Frases soltas por aí... no mundo!!

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SAUDADES... PALAVRA QUE MACHUCA.



Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade", só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".

No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro.



Origem

Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colônia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A gênese do vocábulo está diretamente ligada à tradição marítima lusitana.
A origem etimológica das formas atuais "solidão", mais corrente e "solitude", forma poética, é o latim "solitudine" declinação de "solitudo, solitudinis", qualidade de “solus". Já os vocábulos "saúde, saudar, saudação, salutar, saludar" proveem da família "salute, salutatione, salutare", por vezes, dependendo do contexto, sinônimos de "salvar, salva, salvação" oriundos de "salvare, salvatione".
Na formação do termo "saudade", o vocábulo sofreu uma interfluência entre o estado de estar só, sentir-se solitário - oriundo de "solitarius" que por sua vez advem de "solitas, solitatis", possuidora da forma declinada "solitate" e suas variações luso-arcaicas como suidade - e a associação com o ato de receber e acalentar este sentimento traduzido com os termos oriundos de "salute e salutare", que na transição do latim para o português sofrem uma síncope e perde a letra interna l, simplesmente abandonada, enquanto o t não desaparece, mas passa a ser sonorizado como um d.
No caso das formas verbais, existe a apócope do e final. O termo saudade acabou por gerar derivados como a qualidade do "saudosismo" e seu adjetivo "saudosista" - apegado a ideias, usos, costumes passados, ou até mesmo aos princípios de um regime político decaído, e o termo adjetivo de forte carga semântica emocional, "saudoso" - que é aquele que produz o sentimento de saudade, podendo ser utilizado para entes falecidos, ou para substantivos abstratos como em "os saudosos tempos da mocidade", ou, ainda, não referente ao produtor, mas aquele que sente e que dá mostras de saudades.



Saudade e razão

A saudade é típica dos mamíferos sociais: ocorre entre semelhantes, como em tantos primatas, como na afeição dedicada ao homem no caso do cão. A saudade sugere a observação do conhecimento fundado na "imitação do outro" (como no caso do pássaro que transmite melodias de uma geração para outra com fidelidade) e está "... permanentemente sob a ação de vozes internas, impregnados de palavras, constantemente submetidos a discursos mentais cuja textura linguística é impressa por nossos pais quando aprendemos a falar".
A distância, ou afastamento de quem se ama pode provocar efeitos psicológicos no organismo e desencadear reações que vão da sensação de angústia até o desenvolvimento de um quadro depressivo.


Em 2009, estudos e experiências de separação em animais e humanos exibiram resultados que "indicam uma ligação específica entre separação e aumento do cortisol" e sugerem a possibilidade de desenvolver-se uma droga que promova o bloqueio do hormônio causador da saudade e ajude as pessoas durante a separação ou ausência do objeto de amor.
Recentemente, uma pesquisa entre tradutores britânicos apontou a palavra "saudade" como a sétima palavra de mais difícil tradução.
Pode-se sentir saudade de muita coisa:
·        De alguém falecido.
·        De alguém que amamos e está longe ou ausente.
·        De um amigo querido.
·        De alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
·        De alguém com quem não conversamos há muito tempo.
·        De sítios (lugares).
·        De alguém conhecido ou um colega.
·        De comida.
·        De uma música.
·        De situações.
·        De um amor.
·        De se fazer algo que há muito não se faz.
·        Do tempo que passou...


A expressão "matar a saudade" (ou "matar saudades") é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade" relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc. "Mandar saudades", por exemplo, no sul de Portugal, significa o mesmo que mandar cumprimentos.
A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria.
A saudade pode vir de várias formas, muitas vezes sentimos saudades de pessoas que nem conhecemos pessoalmente, mas que são essenciais pra nossa vida! Dedicado ao Meu Amor que tem sido motivo de saudade todos os meus dias: Mundola Cavalcante' (Soares, Geniane 2012).
Em Portugal, o Fado, oriundo do latim "fatum", destino, está diretamente associado com este sentimento. Do mesmo modo, a sodade cabo-verdiana está intimamente ligada ao gênero musical da morna. No Brasil, esse sentimento está muito retratado no samba de fossa e na bossa nova.
Em galego, além do termo saudade, existe o próximo "morrinha", que em português é associado à doença animal.



