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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

LENDAS DE SÃO PAULO. MENTIRAS E VERDADES.


São Paulo é cheia de mistérios e lendas

 -É verdade que o Edifício Itália é o prédio mais alto da cidade?
Mentira.O mais alto é o Edifício Mirante do Vale (também conhecido como Palácio Zarzur, na Avenida Prestes Maia), com 170 metros de altura e 50 andares. O Edifício Itália - com 160 metros e 42 andares - continua levando a fama porque foi erguido em terreno mais alto.


- É verdade que existem arranha-céus na cidade sem o 13º andar?
Verdade.Superstição comum nos Estados Unidos, alguns prédios de São Paulo também numeram o 13º andar como 14º. Portanto, o 13º, embora na prática exista, não é identificado como tal. É o caso, por exemplo, do edifício do Banco Safra na Avenida Paulista, de 1988, e da Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas (foto), inaugurada em 1999 na Marginal Pinheiros. O Novotel Jaraguá, no centro, extinguiu o andar quando foi remodelado, em 2004.

-É verdade que existe jacaré no Rio Tietê?
Mentira.No trecho que passa pela cidade, o rio tem nível de oxigênio perto de zero e índice de visibilidade nulo. Portanto, animais não conseguiriam viver em suas águas. Na década de 80, pelo menos três jacarés foram apreendidos nas margens do rio pelos bombeiros. Acredita-se que os bichos tenham sido abandonados ali por criadores. Garças, frangos-d'água, capivaras e quatis aparecem eventualmente.


-É verdade que os motoristas podem trafegar pelos corredores exclusivos de ônibus nos fins de semana?
Verdade.Das 15h de sábado às 4h de segunda-feira, carros particulares e motos podem circular livremente pelos corredores, respeitada a velocidade máxima de 50 quilômetros por hora.


-É verdade que em São Paulo ainda existem índios morando em aldeias?
Verdade.Há três aldeias dentro da área do município, com um total de 1 034 indios da etnia guarani m'bya: a Jaraguá, no pico homônimo, e a Tenondê Porã e a Krukutu, no distrito de Parelheiros.

-É verdade que há um trator enterrado no gramado do Estádio da Portuguesa, no Canindé?
Mentira.É pura maldade de torcedor - dos times rivais, claro. Reza a lenda que, em 1972, quando os dirigentes da Portuguesa de Desportos terminaram de reconstruir o estádio (de 1956) e erguer arquibancadas de concreto, esqueceram um trator no meio do gramado. Como ficou impossível removê-lo pelas saídas destinadas ao público, decidiram enterrá-lo ali mesmo. Ora, pois, pura mentira!  Mas parece que foi mesmo enterrado uma betoneira!!!


-É verdade que maio é o mês em que mais ocorrem casamentos em São Paulo ?
Mentira.De acordo com o IBGE, o mês que lidera as uniões dos noivos paulistanos é dezembro. O último levantamento, de 2004, revela que maio, o mês das noivas, ficou na sétima colocação, com 4 541 casamentos, contra 6 700 em dezembro. Agosto, com sua má fama, apareceu no fim do ranking (2 822 matrimônios).

-É verdade que o uso de celular em postos de gasolina pode acarretar multa de 530 reais?
Verdade.Até hoje, entretanto, nenhum paulistano foi multado. O valor está previsto em lei municipal, de autoria do vereador Wadih Mutran (poderia ser Mutreta), que proíbe desde 2002 o uso de celulares em postos de gasolina devido ao risco de provocar explosões. "Isso é uma grande bobagem", diz o engenheiro eletrônico Paul Jean Etienne Jeszensky, especialista em telefonia digital da Escola Politécnica da USP. "Você já viu alguém entrar no posto empurrando o carro? O motor em funcionamento produz muito mais faísca do que a bateria do celular."


