Frases soltas por aí... no mundo!!

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

AMOR DO PAI INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DOS FILHOS


Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.
A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.


É culpa do pai, ou é culpa da mãe?
Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Autora: Natasha Romanzoti - tem 24 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Ar em movimento... caindo do caminhão de mudança.


Mudança, agitação, inconformismo, não aceitação... o que é e porque isso? Em junho de 2013, no Brasil (e outros lugares do mundo), ocorreu, o que na matemática é denominado de ponto de inflexão: “...um ponto de inflexão ou simplesmente inflexão, é um ponto sobre uma curva na qual a curvatura (a derivada de segunda ordem) troca o sinal.”

Vamos posicionar esta ideia!

Academicamente, na físicamovimento é “a variação de posição espacial de um objeto ou ponto material no decorrer do tempo”.

Na filosofia clássica, “o movimento é um dos problemas mais tradicionais da cosmologia, na medida em que envolve a questão da mudança na realidade”. Já a escola eleática, através dos paradoxos de Zenão (filosofo grego), afirma “ser o movimento ilusório, sendo a verdadeira realidade imutável”.

Aristóteles define o movimento como “passagem de potência a ato, como mudança ou alteração de uma natureza; como crescimento e diminuição; e como geração e corrupção (destruição)”.

Na física da relatividade, o movimento ‘é a variação de posição de um corpo relativamente a um ponto chamado "referencial"’.

E daí, você pergunta! O que tem haver o Brasil com “esse tal” de ponto de inflexão? E será que vou conseguir explicar?



São ideias e teorias, acadêmicas ou de fato, ou ilusórias, teorias de conspiração e de golpe. Anárquicas, pseudo-socialistas, comunistas, apolíticas, populistas, midiáticas, corruptas ou simplesmente de inflexão.

Eis o ponto! Há o momento, que as pessoas não querem mais seguir para o óbvio caminho do “abate”, sair da zona de conforto onde todos são jogados, no esgoto, e surgem diversas novas caras: insatisfação, revolta, dor, alívio, alegria escancarada em rostos sofridos, e velhos rostos sofridos com lembranças esquecidas ou adormecidas. Esse ponto de mudança aconteceu em grandes movimentos, insatisfações pessoais e populares, guerras, revoluções e grandes comoções. Guerra! Luta!



O nosso ponto de inflexão foi alcançado quando foi cobrado R$ 0,20 a mais! É ridículo, mas aí foi liberada a voz num “BASTA!”. Pagar muitos (e caros) impostos, “alguns” superfaturamentos, mazelas politiqueiras mal explicadas e a falta dignidade e oportunidades. Quão amadores, ou deslavadamente larápios e materialistas são nossos representantes.


Pode ser o momento de despertar, não há como afirmar, mas há várias indicações que o caminho é este. Movimentos “estopocando a silibrina” em vários lugares pelo mundo, em que as pessoas vão às ruas gritar por uma vida melhor. Alguns sabem o que querem e outros, são conduzidos, alguns outros morrem pelo ideal, mas, em todos, é nítido ver um fio de esperança estampado em rostos antes desiludidos e maltratados.

Querem movimento para variar sua posição espacial, não aceitar ser vaquinha de presépio, ter uma vida tranquila, propor a mudança de sua realidade, se despreocupar, ter saúde, propor uma realidade imutável, o desejo que o amanhã seja melhor do que foi hoje, exigir dignidade. Ser cidadão.



Uma parábola conta que, certa vez, um rebanho de cabras encontrou na floresta um faminto filhotinho de tigre desgarrado da mãe e adotou-o. Com o tempo, o animalzinho ganhou a musculatura e o porte de um tigre real, mas, como fora criado como um filhote de cabra, nada sabia de sua verdadeira natureza e se comportava como um cabrito. Alimentava-se de grama e tinha todos os hábitos do rebanho. Certo dia, um tigre caçador atirou-se sobre o rebanho e ficou estupefato diante de um colega seu que balia covardemente como se fosse uma indefesa cabra. Decidiu mostrar a seu companheiro que ele era um tigre e não uma cabra. Durante muitos dias seus esforços foram frustrados – o outro relutava em aceitar que não era uma cabra. Mas, certa ocasião, ambos se viram refletidos nas águas mansas de um lago, e foi o bastante para que a ilusão se desfizesse, e a “tigridade” se levantasse exuberante e potente. Toda força e destreza do tigre se manifestou, e a fragilidade da cabra acabou.


