Frases soltas por aí... no mundo!!

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segunda-feira, 10 de junho de 2013

COISAS QUE PESSOAS FELIZES FAZEM

Existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem da fama, da fortuna ou de bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode estar miseravelmente infeliz, enquanto um sem-teto pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes o são porque se fazem felizes. Elas têm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas mesmas. 

A questão é: como elas fazem isso?
É muito simples. As pessoas felizes têm  hábitos que melhoram suas vidas e se comportam de maneira diferente. Pergunte a uma pessoa feliz e ela vai dizer:
1. Não guarde rancor.
As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer que deixar que sentimentos negativos asdominem. Guardar rancor é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e estresse. Por que deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre você? Se você esquecer os seus rancores, vai ganhar uma consciência clara e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

2. Trate a todos com bondade.
Você sabia que foi cientificamente provado que ser gentil faz você feliz? Ser altruísta faz seu cérebro produzir serotonina, um hormônio que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito permite que você construa relacionamentos mais fortes.
3. Veja os problemas como desafios. 
A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encarado como um desafio, pode se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que você enfrentar um obstáculo, pense-o um desafio.
4. Expresse gratidão pelo que já tem.
Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, elas fazem o melhor de tudo com o que elas têm.” Você terá um sentido mais profundo de contentamento se contar suas bênçãos em vez de ansiar pelo que você não tem .
5. Sonhe grande.
As pessoas que têm o hábito de sonhar grande são mais propensas a realizar seus objetivos que aquelas que não o fazem. Se você se atreve a sonhar grande, sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.
6. Não se preocupe com as pequenas coisas.
As pessoas felizes se perguntam: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas rolarem à sua volta vai, definitivamente, deixar você à vontade para desfrutar de coisas mais importantes.
7. Fale bem dos outros.
Ser bom é melhor que ser mau. Fofocar pode até ser divertido, mas, geralmente, deixa você se sentindo culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva você a pensar positivo e a não se preocupar em julgá-las.
8. Não procure culpados.
Pessoas felizes não culpam os outros por seus próprios fracassos. Em vez disso, elas assumem seus erros e, ao fazê-lo, mudar para melhor.
9. Viva o presente.
Pessoas felizes não vivem do passado ou se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Se envolvem em tudo o que está fazendo no momento. Param e cheiram as rosas.
10. Acorde no mesmo horário todos os dias.
Você já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser madrugadores? Acordar no mesmo horário estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e nos coloca em um estado calmo e centrado.
11. Não se compare aos outros.
Todos têm seu próprio ritmo. Então, por que se comparar aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e, se pensar o contrário, acabará se sentindo inferior. Então, concentre-se em seu próprio progresso.
12. Escolha seus amigos sabiamente. 
A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas otimistas que vão incentivá-lo a atingir seus objetivos. Quanto mais energia positiva em torno de você, melhor vai se sentir.
13. Não busque a aprovação dos outros.
As pessoas felizes não importam com o que os outros pensam delas. Seguem seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los, e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.
14. Aproveite seu tempo para ouvir.
Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais você ouve, mais conteúdo você absorve.
15. Cultive relacionamentos sociais.
Uma pessoa só é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Sempre tenha tempo para encontrar e falar com sua família e amigos.
16. Medite.
Ficar no silêncio ajuda você a encontrar sua paz interior. Você não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmar.
17. Coma bem.
Tudo o que você come afeta diretamente a capacidade de seu corpo produzir hormônios, o que vai definir seu humor, energia e enfoque mental. Certifique-se de comer alimentos que vão manter seu corpo saudável e em boa forma e sua mente mais tranquila.
18. Faça exercícios.
Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e autoestima e produz a sensação de autorrealização.