-É verdade que casais são proibidos de se beijar no bar Léo?
Verdade.Instalado desde 1940 na esquina das ruas Aurora e dos Andradas, no centro, o bar conhecido pela excelência de seu chope só passou a aceitar a entrada de mulheres desacompanhadas nos anos 70. Até hoje, proíbe que casais se beijem em suas dependências. Quando isso acontece, um funcionário vai até a mesa e chama a atenção dos clientes. "Porque começa assim, e, dali a pouco, a mulher já está no colo do rapaz", diz o encarregado da gerência, João Dantas. Agora a Brahma assumiu o controle do Bar do Leo e o chope deixou de ser falsificado e nem ligam mais para os beijinhos!

-É verdade que o distrito de Parelheiros está sobre uma cratera feita pela colisão de um meteorito?
Verdade. Cerca de 35 000 paulistanos moram dentro de um buraco de 3,6 quilômetros de diâmetro e 150 metros de profundidade. Localizada logo ao sul da Represa Billings, no extremo sul da mancha urbana, essa cratera foi criada com o impacto de um meteorito aproximadamente 40 milhões de anos atrás. "É um dos principais patrimônios geológicos do país", diz o geólogo Fábio Resende, que há sete anos faz pesquisas no local. "Ali, ainda existem sedimentos que contêm traços do próprio meteorito."


-É verdade que existe uma mulher que ganha a vida vendendo troco na feira?
Verdade.Uma senhora que se identifica como "Valquíria" passa por volta das 7 da manhã pelas barracas de diversas feiras da cidade oferecendo maços de 97 reais divididos em notas de 1, 2 e 5 reais. Deixa o dinheiro com os feirantes que precisam de troco e volta algum tempo depois para receber 100 reais. Tem, portanto, um lucro de pouco mais de 3% em cada operação. "Consigo dinheiro trocado com cobradores em pontos de ônibus e vendedores ambulantes", conta Valquíria, que não revela o sobrenome por medo de assalto. "Já fui roubada cinco vezes."

-É verdade que existem mais ratos do que pessoas em São Paulo ?
Verdade.Quase quinze vezes mais. De acordo com uma estimativa de 2005 do Centro de Controle de Zoonoses, há na cidade 160 milhões de ratos - e 10,9 milhões de pessoas. O fenômeno existe também em outras metrópoles, embora em proporção menor. Em Nova York, o índice é de sete roedores por habitante; em Londres, de três para um.  Alguns desses ratos paulistas se dedicam a politica!!!


-É verdade que mais de 10 000 pessoas moram na Avenida Paulista?
Verdade.De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação, cerca de 12 mil pessoas vivem em seus dezoito edifícios residenciais. Considerada o coração financeiro do país, a avenida conta com 67 prédios comerciais.

-É verdade que o rádio do carro não pega na região da Avenida Paulista por causa da quantidade de antenas ali localizadas?
Em termos.A sintonia de uma estação de rádio depende de dois fatores: potência de transmissão e qualidade do aparelho receptor. "Como a Paulista está cheia de emissoras, as estações menos potentes sofrem muita interferência e são prejudicadas", explica Antonio Fischer de Toledo, engenheiro de telecomunicações da USP. "Os rádios dos carros, que geralmente não são muito bons, nem sempre conseguem separar de modo adequado as freqüências, por causa da proximidade com as antenas." Somente de emissoras de rádio, há oito antenas na avenida.


-É verdade que os cães apreendidos pela carrocinha viram sabão?
Mentira.Acredita-se que tal lenda tenha surgido porque a gordura animal (principalmente de boi) costuma servir de matéria-prima na fabricação de sabão em pedra. "Essa história é ridícula", afirma o biólogo Hildebrando Montenegro, do Centro de Controle de Zoonoses. "Cães nunca foram usados para isso. » " Os cerca de quarenta cães e gatos apreendidos por dia pelas oito carrocinhas paulistanas ficam por três dias úteis à espera do dono. Se não aparecer ninguém para resgatá-lo, o bicho é encaminhado para adoção ou sacrificado (com uma injeção letal). Em seguida, incinerado.

