Frases soltas por aí... no mundo!!

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O TEMPO E AS JABUTICABAS


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já 

vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As 

primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não 

tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam 

egos inflados. 




Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles 

admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos 

megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para 

reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de 

semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para reuniões 

intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não 

tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são 

imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de 'confrontação', 

onde 'tiramos fatos a limpo'. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo 

majestoso cargo de secretário geral do coral. 




Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas não debatem conteúdos, 

apenas os rótulos'. 

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem 

pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito 

humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não 

se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos 

marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo. 


Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem 

fraudes, nunca será perda de tempo.' 


O essencial faz a vida valer a pena. 



Rubem Alves

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Vivendo isolado - efeitos na psique.



Sobrevivendo com Chuck Noland - Descubra quais lições da superação de Tom Hanks em Náufrago são capazes de transformar meninos em homens


O sucesso de bilheteria sobre o analista de sistemas que sobreviveu durante mil e quinhentos dias numa ilha do oceano Pacífico após um desastre aéreo dantesco pode ser pura ficção -- mas a impressão que deixa é mesmo verdadeira. 

Apesar das controvérsias, o diretor Robert Zemeckis se inspirou no livro Castaway (1984), que conta a história real de Gerald Kingsland e Lucy Irvine. No início dos anos 80, o casal de vinte e poucos anos se isolou por um ano numa pequena ilha australiana, vivendo de maneira improvisada como verdadeiros náufragos. 

Empolgado com sua pesquisa sobre os efeitos do isolamento na psique, até o ilustre roteirista William Broyles Jr. não resistiu e se isolou numa praia deserta do Golfo da Califórnia. Como meninos sonham com quem levariam para uma ilha deserta, enquanto homens arquitetam planos para escapar dela, chegou a hora de você também aprender com essa experiência. Veja a seguir o que Chuck Noland teve que compreender antes de conseguir voltar pra casa.


1 - O TEMPO NOS SALVA, OU NOS MATA
O tempo nos controla sem piedade, não liga se estamos doentes, com fome, com sede, se somos russos, brasileiros ou seres de Marte. É como o fogo: pode nos destruir, ou aquecer. Garotos andam em círculos, mas Noland não. Quando dominou a alternância das estações do ano e a direção dos ventos, foi direto ao ponto: construiu uma jangada e mergulhou de cabeça em seu objetivo. Afinal de contas, meninos se tornam homens quando não se arrependem e sim aprendem.


2 - RECLAMAR É INÚTIL
Nem Kelly Slater conseguiria ultrapassar as ondas gigantescas das Ilhas Fiji ao estilo Noland: num bote salva-vidas furado com remo de plástico. O funcionário da Fedex teve sorte, mas chegou “moleque” demais para voltar a Memphis tão cedo. Ele passou por várias adversidade, mas teve que encarar suas limitações sozinho até escolher as disputas certas, como um homem!


3 - NENHUMA AJUDA VEM DE GRAÇA
Meninos ficam a ver navios, homens embarcam. Cego de desolação, Noland chegou até a acreditar que um navio no horizonte conseguiria enxergar a luz de sua minúscula lanterna. Ao receber de presente da maré algo que poderia usar como vela, ele comprovou eventualmente que estava pronto para receber esta ajuda. Levou na bagagem a certeza de homem maduro: conseguiria alcançar qualquer navio daqueles.

4 - INDEPENDÊNCIA OU MORTE
Chuck Noland sentiu na pele uma verdade incômoda para quem está habituado a exigir -- a de que o ser humano de fato tem poder bastante limitado sobre si mesmo. Por conta disso, ele teve que enfrentar seus próprios medos muito mais do que os perigos da ilha selvagem antes de conseguir escapar.


5 - IMAGINAR É SALVAR A SI MESMO
Não existe o melhor momento para criar. Desde o simpático Wilson até as maquinações geográficas mais complexas, o náufrago encarnado pelo brilante Tom Hanks não se rendeu à corda no pescoço -- ele tinha que testar. Não foi pela teimosia juvenil que Noland conseguiu fazer fogo a partir do atrito, mas pela persistência de homem feito. Ao prestar atenção nos fatos mesmo sem esperanças quanto ao nosso destino, crescemos.