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Praticando a falta de sentimento no trabalho


Com 5 kg de argila sobre o corpo, grupo caminha pela Avenida Paulista, em São Paulo.


25 pessoas da performance 'Executivos de Pedra' percorrem a via. Produtora diz que ideia é mostrar falta de sentimento por conta do trabalho.

Do G1, em São Paulo, 18/10/2012

Caminhada faz parte de uma perfomance teatral que quer mostrar uma sociedade paralisada por rotinas sufocantes de trabalho. (Foto: Guilherme Tosetto/G1)Caminhada faz parte de uma perfomance teatral que quer mostrar uma sociedade paralisada por rotinas sufocantes de trabalho. (Foto: Guilherme Tosetto/G1)
Vinte e cinco pessoas, em caminhada lenta, cada uma coberta com 5 kg de argila por cima dos trajes executivos e de uma fina faixa branca sobre os olhos. A performance de dois grupos teatrais percorre, nesta quarta-feira (17) , a  Av. Paulista, no centro de São Paulo.
A caminhada "Executivos de Pedra", que começou no Parque Trianon, segue até a Rua da Consolação e pretende mostrar às pessoas "o mundo paralisado no qual vivem aqueles sufocados pelo trabalho",  disse ao G1 Natália Viana, produtora e intregrante do Coletivo Pi, um dos grupos idealizadores da ideia – junto com o Desvio Coletivo, outro grupo de performance teatral. "As pessoas não têm tempo para viver, para pensar, para sentir, para ver. Por isso a faixa branca, por isso a argila. É um mundo sem sentimento mesmo. É uma paralisia", diz.
A ideia, segundo Natália, é encabeçada por Marcos Bulhões e Marcelo Denny, que hoje é diretor de Arte do Desvio Coletivo. E, para colocá-la em prática, não houve formulários de inscrição nem ensaios, só um requisito: "cada um teria que chegar com seus cinco quilos de argila". As 25 pessoas se reuniram no Parque Trianon um pouco antes das 12h30, e os produtores da perfomance despejavam a argila no corpo, no cabelo e até na bolsa de cada um.
A produtora explica que também não houve nenhum livro, quadro ou peça que inspirou a ideia. "Na verdade, a ideia veio antes da obra. Pensamos na praticidade e em como íamos fazer tudo e depois nos veio na cabeça o quadro "Parábola dos Cegos" , de Peter Bruegel", disse Natália Viana.
Pessoas durante a caminhada "Executivos de Pedra" (Foto: Guilherme Tosetto/G1)Pessoas durante a caminhada "Executivos de Pedra" (Foto: Guilherme Tosetto/G1)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Metade


Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

Mágoa



 A palavra, que tem origem no latim macula, representa um sentimento de desgosto, pesar, sensação de amargura, tristeza, ressentimento.

É um descontentamento que, embora frequentemente brando, pode deixar resquícios que podem durar um bom tempo. Por vezes é possível percebê-lo no semblante, nas palavras e nos gestos de uma pessoa.

Poderíamos dizer que a mágoa é uma forma de suicídio. Viver amargurado, nostálgico pelo o que foi e não é mais. Pelo o que foi e deixou feridas profundas. Um suicídio postergado que vai matando aos poucos, nos envolve de tal forma que não conseguimos mais raciocinar de forma clara a respeito que quem nos magoou, além de gerar medo ou receio de ter novas experiências e relação. Impede o sorriso abundante, que poderia trazer o gosto bom de viver. Impede a confiança no outro.

A mágoa é um sentimento aparentemente insignificante, porém deixa marcas gigantescas em nossa dinâmica interna. Não é uma doença, é apenas um sentimento gerado por formas específicas de pensar. Raciocinar de tal forma que o leve a crer, que aquilo que o outro fez está errado, que não deveria ter feito, que deveria ser mais sensível, pensar mais, que deveria saber o que estava fazendo, que deveria... Todavia, não foi o que aconteceu. O outro tomou atitudes que lhe mostraram uma realidade que desconhecia, inesperada. E o que fazer quando a realidade nua e crua, se apresenta em nossa porta e bate até que abramos? Não bata a porta em sua cara, receba-a como um amigo para uma conversa.