-É verdade que a anã Verônica, uma das atrações do Circo Roda Brasil, é filha do cantor Nelson Ned?
Verdade.Verônica Ned - que não revela a altura, assim como algumas pessoas não contam a idade - integra a equipe do Circo Roda Brasil, em exibição no Memorial da América Latina. Segundo o site do próprio Memorial, ela mede 90 centímetros , ou 22 a menos que seu pai. "Estou realizada porque aqui posso mostrar todo o meu talento", diz a artista, que faz acrobacias, participa de um número de palhaços, dança e canta muito bem. Com 30 anos, ela é a caçula de três filhos, também anões. Nelson Júnior é baterista de uma banda de jazz e Monalisa, fonoaudióloga.


-É verdade que há bichos-preguiça no Jardim da Luz?
Verdade.São quatro - três machos e uma fêmea. "É difícil vê-los porque ficam escondidos no topo das árvores", diz a veterinária Vilma Clarice Geraldi, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. "Muitas vezes precisamos recorrer a binóculos." Os machos nasceram ali, descendentes de um grupo de preguiças que vive no parque desde o fim do século XVIII. Já a fêmea foi trazida em outubro do ano passado. "Suspeitamos que ela já esteja prenhe." Portanto, quatro bichos-preguica ficam no topo das arvores e outras centenas deles passam horas sentados nos bancos do Jardim da Luz.

-É verdade que São Paulo é a maior cidade japonesa fora do Japão?
Verdade.A população de japoneses e seus descendentes, apenas  na capital, é estimada em 400.000 pessoas, segundo o Ministério de Negócios Estrangeiros do Japão. É a maior colônia nipônica fora do Japão. Atrás vêm as comunidades de Los Angeles e Honolulu (no Havaí), com cerca de 100 000 pessoas cada uma. Uma pesquisa realizada pelo DATAFOLHA em 2010 revelou que 93% dos imigrantes japoneses e seus respectivos descendentes torcem pelo Corinthians.


-É verdade que dá para ver o mar sem sair de São Paulo?
Verdade.Quem enveredar por uma das trilhas do Parque Estadual da Serra do Mar, em Marsilac, no extremo sul do município, a 55 quilômetros da Praça da Sé, pode avistar o mar de Itanhaém. "Dá para ver a olho nu", diz a presidente da Associação de Moradores do Distrito de Marsilac, Maria Lúcia Cirillo. "Se o dia estiver claro, conseguimos observar até os prédios da cidade e algumas embarcações maiores."

-É verdade que os radares fotográficos instalados nos semáforos não multam à noite?
Verdade.São cinquenta equipamentos posicionados nos cruzamentos mais movimentados de São Paulo foram comprados pela prefeitura na década de 90 e não têm flash. Ou seja, só funcionam de dia. A Companhia de Engenharia de Tráfego, no entanto, informa que não há salvo-conduto para quem cruza os semáforos à noite. Se um marronzinho flagrar a infração, o motorista será autuado com uma multa gravíssima (191,54 reais e 7 pontos na carteira de habilitação). Cuidado, o DSV instalou recentemente diversos radares "inteligentes" que, dentre outras coisas,  funcionam a noite.


-É verdade que existem edifícios residenciais em Higienópolis nos quais os elevadores ficam parando em todos os andares do anoitecer da sexta ao anoitecer do sábado?
Verdade.O mecanismo está instalado em elevadores de pelo menos dez prédios da região. Ele serve para que os judeus ortodoxos possam usar os elevadores sem desrespeitar o Shabat - dia considerado sagrado, que vai do pôr-do-sol de sexta ao início da noite de sábado, no qual o mínimo esforço de apertar um botão deve ser evitado. "A tecnologia propicia essas adaptações à vida moderna, facilitando o cumprimento dos preceitos", diz Cecilia Ben David, especialista em judaísmo da Casa de Cultura de Israel. "Em Tel-Aviv, isso já é bem comum."  Os baianos tambem querem algo parecido!!!

