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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

LENDAS DE SÃO PAULO. MENTIRAS E VERDADES.


São Paulo é cheia de mistérios e lendas

 -É verdade que o Edifício Itália é o prédio mais alto da cidade?
Mentira.O mais alto é o Edifício Mirante do Vale (também conhecido como Palácio Zarzur, na Avenida Prestes Maia), com 170 metros de altura e 50 andares. O Edifício Itália - com 160 metros e 42 andares - continua levando a fama porque foi erguido em terreno mais alto.


- É verdade que existem arranha-céus na cidade sem o 13º andar?
Verdade.Superstição comum nos Estados Unidos, alguns prédios de São Paulo também numeram o 13º andar como 14º. Portanto, o 13º, embora na prática exista, não é identificado como tal. É o caso, por exemplo, do edifício do Banco Safra na Avenida Paulista, de 1988, e da Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas (foto), inaugurada em 1999 na Marginal Pinheiros. O Novotel Jaraguá, no centro, extinguiu o andar quando foi remodelado, em 2004.

-É verdade que existe jacaré no Rio Tietê?
Mentira.No trecho que passa pela cidade, o rio tem nível de oxigênio perto de zero e índice de visibilidade nulo. Portanto, animais não conseguiriam viver em suas águas. Na década de 80, pelo menos três jacarés foram apreendidos nas margens do rio pelos bombeiros. Acredita-se que os bichos tenham sido abandonados ali por criadores. Garças, frangos-d'água, capivaras e quatis aparecem eventualmente.


-É verdade que os motoristas podem trafegar pelos corredores exclusivos de ônibus nos fins de semana?
Verdade.Das 15h de sábado às 4h de segunda-feira, carros particulares e motos podem circular livremente pelos corredores, respeitada a velocidade máxima de 50 quilômetros por hora.


-É verdade que em São Paulo ainda existem índios morando em aldeias?
Verdade.Há três aldeias dentro da área do município, com um total de 1 034 indios da etnia guarani m'bya: a Jaraguá, no pico homônimo, e a Tenondê Porã e a Krukutu, no distrito de Parelheiros.

-É verdade que há um trator enterrado no gramado do Estádio da Portuguesa, no Canindé?
Mentira.É pura maldade de torcedor - dos times rivais, claro. Reza a lenda que, em 1972, quando os dirigentes da Portuguesa de Desportos terminaram de reconstruir o estádio (de 1956) e erguer arquibancadas de concreto, esqueceram um trator no meio do gramado. Como ficou impossível removê-lo pelas saídas destinadas ao público, decidiram enterrá-lo ali mesmo. Ora, pois, pura mentira!  Mas parece que foi mesmo enterrado uma betoneira!!!


-É verdade que maio é o mês em que mais ocorrem casamentos em São Paulo ?
Mentira.De acordo com o IBGE, o mês que lidera as uniões dos noivos paulistanos é dezembro. O último levantamento, de 2004, revela que maio, o mês das noivas, ficou na sétima colocação, com 4 541 casamentos, contra 6 700 em dezembro. Agosto, com sua má fama, apareceu no fim do ranking (2 822 matrimônios).

-É verdade que o uso de celular em postos de gasolina pode acarretar multa de 530 reais?
Verdade.Até hoje, entretanto, nenhum paulistano foi multado. O valor está previsto em lei municipal, de autoria do vereador Wadih Mutran (poderia ser Mutreta), que proíbe desde 2002 o uso de celulares em postos de gasolina devido ao risco de provocar explosões. "Isso é uma grande bobagem", diz o engenheiro eletrônico Paul Jean Etienne Jeszensky, especialista em telefonia digital da Escola Politécnica da USP. "Você já viu alguém entrar no posto empurrando o carro? O motor em funcionamento produz muito mais faísca do que a bateria do celular."


-É verdade que casais são proibidos de se beijar no bar Léo?
Verdade.Instalado desde 1940 na esquina das ruas Aurora e dos Andradas, no centro, o bar conhecido pela excelência de seu chope só passou a aceitar a entrada de mulheres desacompanhadas nos anos 70. Até hoje, proíbe que casais se beijem em suas dependências. Quando isso acontece, um funcionário vai até a mesa e chama a atenção dos clientes. "Porque começa assim, e, dali a pouco, a mulher já está no colo do rapaz", diz o encarregado da gerência, João Dantas. Agora a Brahma assumiu o controle do Bar do Leo e o chope deixou de ser falsificado e nem ligam mais para os beijinhos!