19. Viva com o que é realmente importante. 

As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque elas sabem que excessos as deixam sobrecarregadas e estressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque eles vivem em casas menores, dirigem carros mais simples e possuem menos itens.
20. Diga a verdade. 
Mentir corrói a sua autoestima e o torna antipático. A verdade sempre liberta. Ser honesto melhora sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em você. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.
 21. Estabeleça o controle pessoal.
As pessoas felizes têm a capacidade de escolher seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver suas vidas. Estar no controle completo de sua própria vida traz sentimentos positivos e aumenta a autoestima.
22. Aceite o que não pode ser alterado. 
Depois de aceitar o fato de que a vida não é justa, você vai estar mais em paz com você mesmo. Portanto, concentre-se apenas no que você pode controlar e mudar para melhor.


Tradução do texto de Chiara Fucarino.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Mentir dá trabalho


Satya: o compromisso com a verdade

Oui, Monsieur Duchamp, isto é um mictório, não uma obra de arte.

Mentir dá trabalho. Quem mente é obrigado a gerenciar duas «realidades», uma para si e outra para as outras pessoas (a não ser que o sujeito seja biruta, a realidade de fato é aquela que ele guardará para si). Comparado com alguém que não mente, o mentiroso sempre terá mais trabalho e gastará mais tempo e energia. Mentir é uma espécie de malabarismo.

Satya é o yama que mostra a importância de não criar realidades. O yogin que respeita este yama reconhece a realidade única e vive nela. Trata-se, portanto, de um exercício constante de sinceridade -- consigo, com os outros, com o universo ---, de permitir que a visão se purifique e se livre de julgamentos e de avaliações. Estas coisas pertencem ao território da mente e o yogin sabiamente permite que elas aconteçam. Satya não o leva ao esforço de neutralizar os julgamentos e avaliações, satya apenas leva o yogin a reconhecer tais coisas como produtos da mente e, portanto, como uma tentativa da mente manipular e recriar a realidade à sua própria vontade.

Satya, portanto, pode ser compreendido também como o esforço de não misturar objetos de naturezas diferentes antes de reconhecê-los como tais.Um exemplo pode tornar esta idéia mais clara.


***
 

Suponhamos que um colega de trabalho, com quem você tem boas relações, o destrate sem nenhum motivo aparente. A mente do indivíduo inconsciente de si reagirá produzindo explicações para o fato: 

1) Seu colega na verdade não gosta de você. Portanto, ele é falso e desde o início estava enganando você, provavelmente porque quer prejudicá-lo.

2) Seu colega acordou de mau humor, por isso ele o maltratou. Logo vai passar.

3) Seu colega está passando por um período difícil na vida e maltratar as pessoas é uma reação natural a isso e uma forma inconsciente de pedir ajuda.

A mente pode criar outras explicações e cada uma delas implicará desdobramentos. Note, por exemplo, que cada uma das três explicações sugeridas indicam três caminhos diferentes. Decerto a primeira explicação levaria você a iniciar um conflito bastante sério com seu colega. A segunda poderia levá-lo a uma atitude passiva, à espera de que o humor de seu colega melhore. A terceira poderia levá-lo a oferecer-lhe ajuda. Qual das três mais se aproxima da realidade? A resposta é: nenhuma. Mesmo que uma delas corresponda em algum grau ao que de fato aconteceu com seu colega, elas foram produzidas na sua mente. 

Sem dúvida, a aproximação entre fato e pensamento pode modificar a realidade, mas é fácil perceber os riscos a que nos expomos quando agimos com base em pensamentos que não correspondem à realidade inicial -- aquela que gerou os pensamentos que geraram nossas ações. Pode-se imaginar que esses riscos não existem quando fato e pensamento coincidem (em outras palavras, quando conseguimos perceber a realidade adequadamente); no entanto, permanecer em satya leva o indivíduo a dispensar até mesmo os «pensamentos certos» ou, no máximo, a reconhecê-los como são, isto é, como pensamentos.



Perceber a realidade significa reconhecer o movimento das informações. Luz, calor, sons, fatos -- tais informações são recebidas pelos sentidos. Notar essas coisas é o mesmo que notar as informações que essas coisas produzem e, portanto, o movimento dessas informações em nossa direção. 