-É verdade que se uma pessoa cair no Rio Tietê morrerá intoxicada?

Em termos.O rio é fiel depositário de detritos de São Paulo e de outras 38 cidades da região metropolitana. "Com sorte, quem cair em suas águas pode pegar somente cólera, hepatite ou leptospirose", diz o biólogo. José Luiz Negrão Mucci, do departamento de saúde ambiental da USP. O risco de intoxicação é altíssimo, pois o Tietê está poluído por metais pesados e substâncias tóxicas como cianetos. "Mas, se receber tratamento médico adequado, a vítima possivelmente sobreviverá."


terça-feira, 13 de agosto de 2013

PORQUE USAMOS ALIANÇA NO QUARTO DEDO?


Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente:

Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos. O dedo médio representa a você mesmo. O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa seus filhos. Agora junte suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a você mesmo, como na imagem….

Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com você até o dia da sua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.


Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós se vão, una os dedos novamente.

Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida, e é por isso que o anel se usa neste dedo.


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lendas sobre a origem das mulheres.



Existem várias lendas sobre a origem da Mulher.

Uma diz que Deus pôs o primeiro homem a dormir, inaugurando assim a anestesia geral, tirou uma de suas costelas e com ela fez a primeira mulher. E que a primeira provação de Eva foi cuidar de Adão e agüentar o seu mau humor enquanto ele convalescia da operação. Uma variante desta lenda diz que Deus, com seu prazo para a Criação estourado, fez o homem às pressas, pensando "Depois eu melhoro", e mais tarde, com o tempo, fez um homem mais bem-acabado, que chamou mulher, que é "melhor" em aramaico.


Outra lenda diz que Deus fez a mulher primeiro, e caprichou nas suas formas, e aparou aqui e tirou dali, e com o que sobrou fez o homem só para não jogar barro fora. 

Zeus teria arrancado a mulher de sua própria cabeça. 


Alguns povos nórdicos cultivam o mito da Grande Ursa Olga, origem de todas as mulheres do mundo, o que explica o fato das mulheres se enrolarem periodicamente em pêlos de animais, cedendo a um incontrolável impulso atávico, nem que seja só para experimentar, na loja, e depois quase desmaiar com o preço. 

Em certas tribos nômades do Meio Oriente ainda se acredita que a mulher foi, originariamente, um camelo, que na ânsia de servir seu mestre de todas as maneiras foi se transformando até adquirir sua forma atual. 


Todas estas lendas, é claro, têm pouco a ver com a verdade científica. Hoje se sabe que o Homem é o produto de um processo evolutivo que começou com a primeira ameba a sair do mar primevo, e é o descendente direto de uma linha específica de primatas, tendo passado por várias fases até atingir o seu estágio atual - e aí encontrar a Mulher, que ninguém ainda sabe de onde veio. 

É certamente ridículo pensar que as mulheres também descendem de macacos. A minha mãe, não!


Uma das teses mais aceitáveis sobre o papel da mulher na evolução do homem é a de que o primeiro encontro entre os dois se deu no período paleolítico, quando um homo-sapiens mas não muito, chamado, possivelmente, Ugh, saiu para caçar e avistou, sentado numa pedra penteando os cabelos, um ser que lhe provocou o seguinte pensamento, em linguagem de hoje: "Isso é que é mulher e não aquilo que tenho na caverna". Ugh aproximou-se da mulher e, naquele seu jeitão, deu a entender que queria procriar com ela. "Agh maakgrom grom", ou coisa parecida. A mulher olhou-o de cima a baixo e desatou a rir. É preciso lembrar que Ugh, embora fosse até bem apessoado pelos padrões da época, era pouco mais do que um animal aos olhos da mulher. Tinha a testa estreita e as mandíbulas pronunciadas e usava gordura de mamute nos cabelos. A mulher disse alguma coisa como "Você não se enxerga, não?" e afastou-se, enojada, deixando Ugh desolado. Antes dela desaparecer por completo, Ugh ainda gritou "Espera uns 10 mil anos pra você ver!", e de volta à caverna exortou seus companheiros a aprimorarem o processo evolutivo. Desde então, o objetivo da evolução do homem foi o de proporcionar um par à altura para a mulher, para que, vendo o casal, ninguém dissesse que ela só saía com ele pelo dinheiro, ou para espantar assaltantes. Se não fosse por aquele encontro fortuito em alguma planície do mundo primitivo, o homem ainda seria o mesmo troglodita desleixado e sem ambição, interessado apenas em caçar e catar seus piolhos, e um fracasso social. 