-É verdade que o distrito de Parelheiros está sobre uma cratera feita pela colisão de um meteorito?
Verdade. Cerca de 35 000 paulistanos moram dentro de um buraco de 3,6 quilômetros de diâmetro e 150 metros de profundidade. Localizada logo ao sul da Represa Billings, no extremo sul da mancha urbana, essa cratera foi criada com o impacto de um meteorito aproximadamente 40 milhões de anos atrás. "É um dos principais patrimônios geológicos do país", diz o geólogo Fábio Resende, que há sete anos faz pesquisas no local. "Ali, ainda existem sedimentos que contêm traços do próprio meteorito."


-É verdade que existe uma mulher que ganha a vida vendendo troco na feira?
Verdade.Uma senhora que se identifica como "Valquíria" passa por volta das 7 da manhã pelas barracas de diversas feiras da cidade oferecendo maços de 97 reais divididos em notas de 1, 2 e 5 reais. Deixa o dinheiro com os feirantes que precisam de troco e volta algum tempo depois para receber 100 reais. Tem, portanto, um lucro de pouco mais de 3% em cada operação. "Consigo dinheiro trocado com cobradores em pontos de ônibus e vendedores ambulantes", conta Valquíria, que não revela o sobrenome por medo de assalto. "Já fui roubada cinco vezes."

-É verdade que existem mais ratos do que pessoas em São Paulo ?
Verdade.Quase quinze vezes mais. De acordo com uma estimativa de 2005 do Centro de Controle de Zoonoses, há na cidade 160 milhões de ratos - e 10,9 milhões de pessoas. O fenômeno existe também em outras metrópoles, embora em proporção menor. Em Nova York, o índice é de sete roedores por habitante; em Londres, de três para um.  Alguns desses ratos paulistas se dedicam a politica!!!


-É verdade que mais de 10 000 pessoas moram na Avenida Paulista?
Verdade.De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação, cerca de 12 mil pessoas vivem em seus dezoito edifícios residenciais. Considerada o coração financeiro do país, a avenida conta com 67 prédios comerciais.

-É verdade que o rádio do carro não pega na região da Avenida Paulista por causa da quantidade de antenas ali localizadas?
Em termos.A sintonia de uma estação de rádio depende de dois fatores: potência de transmissão e qualidade do aparelho receptor. "Como a Paulista está cheia de emissoras, as estações menos potentes sofrem muita interferência e são prejudicadas", explica Antonio Fischer de Toledo, engenheiro de telecomunicações da USP. "Os rádios dos carros, que geralmente não são muito bons, nem sempre conseguem separar de modo adequado as freqüências, por causa da proximidade com as antenas." Somente de emissoras de rádio, há oito antenas na avenida.


-É verdade que os cães apreendidos pela carrocinha viram sabão?
Mentira.Acredita-se que tal lenda tenha surgido porque a gordura animal (principalmente de boi) costuma servir de matéria-prima na fabricação de sabão em pedra. "Essa história é ridícula", afirma o biólogo Hildebrando Montenegro, do Centro de Controle de Zoonoses. "Cães nunca foram usados para isso. » " Os cerca de quarenta cães e gatos apreendidos por dia pelas oito carrocinhas paulistanas ficam por três dias úteis à espera do dono. Se não aparecer ninguém para resgatá-lo, o bicho é encaminhado para adoção ou sacrificado (com uma injeção letal). Em seguida, incinerado.

-É verdade que a anã Verônica, uma das atrações do Circo Roda Brasil, é filha do cantor Nelson Ned?
Verdade.Verônica Ned - que não revela a altura, assim como algumas pessoas não contam a idade - integra a equipe do Circo Roda Brasil, em exibição no Memorial da América Latina. Segundo o site do próprio Memorial, ela mede 90 centímetros , ou 22 a menos que seu pai. "Estou realizada porque aqui posso mostrar todo o meu talento", diz a artista, que faz acrobacias, participa de um número de palhaços, dança e canta muito bem. Com 30 anos, ela é a caçula de três filhos, também anões. Nelson Júnior é baterista de uma banda de jazz e Monalisa, fonoaudióloga.


-É verdade que há bichos-preguiça no Jardim da Luz?
Verdade.São quatro - três machos e uma fêmea. "É difícil vê-los porque ficam escondidos no topo das árvores", diz a veterinária Vilma Clarice Geraldi, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. "Muitas vezes precisamos recorrer a binóculos." Os machos nasceram ali, descendentes de um grupo de preguiças que vive no parque desde o fim do século XVIII. Já a fêmea foi trazida em outubro do ano passado. "Suspeitamos que ela já esteja prenhe." Portanto, quatro bichos-preguica ficam no topo das arvores e outras centenas deles passam horas sentados nos bancos do Jardim da Luz.

