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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

FRASES LARGADAS NO MUNDO


O mundo/universo, te reserva algo maior, muito maior do que tudo que você teve até agora... o que você teve, foi muito pequeno perto do que você terá...
Viva o momento presente...


Que possamos honrar e valorizar a irmandade no ciclo que se inicia. Apoiando-nos mutuamente enquanto tomamos coragem de sermos fiéis a nós mesmos.


Você é totalmente responsável pela sua própria vida!


Algo a se dizer, sobre nossas sombras, sobre esse ser que é inquieto, mas faz parte de mim... Reconhecê-lo e aceitá-lo!



Ama e faz o que quiseres.
Se calares, calarás com amor;
se gritares, gritarás com amor;
se corrigires, corrigirás com amor;
se perdoares, perdoarás com amor. 
Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.
Santo Agostinho


OS 7 TIPOS DE PAZ
Os índios Aymara, que habitam há séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes, defendem a necessidade de sete diferentes tipos de paz.
O 1º tipo de paz é para dentro de cada um de nós. Com a saúde de nosso corpo, a clareza de nossa mente, a satisfação com nosso trabalho, a alegria com a pessoa que escolhemos para amar. Sem paz consigo mesmo, não há Paz.
O 2º é para cima. Com o espírito de seus antepassados, com Deus. Se você não está em paz com o mundo sobrenatural, espiritual, com a metafísica de sua existência, sua paz está incompleta.
O 3º tipo de paz é para frente, com o seu passado. Diferentemente dos homens brancos com sua arrogante cultura ocidental que põem o passado para trás, os Aymara o colocam para adiante, por ser o visto, o vivido, o conhecido. Quem tem remorsos, culpas, dívidas não pagas, arrependimentos , não está totalmente em paz.
O 4º tipo de paz é para trás, com seu futuro. Quem tem medo do que virá, está assustado com dívidas a pagar, se apavora com o que terá de enfrentar, com a possibilidade de más notícias, com emprego incerto, esperando más notícias, não está em paz.
O 5º é para o lado esquerdo, com seus próximos. Sem a paz familiar, não há paz. Desavenças domésticas, disputas, queixas, ranger de dentes com a família, o descontentamento com familiares e amigos próximos, tira o sentimento de paz.
O 6º tipo de paz é para o lado direito, com seus vizinhos. Não adianta a paz em casa, se do outro lado da rua estão a ameaça, a desavença, o descontentamento com a casa ao lado traz impedimentos para a verdadeira Paz.
E o 7º tipo de paz é para baixo: Com a terra que você pisa, de onde virá seu sustento. Se você provoca a tempestade ou a seca, se o solo secar ou tremer, não haverá paz completa.
Se tudo é nossa projeção, depende apenas de você…


Temos sempre um guerreiro dentro de nós. Resta nos lutar pelo que é certo.



Diz um velho ditado:
"A vida é melhor, quando rimos de nós mesmos."
É difícil, mas interessantemente bom! Suavidade, tranquilidade, observância, silêncio, são alguns pontos a seguirmos e levarmos nossas vidas de um jeito mais leve.


MEDITAÇÃO
Nada mais de ego.
Quando olho para a minha alma, posso sentir os lugares doloridos, onde fui ferido pelo meu ego: me preocupar com o que as pessoas pensam de mim, precisar estar certo, ter raiva quando as coisas não acontecem do meu jeito.
Quando eu abro mão e alcanço a Luz num nível mais alto, esses lugares na minha alma se abrem.
Eu estou livre, meu ego diminui e eu me concentro no que realmente é importante:
Amor, amigos, família, plenitude espiritual.


Tudo depende da importância que você dá!


terça-feira, 26 de março de 2013

A felicidade é amor, só isto


-                  a felicidade é amorQuanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida. Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.
O dinheiro não era nada, o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz.
A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto.
Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito.
Mas amar e desejar não é a mesma coisa.
O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.
O amor não quer possuir.
O amor quer somente amar.
Hermann Hesse

sexta-feira, 22 de março de 2013

O TEMPO E AS JABUTICABAS


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.

Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.

Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.


Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.

Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

O essencial faz a vida valer a pena.


Rubem Alves

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Fórmula da felicidade



Felicidade = 35% de genética + 15% das circunstâncias + 50% de vontade própria.


Não, você não aprendeu essa fórmula na escola, mas ela é mais procurada do que qualquer Lei de Newton. Segundo o norte-americano Martin Seligman, trata-se da equação para ser feliz.

O método está descrito no livro Authentic happiness, em que o psicólogo tenta oferecer postulados para a bonança. Para começar, Seligman defende que o primeiro fator encontra-se em nosso DNA. Isso significa que cada um herda certo nível de felicidade, ou seja, não seremos nem mais nem menos felizes do que a carga genética deixada pelos nossos pais “permitir”.

Enquanto a primeira variável da equação relaciona-se às determinações dos genes, a próxima está ligada às heranças culturais e ambientais. Por exemplo, quem nunca ouviu brasileiros dizerem que foram para Londres e ficaram deprimidos com uma cidade tão cinza? Ou em como alguém se divertiria se ganhasse na loteria?

Clima, nível econômico, vida social e até religião formam as chamadas “circunstâncias externas”. Ou seja, tudo aquilo que não depende nem faz parte de você, mas que age diretamente na sua maneira de ver e sentir o mundo.

Então quer dizer que a felicidade é como a sorte: adquirida? Não, pois o restante da equação contemplaa motivação do indivíduo e tudo o que ele pode fazer para alcançar a sua própria satisfação. Para isso, Seligman, como bom autor de autoajuda, propõe uma série de exercícios: o pensamento positivo, a eliminação dos rancores e até o autoelogio.


Ranking da felicidade


Recentemente, a ONU publicou um estudo que lista os países mais felizes do mundo. O Brasil está em 25º lugar. No topo doranking estão Dinamarca, Noruega, Finlândia e Holanda, enquanto Togo, Benin, Serra Leoa e República Centro-Africana figuram no fim da lista.

O que também chama a atenção é o fato de que o abismo social se reproduziu inclusive em termos emocionais. Isso seria um indício de que dinheiro realmente traz felicidade?

Para o blogueiro Daniel Duclos, brasileiro que está vivendo na alegre Amsterdã há quatro anos, o material não encerra totalmente a questão. "Viver em um país rico é mais importante do que ser rico", defende.

Daniel diz que a Holanda oferece ao cidadão toda a infraestrutura de que ele precisa para viver: saúde pública, leis trabalhistas, baixa corrupção. A partir daí, fica mais fácil conquistar um bom emprego, ter uma família e fazer coisas que dão prazer. "É mais difícil ser feliz se sua vida está ameaçada", conclui o blogueiro.

 


Alcançando a felicidade


A terapeuta Denise Passos sente-se incomodada com a chamada fórmula da felicidade. Não por discordar da influência que a genética, o ambiente e a motivação têm no espírito das pessoas. O problema estaria na tentativa de engessar algo que é totalmente volátil.

"Felicidade é um processo – inclusive no tempo. Não dá para ser formulável, porque ela não é permanente nem como conceito", afirma Denise. Basta refletir: o que uma mulher contemporânea deseja alcançar não é a mesma coisa que gostaria a mulher nos anos 1960 e, provavelmente, isso será diferente daqui a algumas décadas.

Então, por que há tantos especialistas, livros e estudos prometendo a felicidade? Para Denise, essa oferta é apenas uma consequência do tempo em que vivemos: "Debate-se felicidade como se fosse a compra de um produto. A princípio, nossa sociedade nos deixa inseguros e complexados para, depois, fazer uma fórmula e tentar vender o segredo para ser feliz – algo que já é naturalmente nosso".


O caminho é você


A felicidade pode ser insólita, mas existe, e não só em momentos de pequenos prazeres, como ao comer um chocolate ou receber um beijo de quem você ama.