Se vejo um carro azul, meus olhos recebem a imagem e minha mente a registra. Fechar os olhos significa interromper o fluxo dessa informação. Ver mentalmente o carro azul significa criar um movimento que parte de mim. Ainda que ele não ultrapasse os limites de meu corpo e de minha mente, ele já foi «emitido»: se posso vê-lo, mesmo que apenas mentalmente, significa que ele já está «fora de mim». Satya significa também reconhecer esses dois movimentos e não confundi-los em nenhum momento.

O indivíduo acostumado a viver na ilusão não apenas inventa realidades e se esforça para que elas substituam a realidade única. Ele também não reconhece a realidade única quando a vê. Confundir aqueles dois movimentos -- a realidade que vem até você através dos sentidos e as imagens produzidas na mente como eco dessa realidade -- significa perder todo o senso da realidade. Pior do que viver na ilusão é perder a capacidade de perceber a realidade, por mais óbvia e impactante que ela seja.

***

Ah, sim, o yoga. Suponhamos que você vá até a escola onde toma aulas de yoga, estende seu tapete e posiciona-se para o início da prática. Então seu professor altera completamente o andamento habitual da aula. Ele ensina passos de dança ou fica conversando sobre os maravilhosos efeitos terapêuticos dos asanas ou, ainda, permanece em silêncio olhando para você com expressão absolutamente neutra. 

É natural que sua mente reaja. «Que raios é isso? Aula de dança agora?». Ou: «Ok, Hipócrates, asanas são uma panacéia. Que tal praticá-los?». Ou ainda: «Se ele continuar me olhando mais um segundo eu vou cair na risada. Não, eu não posso rir... eu não posso rir... Quando é que a aula vai começar?».

Uma boa forma de exercitar satya em situações assim é colocar seus pensamentos no fim da fila das coisas que participam da realidade. Observe como são suas ações quando elas não podem contar com os pensamentos. Perceba tudo o que acontece -- dentro e fora de você -- até que todas aquelas frases surjam na mente. A verdade se revela quando você se torna capaz de permanecer em silêncio, apenas observando tudo o que acontece.


Uma linda garota da vila ficou grávida. Seus pais, encolerizados, exigiram saber quem era o pai. Inicialmente resistente a confessar, a ansiosa e embaraçada menina finalmente acusou Hakuin, o mestre Zen o qual todos da vila reverenciavam profundamente por viver uma vida digna. Quando os insultados pais confrontaram Hakuin com a acusação de sua filha, ele simplesmente disse: «É mesmo?»


Quando a criança nasceu, os pais a levaram para Hakuin, o qual agora era visto como um pária por todos da região. Eles exigiram que ele tomasse conta da criança, uma vez que essa era sua responsabilidade. «É mesmo?», Hakuin disse calmamente enquanto aceitava a criança. 


Por muitos meses ele cuidou carinhosamente da criança até o dia em que a menina não agüentou mais sustentar a mentira e confessou que o pai verdadeiro era um jovem da vila que ela estava tentando proteger. Os pais imediatamente foram a Hakuin, constrangidos, para ver se ele poderia devolver a guarda do bebê. Com profusas desculpas eles explicaram o que tinha acontecido. «É mesmo?», disse Hakuin enquanto devolvia a criança.

Publicação original do blog: http://www.yogailhabela.org de 26/03/2011 Autoria de Christian Rocha

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Fórmula da felicidade



Felicidade = 35% de genética + 15% das circunstâncias + 50% de vontade própria.


Não, você não aprendeu essa fórmula na escola, mas ela é mais procurada do que qualquer Lei de Newton. Segundo o norte-americano Martin Seligman, trata-se da equação para ser feliz.

O método está descrito no livro Authentic happiness, em que o psicólogo tenta oferecer postulados para a bonança. Para começar, Seligman defende que o primeiro fator encontra-se em nosso DNA. Isso significa que cada um herda certo nível de felicidade, ou seja, não seremos nem mais nem menos felizes do que a carga genética deixada pelos nossos pais “permitir”.