-É verdade que São Paulo é a maior cidade japonesa fora do Japão?
Verdade.A população de japoneses e seus descendentes, apenas  na capital, é estimada em 400.000 pessoas, segundo o Ministério de Negócios Estrangeiros do Japão. É a maior colônia nipônica fora do Japão. Atrás vêm as comunidades de Los Angeles e Honolulu (no Havaí), com cerca de 100 000 pessoas cada uma. Uma pesquisa realizada pelo DATAFOLHA em 2010 revelou que 93% dos imigrantes japoneses e seus respectivos descendentes torcem pelo Corinthians.


-É verdade que dá para ver o mar sem sair de São Paulo?
Verdade.Quem enveredar por uma das trilhas do Parque Estadual da Serra do Mar, em Marsilac, no extremo sul do município, a 55 quilômetros da Praça da Sé, pode avistar o mar de Itanhaém. "Dá para ver a olho nu", diz a presidente da Associação de Moradores do Distrito de Marsilac, Maria Lúcia Cirillo. "Se o dia estiver claro, conseguimos observar até os prédios da cidade e algumas embarcações maiores."

-É verdade que os radares fotográficos instalados nos semáforos não multam à noite?
Verdade.São cinquenta equipamentos posicionados nos cruzamentos mais movimentados de São Paulo foram comprados pela prefeitura na década de 90 e não têm flash. Ou seja, só funcionam de dia. A Companhia de Engenharia de Tráfego, no entanto, informa que não há salvo-conduto para quem cruza os semáforos à noite. Se um marronzinho flagrar a infração, o motorista será autuado com uma multa gravíssima (191,54 reais e 7 pontos na carteira de habilitação). Cuidado, o DSV instalou recentemente diversos radares "inteligentes" que, dentre outras coisas,  funcionam a noite.


-É verdade que existem edifícios residenciais em Higienópolis nos quais os elevadores ficam parando em todos os andares do anoitecer da sexta ao anoitecer do sábado?
Verdade.O mecanismo está instalado em elevadores de pelo menos dez prédios da região. Ele serve para que os judeus ortodoxos possam usar os elevadores sem desrespeitar o Shabat - dia considerado sagrado, que vai do pôr-do-sol de sexta ao início da noite de sábado, no qual o mínimo esforço de apertar um botão deve ser evitado. "A tecnologia propicia essas adaptações à vida moderna, facilitando o cumprimento dos preceitos", diz Cecilia Ben David, especialista em judaísmo da Casa de Cultura de Israel. "Em Tel-Aviv, isso já é bem comum."  Os baianos tambem querem algo parecido!!!

-É verdade que se uma pessoa cair no Rio Tietê morrerá intoxicada?

Em termos.O rio é fiel depositário de detritos de São Paulo e de outras 38 cidades da região metropolitana. "Com sorte, quem cair em suas águas pode pegar somente cólera, hepatite ou leptospirose", diz o biólogo. José Luiz Negrão Mucci, do departamento de saúde ambiental da USP. O risco de intoxicação é altíssimo, pois o Tietê está poluído por metais pesados e substâncias tóxicas como cianetos. "Mas, se receber tratamento médico adequado, a vítima possivelmente sobreviverá."


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

DIA DO FOLCLORE - 22 DE AGOSTO

O folclore é um conjunto de tradições e costumes populares que são transmitidos de geração em geração. Cada povo possui um tipo de folclore, e sua cultura popular representa a identidade social de cada comunidade. 
O folclore brasileiro é muito rico e diversificado, e inclui lendas, contos populares, brincadeiras, receitas, e até mesmo festas especiais para comemorar as suas crenças. 

A literatura também é um dos fatores que enriquecem o folclore do Brasil. Entre as diversas histórias contadas na linguagem popular estão a do saci-pererê, do Curupira, do Boto, da Iara e muito mais. 
Dia do Folclore é comemorado em 22 de agosto pelos brasileiros e internacionalmente no dia 22 de agosto. Isso porque nessa mesma data, no ano de 1846, a palavra “folklore” (em inglês) foi inventada. O autor do termo foi o arqueólogo inglês William John Thoms, que fez a junção de “folk” (povo, popular) com “lore” (cultura, saber) para definir os fenômenos culturais típicos das culturas populares tradicionais de cada nação.