Denise acredita que alcançar a plenitude acontece justamente quando a alegria se torna o caminho, e não o objetivo. Para isso, é necessário lidar com o oposto: a frustração.

"Não dá para se livrar do sofrimento, mas é possível gerenciá-lo e caminhar com ele", explica a terapeuta. Ou seja, chegar ao fim do ano sem ter conquistado o objetivo que havia traçado não pode ser motivo para desânimo. Simplesmente compreenda por que não conseguiu realizá-lo, acolha a frustração e, no próximo de ano, comece de novo!


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Vivendo isolado - efeitos na psique.



Sobrevivendo com Chuck Noland - Descubra quais lições da superação de Tom Hanks em Náufrago são capazes de transformar meninos em homens


O sucesso de bilheteria sobre o analista de sistemas que sobreviveu durante mil e quinhentos dias numa ilha do oceano Pacífico após um desastre aéreo dantesco pode ser pura ficção -- mas a impressão que deixa é mesmo verdadeira. 

Apesar das controvérsias, o diretor Robert Zemeckis se inspirou no livro Castaway (1984), que conta a história real de Gerald Kingsland e Lucy Irvine. No início dos anos 80, o casal de vinte e poucos anos se isolou por um ano numa pequena ilha australiana, vivendo de maneira improvisada como verdadeiros náufragos. 

Empolgado com sua pesquisa sobre os efeitos do isolamento na psique, até o ilustre roteirista William Broyles Jr. não resistiu e se isolou numa praia deserta do Golfo da Califórnia. Como meninos sonham com quem levariam para uma ilha deserta, enquanto homens arquitetam planos para escapar dela, chegou a hora de você também aprender com essa experiência. Veja a seguir o que Chuck Noland teve que compreender antes de conseguir voltar pra casa.


1 - O TEMPO NOS SALVA, OU NOS MATA
O tempo nos controla sem piedade, não liga se estamos doentes, com fome, com sede, se somos russos, brasileiros ou seres de Marte. É como o fogo: pode nos destruir, ou aquecer. Garotos andam em círculos, mas Noland não. Quando dominou a alternância das estações do ano e a direção dos ventos, foi direto ao ponto: construiu uma jangada e mergulhou de cabeça em seu objetivo. Afinal de contas, meninos se tornam homens quando não se arrependem e sim aprendem.


2 - RECLAMAR É INÚTIL
Nem Kelly Slater conseguiria ultrapassar as ondas gigantescas das Ilhas Fiji ao estilo Noland: num bote salva-vidas furado com remo de plástico. O funcionário da Fedex teve sorte, mas chegou “moleque” demais para voltar a Memphis tão cedo. Ele passou por várias adversidade, mas teve que encarar suas limitações sozinho até escolher as disputas certas, como um homem!


3 - NENHUMA AJUDA VEM DE GRAÇA
Meninos ficam a ver navios, homens embarcam. Cego de desolação, Noland chegou até a acreditar que um navio no horizonte conseguiria enxergar a luz de sua minúscula lanterna. Ao receber de presente da maré algo que poderia usar como vela, ele comprovou eventualmente que estava pronto para receber esta ajuda. Levou na bagagem a certeza de homem maduro: conseguiria alcançar qualquer navio daqueles.

4 - INDEPENDÊNCIA OU MORTE
Chuck Noland sentiu na pele uma verdade incômoda para quem está habituado a exigir -- a de que o ser humano de fato tem poder bastante limitado sobre si mesmo. Por conta disso, ele teve que enfrentar seus próprios medos muito mais do que os perigos da ilha selvagem antes de conseguir escapar.


5 - IMAGINAR É SALVAR A SI MESMO
Não existe o melhor momento para criar. Desde o simpático Wilson até as maquinações geográficas mais complexas, o náufrago encarnado pelo brilante Tom Hanks não se rendeu à corda no pescoço -- ele tinha que testar. Não foi pela teimosia juvenil que Noland conseguiu fazer fogo a partir do atrito, mas pela persistência de homem feito. Ao prestar atenção nos fatos mesmo sem esperanças quanto ao nosso destino, crescemos.