Devemos extrair o máximo de proveito, o máximo de aprendizagens e pensares lúcidos, devemos nos tornar amigos, assim será mais fácil para lidar com a realidade.

Aceitar esse real não significa deixar-se ser dominado. Que o seu sentimento de raiva ou ódio tornem-se num rançoso sentimento de mágoa. Não. O outro apenas lhe mostrou uma realidade. Por sua vez agora, deve analisar o que está sendo mostrado e tirar suas próprias conclusões. Depois se faz necessário que mostres a sua escolha, frente ao que foi apresentado. Não se trata aqui de vingança, mas sim de limites. O outro vai até onde permitimos que vá. O outro entra em nossa vida pelas portas que abrimos, o outro faz conosco aquilo que permitimos que faça. Podes escolher trancar algumas portas, porque não! Podes distanciar-se, podes continuar com reservas. Podes voltar a confiar. Cada um pode fazer a própria escolha consciente, analisando as circunstâncias sem precisar alimentar em si, a mágoa.

Na medida em que nos relacionamos com as pessoas, vamos apreendendo e identificando o terreno de cada um. Percebendo onde podemos pisar ou não. Não é interessante magoar nem ser magoado. No momento em que existe um conhecimento mútuo, é importante que se crie um respeito mútuo, pautado no conhecimento que cada um tem do outro. Se houverem deslizes, deve-se fazer os questionamentos necessários à elucidação do fato. Deve-se se perguntar o que pode ser relevado, absolvido ou mesmo condenado.

Já que a mágoa é um sentimento gerado por uma forma específica de pensar em relação ao outro, para que ela não se forme, precisamos pensar diferente do modelo padrão causador da mágoa. Pensarmos de tal forma que possamos ter lucidez e entendimento com relação aos fatos. Assim, evitamos esse corrosivo sentimento, nos sentiremos mais leves, acabaremos por compreender mais o outro e a nós mesmos.

Extraído do Artigo publicado na Revista Psicologia Brasil de Nº 16 - Dezembro de 2004.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Estar sozinho....



A emoção poderosa de se sentir sozinho é diferente de todas as outras. É baseada em nossa percepção de quão "conectados" somos a outras pessoas. Isso explica por que nos sentimos sozinhos mesmo em uma multidão. Compreender alguns dos motivos pelos quais nos sentimos desconectados de outras pessoas pode nos ajudar a entender por que estamos sofrendo:
  • Perda de Relacionamentos – A perda de um companheiro deixa um grande vazio na nossa vida. A solidão se intensifica à medida que enfrentamos obstáculos para estabelecer novos relacionamentos.
  • Doença Crônica – Nossas aflições colocam limites em nossa socialização. Sentimo-nos abandonados durante nossos momentos de maior necessidade. Eventualmente nós relutantemente aceitamos o isolamento à medida que nos distanciamos ainda mais.
  • Segredos Escondidos – Qualquer segredo se torna pesado à medida que o tempo passa. Culpa, raiva e/ou medo das consequências nos forçam a acreditar que temos que encarar o peso do silêncio sozinhos.
  • Falta de Intimidade – Desconforto acontece quando compartilhamos algo pessoal (físico ou emocional), mas o outro indivíduo escolhe se distanciar. Você se sente sozinho por ter sido tão vulnerável.
  • Problemas de Apoio/Confiança – Quando encaramos um desastre, doença grave ou circunstâncias devastadoras, ficamos arrasados ao perceber que não há ninguém com quem realmente possamos contar.
Os motivos para se sentir desconectado podem ser mais complexos do que os listados acima. Mesmo assim, há apenas um motivo verdadeiro para nos sentirmos sozinhos. Somos incapazes de compartilhar nossos pensamentos ou emoções com alguém quando achamos que essa pessoa não vai permanecer fiel em seu amor e apoio.