É isso que acontece conosco. Nossa natureza divina – e o tigre em nós – se encontra frustrada e negada, bloqueada e esquecida sob nossa condição humana. Hermogenes, Yoga paz com a Vida, pag. 99



Acredito que chegou o ponto para nossa troca de sinal, de aceitarmos nossas naturezas, de frágeis cabritos para absolutos tigres caçadores. De assumirmos a responsabilidade do que realmente é nosso.

E como disse Aristóteles, muito e muito tempo atrás, “...passagem de potência a ato, como mudança ou alteração de uma natureza; como crescimento e diminuição; e como geração e corrupção (destruição)”.


Será que consegui colocar meu ponto de vista, ou melhor... o meu ponto de inflexão?


Luiz Augusto Barbosa - Inflexível cidadão

quarta-feira, 15 de maio de 2013

POETA É PRESO EM FLAGRANTE SORRISO


Direto da Folha Amargura On-line:

Neste sábado pela manhã, a tropa de elite do mal-humor, fortemente armada, conseguiu prender o poeta Augusto, 44, que estava sorrindo, sem autorização, deliberadamente em mais uma manhã terrivelmente ensolarada.

Acusado de Idiota, o poeta foi enquadrado na lei nº· 777, denominada "Tristeza não tem fim" e imediatamente levado ao Departamento das caras amarradas, no Centro das Mágoas, em São Paulo.



O Poeta Augusto tinha acabado de acordar e saiu para uma pequena caminhada, cheio de alegria, conforme testemunhas, e começou a sorrir para todos que estavam em sentido contrário, literalmente. Foi aí que foi abordado por uma viatura que fazia ronda no local. Antes de fugir trocou olhares sem maldades com a tropa do mal-humor e saiu em disparada pela Rua Esperança.

Depois da perseguição com troca de insultos, não por parte do poeta, ele foi preso em flagrante, ainda com duas ou três risadas que iria usar mais tarde.



Ao ser interrogado Augusto não entregou quem lhe havia fornecido a alegria, e ainda revelou, de forma risonha e irônica, que ele era o dono da boca. O mal-humor confirmou sua prisão temporária por 30 dias, e que no final da tarde o poeta será transferido para o presídio de solidão máxima, enquanto aguarda o julgamento.

O Secretário Geral das mesquinharias, Coronel José Bicudo Guerra, 98, informou em entrevista coletiva que o governo vai investir pesado na luta contra o bom-humor, e que dentro de dois ou três anos vai erradicar a alegria do país.


autoria de jornalista desconhecido


terça-feira, 12 de junho de 2012

Sociologia e linguística da mentira



A mentira e a atribuição de culpa são tão básicas a sociedade que é difícil estudá-las de maneira formal. George Lakoff, na crítica de certas afirmações que George W. Bush fez antes da invasão do Iraque de 2003, observa que
Elas são mentiras —ou meros exageros, declarações desorientadoras, enganos, excessos retóricos e assim por diante? Os linguistas estudam tais assuntos. A descoberta mais surpreendente é que, para se considerar se uma declaração é uma mentira, a consideração menos importante para a maioria das pessoas é se ela é verdadeira! As considerações mais importantes são: Ele acreditava nisso? Ele tinha intenção de enganar? Ele estava tentando ganhar alguma vantagem ou prejudicar alguém? Essa é uma questão séria ou trivial? É "apenas" uma questão de retórica política? A maioria das pessoas irá conceder que, mesmo que a declaração seja falsa, se ele acreditava nela, não estava tentando enganar, e se não estava tentando ganhar vantagem ou prejudicar ninguém, então não houve mentira. Se for uma mentira a serviço de uma boa causa, então foi uma mentira social. Se for baseada em informações falhas, então foi um erro honesto. “Se estava lá apenas para ênfase, então foi um exagero.”

Essas desculpas figuram entre as defesas da administração. A boa causa: libertar o Iraque. A informação falha: da CIA. A ênfase: o entusiasmo por uma grande causa. Embora haja evidência de que o Presidente e seus conselheiros sabiam que a informação era falsa, eles podem rechaçar o uso da palavra com M. As falsidades foram reveladas e elas, em si mesmas, não importam muito para a maioria das pessoas.