Enquanto a primeira variável da equação relaciona-se às determinações dos genes, a próxima está ligada às heranças culturais e ambientais. Por exemplo, quem nunca ouviu brasileiros dizerem que foram para Londres e ficaram deprimidos com uma cidade tão cinza? Ou em como alguém se divertiria se ganhasse na loteria?

Clima, nível econômico, vida social e até religião formam as chamadas “circunstâncias externas”. Ou seja, tudo aquilo que não depende nem faz parte de você, mas que age diretamente na sua maneira de ver e sentir o mundo.

Então quer dizer que a felicidade é como a sorte: adquirida? Não, pois o restante da equação contemplaa motivação do indivíduo e tudo o que ele pode fazer para alcançar a sua própria satisfação. Para isso, Seligman, como bom autor de autoajuda, propõe uma série de exercícios: o pensamento positivo, a eliminação dos rancores e até o autoelogio.


Ranking da felicidade


Recentemente, a ONU publicou um estudo que lista os países mais felizes do mundo. O Brasil está em 25º lugar. No topo doranking estão Dinamarca, Noruega, Finlândia e Holanda, enquanto Togo, Benin, Serra Leoa e República Centro-Africana figuram no fim da lista.

O que também chama a atenção é o fato de que o abismo social se reproduziu inclusive em termos emocionais. Isso seria um indício de que dinheiro realmente traz felicidade?

Para o blogueiro Daniel Duclos, brasileiro que está vivendo na alegre Amsterdã há quatro anos, o material não encerra totalmente a questão. "Viver em um país rico é mais importante do que ser rico", defende.

Daniel diz que a Holanda oferece ao cidadão toda a infraestrutura de que ele precisa para viver: saúde pública, leis trabalhistas, baixa corrupção. A partir daí, fica mais fácil conquistar um bom emprego, ter uma família e fazer coisas que dão prazer. "É mais difícil ser feliz se sua vida está ameaçada", conclui o blogueiro.

 


Alcançando a felicidade


A terapeuta Denise Passos sente-se incomodada com a chamada fórmula da felicidade. Não por discordar da influência que a genética, o ambiente e a motivação têm no espírito das pessoas. O problema estaria na tentativa de engessar algo que é totalmente volátil.

"Felicidade é um processo – inclusive no tempo. Não dá para ser formulável, porque ela não é permanente nem como conceito", afirma Denise. Basta refletir: o que uma mulher contemporânea deseja alcançar não é a mesma coisa que gostaria a mulher nos anos 1960 e, provavelmente, isso será diferente daqui a algumas décadas.

Então, por que há tantos especialistas, livros e estudos prometendo a felicidade? Para Denise, essa oferta é apenas uma consequência do tempo em que vivemos: "Debate-se felicidade como se fosse a compra de um produto. A princípio, nossa sociedade nos deixa inseguros e complexados para, depois, fazer uma fórmula e tentar vender o segredo para ser feliz – algo que já é naturalmente nosso".


O caminho é você


A felicidade pode ser insólita, mas existe, e não só em momentos de pequenos prazeres, como ao comer um chocolate ou receber um beijo de quem você ama.

Denise acredita que alcançar a plenitude acontece justamente quando a alegria se torna o caminho, e não o objetivo. Para isso, é necessário lidar com o oposto: a frustração.

"Não dá para se livrar do sofrimento, mas é possível gerenciá-lo e caminhar com ele", explica a terapeuta. Ou seja, chegar ao fim do ano sem ter conquistado o objetivo que havia traçado não pode ser motivo para desânimo. Simplesmente compreenda por que não conseguiu realizá-lo, acolha a frustração e, no próximo de ano, comece de novo!


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A mente questiona.



A mente é o questionador.
Quando não há questionamento algum, a mente também desapareceu - pura consciência - apenas o céu sem qualquer nuvem, a chama sem qualquer fumaça.

Isso é o que é Deus.
Isso é o que é Buda, isso é o que é Cristo.

Deus não é a resposta
Deus é o estado de ser no qual o questionamento desapareceu.
Deus é o estado de não-mente



Permaneça com o questionamento
Eu estou aqui para ajudá-lo a permanecer com o questionamento.
Eu não vou lhe dar resposta alguma você já tem (respostas) demais
Eu não vou sobrecarregá-lo ainda mais.

