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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Conferência sobre ciência psicodélica destaca uso da ayahuasca


Carlos Minuano

Do UOL, em São Paulo

  • Caio Guatelli/Folhapress - 08.10.2011
    O uso terapêutico da ayahuasca vem ganhando espaço no mundo inteiro; estudos sugerem que o chá pode ajudar em casos de depressão e dependência
    O uso terapêutico da ayahuasca vem ganhando espaço no mundo inteiro; estudos sugerem que o chá pode ajudar em casos de depressão e dependência

Ecstasy contra estresse pós-traumático, LSD para dor de cabeça, psilocibina no tratamento do tabagismo. Uma antiga utopia de hippies e alternativos sessentões se tornou realidade. Depois de décadas de perseguição, os alucinógenos estão na mira de cientistas do mundo do todo, interessados no possível potencial dessas substâncias para tratamentos diversos. Esse novo cenário é o tema da segunda edição da conferência Psychedelic Science, que começou na quinta (18), em Oakland, na Califórnia, e termina nesta segunda (22). 
A conferência reúne mais de 100 dos principais pesquisadores de 13 países, que apresentarão as descobertas mais recentes sobre os benefícios e riscos de diferentes substâncias psicoativas, como ibogaína (que faz o usuário sonhar acordado), ketamina (anestésico veterinário) e maconha.
As palestras e workshops deram destaque para estudos sobre o potencial terapêutico da ayahuasca, beberagem de origem amazônica usada em rituais indígenas e em cultos religiosos brasileiros, como Santo Daime e União do Vegetal.
Nunca se pesquisou tanto esse tema, diz a antropóloga brasileira Bia Labate, professora visitante do Programa de Política de Drogas do Centro de Pesquisa e Ensino Econômico - Cide, em Aguascalientes, no México. Ela é consultora do Maps (sigla em inglês para Associação Multidisciplinar para Estudos Psicodélicos) e diz que o evento é "o maior encontro internacional da história entre estudiosos do campo da ayahuasca".
Segundo ela, houve uma explosão de interesses sobre a natureza,  e os efeitos e usos do chá psicoativo. "Depois de uma longa jornada de perseguição e banimento pelos colonizadores, seguido pelas políticas proibicionistas de drogas, observamos a propagação de rituais da ayahuasca em toda a Europa e América do Norte, e uma enorme expansão no estudo científico dessa substância", relata.
O eixo do evento voltado para o chá psicodélico, coordenado pela antropóloga, reúne 30 apresentações de pesquisas, um dia de workshop, exibição de filmes e debates em torno de questões como segurança, ética e comercialização do uso da ayahuasca no chamado 'turismo espiritual'. Com recorte multidisciplinar, inclui perspectivas de neurociência, neurobiologia, psiquiatria, farmacologia, etnofarmacologia, etnobotânica, psicologia, saúde pública, epidemiologia, antropologia, direito e educação. "São pesquisadores do Brasil, EUA, Canadá, Alemanha, Espanha, Peru e México", acrescenta a antropóloga.
"Em sua maioria, apresentações abordam o ritual e os usos clínicos dessa substância no tratamento de várias doenças e enfermidades, como a depressão, e especialmente seu papel no bem-estar psicológico, qualidade de vida e na formação da identidade", prossegue Labate. Outra abordagem relevante são as investigações dos efeitos da ayahuasca como complemento para a psicoterapia em casos de dependência química.
É esse, aliás, o campo de atuação do brasileiro Dartiu Xavier, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo, onde também é diretor do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad). O psiquiatra, que é um dos palestrantes na conferência norte-americana, participa atualmente de vários estudos sobre o tema, entre eles um de avaliação neurofisiológica dos efeitos agudos da ayahuasca (dosagens de hormônios no sangue e eletroencefalograma), e outro que trata dos sintomas depressivos e ansiedade em usuários do chá amazônico.
"Esta conferência abrange todos os alucinógenos, mas tem uma ênfase especial na ayahuasca, pelo fato de aparentemente ser uma substância de uso seguro, e que não causa dependência, além do fato deste uso estar aumentando no mundo inteiro nos últimos anos", argumenta Xavier.
Ele vê com otimismo o crescimento do interesse cientifico nos psicodélicos em geral. "Vários grupos de cientistas no mundo estão de olho nesse tema, estamos para começar um destes estudos aqui no Brasil", informa o psiquiatra. "Estamos elaborando uma pesquisa que pretende investigar o uso terapêutico de alucinógenos em dependentes de cocaína e crack, sendo um deles com ayahuasca e outro com ibogaína". O psiquiatra, entretanto, explica que falta ainda a aprovação dos comitês de ética.
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Conheça alguns estudos sobre o poder terapêutico de alucinógenos7 fotos