Sabemos que o folclore, ou cultura popular, tem despertado grande interesse de pesquisadores de todo o mundo desde o século XIX. É fundamental para um país conhecer as raízes de suas tradições populares e cotejá-las com as de caráter erudito. Os grandes folcloristas encarregam-se de registrar contos, lendas, anedotas, músicas, danças, vestuários, comidas típicas e tudo o mais que define a cultura popular.
Muitos escritores extraem do folclore a base de sua obra. É o caso, no Brasil, do paraibano Ariano Suassuna. Entre os folcloristas brasileiros, os mais notáveis são Mário de Andrade e Câmara Cascudo. Desse último partiu a confecção do grande Dicionário do Folclore Brasileiro, obra monumental que mantém viva a cultura popular das várias regiões do Brasil.
No Brasil, o Dia do Folclore foi oficializado em 17 de agosto de 1965 por meio do Decreto nº 56.747, assinado pelo então presidente Humberto de Alencar Castelo Branco e por seu Ministro da Educação, Flávio Suplicy de Lacerda. No texto do decreto há referência direta a William John Thoms e ao seu pioneirismo na pesquisa das culturas populares. Restrito a três artigos, o conteúdo do decreto determina o ensino do folclore como sendo de importância fundamental para a cultura do país, como pode ser visto abaixo:
Art. 1º Será celebrado anualmente, a 22 de agosto, em todo o território nacional, o Dia do Folclore.
Art. 2º A Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro do Ministério da Educação e Cultura e a Comissão Nacional do Folclore do Instituto Brasileiro da Educação, Ciência e Cultura e respectivas entidades estaduais deverão comemorar o Dia do Folclore e associarem-se a promoções de iniciativa oficial ou privada, estimulando ainda, nos estabelecimentos de curso primário, médio e superior, as celebrações que realcem a importância do folclore na formação cultural do país.Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.Brasília, 17 de agôsto de 1965; 144º da Independência e 77º da República.

O ensino do folclore ainda segue sendo preservado, apesar de o contato com as tradições mais antigas, em quase todos os países ocidentais, ser paulatinamente diluído.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

LENDAS CAPIXABAS (ESPÍRITO SANTO)


1 – Praia dos Padres
Os antigos moradores da região diziam que a praia era “assombrada”, pois escutavam pescadores conversando, como se os barcos estivessem se aproximando e quando chegavam a praia nada viam além de onda e água. Ao anoitecer escutavam pessoas falando e gritando, parecia que a ela estiva cheia de veranistas. O mar subia tanto que no dia seguinte as raízes das castanheiras pareciam dedos de uma mão velha e cansada – mãos de bruxa.
Todos estes fatos estranhos deixavam os moradores assustados. Para acabar com as assombrações, todo padre que aqui chegava era levado a benzer e rezar a praia, originando o nome da praia.
2 – Mulher Pata
Antigamente as famílias eram muito numerosas. Quando nascia o sétimo(a) filho(a) do casal, segundo a tradição o filho (a) deveria batizar a criança, se isso não acontecesse quando o bebê crescesse: se fosse homem – nas noites de lua cheia virava LOBISOMEM e se fosse mulher viraria MULHER PATA.
Ela ia para as pedras, se escondia no mato, tirava a roupa e se contorcia fazendo com que as penas surgissem. Quando a transformação se completava a PATA voava para o alto mar, pousava no mastro dos barcos e ficava escutando a conversa dos pescadores. Depois de escutar o que queria voava de volta para as pedras e se contorcia até se transformar em mulher novamente, vestia a roupa e saia pela vila contando tudo que havia escutado.
Quando os pescadores voltavam da pescaria dias depois, ficavam intrigados ao verificarem que todos sabiam o que haviam conversado em alto mar. Como era possível se todos retornaram juntos? Começaram a observar que quando isso acontecia sempre uma pata havia pousado no mastro do barco. Concluíram que era a MULHER PATA que havia feito a fofoca.

3 – Mãe-Bá
Havia em Guarapari uma grande lagoa e as suas margens habitava uma tribo de índios que em determinada época foi chefiada por uma velha índia chamada BÁ. Alem de chefe ela era curandeira, protetora e conselheira de toda a tribo, e por isso era considerada a “mãe” de todos, que em tupi-guarani é ESSÉ e significa “olhar por todos”.
Certo dia uma indiozinho adoeceu e BÀ tentou curá-lo com pajelança, ervas e raízes, enfim todos os recursos naturais de que dispunham, sem resultado. Apelou então para uma oferenda aos Deuses da Natureza na lagoa. Pegou uma canoa e foi remando até o meio, de repente algo de estranho aconteceu. Era como se os espíritos estivessem contra ela, por tê-los desafiado. BÁ gritou aterrorizada, os índios foram até a lagoa e viram a canoa virada e com marcas de sangue. Dias depois o corpo de BÁ apareceu com marcas de violência. Os índios pegaram o corpo e cremaram, conforme seus costumes e jogaram a cinza na lagoa. Depois disso, de acordo com a história houve uma grande abundância de peixes na lagoa e em homenagem a índia – recebeu o nome de “LAGOA de MÃE-BÁ.