6 - A COISA MAIS BELA DO MUNDO É O PRÓPRIO MUNDO
A mera consciência de que fazemos parte de um todo maior e inevitável pode soar como uma ameaça a garotos egocêntricos. No entanto, ela é o conforto do homem que se atira no mundo como se todos os lugares fossem o seu. Quando as coisas dão errado, meninos caem no chão, porém homens caem na estrada!


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Praticando a falta de sentimento no trabalho


Com 5 kg de argila sobre o corpo, grupo caminha pela Avenida Paulista, em São Paulo.


25 pessoas da performance 'Executivos de Pedra' percorrem a via. Produtora diz que ideia é mostrar falta de sentimento por conta do trabalho.

Do G1, em São Paulo, 18/10/2012

Caminhada faz parte de uma perfomance teatral que quer mostrar uma sociedade paralisada por rotinas sufocantes de trabalho. (Foto: Guilherme Tosetto/G1)Caminhada faz parte de uma perfomance teatral que quer mostrar uma sociedade paralisada por rotinas sufocantes de trabalho. (Foto: Guilherme Tosetto/G1)
Vinte e cinco pessoas, em caminhada lenta, cada uma coberta com 5 kg de argila por cima dos trajes executivos e de uma fina faixa branca sobre os olhos. A performance de dois grupos teatrais percorre, nesta quarta-feira (17) , a  Av. Paulista, no centro de São Paulo.
A caminhada "Executivos de Pedra", que começou no Parque Trianon, segue até a Rua da Consolação e pretende mostrar às pessoas "o mundo paralisado no qual vivem aqueles sufocados pelo trabalho",  disse ao G1 Natália Viana, produtora e intregrante do Coletivo Pi, um dos grupos idealizadores da ideia – junto com o Desvio Coletivo, outro grupo de performance teatral. "As pessoas não têm tempo para viver, para pensar, para sentir, para ver. Por isso a faixa branca, por isso a argila. É um mundo sem sentimento mesmo. É uma paralisia", diz.
A ideia, segundo Natália, é encabeçada por Marcos Bulhões e Marcelo Denny, que hoje é diretor de Arte do Desvio Coletivo. E, para colocá-la em prática, não houve formulários de inscrição nem ensaios, só um requisito: "cada um teria que chegar com seus cinco quilos de argila". As 25 pessoas se reuniram no Parque Trianon um pouco antes das 12h30, e os produtores da perfomance despejavam a argila no corpo, no cabelo e até na bolsa de cada um.
A produtora explica que também não houve nenhum livro, quadro ou peça que inspirou a ideia. "Na verdade, a ideia veio antes da obra. Pensamos na praticidade e em como íamos fazer tudo e depois nos veio na cabeça o quadro "Parábola dos Cegos" , de Peter Bruegel", disse Natália Viana.
Pessoas durante a caminhada "Executivos de Pedra" (Foto: Guilherme Tosetto/G1)Pessoas durante a caminhada "Executivos de Pedra" (Foto: Guilherme Tosetto/G1)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A FOFOCA


“Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente.”


A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia.






Presente ao longo de toda a História, tal ato é freqüentemente ligado à imagem das mulheres. Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros. 
Fofocas ocorrem sobre o ambiente de trabalho, gafe de colegas e principalmente sobre mulheres. 


Segredo não se conta. Quando se conta, deixa de ser segredo e vira fofoca.



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade




A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.


"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... "

Texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes,
Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).





terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dicas para viver plenamente o presente


Mestre alemão Eckhart Tolle dá dicas para que todos vivam plenamente o presente

 Quando olhamos para a trajetória pessoal de vários mestres, é comum percebermos um momento de ruptura que os tirou da vida cotidiana, fez com que passassem por uma profunda crise existencial - a que muitos autores chamam de "noite escura da alma" - para que, então, despertassem e encontrassem seu verdadeiro caminho.

