Frases soltas por aí... no mundo!!

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Ar em movimento... caindo do caminhão de mudança.


Mudança, agitação, inconformismo, não aceitação... o que é e porque isso? Em junho de 2013, no Brasil (e outros lugares do mundo), ocorreu, o que na matemática é denominado de ponto de inflexão: “...um ponto de inflexão ou simplesmente inflexão, é um ponto sobre uma curva na qual a curvatura (a derivada de segunda ordem) troca o sinal.”

Vamos posicionar esta ideia!

Academicamente, na físicamovimento é “a variação de posição espacial de um objeto ou ponto material no decorrer do tempo”.

Na filosofia clássica, “o movimento é um dos problemas mais tradicionais da cosmologia, na medida em que envolve a questão da mudança na realidade”. Já a escola eleática, através dos paradoxos de Zenão (filosofo grego), afirma “ser o movimento ilusório, sendo a verdadeira realidade imutável”.

Aristóteles define o movimento como “passagem de potência a ato, como mudança ou alteração de uma natureza; como crescimento e diminuição; e como geração e corrupção (destruição)”.

Na física da relatividade, o movimento ‘é a variação de posição de um corpo relativamente a um ponto chamado "referencial"’.

E daí, você pergunta! O que tem haver o Brasil com “esse tal” de ponto de inflexão? E será que vou conseguir explicar?



São ideias e teorias, acadêmicas ou de fato, ou ilusórias, teorias de conspiração e de golpe. Anárquicas, pseudo-socialistas, comunistas, apolíticas, populistas, midiáticas, corruptas ou simplesmente de inflexão.

Eis o ponto! Há o momento, que as pessoas não querem mais seguir para o óbvio caminho do “abate”, sair da zona de conforto onde todos são jogados, no esgoto, e surgem diversas novas caras: insatisfação, revolta, dor, alívio, alegria escancarada em rostos sofridos, e velhos rostos sofridos com lembranças esquecidas ou adormecidas. Esse ponto de mudança aconteceu em grandes movimentos, insatisfações pessoais e populares, guerras, revoluções e grandes comoções. Guerra! Luta!



O nosso ponto de inflexão foi alcançado quando foi cobrado R$ 0,20 a mais! É ridículo, mas aí foi liberada a voz num “BASTA!”. Pagar muitos (e caros) impostos, “alguns” superfaturamentos, mazelas politiqueiras mal explicadas e a falta dignidade e oportunidades. Quão amadores, ou deslavadamente larápios e materialistas são nossos representantes.


Pode ser o momento de despertar, não há como afirmar, mas há várias indicações que o caminho é este. Movimentos “estopocando a silibrina” em vários lugares pelo mundo, em que as pessoas vão às ruas gritar por uma vida melhor. Alguns sabem o que querem e outros, são conduzidos, alguns outros morrem pelo ideal, mas, em todos, é nítido ver um fio de esperança estampado em rostos antes desiludidos e maltratados.

Querem movimento para variar sua posição espacial, não aceitar ser vaquinha de presépio, ter uma vida tranquila, propor a mudança de sua realidade, se despreocupar, ter saúde, propor uma realidade imutável, o desejo que o amanhã seja melhor do que foi hoje, exigir dignidade. Ser cidadão.



Uma parábola conta que, certa vez, um rebanho de cabras encontrou na floresta um faminto filhotinho de tigre desgarrado da mãe e adotou-o. Com o tempo, o animalzinho ganhou a musculatura e o porte de um tigre real, mas, como fora criado como um filhote de cabra, nada sabia de sua verdadeira natureza e se comportava como um cabrito. Alimentava-se de grama e tinha todos os hábitos do rebanho. Certo dia, um tigre caçador atirou-se sobre o rebanho e ficou estupefato diante de um colega seu que balia covardemente como se fosse uma indefesa cabra. Decidiu mostrar a seu companheiro que ele era um tigre e não uma cabra. Durante muitos dias seus esforços foram frustrados – o outro relutava em aceitar que não era uma cabra. Mas, certa ocasião, ambos se viram refletidos nas águas mansas de um lago, e foi o bastante para que a ilusão se desfizesse, e a “tigridade” se levantasse exuberante e potente. Toda força e destreza do tigre se manifestou, e a fragilidade da cabra acabou.


É isso que acontece conosco. Nossa natureza divina – e o tigre em nós – se encontra frustrada e negada, bloqueada e esquecida sob nossa condição humana. Hermogenes, Yoga paz com a Vida, pag. 99



Acredito que chegou o ponto para nossa troca de sinal, de aceitarmos nossas naturezas, de frágeis cabritos para absolutos tigres caçadores. De assumirmos a responsabilidade do que realmente é nosso.

