Frases soltas por aí... no mundo!!

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

A CRÍTICA PELA CRÍTICA!



Falta assunto? Que tal esculhambar o outro?

Já viu isso ou faz? Pois é? É um hábito chatinho, desgastante e bem ruim, onde ninguém ganha. Tão ruim como fofoca! Acho até que seja "ironia".

ironia: figura por meio da qual se diz o contrário do que se quer dar a entender; uso de palavra ou frase de sentido diverso ou oposto ao que deveria ser empregada para definir ou denominar algo [A ironia ressalta do contexto.].


Eis que, surge um "ser" e fala coisas que te depreciam ou ridicularizam. "Você engordou", "Seu cabelo parece um ninho de ratos!", "Ainda grudado no seu pai?" O cardápio é vasto e nem precisa pedir. Invés de um bom dia ou perguntar como estamos, temos que lidar com um pseudo-papinho desgrenhado sem pé nem cabeça, um bulling competitivo. 

Porque não ficam calados? O silêncio, faz falta o silêncio destas criaturas! E sempre que essas demandas veem é quando não esperamos, estamos tristes, ansiosos ou com raiva. E nossas respostas são as "normais": Resposta educada evitando o conflito, mas se agredindo. Ou agredindo e causando conflito.


Podemos sugerir algumas ações, para deixar este "ser" com os 'presentes' dele. 

- Podemos ficar em silêncio? Sem respostas. 

- Ou olhar na cara dele, ou o ignore.

Nesses casos, devemos ser cuidadosos para não alimentar nossa raiva, pois a tendência é de briga. Não expressar.


As pessoas tem complexos, medos, traumas e agruras. Pode ser até que todos tenham. Via sociedade com seus modelos. Se nos incomoda, é que temos este incomodo dentro de nós. Pois o outro é nosso espelho e não percebemos isso. Se incomoda, uma boa ideia é de olharmos dentro deste nosso incomodo, e observá-lo com firmeza, para tentar compreender o que é esse seu "evento"!


Evidentemente, é difícil observarmos isso rapidamente durante um "ataque", mas já nos ajuda a mudar o modo de pensar e agir. É uma viagem minha? Talvez. Mas tem me ajudado a entender o outro. E a mim.

Por enquanto, o que posso dizer para estes "seres" é: OBRIGADO!
texto de Luiz Barbosa

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Vampiros de energia: 10 formas de identificá-los



Todos nós os conhecemos! Sabemos como são! Como se vestem! E como agem! E seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim eles sobrevivem. De quem estamos falando? É claro que dos "Vampiros dos filmes", o Conde Drácula e seus amigos, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue (ou energia vital), e que andam pelas sombras em busca de suas vítimas que, na maioria das vezes, não percebem sua presença ou atuação maléfica, mesmo que estejam muito próximos. Aí, o filme termina e os vampiros desaparecem, certo? Errado!
 
Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, e que convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia”, pessoas de nosso relacionamento diário. Pode ser nosso irmão (a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja qualquer pessoa de nosso convívio, que esta roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.

Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal? Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.

O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais (cósmicas, telúricas, etc), tão abundantes, e ficam desequilibradas energeticamente. Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você.
 

Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros de energia alheia.

Tipos de vampiros:

Mas, como identificar estas pessoas, ou estes vampiros? Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um):
  • Vampiro Cobrador
  • Vampiro Crítico
  • Vampiro Adulador
  • Vampiro Reclamador
  • Vampiro Inquiridor
  • Vampiro Lamentoso
  • Vampiro Pegajoso
  • Vampiro Grilo-Falante
  • Vampiro Hipocondríaco
  • Vampiro Encrenqueiro
Quais as principais características deles? Como combatê-los?

a) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porque não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

b) Vampiro Crítico: é aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.

c) Vampiro Adulador: é o famoso "puxa-saco". Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.


d) Vampiro Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

e) Vampiro Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.

f) Vampiro Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.

g) Vampiro Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

h) Vampiro Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.


i) Vampiro Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

j) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Bem, agora que você já conhece como agem os Vampiros de Energia, vá a caça deles, ou melhor, saia fora deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer, é obvio, não é um destes tipos de Vampiro.