O filósofo Leo Strauss, que teve uma grande influência sobre várias personalidades no Projeto para o Novo Século Americano que dominou a administração durante esse período, estressou a necessidade de mentir a fim de ocultar uma posição estratégica, ou para auxiliar a diplomacia. Da mesma forma personalidades anteriores na filosofia política de Nicolau Maquiavel a "nobre mentira" de Platão.
Parece extremamente improvável que a mentira seja algum dia inteiramente eliminada da política ou da diplomacia, da mesma forma que não possível removê-la da guerra que essas atividades são, em última instâncias, criadas para ajudar a impedir de ocorrer.

 Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sociedade Protetora dos Saci-Pererê




Participe da Sociedade Protetora dos Saci-Pererê!!

Essa Sociedade tem o objetivo de proteger esse jovenzinho, que além de discriminado... não é mais visto com tanta freqüência... portanto... ajude-nos!!

Conte estórias, causos e ajudê-nos a "mantê-lo vivo" em nossas memórias!

Uma breve biografia deste jovem:

O Saci-Pererê é uma lenda do folclore brasileiro e originou-se entre as tribos indígenas do sul do Brasil.

Possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e sempre está com um cachimbo na boca. 

Inicialmente, o saci era retratado como um curumim endiabrado, com duas pernas, cor morena, além de possuir um rabo típico.

Com a influência da mitologia africana, o saci se transformou em um negrinho que perdeu a perna lutando capoeira, além disso, herdou o pito, uma espécie de cachimbo e ganhou da mitologia européia, um gorrinho vermelho.

Preste bastante antenção, acho que foi por isso que você não o capturou: Após a captura, deve-se retirar o capuz da criatura para garantir sua obediência e prendê-lo em uma garrafa.
Entendeu????


A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.
É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.
Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.
Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.
Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc. 


Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial.
Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas.
Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações: 
Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda.
Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai.
Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer.


Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.
Diz também a lenda, que os Sacis nascem em brotos de bambus, nestes eles vivem sete anos e após esse tempo, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais.

Os avós falavam que quando sumia alguma coisa da gente lá na fazenda, era o saci que tinha escondido....algumas nunca mais achamos mesmo. 
Dizem que, depois que os sacis morrem, viram um cogumelo venenoso ou uma orelha de pau.
Fala Tio Barnabé, personagem de Monteiro Lobato:
O saci é um diabinho de uma perna só que anda solto pelo mundo, armando reinações de toda sorte: azeda o leite, quebra pontas das agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no fogo, gora os ovos das ninhadas. Quando encontra um prego, vira ele de ponta pra riba para que espete o pé do primeiro que passa. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. Não contente com isso, também atormenta os cachorros, atropela as galinhas e persegue os cavalos no pasto, chupando o sangue deles. O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.

O que se fala: 
  1. É um duende idealizado pelos indígenas brasileiros como apavorante guardião das florestas. A princípio ele era um curumim perneta, de cabelos avermelhados, encantador de crianças e adultos que perturbava o silêncio das matas. 
  2. Em contato com o elemento africano e a superstição dos brancos, recebeu o cognome de Taperê, Pererê Sá Pereira, etc. Tornou-se negro, ganhou um gorro vermelho e um cachimbo na boca. Em alguns lugares, como às margens do rio São Francisco, adquiriu duas penas e a personalidade de um demônio rural que faz travessuras e gosta de enganar pessoas. É o famoso Romão ou Romãozinho. 
  3. Na zona fronteiriça ao Paraguai ele é um anão do tamanho de um menino de 7 a 8 anos, que gosta de roubar criaturas dos povoados e largá-las em lugar de difícil acesso. Talvez devido aos vestígios culturais trazidos pelos bandeirantes em suas andanças pelo sul do Brasil, o saci mineiro recebeu, além dessas qualidades do "Yaci-Yaterê" guarani, um bastão, laço ou cinto, que usa como a "vara de condão" das fadas européias. Sincretizado freqüentemente como o capeta, tem medo de rosários e de imagens de santos. Quando quer desaparecer, transforma-se num corrupio de vento.

Sociedade Protetora dos Saci-Pererê: https://www.facebook.com/groups/saciperere/



sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Porque a vida é corrida???


Toda manhã na AFRICA, um antílope acorda e levanta sabendo que deve correr mais rápido que o leão ou será morto.

Todo dia na AFRICA um leão acorda sabendo que deve correr mais rápido que o antílope mais lento ou ele morrerá de fome.

Então... não importa se você é antílope ou leão!!

AMANHECEU!!

COMECE Á CORRER!!

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