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CHÁ DE COGUMELO - a psilocibina, substância retirada dos chamados "cogumelos mágicos", traz bons resultados em tratamentos para reduzir ansiedade e ataques de enxaqueca; pesquisadores investigam agora a capacidade do componente de aliviar sintomas característicos do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Especialistas também ressaltam que a droga pode deflagrar transtornos psiquiátricos pré-existentesLeia mais Thinkstock
Depressão
Outro destaque do congresso são os estudos que investigam o uso da ayahuasca como antidepressivo, dos brasileiros Dráulio de Araújo, especialista em neuroimagens, e Sidarta Ribeiro, neurocientista, ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "Investigamos dois processos cognitivos modulados pela ayahuasca: mudança do foco da atenção para processos internos e a potencialização na criação de imagens visuais mentais. Os dois estudos foram realizados usando a imagem funcional por ressonância magnética", descreve Xavier.
Parte dos resultados, segundo ele, contém indicações do potencial de uso da ayahuasca como antidepressivo. Há um estudo piloto sendo conduzido no Brasil (em fase final), com a participação dos pesquisadores da UFRN, sob a coordenação do psiquiatra Jaime Hallak, da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto. "As conclusões são bastante animadoras", comenta Araújo.
A segunda fase da pesquisa será coordenada pela equipe da UFRN. "Pretendemos utilizar vários marcadores biológicos (bioquímicos, eletroencefalografia, imagem por ressonância magnética, avaliações neuropsicológica e psiquiátrica) para fazer uma avaliação mais abrangente sobre esse suposto potencial no tratamento de pacientes com depressão", detalha o neurocientista.
Receio
Mas para pesquisadores mais ortodoxos ainda faltam algumas etapas para que o uso terapêutico de alucinógenos se torne um fato. É o que defende Arthur Guerra, diretor do Programa de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas da USP (Universidade de São Paulo). "Vejo essas experiências com muita reserva", diz. "Qualquer conduta que não seja suficientemente comprovada oferece riscos".
Guerra reconhece a qualidade e o avanço das pesquisas nesse campo, mas se diz de outro time. "Sou da ala mais clássica". Após a fase de diagnóstico do dependente químico, segundo ele, em geral são identificados outros problemas, como fobia, depressão e outros, por isso sua opção ainda é por tratamentos convencionais. "São mais seguros", diz.
Embora na outra margem, o neurocientista Draúlio de Araújo concorda com o cuidado sugerido por Guerra. Para ele, qualquer medicamento novo passa por várias etapas de testes para que sejam avaliados seus benefícios e riscos. "O processo é, e deve ser, exatamente o mesmo nos casos de qualquer substância psicoativa".
Também participam das apresentações sobre ayahuasca os pesquisadores Gabor Maté, médico canadense nascido na Hungria, especializado no estudo e tratamento de dependência, o francês Jacques Mabit, diretor do Centro Takiwasi em Tarapoto, no Peru, dedicado à  reabilitação de dependentes químicos com ayahuasca e práticas tradicionais de cura, e José Carlos Bouso, psicólogo clínico do Programa de Pesquisa de Neurociências do Hospital del Mar Research Institute.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Novas descobertas sobre terapias e o cérebro

A Cura do Trauma

Depois de vinte e seis anos experimentando, aprendendo e respirando terapia, sinto que estou começando uma nova fase no meu trabalho. As recentes descobertas da neurofisiologia e as constatações de diversos estudiosos como Bert Hellinger e Peter Levine, por exemplo, elevam a terapia a um novo patamar de consciência e prática.

