Frases soltas por aí... no mundo!!

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Os três professores da vida...




“Nesta vida temos três professores importantes:

 o ‘Momento Feliz’,
 o ‘Momento Triste’ e
 o ‘Momento Difícil’.

O ‘Momento Feliz’ mostra o que não precisamos mudar.

O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar.

O ‘Momento Difícil’ mostra que somos capazes de superar.”




Os obstáculos te mantém forte.
As mágoas te mantém humano.
Os choques te mantém humilde.
Tu és muito especial hoje e sempre!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Normose... o que é isso??


Normose, por professor Hermógenes



Muito interessante e uma ótima mensagem para reflexão. Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre uma palavra inventada por ele, que me pareceu muito procedente:


Ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar em um padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de se alcançar.

O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável e bem-sucedido. 
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema.
Quem não se “normaliza”, quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo.


A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.


A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?


Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?


Eles não existem.





Nenhum João, Zé ou Ana bate na à porta exigindo que você seja assim ou assado.
Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados.


Só que não existe lei que exige que você do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos.


Melhor se preocupar em ser você mesmo.


normose não é brincadeira.



Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa.
Você precisa de quantos pares de sapato?
Comparecer em quantas festas por mês?
Pesar quantos quilos até o verão chegar?
Frequentar terapeuta para bater papo?
Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta.


Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida ao seu modo.


Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante.
O normal de cada um tem que ser original. Não adianta tomar para si as ilusões e desejos dos outros.


É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.






Eu me simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera.


Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações.


Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.


Pois divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

   José Hermógenes de Andrade Filho, mais conhecido como Prof. Hermógenes, é escritor, professor e divulgador brasileiro de hatha ioga.


Nascido em 9 de março de 1921, em Natal, Rio Grande do Norte, José Hermógenes de Andrade Filho é considerado o pioneiro em medicina holística no Brasil, com mais de 42 anos de prática e ensino de yoga. Pai de 2 filhas, 6 netos e 4 bisnetos. Filósofo, poeta, escritor e terapeuta, o professor Hermógenes costuma dizer que se sente mais jovem hoje, aos 85 anos, do que se sentia aos 35. Doutor em yogaterapia, título concedido pelo World Development Parliament, da Índia, é o criador do treinamento anti-stress.


 Este é um artigo de Martha Medeiros, que relata uma entrevista com o professor Hermógenes, e foi divulgada no ano de 2007. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

RESPOSTAS "INTELIGENTES"




*Divisão*
Professor
: - O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas ?
Aluno
: - Purê de batata, professor!
 
*Verbos*

Professor
: - Se és tu a cantar, dizes: 'eu canto'.
- Se for o teu irmão que canta, como  dizes ?
Aluno
: - Cala a boca, Alberto.
 
*Castigos*

Aluno
: - Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez ?
Professora
: - Não.
Aluno
: - É que eu não fiz os trabalhos de casa.
 
*Conjugação Verbal*

Professor
: - Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno:
 - Eu caminho... Ah... ...tu caminhas. Ah...ele caminha...
Professor
: - Mais depressa !
Aluno
: - Nós corremos, vós correis, eles correm!
 
*Tempo Verbal*

Professor
: - Chovia que tempo é ?
Aluno
: - É tempo muito mau, professor.
 
*Ciências*

Professor: - Quantos corações nós temos?
Aluno
: - Dois.
Professor
: - Dois ?
Aluno
: - Sim, o meu e o seu !
 
*Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se*

1º Aluno
: - Acordei tarde, professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
Professor
: - Então, e tu!
2º Aluno:
 - E eu fui esperá-lo no aeroporto!
 
*A base da alimentação*

Professor
: - Diga-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno
: - Um queijo e quatro vacas, professor.

*Um aluno de Direito fazendo um exame oral*

Professor
: - O que é uma fraude ?
Aluno: - É o que o Sr. Professor está fazendo comigo.
Professor
: - (O professor muito indignado) Como? Explique-se.... 
Aluno
: - Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!!!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A música salva!

Presente em todas as culturas, a música nos religa com o Divino e promove saúde de corpo, mente e alma.


Fotos: Cauê Ito 



O que pode ser mais reconfortante do que ouvir no rádio uma música que marcou uma fase alegre da vida em um dia de desespero ou solidão?
"A música une as pessoas. É o mais profundo medicamento não químico." A afirmação é do neurologista inglês Oliver Sacks, autor do ótimo Alucinações musicais. Segundo ele, o poder da música para integrar e curar é fundamental. Para o escritor indiano Salman Rushdie, em seu romance O chão que ela pisa, a música é o dom divino que nos salva da miséria humana.

