Frases soltas por aí... no mundo!!

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Amar hemburresse (sic...)


Como todos sabem, homens não são muito providos de inteligência natural. Apaixonados, então, tornam-se mais abobados ainda. Quando Alechandre viu Sessília pela primeira vez, seus olhos foram imediatamente fisgados. Nada como um belo par de pernas, cabelo chanel, mamilos querendo rasgar uma blusa justa e um sorriso sugestivo para ruir toda a racionalidade de um homem. Quando Alechandre encontrou Sessília pela primeira vez na pista de dança daquele barzinho, ele poderia jurar que todas as bocas se calaram, todas as estrelas se apagaram, o mundo todo caminhou na ponta dos pés e todas as rádios interromperam suas programações só para tocar The Killing Moon.

Mas enfim, amar é decretar uma chacina de neurônios.


Na condição de melhor amigo da vítima, fui testemunha privilegiada do processo de derrocada de Alechandre. Lembro-me muito bem de seu discurso derramadamente sentimental funcionando a todo vapor, comentando todas as suas afinidades com Sessília. Disse que ela lia Borges, Poe e Leminski; que seu jogo preferido do Atari era H.E.R.O.; que tinha a coleção completa de Sandman; que gostava de comer pão com manteiga e geléia de uva; que quando criança sonhara em ser chacrete, arquiteta e pintora antes de se tornar advogada; que gostava de Yakult, Edward Munch e física quântica; que desistira de ler Ulisses porque cansava demais ficar carregando aquele calhamaço todo no ônibus; que seus ídolos eram Gaudi, Carl Barks e Clarice Lispector; que o que mais lhe doía na vida era a sensação de desamparo e vazio no peito toda vez que um amor acabava, e principalmente a sensação de pensar, "mas acabou de novo?"; que cantarolava Arnaldo Baptista enquanto tomava banho ("hoje percebi que venho me apegando às coisas materiais"); e que ao ouvi-la cantando justamente aquela música seu coração se encheu de ternura e seus olhos ficaram úmidos. E aí constatei, porra, o cara tinha caído direitinho na armadilha.

E depois de tudo isso, pra culminar, ele me diz: "Auberto, como é que nunca nos encontramos antes?". E aí fiquei pensando, quantas vezes já ouvi na vida variações em cima desta mesma frase? "I look at you and what I see is me", cantava o Pink Floyd, se é que minha memória pop não está enganada. Todos que se apaixonaram pelo menos uma vez na vida já passaram por essa fase de deslumbramento e assombro. Pena que quase sempre ela passa.

Mal sabia meu amigo que, a partir do momento em que seus olhos se umedeceram de ternura, começava ali sua derrocada na cadeia evolutiva, e que aquele rapaz promissor, um jovem jornalista recém-formado, em apenas duas semanas se veria transformado em um Neandertal apaixonadão e completamente aparvalhado, capaz de brincar de mal-me-quer com um Häagen Dazs de cheesecake enfiado no meio da testa, com o sorriso mais alegre e estúpido do mundo estampado em um rosto subitamente repleto de espinhas.
Amar não é para amadores.

Quando a gente se esquece do tempo, é aí que ele passa mais depressa. Em questão de semanas Alechandre e Sessília percorreram todos os passos da via-crúcis da paixão. E de repente, tudo o que encantava tornou-se motivo de escárnio e ironias corrosivas. Citações de filmes tornaram-se "manifestações pretensamente intelectuais de erudição frustrada". Se antes os olhos brilhavam de paixão, agora faiscavam de rancor, sarcasmo, raiva. "Mas acabou de novo?".

Alechandre passou exatas duas semanas curtindo sua ressaca pós-amorosa em grande estilo. Estatelado em sua cama, olhando o teto branco de seu quarto na penumbra e ouvindo álbuns de Zezé di Camargo & Luciano, e o que é pior, identificando-se terrivelmente com todas as letras, cantando em altos brados: "O tempo todo, o dia inteiro/ Sinto o seu corpo, sinto o seu cheiro/ E a minha vida é só pensar em você". Fatos que corroboraram, definitivamente, a minha tese: amar emburrece.