Com Eckhart Tolle, nascido na Alemanha e graduado na Inglaterra, não foi diferente. Ele mesmo conta, na introdução de seu primeiro livro, O Poder do Agora (Sextante), que, até os 29 anos, vivia em um estado de constante ansiedade, intercalado por períodos de depressão profunda. Foi então que, numa madrugada, acordou com a sensação de pânico mais intensa que já havia experimentado. Inconsolável, não via a menor razão para sua existência. Uma frase não lhe saía da cabeça: "Eu não posso continuar a viver comigo mesmo". De repente, teve uma espécie de insight: se existe um "eu" e um "comigo mesmo", pode ser que apenas um deles seja real.

Assustado com tal percepção, ele notou que o fluxo de seus pensamentos havia parado. Em seguida, um turbilhão de energia tomou conta de seu corpo, que começou a tremer. A frase que lhe vinha agora era: "Não resistas a nada". No dia seguinte, ainda sob o efeito do que tinha acontecido, Eckhart Tolle passou a olhar para tudo como se fosse a primeira vez, maravilhado com a beleza de cada detalhe da vida. Ele se havia dado conta de que a identificação com um "eu" infeliz é apenas uma ficção criada pela mente. Durante dois anos, viveu nesse estado de contemplação e intensa alegria interior. Não tinha casa, emprego, posição social definida e nem mesmo relacionamentos.

Sua condição despertou a curiosidade de muita gente em Londres, que começou a procurá-lo para saber como atingir tamanha paz e plenitude. Tolle lhes dizia que todos nós conservamos esse estado em nosso interior e, portanto, somos capazes de nos iluminar aqui e agora. O único problema está na mente, que faz barulho demais e sempre responsabiliza outras pessoas ou situações por nossa dor. O sofrimento é causado justamente pelo fato de estarmos muito apegados às mágoas e lembranças do passado ou preocupados em tentar controlar o futuro. Nosso grande equívoco seria acreditar que somos nossa mente. Para ele, possuímos uma natureza verdadeira que só pode ser acessada se estivermos completamente presentes no agora.

E foi assim que ele se tornou mestre espiritual e passou a ministrar palestras, realizar workshops e seminários, dar aulas de meditação e fazer aconselhamentos individuais.

Convite ao despertar

"A causa principal da infelicidade não é a situação em si, mas os pensamentos sobre ela. Fique atenta ao que você tem pensado. Separe isso da situação real, que é simplesmente o que é. Em vez de contar histórias, fique apenas com o fato. 'Tenho 50 centavos em minha conta no banco' é um fato. ‘Estou arruinada’ é uma história. Isso a limita e impede que realize uma ação efetiva. Encarar a verdade é sempre fortalecedor."

"Observe a voz em sua cabeça - talvez neste momento ela esteja falando algo -, e reconheça que é a voz do ego, nada mais que um pensamento. Sempre que você a percebe, também pode notar que você não é essa voz, mas aquela que está consciente dela. Dessa maneira, começa a libertação do ego."

"Para onde quer que você olhe, há uma série de evidências sobre a veracidade do tempo - uma maçã que apodrece, seu rosto no espelho comparado a uma foto de 30 anos atrás -, mas, por outro lado, você nunca o experimenta em si. Você só vivencia o instante presente."

"Por que a ansiedade, o estresse e a negatividade aparecem? Porque você sai do presente. E por que você faz isso? Porque pensa que alguma outra coisa é mais importante. Um pequeno erro, uma percepção equivocada cria um mundo de sofrimento."

"As pessoas acreditam que dependem dos acontecimentos para ser felizes. Elas não se dão conta de que os fatos são o que há de mais instável no Universo. Elas olham para o agora como se ele tivesse sido danificado por algo que sucedeu, e não deveria, ou como se estivesse incompleto porque um fato importante não ocorreu. Então, elas perdem a profunda perfeição inerente à vida, a que está além do que se realiza, ou não. Aceite o momento presente e descubra a excelência intocada pelo tempo."