4 – Mãe do Ouro
Segundo a lenda a Mãe do Ouro é uma menina muito bonita, loira de olhos azuis e quem tiver a sorte de encontrá-la, deverá cortar o dedo e deixar que três gotas de sangue caiam sobre sua cabeça, para que ela se transforme em ouro em pó.
Antigamente, era necessário buscar lenha para cozinhar, nas matas que cercavam as vilas e cidades. Contam que um senhor de nome Manoel e mais três companheiros de Muquiçaba, foram cortar lenha. Marcaram um ponto de referência para se encontrar na volta e cada um seguiu uma trilha. O Sr. Manoel entrou na mata e deparou-se com uma menina, muito bonita e bem vestida, que lhe perguntou o caminho, pois estava perdida. Admirado ele lhe ensinou a trilha de saída, só que ela embrenhou-se mata adentro, não lhe dando ouvidos. Ele a seguiu, mais de repente ela sumiu e o Sr. Manoel acabou se perdendo e só depois de várias horas conseguiu sair e encontrar os companheiros. Ao contar-lhes o que havia acontecido, deixou-os indignados. Eles disseram: “Seu MINGUTA CAPELIDO” (uma ofensa que não consegui entender ou esclarecer o significado) – “você encontrou a Mãe do Ouro, se tivesse dado um pequeno corte no dedo e pingado três gotas de sangue nela – ela se transformaria em ouro em pó. Nunca mais vamos ficar ricos, esta oportunidade só acontece uma vez na vida.
5 – Escalvada
A Ilha Escalvada ou do Farol é uma área de proteção ambiental.
Segundo os moradores ela é encantada, pois em determinados dias ela se transforma em: barco, baleia, bolo de aniversário, castelo, navio, tartaruga e outras formas. O curioso é que isto acontece durante o dia e muitos já viram este fenômeno, inclusive a TV Guarapari já gravou a Ilha se transformando.
6 – Tesouro dos Holandeses
Segundo a história um navio holandês naufragou na costa de Meaípe, na época em seus habitantes eram os índios. Alguns náufragos deram na praia e os índios encantados com a brancura de sua pele, o azul dos seus olhos e o loiro dos seus cabelos, os receberam como enviados dos Deuses.
Eles conseguiram trazer um baú cheio de moeda de ouro e como não havia como usar tanta riqueza numa terra tão selvagem, resolveram escondê-lo, enterrando-o em algum lugar na região. Até hoje alguns se aventuram em procurar o tesouro.