Hoje, três meses depois, Alechandre não pára de falar na Jizele, que tem 25 anos, 271 CDs e "o sorriso mais cool do mundo", segundo suas próprias palavras. Por mais que ele quebre a cara, não aprende as lições. Discutindo sobre a imbecilidade da paixão, Alechandre disse que preferia ser o rei dos débeis mentais a insistir na "medíocre e conformada estupidez de um cético blasé neo-liberal", obviamente referindo-se a mim. Ah, a verborragia dos apaixonados.

Observando essas cenas, pergunto-me: será que um dia chegarei a tal estado de torpor mental? Espero que não. É preciso estar sempre alerta para os riscos da paixão: olho para os dois lados antes de atravessar a rua, atento a movimentos de estranhas, essas coisas. Mas já deixei minha família de sobreaviso. Se um dia eu for pego pela armadilha do amor, quero que os aparelhos sejam desligados. Não desejo sofrimentos desnecessários.




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fatores que influenciam nossa felicidade



Ao longo dos últimos 70 anos, sensivelmente, os cientistas têm vindo a analisar pessoas felizes e pessoas infelizes, e estão, enfim, a sistematizar os factores que fazem a diferença.

Segue-se uma lista dos dez factores principais. A propósito, os peritos pensam que os genes (o 4.º factor) contam para cerca de 50% da nossa disposição, sendo os restantes 50% da responsabilidade dos outros nove.


1. Dinheiro
O dinheiro pode comprar uma certa dose de felicidade. Mas desde que haja dinheiro para se comer, vestir e para habitação, o dinheiro extra faz cada vez menos diferença.

Sempre que se debruçam sobre o assunto, os cientistas descobrem que, em geral, quanto mais ricas, mais felizes as pessoas são. No entanto, o dinheiro apenas parece fomentar a felicidade quando se tem mais do que os amigos, os vizinhos e os colegas.


2. Desejo
De quanto precisará uma pessoa para se sentir bem? Descobriu-se que as pessoas cujas aspirações estavam mais longe do que aquilo que já possuíam tinham tendência para ser menos felizes, do que aqueles que se diziam mais perto.


3. Inteligência
Poucos inquéritos foram dedicados a descobrir se as pessoas inteligentes são mais felizes, mas os que existem indicam que a inteligência não é relevante. Talvez a «inteligência social» possa ser a verdadeira chave para a felicidade.


4. Genética
Poderá nascer-se já feliz ou infeliz? David Lykken, geneticista do comportamento e professor emérito de Psicologia da Universidade do Minnesota, Minneapolis, descobriu que a carga genética contava 44 a 55% para a diferença de níveis de felicidade. Os rendimentos, o estado civil, a religião ou a educação não contavam mais que 3%.

No entanto, mesmo alguém com um baixo «ponto predeterminado» de felicidade pode melhorar a sua visão das coisas. Está provado que pôr as pessoas de bom humor as torna mais sociáveis. Michael Cunningham, da Universidade de Louisville, no Kentucky, demonstrou que um indivíduo fica mais falador e aberto depois de ver um filme alegre que depois de ver um filme triste.


5. Beleza
Primeiro, as más notícias: as pessoas bonitas são, de facto, mais felizes. A explicação talvez seja a de que a vida é mais risonha para as pessoas bonitas. Ou será mais subtil do que isso: os rostos mais atraentes são muito simétricos, e está provado que a simetria reflete bons genes e um sistema imunitário saudável. Assim, talvez as pessoas mais bonitas sejam mais felizes porque são mais saudáveis.

Mesmo quem não é de uma grande beleza pode contabilizar carga emocional positiva, desde que se esteja contente com o seu próprio aspecto. Infelizmente, vários estudos demonstram que as mulheres tendem a achar-se muito gordas, e os homens, pouco atléticos.