Por Vera Caballero - orientadora metafísica e professora de bioenergias e proteção psíquica.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Adeus, tristeza!



Não adianta, quando a tristeza bate não há chocolate, festa ou programa com os amigos que dê jeito. A única coisa que pode fazer você se recuperar de uma grande decepção é estar com a cabeça no lugar, refletir e pensar muito sobre as coisas que aconteceram para você ficar assim. Depois de sentida a mágoa, só o tempo pode curar.

São muitas as coisas que podem nos deixar assim, tristes e magoados, desde uma briga familiar, término de relacionamento, desentendimento com um amigo ou mesmo insatisfação com fatos da vida, com as conquistas que deixamos para trás ou que paramos de lutar. O que sabemos é que não dá para viver a vida toda assim, levando as mágoas adiante, cultivando aquele sofrimento e sentimento depressivo que nos faz tão mal. 



É claro que não se pode ignorar os sentimentos, principalmente quando eles são ruins e nos fazem perder as forças, mas é preciso seguir em frente, levantar a cabeça e pensar no futuro, nas suas obrigações e nas pessoas que te adoram, além de quem lhe fez mal.

Permita-se um tempo de recolhimento e tristeza, isso nos faz pensar, repensar, refletir e pesar todas as coisas na nossa vida. Mas não prolongue esse processo, pois chega um momento que refletir demais passa de sadio para doentio. Você precisa colocar as ideias no lugar, pensar no motivo que deixou você assim e, caso seja uma situação de perdão, decidir se a pessoa que causou essa mágoa merece ou não uma segunda chance.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Domine o seu "eu inferior"!


Que jogue a primeira pedra quem nunca se sentiu uma pessoa horrível um dia desses!

Não importa o quanto sejamos bons, conscientes ou sábios, é inevitável reconhecer que todos temos, dentro de nós, uma fera indomada, má e sangrenta que de vez em quando sai de sua caverna, cheirando a enxofre, e ameaça destruir nossa vida pacata e cheirosa.
Estou falando de nosso 'eu inferior' . "Rex", para os íntimos!

Queira ou não, existe dentro de você (E DE TODOS NÓS!) uma parte feita dos piores sentimentos humanos: ciúme, inveja, raiva, ódio, medo, tristeza, e por aí vai.

Quer ver?

É o Rex que faz com que você pense coisas horrívei s de vez em quando, que instiga você a dizer ou fazer coisas medonhas, que torna você duro e inflexível. É o Rex que embala seu coração em papel alumínio, e faz isso tão bem que você seria capaz de jurar que não existe nada batendo dentro do seu peito.
Assustador, eu sei.
Para que a leitura fique mais rica, tente lembrar agora de uma situação em que você esteve bem perto desse monstro que mora dentro de você. Pode ser um dia em que você tenha de fato se descontrolado e brigado com alguém, por exemplo. Lembrou? Agora tente perceber como você se "sentiu" naquele dia!


Sentimos prazer em ser "maus"?
Ao fazer esse simples exercício, você pode aprender muito sobre o 'eu inferior'. A primeira coisa que poderá perceber é que o Rex é um "Eu" muito poderoso. Ele nos traz grandes emoções, nos deixa cheios de vida. Sim, é verdade! Pense nas vezes em que você entrou em uma discussão, ou ficou pensando em brigar com uma pessoa e dizer coisas horríveis a ela. Perceba como isso lhe trouxe um certo prazer.

