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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Como manter um boa conversa no 1º encontro?


O primeiro encontro com uma pessoas que, possivelmente, você terá um relacionamento afetivo é sempre bastante complicado. 

As duas pessoas costumam ficar sem jeito, tímidos e um pouco sem saber o que falar, afinal de contas ainda não tem intimidade um com o outro e, geralmente, pouco se conhecem. Para não fazer feio nestas situações, veja como manter uma boa conversa no primeiro encontro:


Para que tudo dê certo demos conversas sobre coisas comuns, como quais são os seus objetivos na vida, o que você pretende fazer profissionalmente, qual ruma pretende tomar, se está indo tudo como planejava ou ainda têm muitas coisas para conquistar.

Também podemos falar de coisas mais agradáveis como viagens, suas experiências em outras lugares, outros países e culturas diferentes. O que você viu que mais lhe agradou, se morou fora do país, o que mais sentiu falta. Perguntar sobre as experiências da pessoa e comentar sobre as afinidades, que geralmente surgem, aos poucos.



Falar também sobre coisas divertidas, situações engraçadas de você já viveu, relembrar bons momentos, como fatos da sua infância e adolescência, além dos perrengues ou coisas que aprontava com os amigos na época da faculdade.

Um primeiro encontro é bem por aí, assuntos básicos e comuns que dão para a outra pessoa uma noção de quem você é, do que gosta, do modo que vive, estas coisas.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Amor ou dependência?


Muitas pessoas acreditam que a vontade de estar sempre ao lado do companheiro e querer saber tudo - mas tudo mesmo – a respeito de sua vida são sinais de um grande amor... Mas, na verdade, trata-se de um sentimento diferente: a dependência. “Quem ama de maneira saudável e madura respeita a individualidade e a liberdade do parceiro. Já o dependente é possessivo e ciumento, sente-se inseguro e constantemente angustiado, com medo de não conseguir corresponder às expectativas do outro. Geralmente, essa reação é causada por uma imaturidade afetiva e emocional”, explica a psicóloga Suzy Camacho.


A criança recém-nascida depende totalmente de sua mãe, para que a alimente e satisfaça todas as suas necessidades. Mas, conforme cresce, o ser humano aprende a ser independente e buscar sozinho a sua felicidade. “Há pessoas, no entanto, que permanecem afetivamente imaturas por toda a vida. Precisam de cuidados e atenção exclusiva mesmo depois de adultos. Quando elas vivem um relacionamento amoroso, perdem sua individualidade e se concentram totalmente no parceiro: precisam saber onde e com quem está, telefonam durante todo o dia, desejam estar a par de tudo o que acontece no dia a dia do companheiro e não dão espaço algum. Em outras palavras, a pessoa explora e manipula o outro para suprir suas carências emocionais. Esse sentimento deixa de ser amor e se torna uma necessidade”, explica a psicóloga. E uma convivência baseada na dependência e na posse não é saudável. “A perda da liberdade, as cobranças e as desconfianças geram frustrações e insatisfações - irritam, sufocam e acabam levando ao desgaste da relação”, conta Suzy. Porém, segundo a especialista, reverter essa situação é possível: “Para viver um amor verdadeiro é importante que cada um tenha seu espaço e se realize individualmente”.



Para que o relacionamento seja tranquilo, equilibrado e livre de pressões, a psicóloga aconselha:
- Busque sua satisfação pessoal. “Entenda que suas alegrias não dependem apenas dos outros, mas de você também. Descubra quais são seus anseios e interesses e procure realizá-los.”
- Mantenha um grupo de amigos que não inclua seu companheiro/sua companheira, conviva com eles e deixe sua cara-metade agir da mesma maneira!
- Não abra mão de seus prazeres. Você adora dançar, mas seu parceiro/sua parceira detesta? Então, curta a balada com seus amigos!
- Seu namorado gosta de jogar futebol no sábado ou sua namorada gosta de jogar tranca? Vá ao cinema! “Quando vocês se encontrarem, estarão mais felizes e realizados”, orienta Suzy.
- Procure se divertir só. Aprenda a ser uma ótima companhia para você mesmo, sem depender da presença de outras pessoas.
- Trate-se com carinho, invista na sua autoestima, cuide da sua beleza. 


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Busca por machos foi decisivo para criar laços humanos.


