio uma música que marcou uma fase alegre da vida em um dia de desespero ou solidão?
"A música une as pessoas. É o mais profundo medicamento não químico." A afirmação é do neurologista inglês Oliver Sacks, autor do ótimo Alucinações musicais. Segundo ele, o poder da música para integrar e curar é fundamental. Para o escritor indiano Salman Rushdie, em seu romance O chão que ela pisa, a música é o dom divino que nos salva da miséria humana.

A ciência concorda com a poesia: ritmo, melodia e movimentos são exclusivos do homem, fundamentais na evolução humana e com efeitos ativos no cérebro. Pessoas com Alzheimer ou que sofreram derrame respondem a estímulos da música, por exemplo.

O musicoterapeuta e professor de Yoga Diogo Camargo utiliza o poder da música para cuidar de pacientes com as mais variadas questões: "Yoga e música são ferramentas que abrangem a totalidade do ser, partindo para a vivência prática e visceral, concretizando na matéria consciência, harmonia, cura, orientação, ritmo, disciplina e valores éticos". Além das sessões de musicoterapia, Diogo gravou o CD Mantras do Coracão, com Marcio Assumpção, e toca em aulas de Yoga ao lado de Anita Carvalho. 

"Faço práticas silenciosas também. Acredito na tradição, em praticar asanas ouvindo apenas a respiração. Mas a música me trouxe mais uma ferramenta para ir de encontro com a minha natureza. Vi que os alunos também ficaram mais conectados na aula", explica a professora.
No Yoga, há várias maneiras de se beneficiar com a música, que passam do Bhakti ao Nada Yoga (veja detalhes a seguir). Krucis, músico discípulo do sitarista indiano Ustad Aashish Kahn, acredita fortemente na música como meio para sair do estado de estresse. "As pessoas deixam o pensamento brotar demais, e a música traz a pessoa para o foco. Toda possibilidade de cura vem do esvaziamento, para que a pessoa consiga se ver, enxergar o mal que a atinge", diz. Krucis acompanha professores em aulas de Yoga e também oferece sessões particulares de Nada Yoga. "O trabalho é tocar para o aluno/ paciente relaxar. É resgatar o som interno de cada um, que é como um DNA para a pessoa entrar em contato com o seu eu no aqui e agora – esse é o 'religar' da pessoa". 




Musicoterapia COM DIOGO CAMARGO 




A sessão começa com uma aula particular de Hatha Yoga para o paciente se aquietar, soltar o corpo e conectar-se consigo. No consultório equipado do novo centro Natureza do Ser, os processos variam de acordo com o que Diogo intui para cada paciente. Uma das possibilidades é começar pelo didgeridoo (uma espécie de berrante dos aborígines australianos, popularizado pela banda Jamiroquai). O musicoterapeuta faz o instrumento vibrar em várias partes do corpo do paciente.

Depois, o som da tigela tibetana ressoa sobre o chakra do coração. Na sequência, deita-se em uma mesa lira, que é uma caixa de ressonância, com 42 cordas de aço embaixo, todas afinadas no mesmo tom. Diego dedilha as cordas, variando a velocidade e a intensidade, e o paciente percebe as vibrações por todo o corpo, através do campo de ressonância. 

Essas vibrações atuam na base da espinha, espalhando-se pelas vértebras, estimulando o sistema nervoso e os chakras. A sessão pode terminar com Diogo no violão convidando o paciente a improvisar, tocar as notas que quiser em um xilofone. www.naturezadoser.com.br

Diogo trabalha desde 2007, quando se formou em musicoterapia na FMU e em Yoga, pelo Instituto de Yogaterapia de Campinas, espaço de sua mãe, que trabalha com o Yoga desde que ele nasceu.

Bhakti Yoga POR JAI UTTAL 

 Muitos de nós pensamos o Yoga como um conjunto de exercícios que oferecem mais beleza física e estamina, com ocasionais meditações para efeitos calmantes. Mas isso é só uma pequena parte. E o coração? E o mar das emoções humanas?