6. Amizade
É difícil imaginar uma existência mais penosa do que a vida nas ruas de Calcutá ou num dos seus bairros de lata, ou então ganhar a vida lá como prostituta. No entanto, apesar da pobreza e sordidez que enfrentam, pessoas que levam estas vidas são muito mais felizes do poderia pensar-se.

Diener entrevistou 83 indivíduos destes três grupos e mediu a sua satisfação de vida usando uma escala na qual um 2 é considerado neutro. A média global foi de 1,93, um resultado não muito bom mas honroso, se comparado com um grupo de controle de estudantes da classe média da cidade que registou 2,43. E os habitantes das barracas, o mais feliz dos três grupos carenciados, registaram 2,23, o que não difere significativamente do registo alcançado pelos estudantes.

«Pensamos que as relações sociais são em parte responsáveis por isto», diz Diener. E acentua que os três grupos de excluídos sociais obtiveram níveis satisfatórios em áreas específicas como família (2,5) e amigos (2,4). Os habitantes dos bairros de lata deram respostas mais positivas porque têm mais probabilidades de capitalizar o apoio social inerente à importância das famílias numerosas na cultura indiana.


7. Casamento
Numa análise de relatórios de 42 países, investigadores norte-americanos descobriram que os casados são realmente mais felizes que os solteiros. O efeito é reduzido, mas ainda assim pede a pergunta: o casamento torna as pessoas mais felizes, ou terão as pessoas felizes simplesmente mais propensão para se casar?

Ambas as respostas podem ser verdadeiras. Num estudo que acompanhou mais de 30 000 alemães ao longo de 15 anos, Diener e os seus colegas descobriram que homens e mulheres felizes têm mais tendência para se casar e permanecer casados. Mas qualquer um pode melhorar a sua disposição casando-se.

A assinatura do papel parece também ter algo de especial: está provado que a simples coabitação não traz tantos benefícios. "Desconfio de que o que falta à união de facto é a segurança de uma aliança de ouro formal, e é por isso que o casal não consegue ser tão feliz", diz Oswald. "Todos os dados conhecidos dizem-nos que a insegurança nunca é boa para os seres humanos."


8. Fé
A grande maioria das dezenas de estudos que se debruçaram sobre a religião e a felicidade descobriu uma relação positiva entre ambas. Acreditar numa vida para além da morte pode dar aos seres humanos um significado e um propósito e reduzir o sentimento de estar só no Mundo, sobretudo à medida que as pessoas envelhecem, diz Harold G. Koenig, do Centro Médico da Duke University, em Durham, na Carolina do Norte. «O efeito revela-se claramente em alturas de tensão. A crença religiosa pode ser uma forma muito poderosa de enfrentar a adversidade.»

A religião também traz interação e apoio. Mas Koenig crê que não se trata apenas de receber. «Os estudos têm provado que quem dá apoio aos outros se sente melhor consigo próprio. E até vive mais tempo.» Segundo os investigadores, isto transforma o envolvimento religioso numa fonte de maior satisfação do que outras actividades sociais inclusivas, como, por exemplo, os grupos de leitura.


9. Solidariedade
Diversos estudos descobriram uma relação entre a felicidade e o comportamento altruísta. Mas tal como em relação a muitos traços comportamentais, não é claro se o que nos torna felizes é praticar o bem, ou se as pessoas felizes têm mais propensão para serem altruístas.


10. Idade
A velhice pode não ser assim tão má. Alguns cientistas sugerem que as pessoas mais velhas são mais felizes porque podem esperar que a vida seja mais difícil e lidar bem com essa ideia, ou então que são mais realistas nos seus objectivos, estabelecendo apenas aqueles que sabem poder alcançar. Mas Carstensen pensa que, com o tempo a esgotar-se, os mais idosos aprenderam a concentrar-se em coisas que os fazem felizes, desligando-se das que os não fazem.