Reportagem: Thays Prado - Edição: MdeMulher

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O mito da felicidade - parte 4

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No livro Felicidade: lições de uma nova ciência (BestSeller, 2008), o economista britânico Richard Layard coloca as interações sociais – de amizades ou amorosas – como os fatores externos mais importantes de nossa vida. Em sua pesquisa, as pessoas que começam a ver seus amigos quase todos os dias reportaram, ao final de um ano, um nível de felicidade 0,161 mais alto (num total de 7). Isso é mais que o efeito do primeiro ano de casamento, responsável por um aumento de 0,134 na felicidade do casal. O tipo de amizade também é importante, e é melhor que seus amigos sejam bem-humorados. Segundo o médico e sociólogo Nicholas Christakis, autor do livro O poder das conexões (Campus, 2009), a felicidade é contagiosa – assim como a depressão. Cada amigo feliz de nossa rede aumentaria em 9% nosso próprio bom humor – enquanto um amigo infeliz causaria uma queda de 7%. Mas a solução não seria sair correndo atrás de muitos amigos. Em tempos de Facebook, Orkut e outras redes virtuais, em que alguns expõem orgulhosos listas com mais de 2 mil “amigos”, é importante saber qual é sua verdadeira e sólida base social. Segundo o biólogo evolucionista Robin Dunbar, o cérebro humano só é capaz de lidar com 150 amizades ao mesmo tempo. No grupo mais íntimo – e mais importante –, estariam só cinco pessoas. Mas não existem regras. Há quem consiga melhorar seu bem-estar criando relações melhores com mais pessoas e há também quem se sinta confortável com cinco. “Uma das principais sabedorias é respeitar a característica de cada um”, diz a psicóloga Cláudia Giacomoni, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Obtido o desejado nível de bem-estar, muitos podem perguntar se a conquista seria duradoura. Embora parte dos brasileiros cite a juventude como um fator importante para se sentir feliz, estudos mostram que nosso bem-estar aumenta com o passar dos anos. É verdade que a infância é uma fase propensa a uma grande dose de felicidade, mas o mesmo pode ser dito da terceira idade. Pesquisadores descobriram que, com o envelhecimento, há um aumento de bem-estar. As dificuldades surgem mesmo durante a vida adulta, repleta de desafios, pressões e inevitáveis frustrações. A explicação para essa evolução estaria nas mudanças internas, e não em nosso entorno. Com o passar do tempo, nosso comportamento muda. As pessoas mais velhas brigam menos, sabem como solucionar um conflito, controlam melhor suas emoções e aceitam mais os infortúnios. Há várias teorias sobre por que isso acontece. Laura Carstensen, professora de psicologia da Universidade Stanford, afirma que os mais velhos sabem o que realmente importa e, por isso, focam no essencial. Com isso, aliviam a pressão pela felicidade imediata e se aproximam do bem-estar. Como diz o historiador Richard Schoch, autor do recém-lançado A história da (in)felicidade, quando a felicidade está ligada a algumas condições, deixa de ser um direito de todo ser humano e se torna um privilégio de poucos. Ele diz que basta que tenhamos nascido para termos o direito e a capacidade de ser feliz. Para que esse objetivo não pese sobre nossos ombros, em vez de nos lançarmos numa incessante busca da felicidade – muitas vezes infrutífera –, deveríamos apenas descobrir como viver bem, a nossa própria maneira.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

O homem tem todos os animais em si...




Amigo,
O tempo não é uma medida. Um ano não conta, dez anos não representam nada. Ser alguém não significa contar, é crescer como a árvore que não apressa a sua seiva e resiste, serena, aos grandes ventos da primavera, sem temer que o verão possa não vir.
O verão há de vir. Mas só vem para aqueles que sabem esperar, tão sossegados como se tivessem na frente a eternidade.
Ele já tinha todas as rugas do tempo quando o encontrei pela primeira vez. Queixava-se de que tinha muito a fazer. Perguntei-lhe como era possível que em sua solidão, tivesse tanto trabalho... Tenho que domar dois falcões, treinar duas águias, manter quietos dois coelhos, vigiar uma serpente, carregar um asno e dominar um leão! – disse ele.
Não vejo nenhum animal perto do local onde vives. Onde eles estão? Ele então explicou: Estes animais, todos os Homens tem!
Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos!
As duas águias ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São as minhas mãos!
Os dois coelhos querem ir aonde lhes agrada. Fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades. Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos, mesmo que seja penoso,
problemático ou desagradável. São meus pés!
O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, mal se abre a jaula, está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, causa danos. É a minha língua!
O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo!
Finalmente, preciso dominar o leão. Ele sempre quer ser o rei, o mais importante. É vaidoso e orgulhoso. É o meu coração!