6 - A COISA MAIS BELA DO MUNDO É O PRÓPRIO MUNDO
A mera consciência de que fazemos parte de um todo maior e inevitável pode soar como uma ameaça a garotos egocêntricos. No entanto, ela é o conforto do homem que se atira no mundo como se todos os lugares fossem o seu. Quando as coisas dão errado, meninos caem no chão, porém homens caem na estrada!


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

7 coisas lógicas a serem feitas...

1 - Faça as pazes com o seu passado, para que não estrague o seu presente.


2 - O que os outros pensam de si, não lhes diz respeito.


3 - O tempo cura quase tudo, dê tempo ao tempo.


4 - Ninguém é a razão da sua felicidade. Algumas pessoas contribuem, mas você é a razão.


5 - Evite a comparação com os outros, você nem imagina os contornos da caminhada da vida deles.


6 - Pare com o pensamento excessivo, ninguém está na posse de todas as respostas.


7 - Sorria, alegre-se, você não está na posse de todos os problemas do mundo.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Dicas sobre meditação


Não há necessidade de meditar todo o tempo. Umas poucas vezes no dia e apenas por uns poucos minutos é o bastante.

Existem algumas poucas coisas que se fizer demais podem ser prejudiciais.
Por exemplo, os últimos estudos dizem que se você fizer algum exercício corporal por vinte minutos e depois fizer o mesmo exercício por quarenta minutos, o benefício não será dobrado. E se você fizer por sessenta minutos o benefício se tornará prejudicial. É exatamente como quando você come algo que é benéfico. Se você comer muito não será benéfico, isso se tornará prejudicial. Assim, a matemática comum não funciona.
Sempre que você encontrar tempo, apenas por uns poucos minutos, relaxe o sistema de respiração, nada mais – não há necessidade de relaxar o corpo inteiro. Sentado num ônibus, ou num avião, ou num carro, ninguém perceberá que você está fazendo alguma coisa. Apenas relaxe o sistema de respiração. Deixe que ele seja como quando ele está funcionando naturalmente. Então feche os olhos e observe a respiração entrando, saindo, entrando, saindo...
Não concentre. Se você concentrar, irá criar problemas, porque então tudo se tornará uma perturbação. Se você tentar se concentrar sentado num carro, então o barulho do carro se tornará uma perturbação, a pessoa sentada ao seu lado se tornará uma perturbação.
Meditação não é concentração. Ela é simples consciência. Você simplesmente relaxa e observa a respiração. Em tal observação, nada é excluído. O carro está fazendo barulho – isso está perfeitamente Ok, aceite isso. O trânsito está movimentando – isso está Ok, faz parte da vida. A pessoa sentada ao seu lado está roncando, aceite isso. Nada é rejeitado. Você não tem que estreitar sua consciência.
Concentração é um estreitamento de sua consciência de modo que você se torne focado num ponto, mas tudo mais se torna uma concorrência. Você está brigando com tudo mais porque você tem medo de que aquele ponto seja perdido. Você pode se distrair e isso se torna uma perturbação. Por isso você precisa de isolamento, dos Himalaias. Você precisa ir a Índia e para um quarto onde você possa sentar-se silenciosamente, sem ninguém perturbando você de modo algum.
Não, isso não é certo – isso não pode se tornar um método de vida. Isso é isolar a si mesmo. Isso tem alguns bons resultados – você se sente mais tranqüilo, mais calmo – mas esses resultados são temporários. É por isso que você sente repetidas vezes que aquela entonação foi perdida. Uma vez que você não tenha as condições nas quais ela pode acontecer, ela se perde.
A meditação na qual você precisa de certos pré-requisitos, na qual certas condições precisam ser atendidas, não é meditação de modo algum – porque você não será capaz de fazê-la quando estiver morrendo. A morte será uma distração. Se a vida distrai, pense sobre a morte. Você não será capaz de morrer meditativamente, e então toda essa coisa é inútil, é perdida. Você novamente morrerá tenso, ansioso, na miséria, no sofrimento e criará imediatamente o seu próximo nascimento no mesmo padrão.
Deixe que a morte seja o critério. Qualquer coisa que possa ser feita mesmo enquanto você estiver morrendo é real – e isso pode ser feito em qualquer lugar; em qualquer lugar e sem condições como requisito. Se algumas vezes as boas condições estiverem ali, tudo bem, você desfruta delas. Se não, isso não faz qualquer diferença. Mesmo na praça do mercado você pode fazê-la.
Não deve haver qualquer tentativa de se controlar a respiração, porque todo controle é da mente, assim a meditação nunca pode ser uma coisa controlada.
A mente não consegue meditar. Meditação é alguma coisa além da mente, ou abaixo da mente, mas nunca na mente. Assim, se a mente permanecer observando e controlando, isso não é meditação; isso é concentração.
Concentração é um esforço da mente, ela traz as qualidades da mente ao seu ponto máximo. Um cientista se concentra, um soldado se concentra, um caçador, um pesquisador, um matemático, todos se concentram. Essas são atividades da mente.
A qualquer tempo medite. Não há necessidade de ter um tempo pré-determinado. Use qualquer tempo que tiver disponível. No banheiro, quando você tiver dez minutos, simplesmente sente-se debaixo do chuveiro e medite. De manhã, depois do almoço, por quatro, cinco vezes, em pequenos intervalos – apenas de cinco minutos – medite, e você verá que isso se tornará uma constante nutrição.
Não há necessidade de fazê-la por vinte e quatro horas.
Apenas uma xícara de meditação é o bastante. Não precisa beber todo o rio. Apenas uma xícara. E faça isso o mais fácil possível. O fácil é o certo. Faça o mais natural possível. Simplesmente faça quando você encontrar tempo. E não faça disso um hábito, porque todos os hábitos são da mente e, na verdade, a pessoa real não tem qualquer hábito.
(OSHO – Nothing to Lose But Your Head - Cap. 5)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Precisa-se de Loucos