Fidelidade e busca por machos provedores foram decisivos para criação de laços entre humanos, diz estudo

Em entrevista ao site de VEJA, cientista da Universidade do Tennessee explica transição comportamental que permitiu o surgimento das famílias

Talita Fernandes

Através de modelos matemáticos, pesquisador da Universidade do Tennessee mostrou como a ligação afetiva entre pares se formou no processo da evolução humana (Thinkstock)
A criação de laços entre duas pessoas no processo de evolução humana começou quando fêmeas fiéis começaram a escolher bons provedores para serem seus pares, indica um estudo publicado nesta terça-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Human origins and the transition from promiscuity to pair-bonding

Onde foi divulgada: revista PNAS

Quem fez: Sergey Gavrilets

Instituição: Universidade do Tennessee (EUA)

Dados de amostragem: modelo matemático e dados paleontológicos de ancestrais humanos

Resultado: A formação de laços afetivos entre duas pessoas teve início na história da evolução humana quando as mulheres passaram a ser mais fiéis e preferir homens que garantissem seu sustento.
Usando modelos matemáticos, o russo Sergey Gavrilets, biólogo evolucionista da Universidade do Tennessee (Estados Unidos), relevou que a maioria das teorias propostas para o relacionamento humano não é realista do ponto de vista biológico. O pesquisador construiu um modelo matemático mostrando como a formação de laços pode representar uma adaptação chave na evolução humana. 
Antes da formação de pares, os ancestrais do ser humano se relacionavam de forma promíscua. Os homens disputavam as fêmeas entre si, e essa era uma luta baseada em características físicas: vencia o mais forte.
De acordo com Gavrilets, a transição desse tipo de convivência para o modelo que depois deu origem à família dos dias atuais aconteceu quando fêmeas passaram a ser mais fiéis e a preferir os machos que oferecessem melhores condições de sustento.
O estudo atual vai contra o que algumas pesquisas anteriores defendiam: que a formação de laços entre duas pessoas teria evoluído a partir de um modelo de cuidado coletivo. Nesse modelo, todos eram responsáveis por garantir o sustento do grupo e por criar seus descendentes.
Gavrilets explica que esse modelo não é realista porque não leva em conta as pessoas que não contribuíam com o grupo. (Confira entrevista com o autor)
Mudança de estratégia — O autor defende em seu estudo que os machos fisicamente inferiores começaram a se beneficiar quando as fêmeas passaram a preferir os "melhores provedores" aos "mais fortes". Eles então concentraram seus esforços para conseguir dar melhores condições de sustento às fêmeas e isso resultou em aumento da fertilidade.
Antes, quando a disputa entre os machos era marcada pela força física, os mais fracos não tinham chance de vencer a batalha. "A competição inicial dos machos (física) era debilitadora e ruim para a espécie. Em vez de lutar, eles passaram então a cuidar dos filhos", explica Gavrilets.


O especialista responde

Sergey Gravilets
biólogo evolucionista da Universidade do Tennessee (Estados Unidos)

O seu estudo mostra que as fêmeas começaram a preferir machos que podiam sustentá-las. Isso permitiu a formação de pares em seres humanos? Os machos passaram a escolher as fêmeas mais fiéis e, simultaneamente, as fêmeas passaram a procurar machos que podiam melhor sustentá-las. Dessa forma, as características de fêmeas e machos começaram a mudar simultaneamente. Os biólogos evolucionistas consideram que uma evolução ocorre quando dois traços se desenvolvem simultaneamente. Isso faz muito sentindo. Um sujeito que ocupava uma baixa posição na escala social nunca poderia entrar numa competição baseada na força. O indivíduo mais forte sempre teria mais vantagem. Mas eles começaram a perceber que trocar comida por um par era uma boa estratégia para vencer a competição. Imagina que alguns machos começaram a pensar assim: em vez de lutar, vamos garantir a comida dos filhos.
O senhor usou modelos matemáticos para chegar a essas conclusões, ao contrário de outros estudos. Por que a escolha desse modelo? Os modelos matemáticos são bastante úteis se você não quer usar um modelo complexo. Às vezes é muito difícil ver o que vai acontecer se existe uma grande quantidade de aspectos que afetam o processo observado. Modelos matemáticos ajudam a identificar os fatores mais importantes. Eles revelam escalas de tempo. Os modelos matemáticos não são usados apenas em física e em química. Na verdade, eles estão sendo usados na biologia evolucionista há mais de 100 anos.

O senhor diz que seu estudo mostra um ponto de vista bastante diferente em relação a estudos anteriores. Quais são as principais diferenças? Uma das ideias anteriores é que machos e fêmeas começaram ajudando todos os indivíduos de seus grupos. Todos estavam ajudando um ao outro e ao mesmo tempo competindo. Esse modelo é chamado de 'cuidado comunitário'. De fato, se todo mundo está ajudando, isso parece favorecer todo o grupo. Mas esse tipo de argumento não considera que no grupo existiam traidores ou espertalhões, indivíduos que não contribuem com o grupo. Isso provocaria o 'dilema do bem comum'. Por exemplo, em um grupo que pesca para comer, se todo mundo pescar muito e ao mesmo tempo, os peixes vão acabar. Então seria bom para as pessoas não passar tanto tempo pescando. Mas se todos pensam assim: "por que eu devo passar menos tempo nisso, se todo mundo está o tempo todo pescando?" Nesse caso, todo mundo ia começar a usar esse tipo de lógica, pegar todos os peixes e não haveria mais nada. A partir disso, começa um conflito entre os benefícios do indivíduo e do grupo. Em uma sociedade na qual os cuidados são coletivos, as pessoas param de contribuir quando existem trapaceadores.