7- A Sereia de Meaípe
A literatura das mais diferentes culturas faz referência a sereias e elas são protagonistas de histórias, lendas, poemas e canções desde há muitos séculos: de trechos da famosa Odisséia que narra a história de Ulisses, herói grego e rei de Itaca, até os mais atuais desenhos animados exibidos nas telas de cinema e televisão.
Sereias compõem o cenário de histórias dos primeiros habitantes do Brasil- os índios- sob a denominação de Mãe d`Água ou Iara- tecidas, contadas e repassadas à luz da lua ao atento olhar de crianças e adultos.
Certamente, nos recônditos da memória de quase todos, com em um relicário, acham-se guardadas as mais belas histórias de sereias.
A história da Sereia de Meaípe é singela e comovente como todas as belas histórias e encontra-se perpetuada não somente pela tradição oral como também pelo registro literário de autores como Maria Stella de Novaes, Fausto Teixeira, Lindolfo Gomes, Rodrigo Campaneli - capixabas, em sua maioria.
Suas raízes remontam à época da colonização do Espírito Santo, quando seu solo era palmilhado por pés dos índios goitacás.
Diz a lenda que um navio holandês naufragou em águas capixabas e alguns sobreviventes aportaram em Meaípe, lançados à praia pelas ondas e abraçados a pedaços de madeira. Os silvícolas os receberam como dádivas dos deuses do oceano, não apenas por serem jovens, mas por terem os cabelos do sol e os olhos do mar.
Os sobreviventes passaram a usufruir a hospitalidade dos índios e, aos poucos, foram se inteirando de sua língua, seus costumes, suas crenças. A miscigenação foi conseqüência natural da convivência e da adoção da nova terra e do novo povo e muitos deles se casaram com aquiescência do cacique goitacá.
Entretanto, um dentre os náufragos não pretendia viver em Meaípe e excursionava pelo litoral capixaba em busca da civilização. Certa vez, avistou uma linda moça em meio às ondas.
Era uma visão fascinante sob os raios da lua que se refletiam em seus longos e sedosos cabelos e prateavam as águas cristalinas.Ao tentar se aproximar, ela mergulhou e, de longe, passou a entoar uma linda e estranha cantiga, desaparecendo depois.
O rapaz que se chamava Augusto ficou encantado pela moça e permaneceu no local determinado a reencontrá-la. A sereia, pois era uma sereia- reapareceu e dessa vez, conversou com ele e disse chamar-se Mariana. Contente, Augusto tentou se aproximar mais e mergulhou, nadando em sua direção. Mariana gritou-lhe que não o fizesse porque sabia que a Mãe-d´àgua jamais aceitaria um relacionamento entre ela e um ser humano. Mas Augusto não lhe deu ouvidos e foi arrastado para as profundezas, tendo sido transformado numa rocha pela Mãe- d´água.
Mariana, debulhada em lágrimas, passou a noite sobre a rocha entoando tristes canções. No entanto, no dia seguinte, sabedora de que Augusto ficara amigo do pajé da tribo, Mariana o procurou e contou o que acontecera. O pajé explicou que nada poderia fazer porque o feitiço só poderia ser desfeito pelo próprio Augusto. Como Mariana considerava isso impossível, já que Augusto estava petrificado, pediu ao feiticeiro que a transformasse em um ser humano.
Recebeu uma poção das mãos do pajé, tomou-a e adormeceu a ao acordar viu que sua cauda foi substituída por lindas pernas.
Mariana logo se acostumou à nova situação e passou a dar longas caminhadas pela praia. Um dia um siri a viu, a reconheceu e espalhou a novidade pelos sete mares. Quando a Mãe-d´àgua tomou ciência da transformação de Mariana, ficou furiosa e partiu para Meaípe, montada em seu cavalo, em busca da sereia rebelde. No entanto, os deuses protegem amantes e, ao se aproximar velozmente da pequena praia, seu cavalo tropeçou lançando-a sobre uma pedra. Augusto, em troca, teve de volta sua forma humana, e, como em todas lindas histórias, casou-se com Mariana e foram felizes para sempre.

Compilado de Thiago Corradi

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Spams: História, origem e curiosidades


Origem

As controvérsias acompanham o spam desde seu "nascimento", cuja data "oficial" pode ser considerada como 5 de março 1994. Neste dia, dois advogados, Canter e Siegel, enviaram uma mensagem sobre uma loteria de Green Cards americanos para um grupo de discussão da USENET. O ato de enviar uma mensagem de propaganda para um fórum sem foco no assunto causou espanto e revolta em muitos assinantes do grupo.
No entanto, o pior aconteceria no dia 12 de abril de 1994, quando os advogados enviaram a mesma mensagem para diversos grupos de discussão da USENET. Foi utilizado um programa capaz de automatizar o envio em massa da mensagem de propaganda. As reações foram imediatas e negativas, gerando apelos sobre a violação da Netiqueta – um conjunto de regras de boas maneiras para os usuários da rede. O grande número de mensagens trocadas sobre o assunto comprometeu o desempenho da rede, causando um dos conhecidos efeitos colaterais do spam.
As mensagens históricas podem ser encontradas no WebArchive.org: http://web.archive.org/web/20011214024742/math-www.uni-paderborn.de/~axel/BL/CS941211.txt
Durante as inflamadas discussões sobre o ocorrido, surgiu a referência ao termo spam, relembrando uma cena do programa de TV do grupo inglês Monty Python, onde vikings inconvenientes estavam em uma lanchonete, repetindo diversas vezes a palavra "spam", referindo-se a um conhecido enlatado americano composto de presunto condimentado.

Curiosidades

Navegando pela rede, é possível encontrar muitas histórias sobre o spam. As lendas e mitos em torno do assunto tornaram-se temas de listas de discussões, fóruns, sitesblogs e comunidades, ou seja, acompanharam a evolução da Internet. Percebe-se que esse outro lado da história da Internet é motivo de eternas discussões técnicas, éticas, legislativas, comportamentais ou psicológicas.