Sim, sentimos certo prazer em sermos "maus", tanto que é muito difícil fazer alguém parar de brigar. A pessoa não quer parar porque está sentindo um prazer, que podemos chamar de "Prazer Negativo". O prazer negativo é um prazer momentâneo, que por algum tempo nos alimenta, MAS NÃO É UM PRAZER REAL. O prazer negativo, como o prazer que se pode obter pelo uso de algum tipo de droga, simplesmente não dura. Depois que passa a briga, acabamos por nos sentir mal, por nos dar conta do quanto de destruição causamos aos outros e a nós mesmos. A pergunta transformadora é:
- Será que valeu a pena?

Acho que você já percebeu que quando deixa livre o seu 'eu inferior', quando permite que o Rex saia por aí atacando as pessoas, atrai uma grande quantidade de caos e destruição na sua direção.

Podemos trancar o monstro?
Algumas pessoas tem tanto medo do que esse monstro possa causar que decidem trancá-lo em uma caverna escura e fingir que ele não existe. São aquelas pessoas que dizem NUNCA sentir raiva, ciúme, ódio, inveja e nenhum desses sentimentos. São pessoas que querem, a todo custo, ser boas e amorosas. Quando as pessoas agem assim, duas coisas acontecem. Para explicar a primeira delas, preciso dizer que nos seres humanos os sentimentos estão inevitavelmente ligados uns aos outros. 


Logo, se eu não quiser entrar em contato com a minha raiva, ou tristeza e as trancar em um quarto escuro no meu inconsciente, isso significa que eu aprisionarei com elas a minha alegria, o amor e os mais belos sentimentos. Talvez eu não sinta raiva, mas também não serei capaz de sorrir, de acreditar na vida ou de amar. Vou virar um tipo de zumbi sem sentimentos. Inofensivo, talvez, como aqueles zumbis dos filmes, que mal se aguentam em pé! Mas sem vida... (Triste não é?)

Outra coisa que acontece é que ao fazer isso eu me desconecto do meu poder. Sim, porque o 'eu inferior' está diretamente ligado a uma preciosa fonte de energia de vida, chamada poder. O 'eu inferior', com suas distorções, acaba usando esse poder de forma também distorcida, exercendo-o sobre os outros e causando uma série de males. Mas quando aceitamos e curamos o 'eu inferior', temos acesso a um poder livre de distorções, o poder de sermos quem somos, de nos sentirmos vivos, vibrantes, cheios de energia. Nós precisamos desse poder positivo para criar a nossa vida, para alcançar nossos sonhos, para viver intensamente, apaixonadamente. (Com paixão = compaixão).


Bem, voltamos ao nosso dilema. O que fazer com o Rex ???
Se não podemos soltá-lo (uma vez que ele destruirá o que mais amamos) nem prendê-lo (com o risco de virarmos zumbis sem poder) o que fazer?
Ouça, não há nada de errado com o nosso desejo de sermos pessoas melhores, mas para isso precisamos ACEITAR O PONTO ONDE ESTAMOS, aceitar todos esses sentimentos sombrios que se movem furtivamente nas cavernas de nosso inconsciente. Precisamos aceitar e nos responsabilizar pelo Rex e por sua cura.


Somos domadores de monstros!
Logo, na próxima vez em que sentir um cheiro de enxofre vindo de dentro de você, e perceber seu 'eu inferior'. Na próxima vez que senti-lo presente, saiba que essa será a sua chance de exercitar suas habilidades, de domar seu monstro. Seja carinhoso com você mesmo, não se julgue por estar sentindo algo tão horrível assim. Respire fundo e aceite o sentimento, porque é ISSO É APENAS UM SENTIMENTO QUE VAI PASSAR.


Repito, não importa a intensidade da raiva, da inveja, do medo ou do ciúme, é "apenas" um sentimento. Respire fundo e repita mentalmente:

- Ok, estou agora sentindo muito....................! (complete com o seu sentimento).