Eu estou (aqui) para ensiná-lo como desaprender as respostas que você aprendeu, de modo que o questionamento se torne puro cristal, de modo que o questionamento se torne autêntico e seu, de modo que o questionamento surja de seu centro mais interno.

Não que você tenha que verbalizá-lo.
Deixe que ele seja a sua respiração
Deixe que ele esteja ali, silencioso



Um dia, se você tiver vivido bastante com o questionamento, ele começa a desaparecer. Ele evapora exatamente como quando a manhã vem e o sol nasce, e as gotas de orvalho começam a desaparecer.
Quando a consciência se torna um fogo, uma luz intensa, o questionamento começa a desaparecer.

Você não consegue dizer quem você é, mas você sabe.
Você pode dançar (o questionamento), você não consegue respondê-lo.
Você pode rir (o questionamento), você não consegue respondê-lo
Você viverá (o questionamento), mas você não conseguirá respondê-lo.


Osho

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

EU ACHO... OU O ACHISMO!


Nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo o que conta pode ser contado. - Albert Einstein

É a tendência em avaliar as situações segundo as próprias opiniões ou intenções, muitas vezes sem justificação. Também conhecida como a “cultura de fazer comentários sem propriedade, sem conhecimento, deduzir pela experiência pessoal algo que não tem certeza”.

Ex: Acho que não se deve correr riscos desnecessários, acho que vai dar certo...

Sinônimos:  pedantismo; 
Antônimos:
  certeza; conhecimento;
Relacionadas:  opinião; parecer; achar; tendência;



É o vício de responder tudo sem pesquisar antes e chutar a resposta.

O achismo é a tendência parapatológica de a consciência teorizar sem fundamento técnico e sem autovivência expressando excessivamente o ponto de vista teórico ou suposições sobre vários assuntos através da expressão eu acho que.

É uma resposta sem base em conhecimento ou informação. É inferir, supor... dizer algo sem se fundamentar.


Inspirado no positivismo, Durkheim (Émile Durkheim -  Epinal, 15/04/1858 - Paris, 15/11/ 1917 - considerado um dos pais da Sociologia moderna) queria romper com as ideias de senso comum (achismo) que interpretavam a realidade social de maneira vulgar e sem critério.

O Achismo nasce de um senso comum que seduz a mente preguiçosa ou cheia de tarefas. O princípio do Achismo é não "achar nada" porque alguém já disse que achou. Melhor ainda se for um profissional da mídia porque o suposto conhecimento dele, valida a nossa ignorância. Basta colocar uma hierarquia (cientista, advogado, jornalista, artistas, etc.) para nos sentirmos inferiores diante da 'competência' do fulano e seus argumentos, supostamente inteligentes. Ainda se lembra dos dados de analfabetismo acima?


Como podemos separar o que realmente é informação daquilo que se apresenta como puro Achismo e opinião emocional, desfocada dos fatos?

Com a Educação. E ficar atento com a mensagem por trás da informação. Para engolir é preciso mastigar. Portanto, mastigue primeiro.


Uma das mais conhecidas amantes do Achismo é a manipulação de massa. A outra é a mensagem subliminar (na sua forma negativa). Estas irmãzinhas são usadas hoje em praticamente todos os meios de comunicação (publicidade e propaganda, jornalismo, política e religião são os mais comuns) e ajudam a disseminar a praga do Achismo. Cuidado com elas.

Para fugir da armadilha do Achismo é preciso tempo e paciência. Tempo para encontrar as fontes honestas (elas existem) e paciência para conseguir separar o joio do trigo daquilo que realmente pode ser chamado de informação. O Achismo é extremamente sedutor porque vai buscar no seu comodismo e sentimentos de revolta, o laço que te prende na mensagem manipulada. Este é o recurso mais usado pelos medíocres jornalistas e apresentadores populares (você sabe quem são) e a mania das Teorias da Conspiração. Fuja de todos eles.