Quando comecei meu processo pessoal não tinha consciência do lado negativo e perigoso dos processos catárticos e de liberação emocional. Lembro de diversos grupos de terapia que têm o foco na catarse e liberação emocional que participei, sai dos mesmos me sentindo estranho e com até menos confiança na vida e nas pessoas.

Com isso não quero dizer que as terapias catárticas não são importantes. Acho que são. Mas não podem ser utilizadas indiscriminadamente com qualquer paciente/cliente que procura terapia. Explicarei abaixo algumas das razões que entendi depois diversos cursos que fiz nesses dois meses, entre 2010 e 2011, que passei na Osho Multiversity (www.osho.com), de Puna, Índia.

Também compreendi que terapias verbais que se utilizam simplesmente da cognição, da análise e da compreensão racional não tocam a raiz dos aspectos traumáticos. Pois o trauma acontece e se instala no cérebro reptiliano ou cérebro animal, enquanto que os aspectos racionais se dão no Neocortex que é um cérebro estritamente humano e racional.

O cérebro reptiliano é a nossa herança animal e funciona exatamente como o cérebro dos animais irracionais. Ele vive através das sensações (senso-percepção). O trauma é o subproduto de uma carga energética que se dá quando o animal ou o homem se sente ameaçado e seu sistema de defesa lhe fornece uma quantidade de energia maior do que ele precisaria para reagir lutando, correndo ou congelando.

Quando o animal passa por uma ameaça e escapa, ele trata de descarregar o excesso de energia através do chacoalhar o corpo, saltar, correr, etc. O animal racional por ter perdido ou esquecido essa característica se mantêm com esse acúmulo de energia que é o gerador potencial do 'trauma'. E toda vez que outra experiência lembrar o fato traumático aquela energia é acessada gerando todos os sintomas do trauma original. A pessoa sente como se estivesse vivendo aquela mesma experiência traumática.

As terapias catárticas que não tem esse conhecimento podem reforçar o trauma, pois colocam a pessoa traumatizada em uma situação semelhante àquela que ela viveu e que a traumatizou. Essas terapias ainda podem ser utilizadas de forma gradual e consciente, ajudando o cliente traumatizado a tocar as sensações traumáticas conscientemente, de modo suave e lento.

Uma descoberta importante de Peter Levine para a cura do trauma é o que ela chama de 'Pendulação'. É uma forma de compensar ou equilibrar a sensação traumática com sensações de apoio, suporte e conexão consigo mesmo. Todos nós temos 'recursos' externos, como por exemplo, uma casa, uma conta bancária, um amigo, marido, mulher, um bichinho de pelúcia, etc, como também podemos dispor de recursos internos como sensações de paz, relaxamento em algumas partes do corpo, espaços meditativos, espaços de prazer ou enraizamento. No trabalho da cura do trauma 'pendulamos' entre uma sensação de medo e uma sensação de suporte.

Outra concepção importante é nunca acessar diretamente o vórtice do trauma, nem também evitá-lo totalmente. Quando uma pessoa revive um trauma através de um problema que aconteceu no seu relacionamento, ela pode dizer "nunca mais quero me relacionar". O que ela, na verdade, quer dizer com isso é que ela não quer mais sentir as sensações que o 'relacionamento' lhe causou. Porém, essa atitude não vai ajudar essa pessoa a se curar do trauma original. Também não é aconselhável que alguém diga "que bobagem, vá de novo, da próxima vez você aprende". Esta também não é a forma de vencer o trauma.

Então, como devemos agir? Com controle e consciência da situação; e em terapia acessar as sensações traumáticas de forma lenta e gradual, como colocamos acima. Quando tocamos um pouquinho da sensação traumática com consciência e controle saímos da experiência com mais confiança e energia. Podemos então, ter uma segunda experiência um pouco mais profunda, até depois de algumas sessões terapêuticas estarmos prontos para acessar o núcleo do trauma. Mas não podemos de antemão definir o número de sessões que cada pessoa vai ter que fazer.