Mas de onde veio a primeira mulher, já que podemos descartar tanto a evolução quanto as fantasias religiosas e mitológicas sobre a criação? Inclino-me para a tese da origem extraterrena. A mulher viria (isto é pura especulação, claro) de outro planeta. Venho observando-as durante anos, inclusive casei com uma, para poder estudá-las mais de perto - e julgo ter colecionado provas irrefutáveis de que elas não são deste mundo. Observei que elas não têm os mesmos instintos que nós, e volta e meia são surpreendidas em devaneio, como que captando ordens de outra galáxia, embora disfarcem e digam que só estavam pensando no jantar. Têm uma lógica completamente diferente da nossa. 

Ultimamente têm tentado dissimular sua peculiaridade, assumindo atitudes masculinas e fazendo coisas - como dirigir grandes empresas e xingar a mãe do motorista ao lado - impensáveis há alguns anos, o que só aumenta a suspeita de que se trata de uma estratégia para camuflar nossas diferenças, que estavam começando a dar na vista.]

Quando comentamos o fato, nos acusam de ser machistas, presos a preconceitos e incapazes de reconhecer seus direitos, ou então roçam a nossa nuca com o nariz, dizendo coisas como "ioink, ioink" que nos deixam arrepiados e sem argumentos. Claramente combinaram isto. Estão sempre combinando maneiras novas de impedir que se descubra que são alienígenas e têm desígnios próprios para a nossa terra. É o que fazem quando vão, todas juntas, ao banheiro, sabendo que não podemos ir atrás para ouvir. Muitas vezes, mesmo na nossa presença, falam uma linguagem incompreensível que só elas entendem, obviamente um código para transmitir instruções do Planeta Mãe. E têm seus golpes baixos. Seus truques covardes. Seus olhos laser, claros ou profundamente escuros, suas bocas. Meu Deus, e a Convenção de Genebra não vê isso! E as armas químicas - perfumes, loções, cremes. São de uma civilização superior, o que podem nossos tacapes contra os seus exércitos de encantos? Breve dominarão o mundo. Breve saberemos o que elas querem. Se depois de sair este artigo eu for encontrado morto com sinais de ter sido carinhosamente asfixiado, minha tese está certa. Se nada me acontecer, é sinal de que a tese está certa, mas elas não temem mais o desmascaramento. O que elas querem, afinal?


Se a mulher realmente veio ao mundo para inspirar o homem a melhorar e ser digno dela, pode ter chegado à conclusão de que falhou. O que sugere a possibilidade de que, assim como veio, a mulher está pronta a partir, desiludida conosco. E se for isso que elas conspiram nos banheiros? A retirada? Seríamos abandonados à nossa própria estupidez. Elas levariam as suas filhas e nos deixariam com caras de Ugh. Posso ver o fim da nossa espécie. Nossos melhores cientistas abandonando tudo e se dedicando a intermináveis testes com a costela, depois de desistir da mulher sintética. Tentando recriar a mágica da criação. Uma mulher, qualquer mulher, de qualquer jeito. Prometemos que desta vez não as decepcionaremos. Uma mulher! Como é que se faz uma mulher?