De loucos uns pelos outros!

Que em seus surtos de loucura espalhem alegria; com habilidades
suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor, que olhem a ética, respeito às pessoas e responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como
verdadeiros compromissos com o Universo.

Precisa-se de loucos de paixão, não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados.

Precisa-se de loucos por novas tendências, mas que caminhem na contramão da história, ouvindo menos o que os gurus têm a dizer sobre mobilidade de capitais, tecnologia ou
eficiência gerencial e ouvindo mais seus próprios corações.

Precisa-se de loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol, francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor, do amor que transforma, modifica e melhora, pois, palavras não transformam empresas e sim atitudes.

Precisa-se simplesmente de loucos de amor; de amor que transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; amor que cada ser humano deve despertar e desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia; amor cheio de energia, amor do diálogo e da
compreensão, amor partilhado e transcendental.

As Organizações precisam urgentemente de loucos, capazes de implantar novos modelos de gestão, essencialmente focados no SER, sem receios de serem chamados de insanos, que saibam que a felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não somente em ouvi-las.

(Madalena Carvalho)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amor Radical ou emoções baratas?


Radha & Krishna
» por Pedro Kupfer

Hoje em dia, está na moda ficar. Pessoas ficam. Por exemplo, ouvimos dizer que Fulano ficou com Sicrana. Demorei um pouco para entender o que era esse tal de ficar. Ainda bem que tenho um dicionário em casa: aprendi que ficar é "manter com (alguém) convívio de algumas horas, sem compromisso de estabilidade ou fidelidade amorosa". Traduzindo: ficar é viver um relacionamento amoroso avulso. Emoções baratas (cheap thrills), diria Janis Joplin.

Devo estar ficando velho (na outra acepção do termo): não consigo compreender o sentido dessa perda de tempo e energia, desse desgaste e dessa irresponsabilidade em relação aos sentimentos do outro. Para mim, pelo que entendo da visão do Yoga sobre a vida, o amor envolve um grau tão alto de compromisso nos relacionamentos, que aventuras desse tipo ficam imediatamente descartadas.

O yogi, acredito, não quer perder tempo, nem dispersar sua energia, nem ferir os sentimentos de outrem. O yogi de verdade está no processo de libertação (moksha), e busca a mesma inspiração no estudo da filosofia, na prática e nos relacionamentos amorosos. Ele não está atrás dessas emoções baratas, mas do Amor Radical.

Há muita controvérsia em torno da definição do amor. Quando dois humanos tentam descrever esse sentimento, suas definições são quase sempre diferentes. Isso, em caso de chegarmos no consenso de que o amor é de fato um sentimento, coisa bastante questionável, como veremos nesta reflexão.