Sentindo-se Sozinho – Sua Identidade

Há alguns erros comuns que cometemos ao tentar superar o sentimento de solidão. Como uma tentativa de escapar desse sentimento, assistimos filmes (sozinhos) ou trabalhamos longas horas. Algumas pessoas dependem de um animal de estimação, um hobby ou livros de auto-ajuda para preencher o vazio. Cada uma dessas formas oferece apenas esperança temporária de um futuro melhor. Eventualmente a solidão passa a fazer parte de nossa identidade. Sem perceber, nós nos isolamos mais e mais daquele relacionamento perfeito.

Nunca confunda sentir-se sozinho com estar sozinho. Os dois são extremos opostos do espectro emocional. Um suga nossos recursos, o outro multiplica nossos recursos:


Sentir-se Sozinho (Abandono)Estar Sozinho (Solidão)
Deixa-nos vazios e frustradosDá-nos satisfação através de inspiração
Piora nosso estresse internoProvidencia liberdade de distrações
Alimenta-se de desespero e insegurançaAlimenta o corpo, mente e espírito




Sentindo-se Sozinho – Conectado

Assim como você pode se sentir sozinho em uma multidão, você pode experimentar do companheirismo mesmo quando estando sozinho

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Adeus, tristeza!



Não adianta, quando a tristeza bate não há chocolate, festa ou programa com os amigos que dê jeito. A única coisa que pode fazer você se recuperar de uma grande decepção é estar com a cabeça no lugar, refletir e pensar muito sobre as coisas que aconteceram para você ficar assim. Depois de sentida a mágoa, só o tempo pode curar.

São muitas as coisas que podem nos deixar assim, tristes e magoados, desde uma briga familiar, término de relacionamento, desentendimento com um amigo ou mesmo insatisfação com fatos da vida, com as conquistas que deixamos para trás ou que paramos de lutar. O que sabemos é que não dá para viver a vida toda assim, levando as mágoas adiante, cultivando aquele sofrimento e sentimento depressivo que nos faz tão mal. 



É claro que não se pode ignorar os sentimentos, principalmente quando eles são ruins e nos fazem perder as forças, mas é preciso seguir em frente, levantar a cabeça e pensar no futuro, nas suas obrigações e nas pessoas que te adoram, além de quem lhe fez mal.

Permita-se um tempo de recolhimento e tristeza, isso nos faz pensar, repensar, refletir e pesar todas as coisas na nossa vida. Mas não prolongue esse processo, pois chega um momento que refletir demais passa de sadio para doentio. Você precisa colocar as ideias no lugar, pensar no motivo que deixou você assim e, caso seja uma situação de perdão, decidir se a pessoa que causou essa mágoa merece ou não uma segunda chance.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Domine o seu "eu inferior"!


Que jogue a primeira pedra quem nunca se sentiu uma pessoa horrível um dia desses!

Não importa o quanto sejamos bons, conscientes ou sábios, é inevitável reconhecer que todos temos, dentro de nós, uma fera indomada, má e sangrenta que de vez em quando sai de sua caverna, cheirando a enxofre, e ameaça destruir nossa vida pacata e cheirosa.
Estou falando de nosso 'eu inferior' . "Rex", para os íntimos!

Queira ou não, existe dentro de você (E DE TODOS NÓS!) uma parte feita dos piores sentimentos humanos: ciúme, inveja, raiva, ódio, medo, tristeza, e por aí vai.

Quer ver?

É o Rex que faz com que você pense coisas horrívei s de vez em quando, que instiga você a dizer ou fazer coisas medonhas, que torna você duro e inflexível. É o Rex que embala seu coração em papel alumínio, e faz isso tão bem que você seria capaz de jurar que não existe nada batendo dentro do seu peito.
Assustador, eu sei.
Para que a leitura fique mais rica, tente lembrar agora de uma situação em que você esteve bem perto desse monstro que mora dentro de você. Pode ser um dia em que você tenha de fato se descontrolado e brigado com alguém, por exemplo. Lembrou? Agora tente perceber como você se "sentiu" naquele dia!