Mulher, sua origem... 
Luis Fernando Verissimo


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Quibungo (bicho-papão)



Segundo a lenda o Quibungo é uma espécie de Bicho-Papão negro, um visitante africano inesperado que acabou por se domiciliar na Bahia, onde passou a fazer parte do folclore local. Trata-se de uma variação do Tutu e da Cuca, cuja principal função era disciplinar, pelo medo, as crianças rebeldes e relutantes em dormir cedo.

O Quibungo faz parte dos contos romanceados, sempre com um episódio trágico ou feliz, mas sem data que o localize no tempo. É um Velho do Saco para os meninos, um temível devorador de crianças, especialmente as desobedientes. Sem dúvida um meio eficaz de cobrar disciplina pela imposição do medo.

Não há nenhum testemunho ocular de sua existência, mas, em meio ao universo infantil, existe como concreto. Dentro dessas histórias tradicionais, contadas para as crianças inquietas ou teimosas, ele se arrasta como um fantasma faminto, como um feroz devorador de meninos e meninas que distanciam dos seus pais.

É personagem da literatura oral afro-brasileira, com cruel voracidade, enorme feiúra, brutalidade e inexistente finalidade moral.

O Quibungo é ao mesmo tempo homem e animal. Espécie de lobo ou velho negro maltrapilho e faminto sujo e esfarrapado, um verdadeiro fantasma residente nos maiores temores infantis.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Lobisomem



De acordo a Lenda, o Lobisomem é um ser que seria resultado de uma oração poderosa feita numa noite de sexta-feira,de preferência de Lua Cheia num estábulo ou cocheira de burro ou cavalo,no qual a pessoa rola no local como se fosse o animal ,dizendo a reza e é feita como pacto com entidades malignas. Em algumas Regiões a transformação em Lobisomem acontece numa noite de sexta-feira sempre meia noite numa encruzilhada, onde repetindo os atos de um cavalo rolando no chão, a pessoa transforma-se.

O Lobisomem seria a fusão do lobo com o homem. Muitas histórias são contadas sobre este ser. No Brasil é comum em todos os Estados, principalmente nas localidades da Zona Rural, onde é muito comum as pessoas afirmarem que já o viram ,que também passa a ser um mistério para quem vê e quem ouve a história. O Lobisomem ataca animais e pessoas para se alimentar de sangue e volta a forma humana somente com o raiar do Sol.

Lendas brasileiras - Negrinho do Pastoreiro



A lenda do Negrinho do Pastoreio é uma lenda meio cristã e meio africana. É muito popular no sul do Brasil e sua origem é do fim do Século XIX, no Rio Grande do Sul. Foi muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É uma lenda reconhecidamente do Rio Grande do Sul, e alguns folcloristas afirmam que a região tem uma única lenda sua, criada ao jeito local.

Conta a lenda que nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Em um dia de inverno, fazia muito frio e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. Disse o estancieiro: "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece". Aflito, o menino foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.

De volta à estância, o estancieiro, ainda mais irritado, bateu novamente no menino e o amarrou nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. A partir disso, entre os andarilhos, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio. Desde então, quando qualquer cristão perdia uma coisa, fosse qualquer coisa, pela noite o Negrinho procurava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.

Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi...". Se ele não achar, ninguém mais acha.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lendas brasileiras - Arranca Línguas



De acordo com as pessoas que já o viram, o Arranca Línguas seria como um grande Gorila, porém muito maior do que um Gorila ou um homem, segundo contam um dos seus principais alimentos é a língua, que pode ser tanto de animais como, bois, cavalos, cabras ou mesmo de gente. Costuma atacar suas vítimas à noite, matando-as e retirando-lhes a língua para comer, é por isso que recebe o nome de Arranca Línguas. Esta Lenda é muito comum no Estado de Goiás e na região do Rio Araguaia.