Jovens e a terceira idade são os principais alvos do Achismo na atualidade. Os jovens porque ainda estão procurando saber de tudo, a terceira idade porque muitos já não buscam saber mais de nada. E isso, é um fato infeliz e não um achismo meu.

Se você conseguiu ler este artigo até o final, existe uma responsabilidade te aguardando: o compromisso de lutar contra o Achismo generalizado. É uma guerra difícil de ser vencida por vários motivos (inclusive a falta de vontade para educar). Você acha que consegue? Ou tem certeza?

Quem acha, não tem certeza de nada!


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Cientistas querem testar se vivemos em uma Matrix


A arte que imita a vida

Será que nós próprios não poderíamos estar vivendo dentro de uma simulação do tipo Matrix?

Todos os fãs da trilogia Matrix sempre se questionaram se seria realmente possível que fôssemos uma espécie de "agentes de software" da vida real.
Ou se o que chamamos de "vida real" não seria de fato uma "vida virtual" fundada em uma outra realidade à qual não temos acesso direto.
Agora esta questão está sendo levada a sério pelos cientistas, que estão propondo um teste para sabermos se estamos ou não vivendo em uma simulação computadorizada.
A ideia, proposta por uma equipe da Universidade de Bonn, na Alemanha, parece ir bem mais longe do que outro conceito mais em voga, de que nosso Universo pode ser um gigantesco holograma.
Segundo eles, mesmo nossos deuses-programadores devem ter à disposição uma capacidade de processamento limitada e, sobretudo, devem cometer erros de programação.
E essas imperfeições devem criar erros na simulação que nós podemos ser capazes de detectar.




Simulações realísticas

As simulações computadorizadas são uma das principais ferramentas usadas pelos cientistas hoje, sejamos nós virtuais ou não.
Os simuladores permitem estudar tudo, de um você-virtual e da física dos arco-íris até o Universo, passando pelo planeta Terra inteiro e pelo nascimento das galáxias.
As simulações costumam criar matrizes 3D de "células", ou "átomos", que interagem de forma crescente até formar a coisa toda que se propõe estudar.
Como o poder computacional está crescendo continuamente, torna-se razoável pensar que um dia possamos simular o Universo inteiro, detalhe por detalhe.

Isso imediatamente leva à questão: Será que nós próprios não poderíamos estar vivendo dentro de uma simulação?





Falhas na Matrix

Silas Beane e seus colegas propõem que, se estivermos vivendo em uma matriz simulada por computador - uma Matrix - então os raios cósmicos, partículas carregadas que chispam pelo Universo, provavelmente estão viajando ao longo das linhas que conectam os diversos elementos dessa matriz.
Ou seja, a rota dos raios cósmicos deveria seguir uma estrutura geométrica precisa - eles não viriam de todos os ângulos possíveis.
Isso seria uma "falha" na Matrix, uma inconsistência que poderíamos detectar.
Mas vai levar um tempo até que você possa liberar seu Neo interior, ou alimentar a esperança de ser "o escolhido".
Os limites de energia dos raios cósmicos observados em nosso Universo significam que, se nosso Universo for mesmo uma simulação, as "células" de sua matriz não poderiam ser menores do que 10-12 femtômetros para que a falha aparecesse.
Seria então, uma questão de construir detectores de raios cósmicos suficientemente precisos para medir não apenas a energia, mas também o ângulo de chegada de cada "partícula" de energia.
É claro que estamos muito longe disto - o raio de um próton, por exemplo, mede pouco menos de 1 femtômetro.