Amor = sofrimento?


Todos sofremos de amor: seja pela ausência, por medo dele, ou por medo de que ele nos falte. Por que isso acontece? Por que sofremos tanto com algo que deveria nos trazer felicidade? Quando morre alguém que amamos, sofremos. Quando alguém que amamos nos é indiferente, sofremos. Quando morre o amor que nutrimos por alguém, sofremos também. Esse sofrimento é universal, e parece estar baseado numa compreensão equivocada do que seja o amor.

Quando estamos carentes, vemos o amor pelo outro como uma tábua de salvação, uma espécie de transferência da responsabilidade pela nossa própria felicidade para o objeto de amor. Isso significa que, distraídamente, delegamos ao outro a tarefa de nos fazer felizes. Coitado do outro! Ele nem imagina onde está se metendo, nem suspeita qual é o tamanho da missão que, sem aviso, nós delegamos a essa pessoa.

Acredito que isso aconteça porque não compreendemos a natureza do amor. Não sabemos nada sobre ele, que não esteja condicionado pela emocionalização da nossa ignorância e pelos nossos condicionamentos culturais. Não conseguimos pensar além dos valores que a sociedade nos impõe, e essa limitação torna-se uma fonte inesgotável de sofrimento.

O amor é transformado num sentimento por conta da nossa interpretação pessoal, tingida por condicionamentos e lembranças, valores sociais, e a imagem distorcida que temos de nós mesmos. Como projetamos nosso passado no presente o tempo todo, o amor parece evaporar-se depois de pouco tempo. Consequentemente sofremos, ficando à mercê da próxima queda no abismo da montanha russa emocional.


O Amor nos tempos do Veda


Rama e SitaComo admirador da cultura dos Vedas, faz muito sentido para mim o que a Brihadaranyaka Upanishad diz à respeito do amor, e que resolve a equação amor/sofrimento. Esse ensinamento pode nos parecer, ao primeiro olhar, radical e desconcertante.

Numa passagem desse texto, cujo título poderia ser traduzido mais ou menos livremente como "A Grande Floresta do Conhecimento", o sábio Yajñavalkya está prestes a renunciar ao mundo. Isso inclui as riquezas, a própria família e, obviamente, o amor que ele tem por ela.

Ele chama Maitreyi, sua esposa, e lhe diz que está indo embora para morar na floresta, para levar uma vida de contemplação, dedicada ao autoconhecimento. Também lhe diz que irá deixar todas suas riquezas com ela e sua segunda esposa, Katyayani.

Maitreyi pergunta se essas riquezas poderão dar para ela aquilo que ele está buscando na vida de contemplação. Ele responde com estas palavras: "Não, sua vida seria apenas igual à daqueles que têm riquezas. No entanto, não há a mínima chance da imortalidade ser obtida através da abundância."

Então Maitreyi disse: "O que deveria eu fazer então, com aquilo que não me torna imortal? Ensine-me, venerável senhor, sobre Aquele que você conhece como o único meio de se alcançar a imortalidade."

Depois, lhe dá uma definição de amor que pode parecer-nos perturbadora ou "egoísta", respondendo com estas palavras: "Minha querida, você já era minha amada antes, e agora menciona o assunto que me é mais caro. Venha e sente-se: irei lhe explicar. Enquanto lhe explico, medite sobre o que lhe digo:

"Em verdade, não é pelo amor ao esposo, minha querida, que o esposo é amado: ele é amado pelo amor ao Ser que, em sua natureza real, é uno com o Ser Ilimitado. Em verdade, não é pelo amor à esposa, minha querida, que a esposa é amada: ela é amada pelo amor ao Ser. Em verdade, não é pelo amor aos filhos, minha querida, que os filhos são amados: eles são amados pelo amor ao Ser."

Isso significa que, quando amamos uma pessoa, não estamos amando ela pelo que ela é, mas pelo que ela evoca em nós: a pessoa simples, pacífica e plena que essencialmente somos. Isso, contrariamente ao que possa parecer, não é egoísmo. Deixando de ver o amor como uma emoção, posso cultivar o desapego em relação aos meus próprios sentimentos. Assim, poderei me livrar do sofrimento que inevitavelmente advém quando estou identificado com eles. Dessa maneira, poderei igualmente aliviar o outro da responsabilidade de me fazer feliz. Isso seria exatamente o oposto do egoísmo.