"As pessoas apercebem-se do que têm, mas também de que isso não pode durar para sempre", diz ela. "Um beijo de despedida à mulher aos 85 anos, por exemplo, pode despertar respostas emocionais muito mais complexas do que um beijo semelhante aos 20 anos."




Post originalmente publicado no http://manualdafelicidade.blogspot.com e o mesmo foi Adaptado de: http://www.seleccoes.pt/dez_chaves_para_a_verdadeira_felicidade e sem autor discriminado.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

frases e pensamentos atribuídos ao filósofo Sócrates



- A vida que não passamos em revista não vale a pena viver.

- A palavra é o fio de ouro do pensamento.

- Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.

- É melhor fazer pouco e bem, do que muito e mal.

- Alcançar o sucesso pelos próprios méritos. Vitoriosos os que assim procedem.

- A ociosidade é que envelhece, não o trabalho.

- O início da sabedoria é a admissão da própria ignorância.

- Chamo de preguiçoso o homem que podia estar melhor empregado.

- Há sabedoria em não crer saber aquilo que tu não sabes.

- Não penses mal dos que procedem mal; pense somente que estão equivocados.

- O amor é filho de dois deuses, a carência e a astúcia.

- A verdade não está com os homens, mas entre os homens.

- Quatro características deve ter um juiz: ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente e decidir imparcialmente.

- Quem melhor conhece a verdade é mais capaz de mentir.

- Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos.

- Todo o meu saber consiste em saber que nada sei.

- Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo de Deus.

Sócrates nasceu em Atenas, provavelmente no ano de 470 aC, e tornou-se um dos principais pensadores da Grécia Antiga. Podemos afirmar que Sócrates fundou o que conhecemos hoje por filosofia ocidental. Foi influenciado pelo conhecimento de um outro importante filósofo grego: Anaxágoras. Seus primeiros estudos e pensamentos discorrem sobre a essência da natureza da alma humana.

Sócrates era considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes. Em seus pensamentos, demonstra uma necessidade grande de levar o conhecimento para os cidadãos gregos. Seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo. Através da palavra, o filósofo tentava levar o conhecimento sobre as coisas do mundo e do ser humano.

Conhecemos seus pensamentos e ideias através das obras de dois de seus discípulos: Platão e Xenofontes. Infelizmente, Sócrates não deixou por escrito seus pensamentos.

Sócrates não foi muito bem aceito por parte da aristocracia grega, pois defendia algumas ideias contrárias ao funcionamento da sociedade grega. Criticou muitos aspectos da cultura grega, afirmando que muitas tradições, crenças religiosas e costumes não ajudavam no desenvolvimento intelectual dos cidadãos gregos.

Em função de suas ideias inovadoras para a sociedade, começa a atrair a atenção de muitos jovens atenienses. Suas qualidades de orador e sua inteligência, também colaboraram para o aumento de sua popularidade. Temendo algum tipo de mudança na sociedade, a elite mais conservadora de Atenas começa a encarar Sócrates como um inimigo público e um agitador em potencial. Foi preso, acusado de pretender subverter a ordem social, corromper a juventude e provocar mudanças na religião grega. Em sua cela, foi condenado a suicidar-se tomando um veneno chamado cicuta, em 399 AC.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

É verdade...coitado do EGO...






O "eu" (ego) é uma tentativa de competir com a Existência, criando (construindo) existência própria. 

A humanidade inteira vem tentando criar novas existências - uma para cada componente, claro. 

É por isso que a vaca mais sempre pro brejo. Impossível ser feliz sem a harmonia, a paz, o relaxamento, a entrega. o "eu" nunca se entraga, porque teria que desaparecer ante a "unidade", a Existência. 


Daí, toda a infelicidade, lutas, decepções, guerras, etc, etc.

Compreender isso, é tudo - o resto entrará por si só. Abrimos a porta.