E como disse Aristóteles, muito e muito tempo atrás, “...passagem de potência a ato, como mudança ou alteração de uma natureza; como crescimento e diminuição; e como geração e corrupção (destruição)”.


Será que consegui colocar meu ponto de vista, ou melhor... o meu ponto de inflexão?


Luiz Augusto Barbosa - Inflexível cidadão

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

14 dicas para ser feliz


14 dicas para ser feliz, segundo pesquisadores do comportamento

Milhões de pessoas no Ocidente não são felizes na sua vida social, e , portanto, dificilmente serão na sua vida geral. Com base em estudos experimentais, o pesquisador Fordyce propôs os seguintes fundamentos para ser mais feliz :*

1) Ser mais ativo e manter-se ocupado

2) Passar mais tempo em atividades sociais

3) Ser produtivo num trabalho compensador

4) Organizar-se melhor

5) Deixar de preocupar-se

6) Diminuir as expectativas e as aspirações

7) Desenvolver pensamento positivo, otimista

8) Situar-se no presente

9) Ter bons autoconhecimento, auto-aceitação e auto-imagem

10) Desenvolver uma personalidade sociável,extrovertida

11) Ser autêntico

12) Eliminar tensões negativas

13) Dar importância as relações íntimas

14) Valorizar e comprometer-se com a felicidade

*Retirado do Livro "Manual de Avaliação e Treinamento das Habilidades Sociais" (Vicente E. Caballo- Faculdade de Psicologia de Granada-Espanha).

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Por quem dobram os sinos da ação social?

O Brasil é ainda hoje uma sombra bem distante do país que queremos. Ano a ano, os problemas se somam e não se subtraem. O modelo político se mostra cada vez mais impotente quebrar os paradigmas da indignação geral, caracterizado ainda como a prática do benefício para poucos ao invés do atendimento para a sociedade como um todo. Por sua vez, também, o cenário econômico patina ainda na incerteza do desafio de caminhar em terra firme do desenvolvimento, mas com cuidados intrínsecos quanto aos ajustes necessários da balança comercial, da inflação e da dívida interna. Os tempos, assim, vão transformando cada vez mais nossas atitudes e os valores desta sociedade, que insiste ainda em acreditar que é possível obter o mínimo de qualidade de vida para nossa população. E então, de papéis trocados, entra em cena a visão social empreededora dos empresários. Cansados de perceber que o Estado não tem perfil para desenvolver ações sociais permanentes, um contigente cada vez maior de empresas resolveu arregaçar as mangas e fazer a sua parte com absouta competência nesta questão.

Com o desenvolvimento de projetos locais socialmente responsáveis, as organizações estão agindo no ponto certo da transformação e inclusão social, resgatando valores humanos e morais com resultados extraordinários. Como ocorre também em países desenvolvidos, a atitude voluntária da empresa ganha força e tem tido destaque. Mais ainda, o mercado está percebendo que empresas-cidadãs são mais preparadas para o desafio da competitividade, valorizando sua imagem institucional.

Empresas éticas, voltadas para as comunidades com as quais interagem, são claramente distinguidas pelo consumidor, que as reconhece, as valoriza e a elas se fideliza. Isto já é perfeitamente constatável. No mês de abril deste ano, por exemplo, a Revista Fortune escolheu as 10 mais admiradas empresas americanas. Democraticamente e sob o impulso de milhares de votos, elas foram eleitas com base em 8 requisitos macro-administrativos de avaliação do seu desempenho. Um destes requisitos era o da Responsabilidade Social.

No Brasil, parece que estamos começando a perceber estes novos tempos. Este novo século aprofundará as marca sociais se nada de concreto for feito. Em contrapartida, as empresas estão sentindo o espaço certo de contribuírem, com programas sociais, nos mais variados setores de relacionamento com a comunidade. São pequenas, médias e grandes organizações, são os funcionários-voluntários, são as ONG´s sociais que se multiplicam, são premiações e distinções colocads para o bem comum, como incentivos extraordinários. Estas organizações, verdadeiras agentes-sociais de mudança, são o exemplo vivo de que é possível crescer socialmente em criatividade e amor ao próximo. A alma da empresa se ajustou claramente com o espírito social, fazendo, sem dúvida, a diferença positiva e multiplicadora para uma gente carente que vê, nestas ações, o seu renascer e o seu futuro, com um mínimo de dignidade.

Estamos, de forma construtiva, fazendo a nossa parte. Que estas atitudes sirvam realmente de exemplo e estímulo para que entidades, empresas e até o governo percebam, de vez, que somente depende de cada um dar o passo certo e rápido para o resgate social do nosso país.

prof. Lívio Giosa

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