O Amor não é uma emoção


Assim, o amor não seria uma emoção ou uma sensação. Uma emoção é uma reação orgânica a um pensamento, acompanhada por mudanças na respiração e na pressão sanguínea. Amor é um estado de paz, advindo do conhecimento de si mesmo como alguém completo, simples, feliz e satisfeito. Por esse motivo, não devemos confundir paixão ou volúpia com amor de raiz. Se, em presença do ser amado, fico em estado de plenitude, satisfeito e em paz, isso acontece porque a pessoa que amo desperta em mim o amor pelo Ser que eu sou.

Dharma, literalmente, significa "aquilo que mantém unido" e é uma palavra que se traduz como harmonia intrínseca, ordem, lei natural. Amor é igualmente um estado de coesão intrínseca, uma força protetiva que envolve grupos de pessoas, famílias ou amantes. Nesse sentido, podemos dizer que amor é dharma. A conexão entre amor e dharma, então, torna-se óbvia. Se o dharma é a cola que mantêm unidas as pessoas, isso não pode ser diferente do amor. Amor pelo Ser, então, é Amor Radical.

Nós não precisamos abandonar nossas vidas e ir para a floresta, como faz o sábio da Upanishad, para reconhecer o amor dessa forma, cultivá-lo desapegadamente e viver uma vida mais plena e feliz. Basta apenas reconhecer a plenitude em nós mesmos, e olhar com responsabilidade para aqueles que amamos, sendo compassivos e não-violentos em relação ao mundo.

O homem tem todos os animais em si...




Amigo,
O tempo não é uma medida. Um ano não conta, dez anos não representam nada. Ser alguém não significa contar, é crescer como a árvore que não apressa a sua seiva e resiste, serena, aos grandes ventos da primavera, sem temer que o verão possa não vir.
O verão há de vir. Mas só vem para aqueles que sabem esperar, tão sossegados como se tivessem na frente a eternidade.
Ele já tinha todas as rugas do tempo quando o encontrei pela primeira vez. Queixava-se de que tinha muito a fazer. Perguntei-lhe como era possível que em sua solidão, tivesse tanto trabalho... Tenho que domar dois falcões, treinar duas águias, manter quietos dois coelhos, vigiar uma serpente, carregar um asno e dominar um leão! – disse ele.
Não vejo nenhum animal perto do local onde vives. Onde eles estão? Ele então explicou: Estes animais, todos os Homens tem!
Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos!
As duas águias ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São as minhas mãos!
Os dois coelhos querem ir aonde lhes agrada. Fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades. Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos, mesmo que seja penoso,
problemático ou desagradável. São meus pés!
O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, mal se abre a jaula, está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, causa danos. É a minha língua!
O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo!
Finalmente, preciso dominar o leão. Ele sempre quer ser o rei, o mais importante. É vaidoso e orgulhoso. É o meu coração!


sábado, 23 de abril de 2011

China censura viagens no tempo!

China acaba com viagens no tempo na televisão

Postado por Das Übergeek - em 17/04/2011 06:30 Blog: ÜberGeek

Star Trek? Não. De Volta Para o Futuro? Não.

Por Daniel Pavani

O departamento de censura da China proibiu a exibição de todo e qualquer programa de televisão ou filme que tenha como tema viagens no tempo. Entre os motivos, o governo alega que este tipo de temática trata a história de maneira frívola.

A Administração Estatal de Radio, Cinema e Televisão da China afirmou que os programas que possuem viagens no tempo como tema “não possuem pensamentos positivos e significado”, conta o blog Arts Beat, do site do The New York Times.

Entre as justificativas, o órgão de censura chinês afirma que este tipo de entretenimento inventa mitos, possui planos “estranhos e monstruosos”, táticas absurdas e até mesmo promovem feudalismo, superstição, fatalismo e reencarnação.

Em pronunciamento, o porta-voz do órgão de censura afirmou que “os produtores e roteiristas estão tratando fatos históricos sérios de uma maneira frívola, o que não deve mais ser encorajado”, conta o site Techland.