Revela ingnorância quem pretende lutar contras as ondas, como que querendo mandá-las de volta ao oceano - elas lamberão sempre as areias da praia.


texto de Somendra

terça-feira, 28 de julho de 2009

A energia das paixões

A energia das paixões


"Um homem inteligente nota que certos momentos se repetem. Frequentemente ele se vê diante dos mesmos problemas, e enfrenta situações que já havia enfrentado anteriormente. Então, fica deprimido. Começa a achar que é incapaz de progredir na vida, já que as mesmas coisas que viveu no passado estão acontecendo de novo. "Já passei por isso", ele reclama com seu coração. "Realmente você já passou", responde o seu coração. "Mas nunca ultrapassou". O homem, então, passa a ter consciência que as experiências repetidas tem uma finalidade: ensinar-lhe o que ainda não aprendeu. Ele passa a dar uma solução diferente para cada luta repetida - até que encontra a vitória". (O caminho da Vitória)

Sem entrarmos no mérito moral da questão dos relacionamentos passionais, uma das características de quem utiliza de forma consciente e equilibrada a sua faculdade mediúnica, é acessar, eventualmente, informações de vidas passadas.
A energia da paixão, pelo fato de envolver dois seres que se atraem, deixa registros dessa intensa relação em suas memórias extracerebrais. Como a experiência de apaixonar-se por outra pessoa é genuínamente humana, esses registros encontram-se à disposição para serem revelados à luz da consciência, principalmente, quando mantemos saudável o mecanismo de acesso a essas informações que independem da memória cerebral da vida presente.

Nessa condição de estarmos "ligados" às sensações do aqui e agora e, ao mesmo tempo, conectados a uma frequência superior à percepção dos cinco sentidos, propicia-nos experienciar situações que sintonizamos pela energia das emoções, em vidas passadas.

Entre algumas experiências ocorridas comigo na juventude, uma delas chamou-me especial atenção: um contato ocasional com uma mulher ainda jovem. No entanto, a visualização de seu rosto e, principalmente, de seu cabelo comprido e encaracolado, de cor castanho escuro, passou-me instantaneamente uma forte impressão de já tê-la conhecido de algum lugar. Fato que imediatamente mexeu com as minhas emoções...

Passado aquele momento, nunca mais a vi. Porém, a simples visualização de sua imagem serviu para resgatar dos recônditos da memória extracerebral, "flashes" de uma relação muito antiga em que a energia das emoções ficou anexada à imagem daquela mulher do remoto passado que se revelara através de traços físicos semelhantes à jovem do contato fortuito no presente.
Reencontro? Almas gêmeas? Na verdade, não senti - e não percebi - que fosse o caso. Simplesmente, conclui, que através do mecanismo inconsciente da memória extracerebral - pelo cabelo e traços fisonômicos semelhantes -, a imagem da mulher do encontro ocasional, associou-se à imagem da mulher do relacionamento passado, reativando em mim uma certa intensidade de emoção, e revelando, dessa forma, a antiga relação passional.

É provavel que, pelo menos em parte, estejam nessas experiências de conteúdo emocional-passional, as explicações das nossas escolhas inconscientes de parcerias, tipo "amor à primeira vista" ou de perfis que reúnam certas características físicas, fisionômicas e de caráter.

No entanto, o saudável da questão é sabermos discernir entre passado e presente, ou seja, que a vida é uma oportunidade de renovação em relação às energias psiquico-espirituais que emanam do remoto passado, e que se não estivermos alertas e conectados com o nosso eu superior, tendemos a continuar reféns de antigas emoções que acabam por interferir nas relações afetivas da vida adulta.

O autoconhecimento de nível avançado, a partir do momento em que começamos a aceitar o nosso canal mediúnico como uma forma natural de acessarmos outros níveis de conhecimento e de informações, torna-se, a partir do Terceiro Milênio, uma necessidade para aqueles que desejam acompanhar a expansão consciencial programada para a humanidade.