Fique com isso. Não despeje seu lixo sobre ninguém. Afa ste-se se for necessário e imagine que a sua respiração seja um tipo de bálsamo curador para esse sentimento. Continue respirando e imagine o ar levando aceitação e cura na direção do monstro. Assuma a responsabilidade de transformar esse sentimento, porque NÃO IMPORTA O QUE OS OUTROS TENHAM FEITO A VOCÊ, CURAR ESSE SENTIMENTO É TAREFA SUA.



Na medida em que você for fazendo isso, aos poucos, o monstro irá se acalmar, acredite.

Talvez você não consiga logo na primeira vez, afinal não está acostumado a fazer isso, mas não desista. Curar o mal que existe dentro de nós é a tarefa mais amorosa que podemos realizar, é a maior contribuição que podemos oferecer a nós mesmos, àqueles que amamos e ao planeta de uma forma geral.

É claro que, se você estiver em contato com a sua luz, o seu 'eu superior', tudo isso vai ficar muito mais fácil. Mas falaremos sobre isso mais para frente. Por hora desejo a você sucesso para a próxima vez em que der de cara com o Rex!
por Patricia Gebrim

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tempo de colher atitudes...



O tempo e nossas colheitas estão em nossas mãos...

Existem dois dias, em uma vida, que nada poderemos fazer... O Ontem e o Amanhã.

O ontem está carimbado como passado. 

O amanhã com o futuro.


Existe, também, uma dualidade que as religiões insistem em querer manter viva para que prendam os seus fiéis, que é o bem e o mal.

O mal é força de um malvado que vem nos dominar e o bem de um super-herói que tudo sabe e tudo cria.

Na realidade, a dualidade se faz real para manter as pessoas presas e cativas às instituições que são cada vez mais fortes e mais rentáveis.

O mal e o bem estão em nós e em nossas posturas. Ninguém, no universo, tem poder para interferir em nosso Livre-Arbítrio.


Ora, quem acorda de manhã? Quem come? Quem anda? Que decide ir aqui ou acolá? Quem fala? Quem se cala?

Você, eu, não é verdade. Portanto, cabe exclusivamente a nós o destino de nossas vidas.
Uma das pessoas que eu mais admiro, não pelo que foi, mas pelo que fez, foi o Papa Gregório XIII. Nasceu em Bolonha, Itália, em janeiro de 1502. Quando percebeu que os Místicos ganhavam terreno com sua postura Cósmica Universal, e perdia fiéis para a instituição que defendia, Gregório alterou o Calendário que atualmente usamos no Ocidente e também em vários países do Oriente.

Mudou o dia do início do Ano. Saiu de primeiro de abril para primeiro de janeiro. Primeiro de abril, portanto, virou o dia da mentira. É mentira que o ano novo começa...

Alterou o nascimento de Jesus de 7 de março para 25 de dezembro. Era um dia de festas e troca de presentes.

Mas convenientemente fez a correção do ano solar.


Em agosto, que é o mês para que todos nós estejamos ao nosso gosto (independência de postura e religião não quer isso) passou a determinar que é um período de muita atenção e cuidado... Aqui, no Brasil, absurdamente é o mês do cachorro louco.

Acabou com o encanto do mês de março. Na realidade, março é um marco para que tomemos boas atitudes e possamos começar o ano novo, primeiro de abril, com boas e adequadas energias.

Agora você sabe...

Escrevi tudo isso para lhe dar uma boa explicação e razões de que este é o seu, o meu, o nosso mês para TOMARMOS ATITUDES.


Devemos analisar adequadamente o que somos, se gostamos ou não de nossas colheitas e, porque elas acontecem, ou não.

Março é o marco para novas posturas e novos pensamentos. Mudar é o ponto. Fazer algo novo é o momento adequado.

Em primeiro de abril, começa um novo ciclo Cósmico de sete anos e a maneira que você começar, terá forte tendência de continuar assim pelo período. Mudar durante um ciclo é mais complicado e vai exigir muito mais esforço.