Caso isso realmente aconteça, nada mais de Doc, Marty, Spock ou H. G. Wells para os chineses. Uma pena.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tempo de colher atitudes...



O tempo e nossas colheitas estão em nossas mãos...

Existem dois dias, em uma vida, que nada poderemos fazer... O Ontem e o Amanhã.

O ontem está carimbado como passado. 

O amanhã com o futuro.


Existe, também, uma dualidade que as religiões insistem em querer manter viva para que prendam os seus fiéis, que é o bem e o mal.

O mal é força de um malvado que vem nos dominar e o bem de um super-herói que tudo sabe e tudo cria.

Na realidade, a dualidade se faz real para manter as pessoas presas e cativas às instituições que são cada vez mais fortes e mais rentáveis.

O mal e o bem estão em nós e em nossas posturas. Ninguém, no universo, tem poder para interferir em nosso Livre-Arbítrio.


Ora, quem acorda de manhã? Quem come? Quem anda? Que decide ir aqui ou acolá? Quem fala? Quem se cala?

Você, eu, não é verdade. Portanto, cabe exclusivamente a nós o destino de nossas vidas.
Uma das pessoas que eu mais admiro, não pelo que foi, mas pelo que fez, foi o Papa Gregório XIII. Nasceu em Bolonha, Itália, em janeiro de 1502. Quando percebeu que os Místicos ganhavam terreno com sua postura Cósmica Universal, e perdia fiéis para a instituição que defendia, Gregório alterou o Calendário que atualmente usamos no Ocidente e também em vários países do Oriente.

Mudou o dia do início do Ano. Saiu de primeiro de abril para primeiro de janeiro. Primeiro de abril, portanto, virou o dia da mentira. É mentira que o ano novo começa...

Alterou o nascimento de Jesus de 7 de março para 25 de dezembro. Era um dia de festas e troca de presentes.

Mas convenientemente fez a correção do ano solar.


Em agosto, que é o mês para que todos nós estejamos ao nosso gosto (independência de postura e religião não quer isso) passou a determinar que é um período de muita atenção e cuidado... Aqui, no Brasil, absurdamente é o mês do cachorro louco.

Acabou com o encanto do mês de março. Na realidade, março é um marco para que tomemos boas atitudes e possamos começar o ano novo, primeiro de abril, com boas e adequadas energias.

Agora você sabe...

Escrevi tudo isso para lhe dar uma boa explicação e razões de que este é o seu, o meu, o nosso mês para TOMARMOS ATITUDES.


Devemos analisar adequadamente o que somos, se gostamos ou não de nossas colheitas e, porque elas acontecem, ou não.

Março é o marco para novas posturas e novos pensamentos. Mudar é o ponto. Fazer algo novo é o momento adequado.

Em primeiro de abril, começa um novo ciclo Cósmico de sete anos e a maneira que você começar, terá forte tendência de continuar assim pelo período. Mudar durante um ciclo é mais complicado e vai exigir muito mais esforço.

Tá ruim? Faça um favor a si mesmo... Mude. Mas mude com consciência de que você tem o leme de sua vida. Faça uma análise de seus valores. Procure entender como foi educado e tenha presente que normalmente família é resgate kármico.

Se você não decide é porque alguém lhe tolheu a iniciativa. Isso se chama adestramento e não educação.

Analise fortemente o meio em que vive e com quem convive. Se o que prevalece é a postura ou o dinheiro. Se você olha para dentro ou continua preocupado exclusivamente com a aparência.


Quais seus hábitos? Quais seus vícios?

Noventa e nove por cento das pessoas se tornam reféns de hábitos. Tem medo de mudar. Mesmo que esteja ruim é melhor assim do que buscar o desafio do novo. Afinal, para ficar como está não se precisa fazer nada.

Tenha consciência que vida é Causa e Efeito e que se você fala dos outros é bem provável que muitos falem de você... Se brinca com a vida, ela, nada mais será do que uma constante brincadeira.

Muita piada, muita mentira, muita fofoca...

Conviver com isso e querer que a vida seja algo sério é, no mínimo, falta de conhecimento sobre o que somos e porque estamos vivendo uma vida neste planeta.


Quero colo! Ótimo e quando você vai entender que a vida é uma jornada individual?

Alguém me ajude! Sim e como você vai crescer e aprender a superar obstáculos?