Em seu livro 'The Zen Way of Counseling', o psicoterapeuta Svagito Liebermeister comenta sobre esse tema: "O propósito da pendulação é evitar confrontação imediata com o evento traumático, visto que confrontação direta pode na verdade, reforçar a ferida psicológica ao invés de ajudá-la a sarar."

Nunca é interessante para a pessoa traumatizada perder o controle da situação. Quando a pessoa traumatizada perde o controle, ela está literalmente 'perdida'. A partir desse instante ela não pode mais fazer nada, pois foi 'sugada' para o vórtice do trauma e irá reviver toda a situação traumática até sair novamente ainda mais traumatizada. Daí a importância da pendulação.

Falando sobre o reflexo do trauma, Peter Levine em seu livro 'O Despertar do Tigre' coloca "Antes de Perseu partir para conquistar a Medusa, foi avisado por Atena para não olhar diretamente para a górgone. Prestando atenção à sabedoria da deusa, ele usou o escudo para refletir a imagem da Medusa; agindo assim, conseguiu cortar a cabeça dela. Do mesmo modo, a solução para vencer o trauma não vem da confrontação direta, mas do trabalho com o seu reflexo, espelhado em nossas respostas instintivas."

Namastê!

Guilherme Ashara – é 'Counselor' (aconselhamento psicoterapêutico) com especialização em Psicologia Transpessoal e Constelação Sistêmica.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O Melhor da Terapia... (sic...)



Luis Fernando Veríssimo



O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos. 


E existem dois tipos de loucos: 

  • O louco, propriamente dito, e
  • O que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra.



Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era louco, ficou.

Durante quarenta anos, passei longe deles. Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras acumuladas. Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco semanal. O melhor da terapia é chegar antes, alguns minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera. Onde faço a minha terapia é uma casa grande com oito loucos analistas. Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco. Ninguém olha para ninguém. O silêncio é uma loucura. E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm, se são rotarianos ou leoninos, corintianos ou palmeirenses. Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo. E a sala de espera de um 'consultório médico', como diz a atendente absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela), é um prato cheio para um louco escritor como eu. Senão, vejamos: Na última quarta-feira, estávamos:

1. Eu
2. Um crioulinho muito bem vestido,
3. Um senhor de uns cinqüenta anos e
4. Uma velha gorda.

Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles. Não foi difícil, porque eu já partia do principio que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados.

2. O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista como o nosso, deve ter contribuído muito para levá-lo até aquela poltrona de vime. Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro e não conseguiu entrar como sócio do 'Harmonia do Samba'. Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social, com certeza. O olhar dele era triste, cansado.Comecei a ficar com pena dele. Depois notei que ele trazia uma mala. Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro. Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo. Podia ter também uma arma dentro. Podia ser perigoso. Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.

3. E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos? Como ele estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique no olho esquerdo. Corno, na certa. E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram? Observo as mãos. Roía as unhas.Insegurança total, medo de viver. Filho drogado? Bem provável. Como era infeliz esse meu personagem. Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele assoou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra. Faltava um botão na camisa . Claro, abandonado pela esposa. Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas. Homossexual? Acho que não. Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles. Tingido.

4) Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha. Que bunda imensa. Como sofria, meu Deus. Bastava olhar no rosto dela. Não devia fazer amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria? Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não! Tirou um terço da bolsa e começou a rezar. Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava.Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada. O que deve ser dos filhos dela? Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos. Tinha cara também de quem mentia para o analista. Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.

Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista. Conto para ele a minha 'viagem' na sala de espera. Ele ri, ..... ri muito, o meu psicanalista, e diz:

- O Ditinho é o nosso office-boy.

- O de terno preto é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades.

- A gordinha é a Dona Dirce, minha mãe.

- E você, não vai ter alta tão cedo...

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