A ixação ou dependência afetivo-emocional a relacionamentos antigos que permanecem vinculados pela energia da paixão, e de sentimentos não resolvidos gerados por consideráveis traumas psíquicos entre os envolvidos, nada acrescenta em termos de desprendimento e evolução do espírito, mas ao contrário, porque o mantém cativo a uma situação de dependência que ele próprio desconhece a sua origem.

A cura dos males da alma e do corpo passam pela conscientização de que os sentimentos não resolvidos, assim como as emoções, tornam-se energias cumulativas que pela sua ação invasiva no inconsciente, provocam reações negativas que cedo ou tarde se manifestarão em forma de patologias.

Nesse sentido, um melhor nível de autoconhecimento, isto é, o conhecimento do conteúdo emocional que, até então, exercia pressão sobre o inconsciente do indivíduo limitando o fluxo de seu crescimento pessoal, torna-se imprescindível para aqueles que desejam libertar-se das "amarras" de seu passado recente e remoto.

O despertar para o fluxo natural e saudável da vida passa pelo processo de renovação de energias a partir da vida presente, caso contrário, a tendência é reproduzirmos vida após vida, um padrão de comportamento íntimamente ligado às energias de nossas emoções acumuladas com o decorrer dos séculos...

A saúde integral, livre de doenças de fundo emocional, é a meta a ser atingida por aqueles que procuram a geração da energia do amor a partir de si mesmos, mas em comunhão com o outro. Quando atingido esse patamar de renovação e libertação do passado, o indivíduo torna-se apto a compreender que paixão é uma energia densa, instável, intensa e fugaz, e que amor é uma energia leve, estável, envolvente e eterna.

Psicanalista Clínico e Interdimensional.

www.flaviobastos.com

Dirigente mediúnico espírita

terça-feira, 7 de julho de 2009

Filosofia em nossas vidas... de vez em quando...



Um professor de filosofia, parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com bolas de gude. Olhou para os alunos, e perguntou se o vidro estava cheio.

Todos disseram que sim.

Ele então, pegou uma caixa com pedrinhas bem pequenas, jogou-as dentro do vidro agitando levemente. As pedrinhas rolaram para os espaços entre as bolas de gude.

Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante.

Olhando calmamente para a classe o professor disse: Quero que entendam, que isto, simboliza a vida de cada um de vocês.

1º. As bolas de gude.

São as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a vida.


2º As pedrinhas.

São as outras coisas que importam: como o emprego, a casa, o carro...


3º A areia.

Representa o resto: as coisas pequenas....


* Experimentem colocar, a areia primeiro no vidro, e verão que não caberá as bolas de gude e as pedrinhas...
- O mesmo vale para suas vidas.
Priorizem, cuidar das "bolas de gude", do que é realmente importante, depois, estabeleçam a ordem dos demais objetivos, pois o resto é só areia!

Após ouvirem mensagem tão profunda, um aluno passou alguns segundos em profunda reflexão, e, perguntou ao professor se poderia pegar o pote de vidro, que todos acreditavam estar cheio, e fez novamente a pergunta:


- Vocês concordam que o vidro está realmente cheio?

- Todos responderam que sim, inclusive o professor.

Então, ele derramou uma lata de CERVEJA dentro do vidro.

A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços restantes, fazendo com que ele, desta vez ficasse realmente cheio.
Todos, alunos e professor, ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno.

- Então, o aluno finalmente explicou:

"NÃO IMPORTA O QUANTO SUA VIDA ESTEJA CHEIA DE COISAS E PROBLEMAS,
SEMPRE HAVERÁ ESPAÇO PARA UMA CERVEJINHA."

sexta-feira, 12 de junho de 2009

PESSOAS INTELIGENTES


Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei! Respondeu o tolo.
- Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa

A primeira
Quem parece idiota, nem sempre é

A Segunda
Quais eram os verdadeiros idiotas da história??????

A Terceira
Se você for ganacioso, acaba estragando sua fonte de renda.

A quarta e a mais interessante
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos......
Moral da História
O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente.

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