Estamos verdadeiramente no TEMPO de um MARCO em nossas vidas. Março é o mês de nossas grandes decisões. Porém, precisamos ter consciência que as decisões maiores são as que brotam de dentro para fora e não da mão para o bolso.

Ou seja, são de valores e não de coisas materiais. Para termos um externo lindo é preciso, antes, aprimorar o interno...

E, decisão sem ação, é melhor nem decidir...

Ainda dá tempo. É só querer. Mãos à obra, portanto.

Sei que nos veremos.

Beijo na Alma
Saul Brandalise Jr.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quando se vê...

Um lembrete de Mário Quintana


'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê, já passaram-se 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.


Desta forma, eu digo:

Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá será desse tempo que, infelizmente, não voltará mais.'

Mário Quintana


sábado, 8 de agosto de 2009

A ARTE DE ENVELHECER



Conta um jovem universitário que no seu primeiro dia de aula o professor se apresentou e pediu que todos procurassem conhecer alguém que ainda não conheciam. Ele ficou de pé e olhou ao redor, quando uma mão lhe tocou suavemente o ombro. Deu meia volta e viu uma velha senhora, cujo sorriso lhe iluminava a face.
Ela lhe falou sorrindo: Oi, gato. Meu nome é Rose. Tenho oitenta e sete anos. Posso lhe dar um abraço?
O moço sorriu e respondeu com entusiasmo: claro que pode!
Ela lhe deu um abraço bem forte.
Por que a senhora está na Universidade numa idade tão jovem, tão inocente? Perguntou-lhe o rapaz.
Rindo, ela respondeu: estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo me aposentar e viajar.
Eu falo sério, disse seu jovem colega. Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.
Rose respondeu gentil: sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.
Depois da aula ambos caminharam juntos por longo tempo e se tornaram bons amigos.
Todos os dias durante os três meses seguintes saíam juntos da classe e conversavam sem parar.
O jovem universitário estava fascinado em escutar aquela "máquina do tempo". Ela compartilhava com ele sua sabedoria e experiência. Durante o curso, Rose se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse. Gostava de se vestir bem e se alegrava com a atenção que recebia dos outros estudantes.
Ao término do último semestre, Rose foi convidada para falar na festa de confraternização. Naquele dia ela deu a todos uma lição inesquecível. Logo que a apresentaram ela subiu ao palco e começou a pronunciar o discurso que havia preparado de antemão. Leu as primeiras frases e derrubou os cartões onde estavam seus apontamentos.
Frustrada e um pouco envergonhada se inclinou sobre o microfone e disse simplesmente:
Desculpem que esteja tão nervosa. Não vou poder voltar a colocar meu discurso em ordem. Assim, permitam-me, simplesmente, dizer-lhes o que sei. Enquanto todos riam, ela limpou a garganta e começou:
Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.
Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.
Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.
Temos que ter um ideal. Quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.
Há tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem sequer sabem!
Há uma grande diferença entre estar velho e amadurecer. Se vocês têm dezenove anos e ficam um ano inteiro sem fazer nada produtivo se converterão em pessoas de vinte anos.
Se eu tenho oitenta e sete anos e fico por um ano sem fazer nada de útil, completarei oitenta e oito anos.
Todos podemos envelhecer. Não requer talento nem habilidade para isso. O importante é amadurecer encontrando sempre a oportunidade na mudança.
Não me arrependo de nada. Nós, de mais idade, geralmente não nos arrependemos do que fizemos mas do que não fizemos. E, por fim, os únicos que temem a morte são os que têm remorso.
Terminou seu discurso cantando "A rosa". Pediu a todos que estudassem a letra da canção e a colocassem em prática em suas vidas. (Não me pergunte de quem é, ou, que música é esta porque não saberei dizer-te)
Rose terminou seus estudos e, uma semana depois da formatura, morreu tranquilamente enquanto dormia.
Mais de dois mil estudantes universitários assistiram as honras fúnebres para render tributo à maravilhosa mulher que lhes ensinou, com seu exemplo, que nunca é demasiado tarde para chegar a ser tudo o que se pode e deve ser.
O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem. Afinal, envelhecer é obrigatório, amadurecer é opcional.
Pense nisso!

escrito pelo amigo Antônio Leão

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