SPAM® e spam

Boa parte das curiosidades sobre spam diz respeito à origem do termo. Tudo começou com o SPAM® , com letras maiúsculas, um presunto condimentado (SPiced hAM) e enlatado americano. O SPAM® (www.spam.com) é fabricado pela Hormel Foods (www.hormelfoods.com), desde 1930, e tem uma legião de fãs no mundo inteiro.
O famoso presunto foi tema de uma cena que o eternizaria em um dos programas de TV do grupo de comediantes Monty Python, sempre lembrados por filmes clássicos como: "Monty Python and the Holy Grail" e "Monty Python – The Meaning of Life".
Numa das cenas do programa "Monty Python´s Flying Circus TV Show", um grupo de vikings está em uma taverna, onde entra um casal que consulta o cardápio, cujos pratos são todos feitos com SPAM® . Enquanto o casal conversa com a garçonete, os vikings recitam diversas vezes um texto extremamente chato, repetindo a palavra SPAM® . A frase mais repetida é: "Spam spam spam spam. Lovely spam!".
No texto do Monty Python, a repetição da palavra SPAM® tantas e tantas vezes, incomoda e perturba. As sensações e as reações são muito parecidas com aquelas experimentadas pelos usuários que receberam repetidas vezes a mesma mensagem postada na USENET, sobre a loteria de Green Cards.
A Hormel não aprova a associação de sua marca com algo tão nocivo à Internet e cada vez mais prejudicial à segurança da rede e do usuário. No site oficial do SPAM® , encontra-se um texto da Hormel (http://store.spam.com/about/internet.aspx), esclarecendo que spam, grafado com letras minúsculas, diz respeito ao envio de mensagens não solicitadas pela Internet e não deve ser confundido com "SPAM® ", grafado com letras maiúsculas, marca registrada pela Hormel Foods. O texto também reitera a objeção da Hormel à associação da imagem do produto SPAM® ao envio de mensagens não solicitadas pela Internet.
"SPAM & the Internet
We do not object to use of this slang term to describe UCE, although we do object to the use of the word "spam" as a trademark and to the use of our product image in association with that term. Also, if the term is to be used, it should be used in all lower-case letters to distinguish it from our trademark SPAM, which should be used with all uppercase letters."
Trecho do texto extraído de http://store.spam.com/about/internet.aspx

O spam de 1978

Para entender a real dimensão das histórias sobre a origem do spam, uma das referências indispensáveis é o site pessoal de Brad Templeton. Ele mantém página com uma pesquisa histórica sobre o assunto, a "Origin of term spam to mean net abuse", que pode ser acessada na íntegra em http://www.templetons.com/brad/spamterm.html).
Um trecho muito interessante descreve que o primeiro spam pode ter acontecido em maio de 1978, quando um funcionário da DEC, contratado para fazer propaganda do novo sistema DEC 20, considerou que todos os usuários da Arpanet estariam interessados em receber as informações sobre o referido sistema.
Uma mensagem de divulgação do DEC 20 foi enviada para 320 endereços da Arpanet, já que esse era o limite aceito pelo sistema da época. O spam histórico, reconhecido muitos anos depois, pode ser visto emhttp://www.templetons.com/brad/spamreact.html. Apesar disso, a mensagem dos Green Cards é considerada o primeiro spam, batizado como tal.

Folclore e Netlore

O folclore é o termo utilizado para referenciar o "ensinamento do povo": folk = povo, nação, raça; e lore = ato de ensinar. Assim, o folclore é a cultura popular, o conjunto de crenças e costumes de um povo, habitantes de uma região ou país. São exemplos de folclore as histórias, lendas e músicas que aprendemos com nossos pais, os quais aprenderam com nossos avós e assim por outras gerações.
Afinal, qual é a relação entre folclore e spam? A resposta é o netlore, o folclore da rede. Netlore é o termo associado às lendas, histórias e boatos que circulam pela Internet e, muitas vezes, se tornam crenças dos internautas (usuários da Internet).
Na verdade, o netlore é um exemplo de que muitos comportamentos do ser humano migraram para as relações via Internet. As correntes para encontrar marido ou ganhar dinheiro são bons exemplos desse fato.
Analisando os tipos de spam, é possível identificar histórias, correntes, lendas e boatos enviados por e-mail. Na maioria das vezes, esses e-mails não são solicitados, principalmente, quando são recebidas várias cópias da mesma mensagem, enviadas pelos colegas que não querem se arriscar a tornarem-se vítimas de uma tragédia por não ter repassado 20 e-mails de uma corrente da sorte.
Entre os sites que tratam de spam e netlore, pode-se destacar: "Por uma Internet sem spam" (http://www.quatrocantos.com/LENDAS/) e "Urban Legends and Folklore" (http://urbanlegends.about.com).