Lendas brasileiras: Porca dos Sete Leitões



Conta a lenda que uma Baronesa, praticava muitas maldades contra seus  escravosOs escravos cansados de tanta crueldade resolveram tomar uma atitude. Um feiticeiro negro revoltado com suas injustiças lançou um feitiço na Baronesa,  ela foi transformada em porca, e seus sete filhos foram transformados em porquinhos. Segundo dizem, a sina deles é andar fuçando com o focinho no chão a procura de um anel enterrado, quando encontrarem esse anel, quebrarão o feitiço e voltarão a ser o que eram.
Lenda da região sudeste do Brasil

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sociedade Protetora dos Saci-Pererê




Participe da Sociedade Protetora dos Saci-Pererê!!

Essa Sociedade tem o objetivo de proteger esse jovenzinho, que além de discriminado... não é mais visto com tanta freqüência... portanto... ajude-nos!!

Conte estórias, causos e ajudê-nos a "mantê-lo vivo" em nossas memórias!

Uma breve biografia deste jovem:

O Saci-Pererê é uma lenda do folclore brasileiro e originou-se entre as tribos indígenas do sul do Brasil.

Possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e sempre está com um cachimbo na boca. 

Inicialmente, o saci era retratado como um curumim endiabrado, com duas pernas, cor morena, além de possuir um rabo típico.

Com a influência da mitologia africana, o saci se transformou em um negrinho que perdeu a perna lutando capoeira, além disso, herdou o pito, uma espécie de cachimbo e ganhou da mitologia européia, um gorrinho vermelho.

Preste bastante antenção, acho que foi por isso que você não o capturou: Após a captura, deve-se retirar o capuz da criatura para garantir sua obediência e prendê-lo em uma garrafa.
Entendeu????


A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.
É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.
Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.
Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.
Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc. 


Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial.
Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas.
Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações: 
Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda.
Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai.
Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer.


Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.
Diz também a lenda, que os Sacis nascem em brotos de bambus, nestes eles vivem sete anos e após esse tempo, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais.

Os avós falavam que quando sumia alguma coisa da gente lá na fazenda, era o saci que tinha escondido....algumas nunca mais achamos mesmo. 
Dizem que, depois que os sacis morrem, viram um cogumelo venenoso ou uma orelha de pau.
Fala Tio Barnabé, personagem de Monteiro Lobato:
O saci é um diabinho de uma perna só que anda solto pelo mundo, armando reinações de toda sorte: azeda o leite, quebra pontas das agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no fogo, gora os ovos das ninhadas. Quando encontra um prego, vira ele de ponta pra riba para que espete o pé do primeiro que passa. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. Não contente com isso, também atormenta os cachorros, atropela as galinhas e persegue os cavalos no pasto, chupando o sangue deles. O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.

O que se fala: 
  1. É um duende idealizado pelos indígenas brasileiros como apavorante guardião das florestas. A princípio ele era um curumim perneta, de cabelos avermelhados, encantador de crianças e adultos que perturbava o silêncio das matas. 
  2. Em contato com o elemento africano e a superstição dos brancos, recebeu o cognome de Taperê, Pererê Sá Pereira, etc. Tornou-se negro, ganhou um gorro vermelho e um cachimbo na boca. Em alguns lugares, como às margens do rio São Francisco, adquiriu duas penas e a personalidade de um demônio rural que faz travessuras e gosta de enganar pessoas. É o famoso Romão ou Romãozinho. 
  3. Na zona fronteiriça ao Paraguai ele é um anão do tamanho de um menino de 7 a 8 anos, que gosta de roubar criaturas dos povoados e largá-las em lugar de difícil acesso. Talvez devido aos vestígios culturais trazidos pelos bandeirantes em suas andanças pelo sul do Brasil, o saci mineiro recebeu, além dessas qualidades do "Yaci-Yaterê" guarani, um bastão, laço ou cinto, que usa como a "vara de condão" das fadas européias. Sincretizado freqüentemente como o capeta, tem medo de rosários e de imagens de santos. Quando quer desaparecer, transforma-se num corrupio de vento.

Sociedade Protetora dos Saci-Pererê: https://www.facebook.com/groups/saciperere/




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