Sentimos prazer em ser "maus"?
Ao fazer esse simples exercício, você pode aprender muito sobre o 'eu inferior'. A primeira coisa que poderá perceber é que o Rex é um "Eu" muito poderoso. Ele nos traz grandes emoções, nos deixa cheios de vida. Sim, é verdade! Pense nas vezes em que você entrou em uma discussão, ou ficou pensando em brigar com uma pessoa e dizer coisas horríveis a ela. Perceba como isso lhe trouxe um certo prazer.

Sim, sentimos certo prazer em sermos "maus", tanto que é muito difícil fazer alguém parar de brigar. A pessoa não quer parar porque está sentindo um prazer, que podemos chamar de "Prazer Negativo". O prazer negativo é um prazer momentâneo, que por algum tempo nos alimenta, MAS NÃO É UM PRAZER REAL. O prazer negativo, como o prazer que se pode obter pelo uso de algum tipo de droga, simplesmente não dura. Depois que passa a briga, acabamos por nos sentir mal, por nos dar conta do quanto de destruição causamos aos outros e a nós mesmos. A pergunta transformadora é:
- Será que valeu a pena?

Acho que você já percebeu que quando deixa livre o seu 'eu inferior', quando permite que o Rex saia por aí atacando as pessoas, atrai uma grande quantidade de caos e destruição na sua direção.

Podemos trancar o monstro?
Algumas pessoas tem tanto medo do que esse monstro possa causar que decidem trancá-lo em uma caverna escura e fingir que ele não existe. São aquelas pessoas que dizem NUNCA sentir raiva, ciúme, ódio, inveja e nenhum desses sentimentos. São pessoas que querem, a todo custo, ser boas e amorosas. Quando as pessoas agem assim, duas coisas acontecem. Para explicar a primeira delas, preciso dizer que nos seres humanos os sentimentos estão inevitavelmente ligados uns aos outros. 


Logo, se eu não quiser entrar em contato com a minha raiva, ou tristeza e as trancar em um quarto escuro no meu inconsciente, isso significa que eu aprisionarei com elas a minha alegria, o amor e os mais belos sentimentos. Talvez eu não sinta raiva, mas também não serei capaz de sorrir, de acreditar na vida ou de amar. Vou virar um tipo de zumbi sem sentimentos. Inofensivo, talvez, como aqueles zumbis dos filmes, que mal se aguentam em pé! Mas sem vida... (Triste não é?)

Outra coisa que acontece é que ao fazer isso eu me desconecto do meu poder. Sim, porque o 'eu inferior' está diretamente ligado a uma preciosa fonte de energia de vida, chamada poder. O 'eu inferior', com suas distorções, acaba usando esse poder de forma também distorcida, exercendo-o sobre os outros e causando uma série de males. Mas quando aceitamos e curamos o 'eu inferior', temos acesso a um poder livre de distorções, o poder de sermos quem somos, de nos sentirmos vivos, vibrantes, cheios de energia. Nós precisamos desse poder positivo para criar a nossa vida, para alcançar nossos sonhos, para viver intensamente, apaixonadamente. (Com paixão = compaixão).


Bem, voltamos ao nosso dilema. O que fazer com o Rex ???
Se não podemos soltá-lo (uma vez que ele destruirá o que mais amamos) nem prendê-lo (com o risco de virarmos zumbis sem poder) o que fazer?
Ouça, não há nada de errado com o nosso desejo de sermos pessoas melhores, mas para isso precisamos ACEITAR O PONTO ONDE ESTAMOS, aceitar todos esses sentimentos sombrios que se movem furtivamente nas cavernas de nosso inconsciente. Precisamos aceitar e nos responsabilizar pelo Rex e por sua cura.


Somos domadores de monstros!
Logo, na próxima vez em que sentir um cheiro de enxofre vindo de dentro de você, e perceber seu 'eu inferior'. Na próxima vez que senti-lo presente, saiba que essa será a sua chance de exercitar suas habilidades, de domar seu monstro. Seja carinhoso com você mesmo, não se julgue por estar sentindo algo tão horrível assim. Respire fundo e aceite o sentimento, porque é ISSO É APENAS UM SENTIMENTO QUE VAI PASSAR.