Milhares de anos atrás, os rishis (videntes, sábios) nos deram os sistemas do Yoga para nos trazer a um estado de harmonia, paz e união com o Divino. Esses yogis tinham consciência de todos os níveis – físico, mental, emocional – que compõem o animal humano, e criaram práticas para levar luz a todo o ser. E eles nos deram o Bhakti Yoga, o Yoga da devoção, que canaliza a energia que pode nos levar à liberação e a usa como ponte para nos levar de volta à nossa Fonte.

A essência do Bhakti é a entrega – oferecer um eu individual ao grande oceano de consciência pura. A prática nos leva a um reino onde as qualidades racionais são pouco poderosas perto do vasto oceano do sentimento. O coração conduz. Kirtan, a prática de cantar os nomes ou mantras dos deuses e deusas, é talvez a técnica mais importante em Bhakti Yoga. Externamente, estamos apenas cantando músicas repetitivas com melodias simples. Tentamos colocar nossas mentes analíticas de lado e cantamos com o coração. Então a mágica acontece. Imergimos no infinito rio da oração que flui desde os primeiros humanos.

Às vezes, quando canto, sinto a presença de Radha e Krishna ou Shiva ou Hanuman, e outras vezes as canções me levam ao fundo do meu coração. E às vezes não sinto nada espiritual.

Mas quer saber? Não importa muito para mim. Entendo que a minha mente é um mecanismo limitado e que o reino miraculoso do espírito pode ser compreendido apenas pelo espírito. Crenças têm seu valor. Mas para mim o coração é muito mais importante. Como posso ser um bom pai e marido? Como posso manter o meu coração aberto? www.jaiuttal.com


Nada Yoga COM JULIO GOPALA O que é Nada Yoga? 
Tenho utilizado a palavra naad, que soa mais próxima do sânscrito e não induz ao niilismo! Naad Yoga é uma prática muito antiga, inerente ao Tantra, Hatha Yoga, Bhakti Yoga e sufismo, apenas como referências. Na verdade ela consiste no desvendar interno da nossa própria natureza sonora e vibrante, acessando diretamente a energia shakti por meio de exercícios prânicos sutis. É uma via muito direta de sentir e descobrir a si mesmo.

Como é o seu trabalho que envolve música e Yoga/ meditação? É uma abordagem natural, que se desenvolve a partir da própria sensibilidade do praticante para respirar, cantar e meditar. Como em outras vertentes, é importante estar "de bem" com o próprio corpo, por isso sempre sugiro uma prática de asanas paralelamente. O pranayama ajuda a oxigenar o cérebro e permite um fluxo prânico benéfico à utilização posterior da voz. Aqui também aprendemos a gostar da nossa própria capacidade vocal, liberando preconceitos estéticos ou padrões de baixa autoestima relacionados. Em seguida são aplicadas técnicas que integram raga e mantra visando à meditação.
Você vem do jazz e se especializou em música indiana. Acha que outros gêneros podem ser utilizados com quem não tem paciência com sons indianos? Qualquer música é um bom começo, mas se desejarmos sentir mais os harmônicos (shruti) entre as notas e acessar a profundidade dos mantras, a música indiana aliada à tradição védico/tântrica ainda são dificilmente substituíveis. É bom frisar que muito do que se escuta em centros de Yoga não se trata realmente de música indiana, mas sim de uma galera bem-intencionada que canta e toca melodias ocidentalizadas, agregando mantras ou bhajans indianos. Por razões culturais, não se poderia esperar que fosse de outra maneira. A vibração e os resultados são, porém, necessariamente distintos do trabalho mais tradicional. Aqui falamos de gunas (modos complementares da natureza), gravitando de rajas (agitado) a sattwa (tranquilo, harmonioso). Mas no final toda expressão sincera é válida, pois abre canais sonoros. Obviamente existem muitas vias, a questão é transformar a coisa em sadhana e fazer as pazes com a dona paciência! Seja como for, passos bem orientados, com o tempo, deixarão a pessoa satisfeita. www.surmeditar.blogspot.com

Por: Greice Costa

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