A ciência concorda com a poesia: ritmo, melodia e movimentos são exclusivos do homem, fundamentais na evolução humana e com efeitos ativos no cérebro. Pessoas com Alzheimer ou que sofreram derrame respondem a estímulos da música, por exemplo.

O musicoterapeuta e professor de Yoga Diogo Camargo utiliza o poder da música para cuidar de pacientes com as mais variadas questões: "Yoga e música são ferramentas que abrangem a totalidade do ser, partindo para a vivência prática e visceral, concretizando na matéria consciência, harmonia, cura, orientação, ritmo, disciplina e valores éticos". Além das sessões de musicoterapia, Diogo gravou o CD Mantras do Coracão, com Marcio Assumpção, e toca em aulas de Yoga ao lado de Anita Carvalho. 

"Faço práticas silenciosas também. Acredito na tradição, em praticar asanas ouvindo apenas a respiração. Mas a música me trouxe mais uma ferramenta para ir de encontro com a minha natureza. Vi que os alunos também ficaram mais conectados na aula", explica a professora.
No Yoga, há várias maneiras de se beneficiar com a música, que passam do Bhakti ao Nada Yoga (veja detalhes a seguir). Krucis, músico discípulo do sitarista indiano Ustad Aashish Kahn, acredita fortemente na música como meio para sair do estado de estresse. "As pessoas deixam o pensamento brotar demais, e a música traz a pessoa para o foco. Toda possibilidade de cura vem do esvaziamento, para que a pessoa consiga se ver, enxergar o mal que a atinge", diz. Krucis acompanha professores em aulas de Yoga e também oferece sessões particulares de Nada Yoga. "O trabalho é tocar para o aluno/ paciente relaxar. É resgatar o som interno de cada um, que é como um DNA para a pessoa entrar em contato com o seu eu no aqui e agora – esse é o 'religar' da pessoa". 




Musicoterapia COM DIOGO CAMARGO 




A sessão começa com uma aula particular de Hatha Yoga para o paciente se aquietar, soltar o corpo e conectar-se consigo. No consultório equipado do novo centro Natureza do Ser, os processos variam de acordo com o que Diogo intui para cada paciente. Uma das possibilidades é começar pelo didgeridoo (uma espécie de berrante dos aborígines australianos, popularizado pela banda Jamiroquai). O musicoterapeuta faz o instrumento vibrar em várias partes do corpo do paciente.

Depois, o som da tigela tibetana ressoa sobre o chakra do coração. Na sequência, deita-se em uma mesa lira, que é uma caixa de ressonância, com 42 cordas de aço embaixo, todas afinadas no mesmo tom. Diego dedilha as cordas, variando a velocidade e a intensidade, e o paciente percebe as vibrações por todo o corpo, através do campo de ressonância. 

Essas vibrações atuam na base da espinha, espalhando-se pelas vértebras, estimulando o sistema nervoso e os chakras. A sessão pode terminar com Diogo no violão convidando o paciente a improvisar, tocar as notas que quiser em um xilofone. www.naturezadoser.com.br

Diogo trabalha desde 2007, quando se formou em musicoterapia na FMU e em Yoga, pelo Instituto de Yogaterapia de Campinas, espaço de sua mãe, que trabalha com o Yoga desde que ele nasceu.

Bhakti Yoga POR JAI UTTAL 

 Muitos de nós pensamos o Yoga como um conjunto de exercícios que oferecem mais beleza física e estamina, com ocasionais meditações para efeitos calmantes. Mas isso é só uma pequena parte. E o coração? E o mar das emoções humanas?

Milhares de anos atrás, os rishis (videntes, sábios) nos deram os sistemas do Yoga para nos trazer a um estado de harmonia, paz e união com o Divino. Esses yogis tinham consciência de todos os níveis – físico, mental, emocional – que compõem o animal humano, e criaram práticas para levar luz a todo o ser. E eles nos deram o Bhakti Yoga, o Yoga da devoção, que canaliza a energia que pode nos levar à liberação e a usa como ponte para nos levar de volta à nossa Fonte.

A essência do Bhakti é a entrega – oferecer um eu individual ao grande oceano de consciência pura. A prática nos leva a um reino onde as qualidades racionais são pouco poderosas perto do vasto oceano do sentimento. O coração conduz. Kirtan, a prática de cantar os nomes ou mantras dos deuses e deusas, é talvez a técnica mais importante em Bhakti Yoga. Externamente, estamos apenas cantando músicas repetitivas com melodias simples. Tentamos colocar nossas mentes analíticas de lado e cantamos com o coração. Então a mágica acontece. Imergimos no infinito rio da oração que flui desde os primeiros humanos.

Às vezes, quando canto, sinto a presença de Radha e Krishna ou Shiva ou Hanuman, e outras vezes as canções me levam ao fundo do meu coração. E às vezes não sinto nada espiritual.