Como o senhor chegou a essas conclusões? Primeiro você tem que descrever os genes que esses indivíduos tinham. Nós estamos tentando entender o que aconteceu antes de existir, língua, religião e cultura. Estamos basicamente observando animais. Esses comportamentos eram controlados por genes. No modelo matemático, eu descrevo quais genes esses indivíduos possuíam e então determino o comportamento ou as ações que eles podiam ter. Essas ações são controladas por seus genes. Por exemplo, os esforços que os machos concentram em cuidados contra o esforço em lutas. É como você passa seu tempo: “eu passo 60% lutando e 40% cuidando do meu par”, por exemplo.

                           

Como é que o senhor calcula a quantidade de tempo que eles passavam em cada atividade? Calculo todas as possibilidades. Depois vejo qual dessas ações resulta em maiores benefícios reprodutivos. Como benefícios reprodutivos eu quero dizer o número de filhos que esse indivíduo vai ter. Quando um indivíduo usa uma combinação de estratégias, ele não vai ter um filho, mas uns três, em média. A partir disso eu consigo relatar como a diferença de genes é traduzida em diferenças de estratégias e como a diferença de estratégias resulta no número de filhos. Isso possibilita mapear como uma geração mudou para outra.  Nesse modelo, eu admito que os indivíduos são bastante simples. Eles podem ter duas ou três ações distintas. Eu postulei a quantidade total de ações e fixei as mesmas quantidades para todos. Usei hipóteses numéricas que são biologicamente realistas.

No estudo, o senhor fala que essas mudanças começaram a acontecer logo depois da divergência comportamental entre os humanos e os chimpanzés. De quantos anos atrás estamos falando? Acreditava-se que essa transição tivesse acontecimento há relativo pouco tempo: 50 mil anos atrás ou talvez 100 mil anos atrás. Mas novos dados paleontológicos sugerem que isso aconteceu há cerca de 4 milhões de anos. Esse é um assunto bastante controverso. Os paleontólogos analisam traços que eram característicos de competições fortes entre machos, como o tamanho do canino. Esses traços característicos indicam a partir de que momento esses animais pararam de lutar. Mas, mais uma vez, esse assunto é bastante controverso.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Amizade colorida: Será que dá certo?




A amizade colorida parece nunca sair de moda. Muitos jovens e adultos recorrem a esse tipo de envolvimento porque acreditam que a praticidade e a cumplicidade entre os amigos favorecem a aproximação e a relação. “O amigo é a pessoa com quem você pode se abrir, desabafar, expor seus sentimentos com sinceridade. Às vezes, durante essas conversas calorosas, surge um clima mais ‘quente’, e o casal acaba ‘ficando’. Isso pode se repetir quando um dos dois se sente sozinho e carente, e não impede outros relacionamentos”, afirma Mara Pusch, psicoterapeuta e sexóloga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
E ao contrário do que muita gente imagina, esse tipo de relação acontece tanto com os adolescentes quanto com os adultos. “Na juventude, os jovens costumam confundir os sentimentos: como admiram o amigo e estão com os hormônios à flor da pele, acabam ‘ficando’. Porém, na vida adulta, muitos já sofreram em outros envolvimentos amorosos e temem repetir a experiência. Por isso, evitam um vínculo sério, para que não fiquem vulneráveis aos sentimentos que possam magoá-los novamente”, conta Mara.

Há alguns meses, o estudante de Direito Fábio Mathias, de 19 anos, estava solteiro e acabou se envolvendo com uma de suas melhores amigas. “Saímos para jantar, bate-papo daqui, desabafa dali e, quando vimos, já tinha pintado aquele clima”, diz Fábio. Segundo o estudante, eles ficaram juntos algumas vezes, mas agora acabou. Atualmente, ele namora outra garota, e da amizade colorida restou apenas a amizade. “Ela não tem ciúmes, sabia que não era pra valer”, ressalta.