Repito, não importa a intensidade da raiva, da inveja, do medo ou do ciúme, é "apenas" um sentimento. Respire fundo e repita mentalmente:

- Ok, estou agora sentindo muito....................! (complete com o seu sentimento).

Fique com isso. Não despeje seu lixo sobre ninguém. Afa ste-se se for necessário e imagine que a sua respiração seja um tipo de bálsamo curador para esse sentimento. Continue respirando e imagine o ar levando aceitação e cura na direção do monstro. Assuma a responsabilidade de transformar esse sentimento, porque NÃO IMPORTA O QUE OS OUTROS TENHAM FEITO A VOCÊ, CURAR ESSE SENTIMENTO É TAREFA SUA.



Na medida em que você for fazendo isso, aos poucos, o monstro irá se acalmar, acredite.

Talvez você não consiga logo na primeira vez, afinal não está acostumado a fazer isso, mas não desista. Curar o mal que existe dentro de nós é a tarefa mais amorosa que podemos realizar, é a maior contribuição que podemos oferecer a nós mesmos, àqueles que amamos e ao planeta de uma forma geral.

É claro que, se você estiver em contato com a sua luz, o seu 'eu superior', tudo isso vai ficar muito mais fácil. Mas falaremos sobre isso mais para frente. Por hora desejo a você sucesso para a próxima vez em que der de cara com o Rex!
por Patricia Gebrim

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um texto que toda mulher deveria ler...



Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.

Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.



Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

A vida não pode ser economizada para amanhã. (Rubem Alves)



sábado, 28 de maio de 2011

O homem torna-se tudo ou nada, conforme a educação que recebe!


"Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível"
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400,00 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:


'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o 
pesquisador.


O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.


No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.


Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.


Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:



'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.


Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.



Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.


Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.



E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?


Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.


E quando você volta para casa, para seu mundo real?


Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.


Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, frequento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.


*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!


RUY BARBOSA, escreveu:
Sinto Vergonha de Mim
De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dicas para o equilíbrio


    1. Afastem-se do modo pensar e fazer, e entrem em sintonia com o seu coração. Seu coração ajudará a guiá-los para as próximas etapas. Às vezes, este próximo passo é ficar quieto. Na quietude, vocês podem ouvir melhor a sua sabedoria interior e podem ser reabastecidos para maior criatividade.
    2. Se estiverem vendo problemas a cada momento, considerem falar menos sobre isto. Dêem menos energia ao dilema, concentrando-se menos nisto. Isto significa reduzir a quantidade de tempo que pensam sobre isto, que falam e que se preocupam com isto. Definam a sua intenção de dar a sua energia para mudanças positivas e para perceber coisas as quais serem gratos.
    3. Até nos seus piores momentos, vocês podem cultivar um sentimento de gratidão. Quando fizerem isto, elevarão a sua freqüência. É como um tônico energético. Quando estiverem se sentindo expansivos ao expressarem a gratidão, vocês gerarão naturalmente a positividade. Um ponto de vista mais positivo pode abrir a porta para novas possibilidades e soluções inovadoras para a sua vida.
    4. Em dias, quando a sua vida se tornou complexa e estressante, pode ser desafiador acessar o seu centro. Pode ser difícil compreender , ou sentir a conexão real com o mundo. Nestes momentos, pensem em algo maior do que vocês, que lhes inspire algo que lhes lembre da interligação de toda a vida. Ex: incluem um duplo arco-íris, uma árvore pau-brasil majestosa, e o sol se pondo sobre o mar azul.
    5. Deixem de tentar se adequar ou de terem o que os outros têm. Quando vão à natureza, a flor ou a
      árvore que chama a sua atenção não é uma cópia carbono das outras. Ela se destaca por causa da sua originalidade. Não precisamos parecer com os outros. Vocês brilham muito mais quando são genuínos e não pretendem ser como a multidão.
    6. Vocês querem ter mais alegria em sua vida? Considerem se despreocupar quando se aproximam do seu trabalho, dos seus relacionamentos e de vocês mesmos. Uma abordagem muito séria acabará com a sua alegria. Entusiasmem-se hoje e descubram a alegria que está naturalmente aí.


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