Mas quer saber? Não importa muito para mim. Entendo que a minha mente é um mecanismo limitado e que o reino miraculoso do espírito pode ser compreendido apenas pelo espírito. Crenças têm seu valor. Mas para mim o coração é muito mais importante. Como posso ser um bom pai e marido? Como posso manter o meu coração aberto? www.jaiuttal.com


Nada Yoga COM JULIO GOPALA O que é Nada Yoga? 
Tenho utilizado a palavra naad, que soa mais próxima do sânscrito e não induz ao niilismo! Naad Yoga é uma prática muito antiga, inerente ao Tantra, Hatha Yoga, Bhakti Yoga e sufismo, apenas como referências. Na verdade ela consiste no desvendar interno da nossa própria natureza sonora e vibrante, acessando diretamente a energia shakti por meio de exercícios prânicos sutis. É uma via muito direta de sentir e descobrir a si mesmo.

Como é o seu trabalho que envolve música e Yoga/ meditação? É uma abordagem natural, que se desenvolve a partir da própria sensibilidade do praticante para respirar, cantar e meditar. Como em outras vertentes, é importante estar "de bem" com o próprio corpo, por isso sempre sugiro uma prática de asanas paralelamente. O pranayama ajuda a oxigenar o cérebro e permite um fluxo prânico benéfico à utilização posterior da voz. Aqui também aprendemos a gostar da nossa própria capacidade vocal, liberando preconceitos estéticos ou padrões de baixa autoestima relacionados. Em seguida são aplicadas técnicas que integram raga e mantra visando à meditação.
Você vem do jazz e se especializou em música indiana. Acha que outros gêneros podem ser utilizados com quem não tem paciência com sons indianos? Qualquer música é um bom começo, mas se desejarmos sentir mais os harmônicos (shruti) entre as notas e acessar a profundidade dos mantras, a música indiana aliada à tradição védico/tântrica ainda são dificilmente substituíveis. É bom frisar que muito do que se escuta em centros de Yoga não se trata realmente de música indiana, mas sim de uma galera bem-intencionada que canta e toca melodias ocidentalizadas, agregando mantras ou bhajans indianos. Por razões culturais, não se poderia esperar que fosse de outra maneira. A vibração e os resultados são, porém, necessariamente distintos do trabalho mais tradicional. Aqui falamos de gunas (modos complementares da natureza), gravitando de rajas (agitado) a sattwa (tranquilo, harmonioso). Mas no final toda expressão sincera é válida, pois abre canais sonoros. Obviamente existem muitas vias, a questão é transformar a coisa em sadhana e fazer as pazes com a dona paciência! Seja como for, passos bem orientados, com o tempo, deixarão a pessoa satisfeita. www.surmeditar.blogspot.com

Por: Greice Costa

terça-feira, 7 de julho de 2009

Filosofia em nossas vidas... de vez em quando...



Um professor de filosofia, parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com bolas de gude. Olhou para os alunos, e perguntou se o vidro estava cheio.

Todos disseram que sim.

Ele então, pegou uma caixa com pedrinhas bem pequenas, jogou-as dentro do vidro agitando levemente. As pedrinhas rolaram para os espaços entre as bolas de gude.

Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante.

Olhando calmamente para a classe o professor disse: Quero que entendam, que isto, simboliza a vida de cada um de vocês.

1º. As bolas de gude.

São as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a vida.


2º As pedrinhas.

São as outras coisas que importam: como o emprego, a casa, o carro...


3º A areia.

Representa o resto: as coisas pequenas....


* Experimentem colocar, a areia primeiro no vidro, e verão que não caberá as bolas de gude e as pedrinhas...
- O mesmo vale para suas vidas.
Priorizem, cuidar das "bolas de gude", do que é realmente importante, depois, estabeleçam a ordem dos demais objetivos, pois o resto é só areia!

Após ouvirem mensagem tão profunda, um aluno passou alguns segundos em profunda reflexão, e, perguntou ao professor se poderia pegar o pote de vidro, que todos acreditavam estar cheio, e fez novamente a pergunta:


- Vocês concordam que o vidro está realmente cheio?

- Todos responderam que sim, inclusive o professor.

Então, ele derramou uma lata de CERVEJA dentro do vidro.

A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços restantes, fazendo com que ele, desta vez ficasse realmente cheio.
Todos, alunos e professor, ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno.

- Então, o aluno finalmente explicou:

"NÃO IMPORTA O QUANTO SUA VIDA ESTEJA CHEIA DE COISAS E PROBLEMAS,
SEMPRE HAVERÁ ESPAÇO PARA UMA CERVEJINHA."

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