Vai dar namoro?  
Costuma-se dizer que a amizade colorida é um passo em direção ao namoro. Há alguns meses, Maria Cristina Vianna, estudante de Jornalismo de 20 anos, começou a ficar com um colega da faculdade. O relacionamento tem sido ótimo, e ela acredita que tem tudo para se tornar mais sério. “Acho que os amigos se conhecem muito bem, têm afinidades e interesses em comum, o que torna a relação bem promissora”, explica. Eles não se consideram namorados, mas também não estão livres e desimpedidos. “Não saio com minhas amigas para baladas com a consciência tranquila, do tipo ‘sou solteira e não devo nenhuma satisfação’”, afirma.

Já a pedagoga Roberta Albuquerque, de 32 anos, tem um amigo colorido há seis meses e não acredita que isso possa se transformar em namoro. “Quem se envolve dessa forma está justamente evitando o compromisso. Quer ter uma ótima companhia, mas livre de cobranças e apegos. Ou seja, queremos as vantagens sem abrir mão da liberdade”, diz.


O  risco  
Amigos, amigos, amores à parte. Será que essa regra é seguida à risca por aqueles que vivem uma amizade colorida? Nem sempre... Enquanto uma pessoa está decidida a curtir, sem pensar em um envolvimento mais sério, a outra pode criar expectativas e se apaixonar. “Quando alguém se apaixona, mas o outro não está nem aí, é natural que se sinta frustrado e magoado. E o pior: a amizade pode desmoronar. Por isso, é bom pensar antes se vale correr esse risco”, conclui a psicoterapeuta.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Adeus, tristeza!



Não adianta, quando a tristeza bate não há chocolate, festa ou programa com os amigos que dê jeito. A única coisa que pode fazer você se recuperar de uma grande decepção é estar com a cabeça no lugar, refletir e pensar muito sobre as coisas que aconteceram para você ficar assim. Depois de sentida a mágoa, só o tempo pode curar.

São muitas as coisas que podem nos deixar assim, tristes e magoados, desde uma briga familiar, término de relacionamento, desentendimento com um amigo ou mesmo insatisfação com fatos da vida, com as conquistas que deixamos para trás ou que paramos de lutar. O que sabemos é que não dá para viver a vida toda assim, levando as mágoas adiante, cultivando aquele sofrimento e sentimento depressivo que nos faz tão mal. 



É claro que não se pode ignorar os sentimentos, principalmente quando eles são ruins e nos fazem perder as forças, mas é preciso seguir em frente, levantar a cabeça e pensar no futuro, nas suas obrigações e nas pessoas que te adoram, além de quem lhe fez mal.

Permita-se um tempo de recolhimento e tristeza, isso nos faz pensar, repensar, refletir e pesar todas as coisas na nossa vida. Mas não prolongue esse processo, pois chega um momento que refletir demais passa de sadio para doentio. Você precisa colocar as ideias no lugar, pensar no motivo que deixou você assim e, caso seja uma situação de perdão, decidir se a pessoa que causou essa mágoa merece ou não uma segunda chance.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Liberdade é necessário!




Liberdade é necessário!  Como Evitar a Possesividade no Relacionamento.

Um relacionamento é feito de altos e baixos. Quando duas pessoas se conhecem e se apaixonam, geralmente, no começo tudo é lindo e tranqüilo, só amor e felicidade. Com o passar do tempo, a rotina e a intimidade, em vez de ajudarem o casal a ficar mais unido, ela pode também acabar com uma relação que não for comedida.

A proximidade entre um casal vai além do dia-a-dia, além de morar, dormir e viver junto. É preciso respeitar o espaço do outro. O que acontece com muita freqüência é o querer controlar a vida do companheiro. Tanto da parte dos homens quanto das mulheres. A base de tudo deve ser a confiança.





Na primeira vez em que você tenta controlar os passos do parceiro, ele pode até não perceber, mas consecutivamente isto se torna previsível. Toda vez em que ele demorar meia hora a mais para chegar em casa e você não aceitar a sua justificativa, afirmando que estava em um compromisso qualquer, o homem para se proteger irá criar uma história aceitável. Se ele diz a verdade e a parceira não aceita, gera aí um desentendimento. Se ele mente e ela suspeita ou descobre a verdade, gera também um desentendimento.

É preciso ter limites. Superproteger uma relação assim pode ter efeitos contrários. É difícil para quem sente ciúmes da pessoa amada deixar que ela siga por onde desejar, livremente. Porém, isso é o que vai fazer com que o parceiro acredite que você confia nele. Não o pressione. Muito menos invente situações para que ele sinta ciúmes e você revide com uma mentira. Isso levaria seu relacionamento direto para o final, aos poucos. Ninguém consegue fingir o tempo todo, por isso mude suas atitudes verdadeiramente.





Quando o amor entre o casal é verdadeiro, as vidas seguem o rumo certo. Não é preciso estar as 24 horas do dia grudado um no outro. As pessoas livres que se importam com quem as amam sempre voltarão.

Postado no Blog Toda perfeita




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