Tá ruim? Faça um favor a si mesmo... Mude. Mas mude com consciência de que você tem o leme de sua vida. Faça uma análise de seus valores. Procure entender como foi educado e tenha presente que normalmente família é resgate kármico.

Se você não decide é porque alguém lhe tolheu a iniciativa. Isso se chama adestramento e não educação.

Analise fortemente o meio em que vive e com quem convive. Se o que prevalece é a postura ou o dinheiro. Se você olha para dentro ou continua preocupado exclusivamente com a aparência.


Quais seus hábitos? Quais seus vícios?

Noventa e nove por cento das pessoas se tornam reféns de hábitos. Tem medo de mudar. Mesmo que esteja ruim é melhor assim do que buscar o desafio do novo. Afinal, para ficar como está não se precisa fazer nada.

Tenha consciência que vida é Causa e Efeito e que se você fala dos outros é bem provável que muitos falem de você... Se brinca com a vida, ela, nada mais será do que uma constante brincadeira.

Muita piada, muita mentira, muita fofoca...

Conviver com isso e querer que a vida seja algo sério é, no mínimo, falta de conhecimento sobre o que somos e porque estamos vivendo uma vida neste planeta.


Quero colo! Ótimo e quando você vai entender que a vida é uma jornada individual?

Alguém me ajude! Sim e como você vai crescer e aprender a superar obstáculos?

Estamos verdadeiramente no TEMPO de um MARCO em nossas vidas. Março é o mês de nossas grandes decisões. Porém, precisamos ter consciência que as decisões maiores são as que brotam de dentro para fora e não da mão para o bolso.

Ou seja, são de valores e não de coisas materiais. Para termos um externo lindo é preciso, antes, aprimorar o interno...

E, decisão sem ação, é melhor nem decidir...

Ainda dá tempo. É só querer. Mãos à obra, portanto.

Sei que nos veremos.

Beijo na Alma
Saul Brandalise Jr.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E quando não somos amados?



O amor é algo tão natural e tão necessário na vida humana que não há quem não sofra por causa dele. Na verdade, acredito que primordialmente não deveria ser assim. Acho que Deus, como energia que podemos chamar de Pai e Mãe, não nos concebeu para sofrer por amor. Dele, entidade cósmica, princípio universal, recebemos tudo. Um corpo para experienciar a evolução da alma, desafios para nos ajudar a quebrar limites e crescer... enfim, Deus nos deu o bem e o mal justamente para a nossa evolução.

Mas por que ficamos presos aos processos de desamor?

Por que fica tão pesada a vida quando não nos sentimos compreendidos e amados?
Por que Deus fica tão distante, como um Pai carrasco? Ou melhor, essa energia divina que está dentro e fora de nós, que criou todo o universo, quando nos sentimos sem amor, se torna um padrasto e não um pai.


Vejo esses sentimentos profundos de abandono aparecerem constantemente em terapia por serem uma força, uma crença que está pulsando no inconsciente de muita gente e conseqüentemente construindo como que uma projeção na vida das pessoas. Observo que é mais fácil alguém não se sentir amado que se sentir pleno de amor. Mesmo na família, com nossos entes queridos, infelizmente, o desamor é uma constante.

Não acho que as pessoas não gostam umas das outras, apesar de algumas vezes as questões cármicas aproximarem almas com sentimentos opostos. Acredito no amor familiar e acredito que todo mundo quer se sentir amado e aceito a despeito da sua condição de jovem filho, pai idoso ou irmão meio rebelde. Todo mundo quer ser amado, encontrar o par perfeito, desenvolver intimidade e amor, pois o amor é o grande bálsamo da nossa existência. Então, por que seria tão difícil encontrá-lo?

Vanessa é uma moça sensível, chefe de cozinha em boa evolução na carreira e com uma vida pessoal rica em afeto. Ela veio me procurar para compreender a falta de afeto com sua irmã. Casada pela segunda vez, ela já tinha conseguido melhorar a relação homem e mulher que já tinha sido difícil no passado, pois para sair da casa dos pais - onde a família vivia em desarmonia - ela disse ter se casado com o primeiro namorado.