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lendas do Brasil: O Papagaio e o Tamanduá



O Papagaio é um pássaro de bico torto. Ficou assim no tempo em que as aves ainda falavam. Era o bicho que mais falava na floresta. Não fechava a boca até conseguir o que queria. Enchia a paciência de toda a gente. O Tamanduá é um bicho de focinho comprido com um grande nariz para sugar formigas. Seria muito feio, se não fosse tão querido.

As florestas eram muito sem graça. Naquela época, as flores, as folhas e as frutas eram todas brancas. As aves e os outros bichos da floresta, cansados daquela monotonia de cores, reuniram-se em assembleia para discutirem e acharem uma solução. É claro que o Papagaio, sempre metido, coordenava a reunião. Falava o tempo todo sem chegar a conclusão alguma, até que o Tamanduá interrompeu. Sugeriu que se pintasse a floresta. O Gavião, que voa bem longe, poderia ir até às nuvens, onde vive a deusa das florestas, e pedir tinta de todas as cores. Todos adoraram a sugestão, menos o invejoso papagaio que queria ter ele tido a brilhante ideia. O Gavião foi falar com a deusa. Ela deu-lhe as tintas, mas pediu que não fizessem muita bagunça na natureza.

A ave foi e voltou muitas vezes, até trazer tinta suficiente para a grande obra. O Papagaio ofereceu-se para cuidar das latas até começar a pintura. Curioso, abriu as latas e derrubou tudo no chão. Só pensava em si mesmo. Resolveu então pintar-se todinho, usando todas as cores. Só não teve tempo de pintar o bico e os pés, pois os outros bichos chegaram. Estes ao verem o sucedido quiseram dar uma surra no Papagaio. No entanto, um sapo sensato pediu que parassem, afinal todos sabiam que o papagaio era uma criatura fútil e egoísta. O Tamanduá, sim, era responsável e deveria tomar ele conta de tudo. Afinal, era ele o dono da ideia. Ficou então decidido que o papagaio seria afastado do cargo. E lá foi o Gavião falar com a deusa da floresta. Contou tudo o que tinha acontecido, pediu desculpas e mais tinta. A deusa precisava da tinta para um arco-íris, mas deu mais uma hipótese para a bicharada.


Os animais começaram a pintar a floresta enquanto o Tamanduá coordenava o trabalho. O Papagaio, muito egoísta, pediu que lhe dessem tinta para o bico e os pés. Queria pintá-los de dourado. Os outros animais não lhe deram qualquer tipo de importância ao pássaro arrogante. Ele se emburrou e se escondeu para não ter que ajudar ninguém. Este ficou então atrás de uma árvore bisbilhotando os outros trabalhando.


Quando a floresta estava quase pronta, a deusa apareceu para visitá-los. Ficou surpresa com a belíssima combinação de cores. Disse que não conseguiria fazer um trabalho tão perfeito sozinha. Os bichos organizaram uma grande festa para comemorar, mas o Papagaio não foi convidado. O Papagaio não tinha ainda o bico torto, tinha o bico mais bonito de todas as aves. O Tamanduá não tinha um focinho comprido, tinha o focinho mais bonito de todos os bichos. O Papagaio, sempre vingativo, resolveu transformar o Tamanduá num bicho ridículo.

Lembrou que o Tamanduá tocava flauta na banda da floresta. O pássaro malvado fez uma flauta de bambu e disse para o Tamanduá que era mágica. Um presente da deusa da floresta. Com ela poderia tocar o som mais lindo do mundo, só que deveria ser tocado com o focinho dentro. O Tamanduá enfiou o focinho na taquara. Coitado do bicho, ficou preso. Ninguém conseguia tirá-lo. O Gavião correu para a deusa da floresta pedindo socorro. A deusa, com a ajuda dos bichos mais fortes, arrancou o bambu, que voou longe, acertando em cheio no bico do Papagaio.

Foi assim que o Tamanduá ficou com o focinho comprido e o Papagaio com o bico torto. Para completar, a deusa resolveu castigar ainda mais o Papagaio. O bicho tagarela ia passar o resto da vida falando, não o que ele pensasse, só o que ele ouvisse. Por isso, os papagaios repetem tudo que a gente fala.


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