Sinais dos criadores

Não há razão, contudo, para assumir que deuses-programadores suficientemente avançados não sejam capazes de projetar e rodar células ainda menores, nem que eles utilizem uma estrutura cúbica, como os cientistas presumem, o que de fato nos leva de volta à estaca zero.
Mas pode haver outras formas pelas quais os simuladores nos deem indicações de sua presença, eventualmente como um teste para avaliar a evolução das capacidades das suas criaturas virtuais.
Nick Bostrom, filósofo da Universidade de Oxford, recentemente sugeriu que os criadores da nossa realidade podem ter deixado mensagens nos alertando sobre sua existência, ou podem simplesmente nos transportar para sua realidade.
O fato é que a questão mais geral sobre se existem ou não outros níveis de realidade além deste que afeta nossos sentidos tem incomodado os filósofos há milênios.
Ou seja, não espere uma resposta definitiva para a questão tão cedo.

Texto originalmente publicado no site Inovação Tecnológica



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A grande brochada


Estamos vivendo um momento importante na história do Brasil com o julgamento do Mensalão. Surpreendentemente os nobres juízes estão condenando cada um dos réus, demonstrando a independência que precisamos para que a república funcione como deve ser: de forma justa. E começa agora a fase do julgamento onde o bicho vai pegar: os réus do núcleo político começam a ser julgados. Em especial José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, a trinca de figurões do PT.

O retrospecto do julgamento não é bom para os réus. A manter-se a lógica, teremos uma condenação histórica que servirá como uma lição para a sociedade brasileira, de que o poder não é absoluto e de que ainda há juízes em Brasília. Mas é outro retrospecto que me incomoda.

Em minha "O Buraco da Fechadura" trato do jeitinho brasileiro, nossa maior qualidade e maior defeito ao mesmo tempo. E mostro que o Brasil tem uma história repleta de anjos e demônios, fazendo um retrospecto de certos fatos recentes:

Em 1984, fomos às ruas com mais de 300 mil pessoas pelas Diretas Já, o nosso anjo salvador. Entusiasmados vimos o demônio da Câmara não aprovar a emenda. Brochamos.

Em 1985 elege-se o primeiro presidente civil após anos de governo militar: Tancredo Neves, o anjo salvador. E vem o demônio para matá-lo antes da posse. Brochamos.

Assume José Sarney, que lança o anjo sob a forma do redentor Plano Cruzado. Que logo vira o demônio dos oitenta e seis por cento de inflação ao mês. Brochamos.

Aí vem a Constituinte. O anjo Ulisses Guimarães conduz o povo às ruas e a gente muda tudo. Para ver o demônio nos dar uma montanha confusa de leis que tornam o país quase inviável. Nova brochada.



Surge então o anjo salvador: Fernando Collor de Mello. Que vira demônio e dá no que deu. Brochamos.

Então vem FHC, o anjo que coloca o país nos trilhos em seu primeiro mandato, para virar o demônio do segundo, abrindo caminho para a oposição. Nova brochada.

E então chega Lula, o anjo e seus comerciais. E traz com ele o demônio do Mensalão, da corrupção institucionalizada. Brochamos mais uma vez...

Que coisa! Parece sina: grandes mobilizações populares criando uma expectativa imensa que é depois transformada em decepção. E olha que eu só comecei em 1984. Se olhar antes tem mais.

Por isso estou acompanhando o julgamento do Mensalão com um entusiasmo contido. Comemoro cada pequena vitória, mas controlo imensamente minhas expectativas sobre o que vem pela frente. Enquanto lidaram com banqueiros, assistentes e políticos de menor expressão nossos juízes aplicaram a lei como deve ser. Mas chegou a hora dos tubarões e a partir de agora minha expectativa é zero.

Não, não é pessimismo. É apenas um pequeno truque que aprendi com o pioneiro da ciência da informação Saul Gorn, que um dia disse: “Sempre espere ficar desapontado. E você não ficará.”.  To me poupando de outra grande brochada.



artigo de Luciano Pires do dia 21/09/2012 (Luciano Pires é editor do Café Brasil. Publica seus artigos às sextas-feiras. www.portalcafebrasil.com.br)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mentiras e confiança