quarta-feira, 11 de maio de 2011

PRATICANDO O DESAPEGO

Exergue os términos com outros olhos e aprenda a dizer adeus

"Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina."

A entrega do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano trouxe uma surpresa. O filme japonês Partidas (Departures /Okuribito) levou a tão desejada estatueta no lugar de outros filmes mais incensados pela crítica. Mas afinal de contas, o que Partidas tem que o torna tão especial? Trata-se da história de um homem na faixa dos 20 anos, casado, que toca violoncelo numa orquestra em Tóquio, e esta é dissolvida pelo patrocinador. Ele volta à sua cidade natal com a sua mulher e consegue um emprego no qual ganha muito bem. O que o desagrada é o novo trabalho em si: arrumar defuntos para serem cremados, numa cerimônia em que a família da pessoa morta está presente. À medida em que ele persiste no emprego, começa a perceber a importância do que faz e a dignidade de honrar os mortos em sua despedida.

Um outro filme, este feito para a TV, pela HBO, chamado Correr Riscos(Taking Chance) mostra um coronel que escolta o corpo de um soldado morto na guerra do Iraque para ser entregue a seus pais no interior, e também fala de despedir-se com dignidade.

A morte faz parte da vida, mas muitas vezes a negamos, talvez pelo medo, talvez por estarmos ocupados demais tentando sobreviver. Quando entendemos a morte como a outra face da vida, esta toma um novo sentido. Podemos efetivamente viver - e não somente sobreviver. Geralmente a morte, principalmente de pessoas queridas, nos sacode de nossa zona de conforto, de uma forma mais ou menos intensa, provocando questionamentos sobre a vida, principalmente sobre aquelas questões que adiamos a resolução. A morte nos lembra que tudo passa, que nada é para sempre, e dá uma noção real de que o tempo anda, e não espera.

É preciso saber dizer adeus a quem nos deixa, mesmo sabendo que o que está presente naquele instante é um corpo sem vida. Isso realça a dignidade da vida, não só daquele que morreu, mas de quem ainda vive.

Dizer que a morte faz parte da vida nos faz pensar só no final, mas é muito mais presente do que isso: a cada situação em que precisamos terminar algo para começar uma nova etapa da vida, a morte está ali. Na Índia, a religião hindu tem uma trindade de deuses, formada por Brahma, Shiva e Vishnu. Brahma é o criador de tudo, Shiva é o destruidor e Vishnu o preservador. Parece meio sinistro um deus que destrói, mas é através da destruição do que está gasto que há renovação, que é possível nascer o novo. Não à toa, Shiva é o deus mais adorado na Índia, tendo muito mais templos onde é cultuado, do que os outros deuses da trindade hindu.

Pode parecer absurdo o que eu vou dizer, mas integre a morte em sua vida para que você possa viver mais plenamente. Busque soluções para aqueles problemas que vem adiando, como se o tempo não passasse. Perceba o que já terminou em sua vida, e você não reconhece. Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina.

Podem ser situações de trabalho, de relacionamento, de hábitos. Viver tendo presente a perspectiva de que morreremos não deveria trazer medo, mas acentuar a responsabilidade que temos de fazer com que a nossa vida tenha o rumo que planejamos para ela. Assim, podemos ser dignos de um dia morrer conscientes de que buscamos (mas nem sempre conseguimos) realizar aquilo que é necessário da melhor forma possível.


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