Não ter dado certo o primeiro casamento foi para esta moça um desafio que ela superou acreditando muito na vida e se dedicando ao desenvolvimento da sua espiritualidade. Fez muitos cursos, participou assiduamente de grupos, fez caridade; enfim, se dedicou ao próximo e, no fundo de sua alma, sempre teve a esperança e a fé que encontraria um amor verdadeiro. Contudo, não conseguiu trazer essa felicidade toda para seus laços familiares e sempre ficava triste com a distância da mãe e da irmã, que eram muito diferentes dela.

Na sessão de vidas passadas apareceu um episódio em que ela, muito jovem e bonita, cultivava uma grande amizade com uma outra moça da mesma idade, que Vanessa sentiu imediatamente tratar-se de sua irmã nesta existência. Essa amizade foi muito bem até o casamento das duas, quando Vanessa se casou com um homem mais velho e rico e sua amiga com um jovem de condição mais modesta. Com o decorrer do tempo Vanessa acabou se apaixonando pelo marido da amiga e fugiu com ele. Seu então marido caiu na bebida e sua querida amiga perdeu completamente a auto-estima, pois fora traída por duas pessoas que ela prezava muito: a amiga/irmã e o marido...

O que fazer com todas essas informações?
Em primeiro lugar ficou claro para Vanessa que sua irmã era um caso de resgate do passado e que mesmo ela fazendo de tudo nessa vida para viver em paz e harmonia, não estava conseguindo seu intento, visto que nem tudo dependia de sua boa vontade.
Às vezes, amigo leitor, de fato nem tudo depende somente de nós... não depende de atitudes e escolhas racionais e até nem de atitudes generosas e gentis de nossa parte.
Mesmo pessoas íntimas podem ser desafetos de nosso passado, com um saldo a nos cobrar, e cabe a nós fazer o que sentimos que temos que fazer pelo outro, como no caso de minha cliente, que arrumou emprego para a irmã, ajudou-a pagando a escola para os sobrinhos, já que esta não ganhava o suficiente. Tratava-se de uma dívida do passado e, mesmo sem ser reconhecida, ela continuou ajudando.


 

A atitude curativa deste e de muitos casos é praticar o bem sem esperar retorno; porque sentimos que temos que fazer; porque somos felizes no momento em que fazemos sem esperar sermos reconhecidos por nossos lindos atos de amor. Pois é isso o que significa ser um instrumento do divino quando a energia do amor passa por nós. Se fizermos isso com o coração aberto, apenas conscientes de se tratar da atitude correta, esse amor nos preencherá e o fluxo amoroso seguirá em sua plenitude.
De forma prática aconselhei Vanessa a não se prender às atitudes negativas ou à desarmonia da irmã. Expliquei que existe uma família carnal que nem sempre é a nossa família de alma, e que se ela conseguisse abrir mão da expectativa afetiva, ficaria melhor, mais leve. Porque frequentemente as almas não estão no mesmo plano evolutivo e justamente por isso nem compreendem os eventos, os fatos, da mesma forma. Assim, ser amável e gentil era algo natural para Vanessa, que tinha esse tipo de atitude com todas as pessoas, mas isso não era o bastante para sua irmã.
Quando analisamos algo em nossa vida devemos abrir a mente e ver além das aparências, porque nem sempre é tão ruim quanto imaginamos. Se não somos amados por alguém o que fazer se não aceitar que é assim? E permitir que o amor venha de outras partes?
Com certeza o universo tem outras formas de suprir essa energia. Por vezes esses resgates são muito doloridos, mas até nessa dor a mão de Deus está amorosamente nos conduzindo para a evolução e para o amor maior, que é o incondicional.



por Maria Silvia Orlovas



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