Uma razão para que a mentira possa persistir como uma estratégia em ambientes sociais é que não é a comparação dos fatos contra alguma noção de verdade, mas em vez disso, a avaliação de se uma traição da confiança aconteceu ou não, que determina a resposta a uma mentira.
No caso da Guerra com o Iraque, por exemplo, o fato de que a mentira agravou um conflito poderia ter representado uma séria quebra da confiança e traição daqueles que iriam sofrer no conflito. No entanto, qualquer um que aceita como verdadeira a afirmativa de que o regime em vigor era uma ameaça "inevitável" a aqueles que pereceram o combatendo, ou aqueles cujas vidas estão em risco como consequência da invasão, teria uma probabilidade muito menor de considerar agravar o conflito no momento mais conveniente ser qualquer tipo de traição. A perspectiva do bom senso conservador com frequência se baseia nesse tipo de suposição de certeza. Mas se conflitos que são agravados são escolhidos devido a alguma ideologia, é difícil ver como isso difere da simples lógica de "o poder torna certo".

 


Mentiras durante a infância

As mentiras começam cedo. Crianças pequenas aprendem pela experiência que declarar uma inverdade pode evitar punições por má ações, antes de desenvolverem a teoria da mente necessária para entender porque funciona. De maneira complementar, existem aqueles que acreditam que as crianças mentem por insegurança, e por não compreender a gravidade dos seus atos "escapa(m) da responsabilidade apelando para a mentira". Nesse estágio do desenvolvimento, as crianças às vezes contam mentiras fantásticas e inacreditáveis, parecidas com a mentira de Koko, a gorila discutida anteriormente, porque eles não possuem o sistema de referência conceitual para julgar se uma declaração é verossímil ou mesmo entender o conceito de verossimilhança.
Quando a criança primeiro aprende como a mentira funciona, naturalmente elas não possuem o entendimento moral para evitar fazer isso. É necessário anos observando as pessoas mentirem e o resultado das mentiras para desenvolver um entendimento adequado. A interferência da família também é imprescindível para que a criança compreenda através de bons exemplos a forma correta de agir.
A propensão a mentir varia muito entre as crianças, com algumas fazendo isso de maneira costumeira e outras sendo com frequência honestas. Os hábitos em relação a isso mudam normalmente até o início da idade adulta. Nos casos em que esta mudança não ocorre, a psicologia os define como adultos no estágio de infância psicológica.
Alguns veem que as crianças - como um todo - têm maior tendência a mentir do que os adultos. Outros defendem que a quantidade de mentiras permanece o mesmo, mas os adultos mentem sobre coisas diferentes. Com certeza a mentira de adultos costuma ser mais sofisticada, e de consequências maiores do que as contadas por crianças. Boa parte desse julgamento depende se a pessoa conta inverdades diplomáticas, insinceridade social, retórica política e outros comportamentos adultos que são tidos como mentiras.

 


Detecção de mentiras

A questão de se as mentiras podem ser detectadas através de meios não verbais é assunto de particular controvérsia.
§  Polígrafos são máquinas de detecção de mentiras que medem o estresse fisiológico que um entrevistado sente em várias medidas enquanto dá declarações ou responde perguntas. Afirma-se que picos do estresse indicam comportamento mentiroso. A precisão desse método é amplamente contestada, e em vários casos bem-conhecidos provou-se que ele foi ludibriado. No entanto, ele permanece em uso em muitas áreas.
§  Vários soros da verdade foram propostos e usados durante depoimentos, embora nenhum seja considerado muito confiável. A CIA tentou descobrir um "soro da verdade" no projeto MK-ULTRA, mas foi na maior parte um fiasco.
§  Microexpressões faciais foram mostradas como um método confiável de expor mentiras, de acordo com o Diogenes Project de Paul Ekman e do Psy7Faces de Armindo Freitas-Magalhães. Em outras palavras, um lampejo minúsculo da expressão facial de "perturbação", embora difícil de ser vista para o olho destreinado, pode indicar quando a pessoa está mentindo.
Neurocientistas descobriram que a mentira ativa estruturas do cérebro completamente diferentes durante exames de tomografia por ressonância magnética, o que pode levar a um método mais preciso (embora não prático) de detecção de mentiras.
Ref.: Ângelis, Joanna de. No livro "Conflitos Existenciais"


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